Destinos Entrelaçados
19 Capítulo 18
Notas iniciais
Boa Leitura...
Leiam lá embaixo...
Os dias de viajem de ônibus, foram os que passaram mais lentamente para Edward e Bella, tudo porque eles não viam a hora de acabar logo com tudo isso.
Chegaram, finalmente, em Washington D.C, um dia antes do julgamento.
— Finalmente — Bella disse entrelaçando sua mão na de Edward que pegava a única mala que trouxeram do ônibus.
— Sim, minha pequena — ele disse feliz apertando a mão dela suavemente — Precisamos achar um jeito de falar com Emmett — ele falou arrumando o boné que usava.
— Vamos a casa dele? — ela perguntou.
— É o melhor jeito, ainda bem que já está anoitecendo, ele deve estar em casa. Vamos pegar um táxi — Edward disse.
Edward estava bem atento andava com uma arma no cós de sua calça a blusa folgada a escondendo, observando se não estava sendo seguido ou se ninguém os olhava desconfiado.
— Edward, finalmente, pensei que nunca chegaria — Emmett disse aliviado abrindo a porta rapidamente depois de olhar no olho mágico, quando a campainha soou.
Edward e Emmett se abraçaram demoradamente dando tapinhas um nas costas do outro, aliviados por ambos estarem bem.
— Já estava ficando preocupado — Emmett disse — Ainda bem que está aqui.
— Isabella — ele a cumprimentou com um aperto de mão.
— Oi Emmett — ela disse timidamente — me chame de Bella.
— Vamos, me conte tudo o que aconteceu — Edward disse apressado.
— Claro, vamos para meu escritório.
— Tudo bem.
— Bella fica a vontade.
Bella apenas assentiu apesar dela está curiosa, era o trabalho dele e ela não queria atrapalha-los.
— Qualquer coisa me chame — Edward disse dando um selinho rápido em seus lábios e seguindo Emmett para o escritório.
— Porra isso que eu acabei de ver foi um beijo? — Ele perguntou fechando a porta do escritório.
— Foi —Edward disse com um sorriso — Nós estamos juntos.
— Oh então você se lembrou — Emmett disse chegando a essa conclusão, sorrindo feliz pelo seu amigo.
— Me lembrei de que? — Ele falou confuso.
Emmett o analisou.
— Do que eu me lembrei? — Ele insistiu.
— Nada, é melhor deixar isso para depois do julgamento. Vamos ao trabalho? — Ele falou mudando de assunto.
— Sim, mas antes outra pergunta... Minha família, eles estão bem?
— Na medida em que se pode estar bem depois de perder um filho — Emmett disse sincero — Edward eles pensam que você morreu, estão sofrendo muito, mas estão começando a superar.
— Será que eles vão me perdoar?
— Ah, claro que vão Edward. Tudo que eles mais querem é você de volta. Sabe, eu andei soltando assim umas dicazinhas, Jasper é o único que tem certeza que eu ando escondendo algo, ele já me colocou na parede, mas eu não falei nada para ele só disse que iria acontecer um milagre — Emmett disse um pouco divertido.
Edward suspirou, seu amigo sempre encontrava um jeito de se divertir em qualquer situação.
Eles trabalharam a noite toda, quando Edward saiu por um momento viu que Bella estava dormindo no sofá, ele a pegou e colocou na cama do quarto de hospedes. O dia seguinte já seria o julgamento e eles estavam mais que prontos para começar essa batalha.
O julgamento começou na terceira segunda feira de maio, o nome do juiz era Randall Petterson, um homem que já tinha uma boa experiência e muito influente em seu país. O júri foi composto por treze cidadões americanos, mulheres, homens, idosos desde limpador de vidro a médico cirurgião.
Os acusados eram os irmãos Volturi: Aro, Marcus e Cauis. Já havia ocorrido os julgamento de algum de seus cúmplices que haviam sido presos: Chelsea, Demetri, Felix, Heidi, Renata, Afton, e Corin. Claro que havia mais pessoas, mas estas conseguiram escapar ou não havia provas suficientes contra eles. Seus cumplices foram todos considerados culpados, pegando anos de prisão. Os advogados de defesa dos irmãos Volturi como já apresentado antes, eram os irmãos gêmeos Jane e Alec Miller.
