Notas iniciais
Voltei. Linda, maravilhosa e com banda larga. Agora voltemos à programação normal ;)

Lágrimas e pedidos de desculpam não o fizeram desistir. Com medo, implorei a Laxus que me contasse o que fizera com Dave e que desistisse de me castigar. Em silêncio, ele apenas me observava falar, até que se cansou de me ouvir e gritou para que eu fizesse silêncio.

Fiquei por cerca de uma hora dentro do hospital, sendo levado em seguida em um restaurante. Fui obrigado a comer uma grande quantidade de verduras e legumes, a qual ele fez questão de escolher. Meu corpo ainda estava fraco e me sentia cansado, porém o medo de alguma forma, me dava um pouco de energia.

Cumprindo sua ameaça, ele me levou de volta ao apartamento. Dentro do elevador, eu segurava lágrimas enquanto sua mão apertava meu pulso com força. Ele não me deixaria fugir.

Eleonor já havia ido embora, de forma que não tive ninguém que me ajudasse a levantar quando ele me jogou no chão. Me empurrando com o pé, Laxus fez com que eu ficasse de joelhos, enquanto tirava seu casaco.

– Vou fazer as coisas do meu jeito a partir de agora. Levante-se.

Minhas pernas tremiam. Tinha vontade de fugir, mas para onde? Tinha certeza que ele me seguiria. Certeza de que ele iria até ao inferno e me castigaria pelo que havia feito.

– Por favor Laxus ... me desculpe!! — implorei mais uma vez, inutilmente. Ele me puxou até meu quarto, trancando a porta depois de entrar.

Levei meus braços até o peito involuntariamente. Meu corpo ainda estava febril e me senti ainda mais fraco quando ele me empurrou até a cama, puxando com ignorância as roupas que me cobriam. Ele não sorria. Ele se mantinha sério.

Logo todo meu corpo magro e desprovido de músculos estava despido. Me empurrando contra a cama, Laxus se deitou sobre mim, levando o rosto até meu pescoço. Sem se importar com qualquer reação minha, ele começou a chupar com muita força aquela região a ponto de fazer doer. A fim de me livrar, levei as mãos até seu rosto e um aperto em minhas costelas me fez gritar.

– O quanto você quer se machucar? Me diga. – a raiva era explicita não só em suas palavras, mas também em seus atos.

Seu rosto desceu pelo meu peito, mordendo meus mamilos que também estavam feridos. Cerrando os dentes, virei o rosto para o lado oposto, chegando ao ponto de me assustar ao perceber que aquilo me excitava. Por um longo tempo Laxus trabalhou com a boca naquela região, espalhando um rastro de sangue conforme descia para meu umbigo. Minhas mãos quase sem forças, faziam o melhor que podiam ao apertar o lençol em uma reação do meu corpo.

Fiz o máximo possível para me manter quieto, mas ao sentir os dedos de Laxus me penetrarem, soltei um gemido involuntário. Ele sequer olhava para meu rosto, continuando o trabalho de sua boca em meu umbigo, enfiando cada vez mais fundo seus dedos em minha entrada. Mesmo aquele ato sendo doloroso, de certa forma comecei a sentir prazer, chegando ao ponto de ficar excitado.

– Você é mesmo uma vadia. — ele disse em seu tom sério, passando seus dedos para a ponta do meu membro excitado. — Então um dedo é necessário para te satisfazer? Faz sentido, vindo de alguém que transou com um Cartland.

Aquelas palavras irônicas saíam secas de sua boca. Raiva. Era isso que ele sentia e fez questão de demonstrar ao voltar a me estuprar com os dedos. Pouco a pouco foi me estimulando, não demonstrando reação alguma quando atingi meu limite.

Ofegante, comecei a tossir entre meus suspiros. Meu próprio sêmen sujara meu abdômen e antes mesmo que eu pensasse em fazer algo, ele me virou de bruços, levantando meu quadril. Pude ouvir o barulho do seu zíper ser aberto e apenas afundei o rosto no travesseiro, voltando a segurar no lençol.

Gemidos manhosos de dor escaparam da minha boca enquanto ele me adentrava. Chegando próximo do fim, Laxus me penetrou de uma vez, o que quase me fez perder as forças nas pernas. Solucei baixo, sentindo meu corpo fraquejar ainda mais e esquentar com aquele ato. Com ignorância, ele começou a se mover, apertando forte meu quadril ao me segurar. A cama rangia a cada estocada forte e apertando os lábios, senti meu corpo protestar aquilo de forma errada, ficando mais uma vez excitado.

Jogando o corpo sobre mim, senti seus lábios encostarem em minhas costas, antes de colocar ainda mais forças em seus movimentos que duraram um tempo tortuoso para mim. Chegando próximo ao meu limite, soltei um gemido de dor, tesão, não sei dizer ao certo, o que fez Laxus atingir seu limite, sendo seguido por mim.

