Destiny

5 Capítulo 5


Notas iniciais
Oi people *--* Essa capítulo ficou um cocozinho mas foi o melhor que saiu, eu tinha conversado com uma amiga minha (Fer *--*) e esse capítulo teria um tema, seria uma música do Lucas Lucco ( príncipe) porém como eu acho que tem gente que lê a fic que não curte sertanejo nem coloquei, mas ela tem super relação com esse cap. Aproveitem e nos encontramos lá nas notas finais

Chegamos na torre e ela estava totalmente lotada, Tony já havia deixado avisado sobre a nossa presença então subimos direto. Tocava uma música meio agitada, o pessoal mais conversava do que dançava, Bucky estava claramente nervoso, olhava para os lados em busca de Steve mas não o achava, peguei na mão dele que me olhou assustado

–Ei, você tá muito tenso, relaxe- falei e continuei de mão dada com ele, o sai arrastando até o bar e peguei uma bebida para nós.

Conversamos pouco até agora, ele estava meio pensativo e eu também, mas eram coisas totalmente opostas, meus pensamentos já vagueavam em como seria trabalhar ali

–Bucky, eu vou dar uma andada por ai, se eu ver ele eu te acho e te avisou- falei bem próxima a ele por causa do som

–Vou ficar por aqui mesmo- ele avisou e eu sai andando, o pessoal era bem chique pelo jeito, apesar de alguns estarem vestidos bem a vontade, outros estavam de terno e gravata, Tony estava com uma calça, uma blusa clara e um paletó escuro por cima, estava conversando com uns engravatados, quando me viu pediu licença aos dois caras e veio me cumprimentar

–Você não ia trazer seu amigo?- ele me perguntou pegando um copo de whisky que o garçom havia trago especialmente pra ele

–Ele veio comigo, esta sentado lá no bar- falei apontando pro bar e aproveitando pra conferir se Bucky continuava lá inteiro, ele estava, e olhava em minha direção parecendo estar bravo

–Sim, claro, você já quer conhecer os andares de pesquisa?

–Querer eu até quero mas não é meu principal objetivo agora- falei e ele me pareceu surpreso

–E eu posso saber qual é?

–Achar Steve Rogers, conhece ele? Bucky, meu amigo, precisava conversar urgentemente com ele- falei exaltada, eu devia estar mais nervosa do que o Bucky

–O picolé? E claro que eu conheço, da última vez que eu vi, ele estava sentado no sofá logo ali- Tony disse apontando pra um lugar rodeado de gente

–Obrigada, obrigada, obrigadinha Tony, depois eu te acho- falei e sai correndo em direção ao Bucky que continuava no bar mas tinha uma mulher conversando com ele, que estava animadinho com a conversa, por pouco tempo

–Oie- cheguei me botando no meio dos dois- Bucky a gente precisa conversa agora- falei e a mulher me olhou com cara de bosta, grudei no braço do Bucky e sai arrastando ele pra parte de fora que estava bem vazia

–O que foi?- ele me disse puxando o braço de volta e ajeitando a manga da camisa

–Me espera aqui- falei — Não ouse dar um passo fora daí ou então conversar com alguém- falei me lembrando da mulher com quem ele conversava no bar, isso era ciumes? — Ouviu bem Bucky?

–Claro senhorita ciumes- ele falou rindo e me irritando

–Não tô com ciúme e nem brincando- esbravejei cruzando os braços e fazendo cara de mau, que não deu certo porque ele riu

–Tá sim, mas fica tranquila, não converso com mais ninguem, afinal pra quê conversar se dá pra fazer coisa melhor- ele falou rindo e ganhou uns tapas.

–Seu galinha, safado!E eu achando que você era inocente

–Iludida, na verdade eu sou um príncipe e você não sabe- ele zoou de mim mais uma vez

–Desculpa príncipe- falei e fiz uma reverência antes de sair e pude ouvir sua risada

Talvez eu tinha um pouco de ciúme, bem pouco. Sai andando em direção aonde Tony havia indicado.Estavam sentados um cara loiro de cabelo grande e fortão parecendo um armário, um meio loiro, forte também porém bem menor do que o outro, uma ruiva e o tal do Steve. Ele estava sentado com um copo na mão, rindo de algo que lhe falaram, fui me enfiando no meio do povo e consegui chegar na frente dele

–Oi, você é o Steve, certo?- perguntei quase caindo em cima dele por que tinha uma doida dançando e me deu uma bundada

–Sou sim- ele respondeu sério- Quem é você?