A promotora de justiça era Rosalie Hale, uma mulher que havia batalhado muito para chegar a onde chegou, passando por cima de muitos preconceitos por ser loira e mulher. Parecia mais uma modelo a que uma promotora publica e isso só fazia com que o julgamento fosse mais especulado e ela ainda mais assediada.
O julgamento foi mais demorado que o previsto, durou no total quatro dias. Emmett que também era formado em direito, estava sentado ao lado de Rosalie Hale, participando ativamente do julgamento, tentando ignorar a forte atração que sentia pela mulher espetacular ao seu lado.
O agente da policia federal dos Estados Unidos, havia conseguido várias testemunhas legais e mais provas ainda contra os Volturi que cada vez que uma era revelada, o júri expressava em baixos burburinhos sua revolta. Ele também havia conseguido capturar um antigo comparsa dos Volturi o espanhol Santiago e este em troca de algumas regalias contou como funcionava todo o esquema dos Volturi, em um depoimento de mais de cinco horas.
Aro, Marcus e Caius estavam revoltados, não tinha como escapar dessa. Jane e Alec sentiam cada vez mais eles perderem a batalha.
Tudo piorou no terceiro dia que foi quando Santiago testemunhou e ele acusou Alec e Jane de participarem também do esquema de tráfico tanto de mulheres, como de drogas e lavagem de dinheiro, o que foi comprovado com as provas que Rosalie mostrou. Alec e Jane foram presos e perderam o direito de defender e aguardaria julgamento, rapidamente o juiz nomeou um advogado publico para defender os Volturi, este não fez nem questão de pedir adiamento do julgamento o que só piorava ainda mais para os Volturi, era visível que o próprio advogado que foi nomeado queria seus clientes na prisão.
Só no último dia que houve o testemunho de Bella. Todos ficaram abismados e surpresos quando Isabella Swan foi anunciada como testemunha e entrou na sala sendo seguido por Edward Cullen, em carne e osso, para a surpresa de todos. Aro não pode deixar de ficar aliviado, porque no fundo ele não quis que Isabella morresse, sabia que não tinha como escapar da condenação, mas logo colocaria seu plano B em prática, seus irmãos que se danassem.
O testemunho de Bella foi o segundo depoimento dos mais demorado, durou cerca de quatro horas e ela contou tudo que eles haviam feito com ela e com as outras meninas que agora estavam mortas. Contou como eram tratadas, torturadas e castigadas. Como mataram duas meninas em sua frente, como elas eram tratadas como lixo e que todas estavam ali contra sua vontade, algumas haviam sido enganadas pensando que trabalhariam no exterior e outras que foram sequestradas e quando perceberam estavam ali.
A reunião do júri foi rápida no final do julgamento, por unanimidade todos eles votaram que os irmãos Volturi eram culpados.
O juiz deu seu pronunciamento final, sentenciou todos eles há prisão perpetua. Só haviam um jeito de Aro, Marcus e Caius saírem de lar e seriam mortos. Mas para Aro aquilo não havia acabado.
Todos os cidadãos americanos ficarem em festa com a justiça feita em seu país.
Eleazar assim que voltou de Seattle quando deixou Edward e Bella lá, foi para casa e contou a verdade para sua mulher que a principio não quis acreditar e só realmente acreditou depois de ler a carta de Bella, eles ficaram muito felizes pela a justiça ter sido feita e Carmem mal podia esperar o momento que reveria sua amiga novamente. Estava triste por Bella ter ido embora, Carmem nunca foi muito amiga das outras mulheres da cidade que queria saber mais de fofocar, mas ela sentia que ainda veria Bella e muito em sua vida.
Carlisle, Esme, Alice e Jasper que acompanhavam o julgamento pela televisão não acreditaram quando saiu a noticia de que Edward Cullen estava vivo. Alice passou mal e foi levada ao hospital, Jasper a acompanhou e depois de terem certeza que a filha estava bem Esme e Carlisle foram correndo para o tribunal, sentindo o coração deles vivos de novo.
