Diário de Um Amor
1 Capítulo 1
Dia 13 de maio de 1957
Veneza é linda, as praias, praças, bibliotecas, meu estágio
veio em boa hora, em minha casa, o conflito é enorme, meu pai quer que eu case
Gilberto Cavaline, homem de boa estatura, e grandes finanças, mas ele tem idade
de ser meu pai, eu só tenho 18 anos, e ele 42, aqui em Nova York, tem sido
muito chato, eu não consigo nem aproveitar a minha cidade por causa, da
faculdade, e de Gilberto, que me manda flores e diz que não consegue esquecer um
beijo que ele me deu a força, foi estranho, eu senti a força de dez cavalos me
puxar pela cintura para perto dele, e sentir, seus lábios ásperos nos meus.
E hoje o professor de literatura, nos mandou as ruas de Veneza
e pesquisar do sentimento que marcas estas ruas, o amor. Lá estava eu andando pelas
ruas da cidade, quando vi, uma ruazinhas estreita, e de estrutura antiga, mas muito romântico. Foi quando vi, o mais
perfeito significado de beleza, era um murozinho, simples, e em suas entranhas
sólidas, se encontrava histórias de amores, que marcaram, a história de alguém,
o tempo e a eternidade. “ o Muro de Julieta”, onde mulheres de todo o mundo,
vinham até lá, e escreviam cartas, para “Julieta”, e ela responderia os seus
casos de amor não resolvidos. Quem respondia eram as secretárias de Julieta, e
respondiam de acordo com as suas experiências de vida.
Achei interessante o observei por mais um minuto e comecei
meu trabalho.
“Amor, palavra que
faz de algo, o nosso mundo. Palavra pequena, mas que pode revirar a vida
de alguém, só por passar na vida dessa pessoa. Veneza, a cidade do romance e
vinho farto, foi aqui que tive a grande oprotunidade de achar o Muro de
Julieta, um muro que onde entre suas entranhas sólidas, guardam segredos de
amores verdadeiros, de romances não concluídos, e que talvez, nem se
formaram... “
(Dayana)
Foi quando o vi!
A figura mais bela, graciosa, e que se tornara importante
para mim, só simplesmente pelo fato de olhar em seus olhos, cor de mel, e seus
cabelos, lisos negros, que caiam sobre seu rosto, e que rosto, lindo, perfeito,
um corpo de se invejar por qualquer homem, eu o vi pela janela, num cavalo,
negro, de pelo, muito brilhante, Giovanni Vartonelli, nome dificil que me marcou.
Será que Viena, traria para mim, um amor, daquelas hirórias
que havia lido nas cartas?
Mas eu fui imatura simplesmente de pensar que só porque
gostei de suas feições,ficaríamos juntos para sempre.
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