Sem forças, desabei sobre a cama ao ter meu quadril solto. Ofegava como se tivesse corrido uma maratona e sentia cada vez mais falta de forças quando suas mãos voltaram a me puxar, dessa vez, pelos braços. Colocando a mão sobre meu queixo, ele puxou meu rosto até o seu, começando um longo beijo. Com uma de suas mãos livre, ele a levou até meu membro, começando a massageá-lo. Apenas me encolhi ao ser ajeitado em seu colo. Sua boca continuou conectada à minha, não me cedendo liberdade nem mesmo para que gemesse com os movimentos de sua mão.

Minha respiração era dificultosa e ele parecia conectar cada vez mais sua boca à minha quando tentava me afastar. Laxus parou apenas quando me viu ter acessos de tosse, tornando a me empurrar, desta vez, de barriga para cima. Os acessos me faziam tremer, chegando ao ponto de me deixar com o peito dolorido pelo movimento do meu corpo. Levei as costas da mão até a boca, enquanto tentava me recuperar, sentindo os olhos se encherem de lágrimas. Demorei alguns segundos para me recompor, tendo o olhar de Laxus fixos em mim todo o tempo.

– Não pense que sua tosse vai me deixar com pena. Ainda tenho muita coisa em mente para fazer com você.

Suas mãos meladas depois de massagear meu membro, subiram por minha coxa, enquanto ele tornava a se deitar sobre mim. Seu rosto subiu até meu ouvido e ele afundou o rosto entre meus cabelos, antes de falar algo que me fez estremecer.

– Você já recebeu bastante carinho... – sua voz permanecia carregada de ódio. — Está na hora de lhe mostrar como se deve tratar uma vadia barata.

Era impossível que meu coração acelerasse mais, mas senti o impossível acontecer quando ele apertou meu membro forte, me fazendo sentir muita dor. Um grito de dor escapou da minha boca e ele riu, antes de enfiar quatro dedos de uma só vez na minha entrada. Me contorci, ainda com seu corpo sobre o meu, recebendo uma mordida na orelha que apenas aumentou meu sofrimento. Laxus ria e debochava da minha tormenta, perguntando se eu gostava e me mandando gozar, usando as palavras mais baixas que ouvi na vida.

Durante o restante do dia fui um brinquedo nas mãos dele. Laxus me machucou muito nesse meio tempo e apenas desistiu de continuar quando percebeu que eu estava prestes a desmaiar. Meu corpo tremia muito e eu nem mesmo conseguia dizer o por quê. A febre voltara aos poucos, me deixando com a boca e garganta seca. No fim, eu já não chorava mais e apenas gemia a cada ato do homem que estava à minha frente. Apertava uma pálpebra contra a outra, às vezes tossindo. Meu corpo estava todo sujo e melado, tanto por meu próprio sêmen, quanto o dele.

– Que essa seja a primeira e última vez que você transa com alguém além de mim. – ele puxou meus cabelos, fazendo com que meu rosto ficasse bem próximo ao dele, antes de dizer tais palavras, ainda carregadas de raiva.

Jogando meu corpo de bruços sobre a cama, Laxus se levantou, tapando meu corpo com o lençol antes de sair do quarto. Demorei alguns segundos para começar a me mexer, sentindo que não tinha mais lágrimas para derramar. Reunindo todas as forças que tinha, caminhei com dificuldade até o banheiro, a fim de me livrar dos resquícios que seus atos deixaram. Um longo banho morno me fez perceber as várias e várias marcas espalhadas até mesmo nas minhas coxas. Minha entrada ficara extremamente ferida e sensível, de forma que lavá-la foi difícil.

Soluços saíam da minha boca a cada segundo e meus olhos pareciam secos, sem lágrimas. Na minha mente inúmeras palavras de condenação, medo e até mesmo suicídio me assombraram, deixando toda a situação ainda pior do que estava.

Vestindo um pijama limpo, troquei os lençóis da cama, pegando um grosso cobertor, antes de me deitar de bruços. Abracei o travesseiro, o qual ainda estava úmido por minhas lágrimas. Deveria desistir daquele contrato, mas como o pagaria? Dave, onde ele estava? Eu queria vê-lo. Queria abraçá-lo. Queria amar e ser amado. Movi meus olhos cansados para a porta do quarto, ouvindo o barulho da TV.

A partir daquela noite e repensando cada segundo em que ficara ao lado de Laxus, criei um novo propósito na minha vida. Em meio a soluços, medo, tristeza e reunindo os pedaços do meu coração despedaçado, decidi que mudaria as coisas. Precisava desesperadamente de uma mudança, precisava ser forte, precisava ... deixar de amar. E decidi fazer isso a partir daquele dia.

Notas finais
Tem pessoas aí com bola de cristal. Como adivinharam sobre o Dave? :'D E Freed ta começando a gostar de sentir dor, mesmo que inconscientemente hehehehe A comparação do Laxus com a genitália do Dave e um dedo mitou. A partir dessa sabemos que é que tem o poder entre as pernas :'D Próximo capítulo veremos o que houve com Dave. Até a próxima pessoas e obrigado pelos reviews :3