— Emmett, Emmett, onde Bella está? — Edward perguntou assim que conseguiu encontra-lo entre a bagunça que havia se tornado o tribunal assim que foi dado a sentença, ele foi correndo procurar Bella na sala de testemunhas, mas não havia achado-a, finalmente achou seu amigo que conversava com Rosalie entusiasmadamente.
— Não sei, ela não estava na sala de espera? — o amigo perguntou confuso.
— Não, ela não está lá — Edward disse meio desesperado, sentido seu coração se apertar, ele sentia uma dor angustiante em seu peito.
— Emmett, depois nós conversamos melhor — Rosalie disse percebendo a expressão de Edward.
— Não...
— Me ligue — ela disse entregando um cartão a ele e piscando.
Emmett deu um sorriso entusiasmado e assentiu.
— Onde está Benjamim? — ele perguntou — Ele que estava cuidando da sala de espera.
— Eu não sei não há ninguém lá — Edward disse começando a suar.
— Calma, nós vamos encontra-la — Emmett olhou ao redor e conseguiu achar Benjamim.
Eles foram até ele.
— Benjamim onde está a Srta. Swan? — Emmett perguntou.
— Um homem a levou, ele disse que ela seria deportada imediatamente.
— O QUÊ? — Edward gritou.
— Quando foi isso? — Emmett perguntou colocando a mão no ombro do amigo.
— Uns vinte minutos atrás, disse que já estava tudo pronto para sua saída do país e que sua família já havia sido informada do ocorrido. Eles foram para o aeroporto.
— Porra — Edward rosnou começando a correr e Emmett seguiu apressado o amigo — Me dá a chave do seu carro — ele gritou para Emmett que a jogou para ele.
Edward correu para o estacionamento, sem conseguir ouvir a voz de sua mãe que gritava chorando assim que o reconheceu de costas.
Edward ligou o carro de Emmett dando a partido, conseguido sair do tribunal com dificuldade estava lotado de repórteres e pessoas, chegou ao aeroporto pouco tempo depois, conseguiu encontrar o mesmo homem da embaixada brasileira que estava presente no dia que Bella deu seu testemunho quando ele a havia encontrado.
— Onde está Bella? — Edward perguntou ofegante da corrida, do estacionamento do aeroporto até ali.
— Srta. Swan, agente Cullen? — o homem perguntou meio confuso.
— Sim, onde ela está?
— Seu avião acabou de partir — ele disse dando de ombros.
— O QUÊ? COMO VOCÊS FAZEM ISSO SEM MAIS NEM MENOS?
— Eu já havia deixado tudo providenciado, agente Cullen, em agradecimento por tudo que aconteceu a ela. Agora se me der licença — o homem disse não notando o olhar no rosto de Edward.
Ele saiu dali. Edward puxou seus cabelos com força caindo de joelhos no chão, sentindo sua força se esvair.
Aquilo não poderia está acontecendo ou poderia?
— Emmett, Emmett — Esme disse o chamando desesperada em meio ao tumulto de pessoas — Meu filho, ele...ele...
— Ele está vivo, Esme. Sinto muito, ter mentido para vocês — Emmett falou envergonhado, olhando para Esme chorando sendo amparado por um Carlisle também emocionado.
— Oh.
— É melhor irmos para a casa de vocês, não vão acreditar no que eu vou dizer.
Edward respirou fundo, criando forças. Não deixaria isso assim, nada estava perdido.
Ele que não deixaria Bella ir embora assim e seguir sua vida, sem fingir que ela não foi nada.
Porque ela foi tudo. Ela é tudo. Ela é sua vida.
Só tinha uma coisa que restava para ele fazer.
Ir atrás de Bella.
Não deixaria isso assim, não mesmo.
Levantou ignorando os olhares que recebia, andou até a primeira agencia de viagens.
— Eu preciso de uma passagem agora para o Brasil — ele disse rapidamente para a atendente.
— Boa tarde senhor, para qual lugar do Brasil? —ela perguntou.
— Rio de Janeiro — ele disse rapidamente.
— Só teremos voo para o Rio amanhã à noite, senhor — ela disse olhando no computador.
