Destiny

1 Capítulo 1


Notas iniciais
Se alguém curtia o soldado invernal todo revoltado, quebrando geral, acabando com o Caps não leia essa fic. Gente, eu como uma apaixonada pelo soldado invernal ( na verdade da verdade pelo Sebastian) resolvi arranjar alguma coisa boa pra ele. Espero que gostem e comentem

Sem rumo. Era assim que ele se resumia. Via a Hydra cair, tinha acabado de salvar o Capitão América mesmo depois de quase terem se matado, o porque disso? Simples, ele tinha a vaga memória de que conhecia ele de algum lugar, e que ele lhe havia feito o bem, uma imagem vinha a sua mente, do Capitão lhe estendendo a mão, querendo ajuda-lo, ele parecia estar em um trem, e o soldado estava caindo, depois disso sua mente ficava negra, a sua única memória, por enquanto.

Ele olhou em volta, nada além dos destroços, e o Capitão jogado, deu uma última olhada nele e saiu, pra onde? Nem ele mesmo sabia, ficou por mais de um mês vagando por Nova York, sempre tentando andar o mais disfarçado o possível, alternava em noites dormindo em albergues e outras simplesmente vagando, arranjava comida do modo mais fácil e nunca se meteu em encrenca, fazia de tudo pra manter o sigilo, estava com medo de que a Hidra se reerguesse e o achasse, parte desse medo foi embora quando conheceu Anne

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POV Anne

Ah maldito despertador me atrapalhando sempre que necessário, me atrasar no primeiro dia de trabalho, isso realmente não é bom. Terminei de pentear meu cabelo mas o deixei solto mesmo, peguei minha bolsa, tranquei a casa e sai, estava um dia frio, frio até demais pro clima daqui de Nova York, hoje eu iria começar a trabalhar numa mecânica, pois é, a um mês atrás me formei em Engenharia de controle e automação, era uma área que eu gostava muito porém também era bem dificil de se arranjar um emprego, a maioria do pessoal que trabalha nessa área acha que uma garota de 20 anos não tem inteligência o suficiente, eu entrei na faculdade aos 15 anos graças ao meu nivel de conhecimento que era bem alto e me fez pular algumas séries na escola, então acho que no meu vaso inteligência seria o de menos. Cheguei e tinham dois carros e um estava sendo arrumado por um homem gordo, que estava de calça preta e uma camiseta cinza que mal lhe servia, devia ser o Rick,o outro carro estava a deus dará, adentreie e vi que era um ambiente bem espaçosoço e fedia graxa, mas tudo bem, depois de analisar bem resolvi chamar a atenção do gordinho simpatia

-Hm, senhor Rick?- chamei e ele veio se arrastando de debaixo do carro até ficar em pé na minha frente

-Quem é você? -ele perguntou enquanto limpava as mãos sujas na própria calça

-Eu sou Anne, você me contratou pra trabalhar aqui- falei pra ele que fez uma expressão de como alguém tivesse lhe explicado algo bem obvio

-Ah, sim, sim claro- ele estendeu a mão em forma de cumprimento e eu a apertei gentilmente- Pode deixar suas coisas ali- ele apontou pra uma mesinha- Hoje preciso que você me ajude com esse carro porém sua principal função aqu será na contabilidade, organizar tudo, pode ser?- ele perguntou um tanto animado, me parecia ser até um cara legal apesar do que o que eu faria não tinha relação nenhuma com o que eu tinha aprendido, mas contabilidade não deve ser tão difícil

-Tudo certo, posso começar então?- indaguei enquanto colocava minha bolsa no cantinho indicado

-Claro- ele disse e voltou a sua atenção pro carro que estava arrumando

Foquei no outro carro e tentei usar todo o conhecimento adquirido na faculdade e também em revistas sobre mecânica e carros, e eu ainda não aceitei que principal função será contabilidade. Estava com um problema no motor, passei a tarde toda arrumando e no final dela ele já estava prontinho, depois disso resolvi ajeitar a contabilidade do local já que o Rick não tinha terminado o carro, parece que as coisas estavam difíceis, terminamos as 22h, me despedi dele que me disse que eu iria ganhar um bônus já que meu horário é apenas até as 18h, fui andando até em casa, não era muito longe, ficava no Brooklyn. Eu morava sozinha desde que eu tinha saido do orfanato onde havia passado por maus momentos dos quais não gosto de lembrar, minha mãe havia me deixado lá quando pequena e eu nunca conheci meu pai, era sozinha no mundo desde então. Começou a cair uma chuva bem forte, com direito a trovões e raios, e talvez eu tenha só um pouquinho de medo disso, tudo bem, eu tenho muito medo. Fui andando apressadamente e ouvi alguém gritar "Moça espera ai" " Ei gatinha olha aqui" olhei pra trás e era dois caras estranhos, comecei a andar mais rápido e logo em seguida a correr, até que senti alguém puxar meu braço me fazendo entrar em um beco, fudeu, fudeu, fudeu, é hoje que eu morro, era um homem diferente dos que estavam atrás de mim, ele era alto e forte, usava uma roupa toda preta, calça, , bluca com capuz e luvas, tinha o cabelo grande caido por cima dos olhos e a barba estava grande, parecia abatido, cansado, porém suas roupas estavam impecáveis. Eu olhei pra ele com cara de desespero, afinal não é todo dia que um cara brota do além e te leva pra um beco, ele olhou pra mim e fez um sinal pra eu ficar quieta, eu assenti. Ficamos esperando um pouco e vimos os dois caras passarem me procurando e murmurarem "Como aquele peste sumiu" " Não vai ser hoje que vamos faturar alguma coisa" e depois as vozes sumiram por entre o barulho da chuva. Analisei o homem a minha frente que espiava a rua, me deu uma leve curiosidade de saber o que ele faz na rua essa hora

-Como você chama?- perguntei e ele então parou de olhar pra rua e me olhou

-Bucky, eu acho que Bucky- ele disse parecendo estar confuso, ou então como se alguma coisa assombrasse ele

-Acha? O que você faz na rua essa hora?- perguntei e ele me analisou, como se aquela fosse a pergunta mais difícil que já lhe fizeram, ele parecia estar desnorteado, parecia não fazer a mínima ideia de onde estava

-Eu, eu estou procurando meu amigo, Steve- ele disse e abaixou a cabeça, tinha alguma coisa incomodando ele e eu ainda vou descobrir- Sobre eu achar, é uma longa história

-Se não houver problema eu estou disposta a ouvir- desde pequena eu tenho um sério problema que atende pelo nome de curiosidade, já me ferrei muito graças a ela- Onde você mora?

-Não tenho uma moradia, uma fixa- ele me falou dando um sorriso torto

-Você sabe onde o seu amigo mora?- indaguei

-Não

-Há quanto tempo você não conversa com ele?

-Mais de 70 anos

-Meu Deus- exclamei

A chuva só aumentava assim como os trovões, no meio daquela doideira resolvi fazer minha boa ação do dia

-Você não tem casa certo? Passa a noite na minha- falei e ele pareceu hesitar- Venha, não aceito um não como resposta.

Notas finais
Continuo ou não?