Destinos Entrelaçados
23 Final Pt. 2
Notas iniciais
Olá, e o fim é esse, espero que gostem. Ainda falta o epílogo que postarei logo que saiba o que acharam do final.
Harry odiava os jornalistas em volta dele, mas seguindo o exemplo de Draco andou de queixo erguido por entre a multidão fora das salas de julgamento do Ministério, eles ignoraram as perguntas frenéticas e os inúmeros flashes que disparavam à medida com que iam avançando. O advogado deles, Ferdinand Trebon os esperava no corredor já fora da área dos jornalistas, ele fez uma careta quando os viu sair da confusão.
– Peço desculpas por isso, mas o Wizengamot recusou minha petição para mantê-los fora do Ministério hoje. Ao que parece o saguão é área pública. Draco revirou os olhos e Harry deu de ombros. – Eles querem nos intimidar, mas não vão conseguir, certo amor? – Disse o moreno segurando a mão do veela.– Eu morei com Voldemort Harry, esses idiotas dificilmente me afetariam. – Eis uma boa frase para evitar sr. Malfoy. Sabe que não devemos dar armas a concorrência. – Salientou o advogado. O loiro revirou os olhos de novo, mas sua postura ficou rígida quando viu Ginny chegar ao corredor acompanhada de Molly e Arthur, que segurava James no colo. O olhar que os dois trocaram era de ódio mútuo puro e a um nível instintivo. Harry segurou o braço do loiro e colocou-o atrás de si. Eles viram como o grupo se aproximava e Harry fitou com rancor aos Weasley, mas se surpreendeu quando Arthur se aproximou com o bebê, estendendo-o para Harry. – Ele sentiu falta de você. – Comentou o ruivo, que olhou para Draco, piscando um olho. – E de você também. Harry engoliu o orgulho e agarrou o pacotinho que era seu filho sem a menor hesitação. – Papai! – Ginny protestou. – Quieta Ginevra. – Disse Arthut num tom cortante. As duas Weasley arregalaram os olhos, afinal era raro ver ao patriarca da família perder sua veia jovial e falar nesse tom com sua caçula. Harry não prestou muita atenção, estava mais preocupado em olhar para o bebê em seus braços, James ainda era miúdo, mas ao contrário das vezes em que o moreno o segurou no hospital, dessa vez ele estava se movendo com vigor e curiosidade. Seus grandes olhos verdes estavam abertos e olhavam fixamente para Harry, que se derreteu quando o pequeno exibiu um sorriso desdentado para ele. – Ele sorriu pra mim. – Disse todo bobo. – Não seja estúpido, ele está me olhando e sorrindo para mim. – Disse Draco com o queixo apoiado no ombro de seu escolhido. Arthur deu uma risada ao ouvir isso, coisa que fez Draco corar e desviar o olhar um pouco envergonhado. – Obrigado por isso Arthur, eu senti falta dele. – O que eu digo é que vocês estão fazendo uma confusão disso, e quem vai sofrer no final é ele. – Afirmou o ruivo apontando para o bebê. – Ginny não tem o direito de te impedir de ver o filho, mas você também não pode tirar o bebê da mãe... não é correto, entende? Harry engoliu em seco, porque ele entendia. Ele imaginava como sua mãe reagiria se estivesse viva e visse como ele tinha orquestrado para tirar James de Ginny. Ele abriu a boca para se desculpar com Arthur, mas ganhou um beliscão nada amigável de Draco. – Sem ataques de grifindorismo agora, não estamos atacando. Esse meu caro é um movimento de defesa e se não tomar cuidado, sua ex nunca mais vai te deixar pôr os olhos em cima do seu filho. – Disse o loiro firmemente, mas sorriu quase forçosamente para Arthur. – Mas isso não é nada pessoal sr. Weasley. Foi a vez do homem ruivo revirar os olhos. – Ah, não banque o estúpido comigo. Tudo isso... – Disse mostrando o corredor e a multidão de jornalistas que tentavam passar dos guardas. – É uma disputa pessoal, só que vocês jovenzinhos tolos preferem trazer a público o que deveria ser resolvido em casa. E minha filha está incluída na critica, não sou cego. O discurso de Arthur foi interrompido quando o advogado de Ginny, Alexander Wood, tio de Oliver Wood chegou. Ele pôs um braço protetor ao redor dos ombros de Ginny, o que fez Harry bufar. – Esse também, querida? – Perguntou venenoso. – Vá pro inferno Harry. – Disse Ginny, aparentemente magoada.