— Não tem um voo para hoje? — ele disse calmamente, repetindo seu mantra.
Eu ainda vou ver ela, isso não acabou assim, não pode. Eu vou ver ela, casar com ela, ter filhos com ela. Vou sim, Edward repetia confiante em sua mente.
— Temos um voo para três horas da manhã, com conexão no Panamá, mas com o destino para São Paulo.
— Me coloque nesse — Edward disse rapidamente. Ele agradeceu mentalmente que Emmett tivesse providenciado seus documentos e que ele tinha algum dinheiro no bolso.
Sentiu seu celular tocar.
— Oi — ele disse atendendo enquanto entrava no carro.
— Edward? Onde você está? —Emmett perguntou do outro lado da linha
— Estou saindo do aeroporto.
— Você conseguiu falar com a Bella?
— Infelizmente não, mas eu vou atrás dela no Brasil — Edward ouviu uma voz conhecida do outro lado da linha — Você está com minha mãe? — ele perguntou sentindo seu coração se apertar de saudades de sua família.
— Estou na sua casa, eu já expliquei tudo para eles.
— Eu estou indo para aí — Edward disse desligando.
Alguns minutos depois ele chegava à casa de seus pais, não pode conter o sorriso assim que viu sua mãe sair de casa correndo, mal ele fechou a porta do quarto e já tinha os braços dela a rodeando.
— Ah, meu filho, meu filho — ela disse chorando o abraçando — Você está aqui — falou ela soluçando — Vivo.
— Eu estou, mamãe — ele disse a apertando suavemente e beijando sua testa;
Esme de repente se afastou dele e começou a dar pequenos socos em seu peito.
— Nunca, nunca, mais faça isso de novo Edward Anthony Cullen, você não sabe como foi difícil — ela disse entre soluços.
— Desculpe mamãe, mas era necessário — ele disse sorrindo dos socos que mal faziam cosquinhas em seu peito, como sentia falta dela, de toda sua família.
— Filho — Carlisle disse o abraçando, sem esperar Esme solta-lo.
— Olá, papai — Edward disse abraçando o pai.
Ficaram ali os três longos minutos abraçados matando a saudade que sentiam. Para os pais de Edward era um milagre que ele estivesse ali vivo, ainda não conseguiam acreditar nisso.
— Mas onde está a baixinha? — Edward enfim perguntou, sentindo que faltava alguém ali.
— Oh, ela está no hospital — Esme disse calmamente.
— O que aconteceu? — Edward falou preocupado.
— Ela está bem, apenas passou um pouco mal quando soube que você estava vivo e...
— Tia telefone — Emmett disse aparecendo na porta da casa de Edward, ele chamava os pais de Edward de tio e tia — É seu irmão Charlie — falou estranhamente.
— Tenho que atender — Esme disse olhando para Edward de um modo estranho depois para Carlisle que assentiu.
Emmett estava sentado confortavelmente no sofá, Esme pegou o telefone e saiu da sala indo para um lugar mais privado. Edward sentiu que parecia que ele tinha saído ontem dali, já que tudo estava igual.
— Obrigado, Emmett — Edward disse entregando a chaves do carro para ele.
— Nada, o que você vai fazer agora? — ele perguntou.
— Eu vou atrás dela, claro — Edward disse sorrindo, mas seu coração apertado de saudades.
— Dela quem? — Carlisle quis saber, mesmo ele já sabendo quem era.
— Sua futura nora, pai — Edward disse simplesmente.
Carlisle suspirou fundo, mas apenas sorriu. Esme entrou na sala guardando o telefone.
— Futura nora de quem? — ela perguntou sentando ao lado de Edward e pegando em sua mão.
— Sua é uma longa história, acho que Emmett já contou para vocês.
— Sim ele contou, Isabella Swan é o nome dela? — Esme perguntou querendo ouvir a resposta de Edward.
— Sim, Bella, é o jeito que ela prefere, minha pequena — Edward disse com o olhar distante, mas um sorriso no rosto.
Esme e Carlisle se entreolharam, o mesmo apelido. Como ele não podia ter se lembrado?
Tudo ficou silencioso na sala.