–Anne, preciso que você venha comigo agora- eu praticamente gritei pois o som estava bem alto

–Porque eu iria?- ele perguntou me encarando

–É sobre seu amigo, o Bucky- eu disse e ele me olhou estranhando-É sério, vamos lá a fora-eu falei e ele se levantou e a gente pode ouvir um " aê, finalmente ein Steve"

Saimos andando e eu empurrando o povo na nossa frente, chegamos lá fora e Bucky tava de costas pra gente olhando a lua que estava divina nessa noite. Fui andando até o Bucky com o Steve me seguindo, estávamos a uns 10 passos do Bucky quando eu parei e fiz sinal pro loiro parar, aquilo seria um reencontro digno de novela mexicana

–Bucky?- chamei ele que virou na hora e ficou encarando a mim e depois ao Steve sucessivamente. Os dois ficaram se olhando que nem besta

–Vai dizer que cansou de me procurar- Bucky falou dando um sorriso encantando

–Então agora você lembra?- o Steve disse e em poucos segundos nos dois estavam se abraçando e rindo, como velhos amigos. Depois de os dois se largarem começaram a tagarelar sobre algum assunto divertido, do qual não prestei atenção, conseguia apenas ver os sorrisos e olhos brilhando dos dois, bem que o Bucky falou que eles eram praticamente irmãos, naquele momento eu estava me sentindo a fada madrinha do momento

–Né Anne?- Bucky me perguntou e eu sai do transe- Falei que ela não tava prestando atenção- Bucky disse pra Steve e eu continuei boiando no assunto

–Rapazes, me dêem licença-falei e sai andando nem ouvindo o que eles haviam dito, tava com uma sensação ótima, algo parecido com felicidade e como se quase todo o vazio existente em mim fosse preenchido de ver a felicidade dos dois. Enquanto os dois conversavam eu fui andar pela festa e acabei trombando com Tony de novo, ele me arrastou até um colega dele que estava quieto num canto e nos apresentou, o carinha chamava Bruce Banner e ajudava Tony em tudo o que ele fazia ali na Torre, e ele veio junto comigo e com Tony para me mostrar os laboratórios e as pesquisas. Era bem grande, ele me mostrou alfuns projetos e perguntou se eu saberia mexer em tudo aquilo, me apresentou ao Jarvis e eu fiquei simplesmente encantada. Já era quase uma da manhã quando eu decidi ir embora, já que todo mundo havia ido. Tony me apresentou um pessoal bem legal e disse que se eu aceitar trabalhar com ele era só eu aparecer lá, Bucky havia sumido com o Steve, eu acho. Estava prestes a entrar num táxi que achei com muita dificuldade quando Bucky me gritou

–Anne, você já vai?- ele perguntou correndo até mim

–Já sim, achei que você tinha ido embora com Steve- falei e ele fez sinal pra mim entrar no carro, entrei e ele entrou logo em seguida, falei me endereço e o taxista começou a guiar o carro até lá

–E então, conversou com Steve?- perguntei

–Sim, ele me contou de tudo o que aconteceu, e que tem gente atrás de mim- ele falou me deixando preocupada

–Mas o que eles querem? — perguntei baixo pro motorista não ouvir

–Não sei, talvez por tudo o que eu fiz- ele bufou- Steve disse pra mim ficar na torre a partir de agora- ele falou e eu apenas assenti, Steve menino mal por querer tirar o Bucky de perto de mim

Depois disso ficamos quietos até chegar em casa, paguei o taxista e ele devia ter ouvido a conversa pois perguntou se Bucky ia querer que ele esperasse, Bucky disse que sim e desceu atrás de mim

–Então, agora você vai ficar na torre- perguntei meio triste.

Nesse pequeno tempinho que ele ficou morando aqui acabei me apegando a ele

–Uhum- ele falou se aproximando- Você vai poder me ver, vai trabalhar lá, não é- ele falou se aproximando mais ainda, isso não vai dar certo, já que eu tô na chuva vou ter que me molhar

–Mas não vai ser o mesmo- a essa altura a gente tava a uns milímetros de distância-Fica só mais essa noite aqui?

–Claro- ele falou e eu ja sentia sua boca quase na minha, e ficou no quase pois ele saiu correndo até o táxi e o dispensou.