– Creio sr. Potter que esta foi uma colocação desnecessária. – Disse o homem. – Se achou isso desnecessário, imagine o que vou mostrar lá dentro. – Disse Harry apontando para a porta. Todos perceberam como Ginny empalideceu. – Você não faria isso! – Ela disse. – Você tirou meu filho de mim, jogou a imprensa nos meus calcanhares e achou realmente que eu não ia adorar mostrar pra todo mundo que você é uma pequena ordinária que tem sorte de saber quem é o pai do seu filho?! – Disse o moreno cruelmente. Os olhos azuis de Ginny se encheram de lágrimas, Molly e Arthur pareciam horrorizados com o que ele tinha dito, mas o advogado da ruiva estreitou os olhos.– Devo lembra-lo sr. Potter que calúnia não é algo apreciado na corte. – Eu jamais diria algo que não posso provar. Ginny engoliu em seco e segurou a manga da túnica de Alexander. Ela murmurou com voz trêmula:– Se ele puder provar... vai ser ruim? O homem ponderou.
– Ele fala sério sobre as traições? Ela assentiu rigidamente. – Você conhece como funciona o Wizengamot, ele está com um comensal da morte, filho de Lucius Malfoy, mas se tem uma coisa de que se pode acusar esses velhos é de serem uns conservadores. Se o que ele disser for suficiente para te considerarem... – A vadia interesseira sem coração e vingativa que você é... adeus bebê. – Cantarolou Draco provocativo. Ginny deu dois passos em direção ao loiro e os dois ficaram se encarando. – Quer falar de quem é sem coração aqui Malfoy? E de quem abre as pernas até para poder estudar? – Cala a boca Weasel! Ele é meu, meu escolhido e esse vínculo nem os velhos do Wizengamot podem contestar, e você? O que tem além de rancor e orgias em Barcelona?– Algo que você nunca vai ter, as mãos limpas de sangue. Arthur percebeu que dessa vez sua filha tinha acertado o golpe, mas dessa vez foi Molly quem falou e sem seus gritos habituais. – Já chega! Vocês dois estão agindo como dois colegiais brigando por um menino, isso é ridículo. Esta briga não faz sentido, se em algum ponto vocês tem que concordar é que todos amam ao pequeno James. – Admitiu a matrona com ar cansado. – Toda essa sujeira, do que aconteceu na guerra ou depois dela... – Disse olhando Ginny com repreensão. — ... não vai ficar naquela sala, vai sair e vai perseguir seus filhos pra sempre. Os dois jovens tiveram a decência de parecerem culpados. Ginny olhou para Harry que ainda segurava James junto ao peito, ela pensou nas duas semanas que o tinha em casa, do medo que a fazia acordar a cada hora para verificar se seu bebê ainda respirava no berço, se ela perdesse James temia enlouquecer. – Você não pode tirá-lo de mim. – Ela disse, como se a perspectiva fosse impossível sequer de ser imaginada. – Eu posso. Não se esqueça Ginny, eu sou o Menino-que-viveu-e-venceu... as pessoas me querem aqui para o caso de outro Senhor das Trevas aparecer, eu não vou ficar do lado deles se eles me irritarem. – Disse com um sorriso muito Malfoy, na opinião de Draco. O veela estremeceu quando o moreno mostrou essa faceta malvada, sacudiu a cabeça pensando se todos os Malfoy tinham um pendor ao masoquismo. – Você não pode estar falando sério. – Ele está, eu garanto. Se entrarmos ali par uma briga srta. Weasley você vai perder sua reputação e provavelmente seu filho. – Disse Ferdinand. – Eu não vou hesitar em pedir que James fique sob a tutela do Ministério caso você esteja ganhando, e acredite em mim, com o que vamos falar lá dentro consigo isso antes que você possa dizer quadribol. Ginny arregalou os olhos, esperou que Harry dissesse que não deixaria algo do tipo ocorrer, mas o moreno tinha uma rigidez no corpo e seu olhar era tão frio que ela ficou gelada.