— Qual é o problema? — ele perguntou vendo que sua mãe estava com lágrimas nos olhos e o encarava preocupada.
— Eu vou embora, vocês tem muito o que falar — Emmett disse se levantando, pensando se estava tarde para ligar para Rosalie.
— Tudo bem, querido — Esme disse respirando fundo — Durma bem.
— Tchau tia, tio, Edward — ele disse se despedindo de todos e saindo da sala.
— Agora o que está acontecendo? Vocês estão escondendo o que de mim?
Esme e Carlisle se olharam novamente.
— Filho você lembra que eu tenho um irmão, certo? — Esme começou sentindo um aperto em seu peito, esperava que seu filho reagisse bem a tudo que eles iriam contar.
— Sim, Charlie, não é? — Edward disse confuso.
— Você não se lembra da filha dele? — Carlisle disse sentando ao lado de sua mulher, a apoiando.
— Filha? Não — Edward falou ainda mais confuso, tentando buscar em seu cérebro alguma ligação, alguma memória, mas nada vinha.
Apenas Bella. Bella sua incrível garota de olhos cor de chocolates, que o conquistou, que com um simples olhar ele se sentia perdido.
Mas de repente ele se lembrou, sua mãe havia dito há mais de um ano atrás que ela havia sido sequestrada.
— Espere, você disse que ela havia sido sequestrada não é? — ele falou olhando para a mãe.
— Sim — Esme assentiu.
— A encontraram? — ele perguntou curioso. Apesar de ser uma prima desconhecida para ele, nunca que desejaria mal a ela.
— Sim — seu pai quem respondeu.
— Oh que bom — Edward disse, sentindo feliz pela prima que nem conhecia — Mas eu não entendo o que vocês querem que eu entenda? Como a encontraram?
Esme suspirou.
— Qual é o meu nome de solteira querido?
O nome veio rápido no cérebro de Edward e tudo pareceu se ligar automaticamente.
As peças que antes não havia se encaixado, se encaixando na cabeça de Edward.
— Swan, Esme Swan — ele disse alto e claro, mais branco que o normal — Seu irmão é Charlie Swan e ele mora no Brasil, Bella, Bella ela, ela é Isabella Swan?
— Você encontrou sua prima, Edward — Esme disse assentindo para o filho.
— Oh, Bella é minha prima — ele falou tentando se lembrar de tudo que já havia ouvido dela — Eu não entendo, mas como? Porque nós nunca nos vimos antes?
Esme se esticou e pegou um porta retrato que estava em cima de uma mesinha, a única diferença que tinha na sala que Edward não havia percebido antes.
— Vocês se conheceram querido, mas você se esqueceu dela.
Edward engoliu em seco, sentindo seu peito se apertar enquanto olhava a foto.
Ele pode se reconhecer, na foto ele estava com seus dez ou onze anos de idade, ao fundo podia perceber que estava em uma praia, mas o que mais chamou atenção foi a linda menininha, de seus quatro anos de idade, que ele abraçava sorrindo, a mesma menininha que ele havia sonhado semanas atrás. A menininha que era Bella, sua prima, sua vida.
O porta retrato caiu no chão lentamente, rachando o vidro e o corpo de Edward desmaiado no sofá, enquanto sua mente trazia as lembranças esquecidas pelo sofrimento.
Notas finais
O Edward finalmente vai se lembrar!!
Esse é meu presente para vocês da reviews do capitulo 16. Que tal fazermos um acordo? Todas as vezes que vocês passaram da meta de 30 comentários no capitulo, vocês vão ganhar um capitulo bônus na semana, que pode vim qualquer dia. Não é nada difícil já que você já fizeram isso e o tanto leitores que tem a fic, vocês conseguem bem mais. O que acham, topam?
Comentem o que acharam desse capitulo, não vou deixar spoiler do próximo capitulo.
Mas saibam, que talvez o Edward se lembrar não seja uma coisa boa, será que ele ainda vai atrás dela depois que saber o que aconteceu??
Qualquer duvida ou sugestão me falem por comentários ou MP
Huuum.... Saberemos no próximo capitulo
Beijos, um ótima fim de semana
E até terça
lalac
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