Depois da decepção abri a porta de casa e entrei, ele entro logo depois

–Então Bucky- virei pra falar com ele mas fui interrompida por seus lábios enfim tocando os meus, abrindo espaço pra um beijo perfeito (amém), não fora nada selvagem e nada lerdo demais, era delicado, era perfeito. A gente se separou graças o ar que nos fez necessário no momento. Uma de suas mãos (a soviética, vulgo a artificial) continuavam na mim, enquanto a outra (a americana, vulgo a normal) fazia carinho na minha bochecha, e as minhas estavam em torno da sua nuca. Seus olhos azuis encaravam os meus, era como se ele olhasse o fundo da minha alma, okay isso soou estranho mas era o que parecia

–Achei que isso não ia acontecer-falei tentando quebrar o gelo

–Eu vi sua cara lá fora,deve ter ficado com raiva de mim- ela falou com um sorriso- Mas eu sou um príncipe lembra?- ele falou e riu de novo, me puxando para mais um beijo.

Fomos tombando em tudo até chegar no meu quarto, ele ia me guiando até a minha cama e quando o ar se fazia necessário ele descia dos meus lábios em direção ao meu pescoço, ia dando alguns beijos e eu sentia sua respiração me deixando um pouco arrepiada, nossos sapatos e o blazer dele já haviam ficado pelo caminho

–Um príncipe não pode levar uma garota pra cama depois do primeiro beijo- falei enquanto ele caçava o zíper do meu vestido

–Então você não quer?- ele parou e me encarou com um sorriso sarcástico, aproveitei a pausa e tirei meu vestido porque ele ficaria a vida toda achando um zíper que não existia. Isso devia ter deixado bem claro o que eu queria

Ele me olhou de cima em baixo, eu estava com uma lingerie preta, normal, meus cabelos estavam soltos e bagunçados, a maquiagem não devia nem existir mais, porém ele me olhava como se fosse a visão do paraíso, o que me deixava bem tímida. Me aproximei dele e comecei a desabotoar sua camisa, não sei se era pelo fato de eu estar bem nervosa mas estava sendo bem difícil, suas mãos pousaram sobre a minha e me ajudaram a desabotoar e jogar ela no chão. Ele voltou a me beijar delicadamente e a nos aproximar da cama, eu deitei e ele veio por cima de mim, sua mão percorria meu corpo enquanto a outra estava em minha cintura, ela era fria e isso deixava a área arrepiada. Suas mãos subiram até minhas costas e abriram meu sutiã, enquanto isso eu desabotoei sua calça, estava prestes a tira-lá quando senti sua mão em meu seio o masageando, oh god aquilo era bom, mas se tornou melhor quando ele colocou seus lábios em um seio enquanto apertava o outro. Ficou nisso por um tempo e eu já arfava de prazer, ele tirou própria calça e a cueca, foi impossível não olhar pro seu membro enquanto pude, pois logo ele se deitou sobre mim e voltou a me beijar. Ele ficou me beijando por um tempo e mordeu meu lábio no mesmo momento em que me penetrou ( se eu achava que tava bom isso melhorou muito). Ele me deu um selinho demorado e me encarou como se tivesse pedido permissão pra continuar, como resposta o beijei. Ele começou a se movimentar dentro de mim, e comforme ele acelerava seus movimentos nossos gemidos também aumentava e preenchiam a casa, eu já devia estar com a cintura marcada pla força que ele apertava assim como as costas dele deviam estar totalmente arranhada. Não demorou muito e ele chegou ao seu ápice porém continuou me penetrando até que eu chegasse no meu. Depois de um tempinho começamos tudo de novo

No fim, estavamos nós dois, suados, jogados, na minha cama, eu deitada em cima dele, que fazia contornos aleatórios com a mão nas minhas costas

–E agora?- perguntei me ajeitando pra olhar ele

–Agora o que?- ele perguntou colocando uma mecha do meu cabelo atrás da minha orelha

–Sei lá, nois dois, depois disso tudo vai ser estranho olhar na cara um do outro sem lembrar dessa noite- falei temendo pela resposta, vai saber o que se passava na cabeça dele

–Qualquer coisa a gente pode repetir essa noite quantas vezes você quiser, pra mim sem problema- ele falou pra mim com um sorriso lindo

–Sem problema- falei e dei um selinho nele

Ficamos ali mais um tempinho um curtindo o outro, por fim acabamos dormindo juntos, o que já era de se esperar. Bem que ele havia me dito que minha vida mudaria a partir daquela noite, agora o vazio que quase fora preenchido vendo ele feliz agora estava completo, transbordando, pelo jeito a paixão resolveu bater na minha porta

"Uma sala lotada em qualquer lugar

Um milhão de pessoas ao redor e tudo o que vejo é você

E tudo simplesmente desaparece, desaparece, desaparece"

Justin Timberkake — Tunnel Vision

Notas finais
Gostaram? Sei que não ficou bom, por isso espero comentários me matando, espero comentários de qualquer tipo. Provavelmente o próximo cap. ira demorar porque tenho que decidir o vilão. Beijitos :*