– Não seja arrogante Trebon. – Disse Alexander. – Realista, meu caro. O advogado de Ginny balançou negativamente a cabeça, tirando qualquer esperança da ruiva de um fim favorável. Todos ficaram em silêncio por um momento até que Ginny soltou um suspiro trêmulo. – Eu desisto, prefiro ver meu filho com ele do que num desses lugares horríveis do Ministério. Harry exibiu um sorriso cândido, desses que a fizeram se apaixonar tantos anos atrás. Ele sorriu pra ela de novo, e isso fez o coração da ruiva falhar uma batida ao mesmo tempo em que ela rilhava os dentes. Ginny odiava se sentir tão ligada ao antigo namorado quando ele claramente não tinha a menor considração por ela. Sentia seus olhos picarem com vontade de chorar, odiava os rumos que sua vida tinha tomado. Respirou fundo, sentindo a fraqueza e as falhas em sua magia que resultava do parto difícil de James. – Eu preciso sair daqui. – Ela murmurou para sua mãe. Molly se sentiu protetora e se virou para Harry, que adivinhando o que ela ia pedir ajeitou James melhor junto de si e lançou a matriarca Weasley seu olhar mais gelado. Draco sorriu orgulhoso de seu escolhido, mas ele era muito mais prático que Harry, por isso se virou para os advogados e disse:– Já podem providenciar todos os contratos, James vai ficar com o pai. Os três Weasley arregalaram os olhos horrorozados. Ginny levou a mão até sua varinha, coisa que fez o loiro sorrir arrogante e desdenhoso. – O que vai fazer Weasley? Me bater com ela?– Desgraçado! Você não vai ficar com o meu filho! Harry bufou quando a briga de Ginny e Draco fez James choramingar desgostoso. – Vocês dois estão aborrecendo meu filho, quietos! Claro que levou dois segundos pra ele se arrepender de ter sido tão veemente quando o loiro e a ruiva se viraram pra ele faiscando de raiva. – Ok, ok... eu exagerei. Mas estão sendo estúpidos, seja realista Draco, não podemos tirar o bebê dela, você mesmo disse que o leite materno é importante pra ele e que...– Ela é uma vaca mesmo, podemos arrumar uma maneira de...– Isso foi desnecessário jovenzinho! – Disse Arthur vermelho. Draco teve a graça de parecer embaraçado. – Desculpe, eu só...– Que tal ser tão esperto quanto dizem que as serpentes são? Não pode tirar o bebê dela, sabe disso, a ameaça do julgamento vale para os dois lados. – Mas ela tirou o meu filho de mim por duas semanas inteiras! Ele vai comigo agora. – Disse Harry com uma firmeza que não admitia recusas. – Ela me fez perder os primeiros dias dele em casa, é hora de dividir. – Quem vai alimentá-lo? – Ginny disse num último esforço desesperado. Ela não podia pensar em ficar longe do bebê sem poder se certificar que ele estava bem e seguro. Draco franziu o cenho, era incrível que ele tivesse se esquecido de algo tão fulcral para o bebê, mas ele era um estudante de medicina, isso seria fácil. – Não seja dramática Weasel, você só precisa tirar o leite. É um procedimento simples e posso mandar os instrumentos pra você... ainda não pode interagir com magia certo? Então terá que ser a maneira trouxa. O rosto de Ginny queimou e Harry franziu o cenho. – Por que você não pode usar magia?– O parto danou meu núcleo mágico... eu não posso usar magia. O moreno sabia que o sorriso de Draco era porque ele achava isso um bom castigo, mas ele ainda era o herói do mundo mágico, ele nunca poderia se sentir bem com isso.– É permanente? A ruiva deu de ombros e respondeu:– Os medimagos pensam que não. Mas isso é uma coisa boa, James não pode ser exposto a muita magia por causa dos tratamentos que recebeu, sabe disso não é Malfoy?– Aprendiz de medimago te diz alguma coisa?. – Respondeu o loiro com cara de obviedade. A ruiva pareceu vencida e seus ombros caíram, ela se recusava a chorar na frente de Malfoy, mas quando ele e Harry se viraram para levar seu filho, sua voz tremeu quando ela disse:– Ele é frágil, prestem atenção nele. Draco não se virou para olhá-la, mas Harry focou seus olhos verdes, tão iguais aos de James nos da ruiva e piscou-lhe um olho. Draco não precisava se virar para saber que a outra chorava, meio de alívio, meio de tristeza. – Você é muito mole. – Eu tenho meu filho, posso ser gryffindor agora. É o justo, ele fica com ela por uns dias e depois conosco, os troxas fazem isso. É guarda compartilhada. — Disse o moreno dando de ombros.H♥D Assim que os dois chegaram à mansão Malfoy, Draco deu um tapa nas mãos de Harry e pegou o bebê.– Olá James, se lembra de mim? Eu sou a parte inteligente que vai cuidar de você. O bebê sorriu para o loiro, e pareceu fascinado quando o veela começou a emanar a luz dourada e suave de quando estava feliz. – Ele gosta de mim. – Talvez seja um mal dos Potters: cair de amores por um Malfoy. – Disse Lucius entrando na sala, ele realmente resplandecia, sua barriga era visível e o bebê se mexia mostrando que estava lá e pronto para sair dali algumas semanas. – Deu tudo certo! Vocês estavam certos, ela desistiu quando ameaçamos usar as sujeiras dela no tribunal. E tinha razão Lucius, o advogado dela não estava interessado em entrar numa briga. – Disse Harry desconfiado. Lucius que tinha se aproximado de seu filho para poder ver o bebê deu um sorriso maldoso. – Oh, talvez ele tenha se tornado mais cuidadoso sobre irritar a família Malfoy, afinal, ele perdeu uma quantia considerável da fortuna Wood em um cassino, que por casualidade pertence aos Malfoy. Harry sacode a cabeça incapaz de acreditar na manobra de seu sogro e começa a dar uma palestra sobre caráter e correção, mas os dois loiros não estão dando atenção ao herói do mundo mágico. Estavam mais focados em tirar as roupinhas vermelhas de James, colocando as peças delicadas e caras, de maioria verde, parte do enxoval (gigantesco na opinião de Harry e Snape) que haviam feito para o ruivinho.
Harry sente a presença do outro morena da casa atrás de si, Snape tem um de seus raos momento de relaxamento e deixa sua mão cair no ombro do menor. – Feliz agora? – Em paz, eles são mais importantes pra mim que qualquer coisa. Nunca esperei ter isso, meu destino era entrelaçado com o de Voldemort e isso me incomodava, mas com Draco... eu amo não poder me distanciar dele. – Sim, vocês dois têm destinos entrelaçados. H♥D James dormia placidamente no berço que fora de Draco e que agora estava no quarto que o loiro dividia com Harry na mansão Malfoy. O pequeno tinha bebido vorazmente o leite que sua mãe mandara pouco tempo depois de chegarem, ele tinha ficado irritado com a mamadeira, coisa que colocou Harry e Draco mergulhados num mar de culpa. Os dois jovens ficaram surpresos quando quem apareceu para salvá-los do choro estridente do bebê foi Severus, que disse sarcasticamente que tinha lidado com as birras de Draco e que um Potter não era páreo para um Malfoy nesse campo. Agora, os dois olhavam o bebê dormindo. – Ele se parece com ela. – Disse Harry.– Não, ele tem o cabelo dela, mas seu temperamento explosivo... aposto que vai ser um gry. – Disse Draco rolando e sentando sobre os quadris do moreno.– Mesmo com todos os adornos sly que você e Lucius estão planejando colocar no quarto dele? – Provocou o moreno segurando a cintura de Draco e encaixando-o sobre seu membro que começava a inchar. – Sim, mesmo assim. – Disse o loiro rebolando sobre o pênis de Harry ao mesmo tempo em que pegava sua varinha e lançava dois feitiços sobre o berço de James. – Que foi isso?– Insonorizador e outro que lançamos sobre pacientes para saber quando eles acordam ou precisam ser trocados. – Respondeu o loiro se inclinando para beijar o peito desnudo do moreno. Harry deixou o loiro jogar com seus mamilos, Draco tinha a incrível habilidade de fazer muitas coisas ao mesmo tempo. Sua língua jogava com os mamilos de Harry enquanto ele não parava de girar os quadris, provocando o moreno que ficava cada vez mais duro. – Você gostou do nosso joguinho Draco? Pensei que ia gritar no meio do Ministério que Ginny deveria se conformar porque eu sou seu... eu percebi que você estava corando de tesão. Draco cora de novo, mas morde um mamilo de Harry, fazendo o moreno se arquear contra a cama. – Isso é culpa sua... você colocou essas coisas em mim. – E você adorou andar pelo Ministério sentindo elas se mexerem e te lembrarem do que tínhamos combinado para a comemoração, certo? – Provocou Harry agarrando a cintura de Draco e o fazendo girar, de forma que o loiro terminou debaixo de Harry. – Você é um pervertido... – Disse Draco gemendo quando Harry segurou sua ereção por cima do tecido suave do pijama. – Você também é. Draco sentiu sua calça sendo tirada e sabia o que viria a seguir. – Fique de quatro. O loiro obedeceu, sentiu Harry dando-lhe um tapa suave em uma de suas nádegas e estremeceu quando seu amante o fez afastar as penas ainda mais. Naquela posição ele se sentia completamente exposto e sabia que sua entrada já deveria estar palpitando, soltou um alarido de prazer quando Harry puxou de leve o cordão que saía de seu buraquinho franzido, fazendo com as bolas de marfim em seu interior se movessem, excitando ainda mais seu corpo já ultrassensível. Harry sente que os gemidos de Draco mandam ondas de prazer direto para seu pau, que se endurece mais ainda, ele se inclina para lamber o pequeno buraco que pretendia violar. Ele adora sentir Draco se contorcendo a em medida que ele lambe e suga aquela zona sensível, eles haviam se divertido pela manhã com Harry lubrificando o loiro e colocando cada uma das três bolas de marfim dentro dele, tinha sido uma surpresa do moreno para o veela pelo apoio incondicional recebido durante toda a confusão com James. – Harry, não seja malvado. – Implora o veela empurrando-se contra a língua habilidosa do moreno. – Por que não? Adoro ver você se retorcer como se estivesse no cio. E Draco amava que ele dissesse esse tipo de coisa, Harry continou lambendo-o e chupando-o sem dó, ate que seus joelhos cederam e ele caiu de encontro ao colchão. O moreno o fez abrir as pernas e separou suas nádegas com as mãos para admirar sua entrada palpitando e brilhando. – Você está tão bonito. – O moreno disse. Draco sentiu Harry puxando o fio que saía de dentro dele, as bolas deslizavam o levando a um nível insano de prazer, quando a primeira delas saiu ele tentou respirar, mas Harry não lhe deu tempo tirando as outras num puxão rápido. O loiro choramingou pela sensação palpitante que tomou conta de seu canal, mas logo sentia a ereção de Harry entrando em seu corpo com força. A junção de seus corpos era perfeita, seus quadris seguiam o ritmo potente de Harry, movendo-se automaticamente junto com o moreno e esfregando a ereção de Draco nos lençóis de seda da cama do casal. O loiro que tinha passado o dia num estado de excitação contida não aguentou muitos golpes vigorosos de Harry, quando seu companheiro acertou-lhe a próstata ele viu estrelas e deu um grito ao gozar. Suas mãos eram garras apertando os lençóis e sua respiração era difícil, ele podia sentir Harry estocando duro contra ele ainda e quando o moreno mordeu sue pescoço forte aumentando o ritmo de suas investidas, o loiro teve a nova e extasiante experiência de jorrar novamente sua semente ao mesmo tempo em que Harry se derramava dentro dele. – Isso foi delicioso. – Disse Harry com dificuldade. – Eu meio que estou no cio mesmo... é a primavera chegando. – Disse Draco meio mortificado. Harry riu, sua risada alegre e despreocupada pela primeira vez em anos. – A vida com você vai ser tão divertida. Eu amo você. – Eu amo você também Potty.
Notas finais
E então? Agora só falta o epílogo, vou adiantando que vai sobrar mel nele (bebê nascendo, bebês crescendo e algumas surpresas), mas que ele também vai servir de base para a segunda temporada. Me digam o que acharam, autoras felizes postam mais rápido!
Beijos.
Beijos.
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