Notas iniciais
Me senti abandonada nos comentários, mas mesmo assim estou publicando mais cedo porque quem comentou fez um lindo trabalho me animando.

Ginny havia se acostumado a viver naquele povoado distante das cidades, só não gostava da grande viagem em carro trouxa que tinha fazer para as consultas do pré-natal com o medimago. A verdade era que sua gravidez estava dando alguns problemas e ela se sentia cansada e doente grande parte do tempo. Nem bem tinha amanhecido e ela já tinha se levantado por causa do mal-estar matutino, que mais poderiam se chamar mal-estar permanente. Mal tinha vomitado nada mais que líquidos e sentiu uma mão pousando em seu ombro, o grito que deu podia muito bem ser ouvido da Inglaterra.

– Que assustadiça! Alguém poderia imaginar que está aprontando.

A ruiva tinha os olhos arregalados e uma expressão de terror e surpresa quando olhou para Harry, que a mirava de toda sua altura enquanto ela praticamente abraçava o vaso sanitário depois de uma sessão de vômitos.

– Maldito desgraçado! Não acredito que me achou. – Gritou furiosa e com lágrimas nos olhos.

– Achei, admito que foi uma tarefa difícil, mas eu estava até que bastante motivado.

A réplica da bruxa morreu em sua garganta quando outra ânsia a fez se inclinar para o vaso e voltar a esvaziar o conteúdo de seu estômago. Harry olhou penalizado para a mulher que há segundos queria matar usando só as mãos e foi até a pia, onde pegou uma toalha e entregou para a ruiva, que se limpou e voltou a cravar nele um olhar azul ressentido e enraivecido. Ela fechou a tampa do vaso sanitário e depois de dar descarga sentou-se ali mesmo imaginando mil maneiras de matar o homem que tinha na sua frente.

– Ginny...

– Quieto Harry, estou pensando em como minha varinha pode ser enfiada no seu coração.

– E eu pensando em como te matar sem machucar meu filho.

– Tem certeza que é seu? Pensei que você a os Weasley diriam que como sou uma vadia de esquina nem o pai do bebê eu poderia dizer.

– Bem, era uma possibilidade, mas cheguei a conclusão que você é esperta demais para tentar me impingir um filho de outro. Deve estar pensando em alguma vingançazinha infantil, então me conte, qual o plano?

– Nada especial Harry, só que vou ter o prazer de ver seu filho crescer pra te odiar. Imagina como vai ser Harry? Ter um filho que mal te suporta? Que despreza você? –

Ela pareceu surpresa por dizer isso tão facilmente e sem querer. Harry sorriu e explicou:

– Um feitiço muito interessante que aprendi recentemente. Ajuda nos interrogatórios, não é tão eficaz quanto veritaserum, mas seu poder mágico não é tão grande assim, evita que diga mentiras.

Harry sorria quando se inclinou para ficar a altura dela.

– Quer apostar querido? – Ela desafiou.

A postura ameaçadora de Ginny perdia o efeito devido a palidez e as olheiras da jovem. Harry impediu-se de sacudir a grávida, já que sua vontade era fazer a cabeça dela voltar a funcionar à base de alguns tapas. Fazendo uso de toda sua bondade e nobreza ele ajudou-a a levantar, ignorando os empurrões e resmungos da ruiva sobre ele estar invadindo e sendo um grosso, só a soltou quando chegaram a cama e ela pôde voltar a se deitar.

– O que eu faço com você, sua pequena víbora? – Ele perguntou.

– Alguém te chamou aqui para ser um herói?

– Meu filho sim. Ou será que você está achando que eu vou deixar você levar o meu primeiro filho ser levado de mim assim tão facilmente? – Perguntou ele com voz suave se sentando na cama. Quando o moreno se inclinou a ruiva pensou que ele pediria desculpas e ela teria o prazer de pisar no herói do mundo bruxo. – É melhor prestar atenção Ginny, eu sou um homem muito poderoso, você fez um ótimo trabalho se escondendo, se eu quiser posso te prender aqui até o meu filho nascer e então te torturar devagarzinho por ter tentado esconder ele de mim. Gostaria de saber o que aprendi durante a guerra Ginny?

A frieza nos olhos verdes de Harry fez com que um arrepio subisse pelas costas da ruiva, ela tentou se afastar quando ele segurou seu queixo, mas o agarre dos dedos fortes parecia de ferro.

– Eu não gosto de ser malvado Ginny, você sabe, mas se for tola o bastante para me provocar eu posso realmente esquecer que você é mãe do meu filho e te fazer desaparecer do mundo... tenho um veela bonito que adoraria cuidar do bebê, sabia? Eu fiz uma pergunta.

O aperto em seu queixo aumentou e ela rapidamente sacudiu a cabeça positivamente.

– Agora, vamos nos entender. Você vai voltar para a Inglaterra, quero ficar de olho em você, certo? – O moreno esperou ela assentir novamente para continuar. – Eu respeitava você, eu juro que sim, mas o que você andou fazendo é duro de perdoar. Você me odeia tanto que precisava me machucar mandando os vídeos do ultrassom?

O sorriso torto e satisfeito que surgiu no rosto pálido dela foi resposta suficiente.

– Você me machucou também, não gostou de ter de volta querido? Ah, já sei, se contentou em ficar no meio das pernas do seu veela.

– Inveja porque não gostei de ficar no meio das suas?

Harry percebeu que as palavras foram mais efetivas que o tapa que queria dar nela.

– Hora de voltar Ginny, arrume suas coisas.

– Sinto muito, ó todo-poderoso-Potter, mas terá que fazer isso por mim. Não estou usando magia, me deixa mais fraca.

Harry revirou os olhos e com alguns movimentos de varinha colocou as roupas do armário no baú de Ginny, só parou de guardar as coisas quando viu algumas roupinhas de bebê voando para o baú. Segurou as pequenas peças sentindo alegria misturada com uma extrema raiva de Ginny por ter-lhe privado desses momentos preciosos, não percebeu que estava amassando com força a pequena peça até que a ruiva disse:

– Não desconte no casaquinho Harry, ele não te fez nada. – Disse de maneira jocosa a mais nova dos Weasley, muito satisfeita consigo mesma por ter conseguido esse efeito no ex-namorado.

– Não provoque Ginny, depois que o bebê nascer eu posso muito bem descontar em você.

A ruiva preferiu parar de rir devido ao olhar de Harry, era exatamente o mesmo com que ele falava de Bellatrix logo após a morte de Sirius.

H♥D

Severus adorava a calmaria dos jardins de estátuas romanas de Malfoy Manor, a manhã estava muito fria, mas ele estava sentado numa das espreguiçadeiras com um livro no colo e uma xícara de chá fumegando na mesinha a seu lado. Uma sombra cobriu sua luz e o perfume de Lucius dispensava que ele olhasse para saber quem é. Sem desviar os olhos do livro, perguntou:

– Pretende atrapalhar minha visibilidade sem dizer nada?

– Dizer algo? Como “vou dar aulas numa universidade francesa querido puto que fodo todas as noites”.

– Algo como “eu amo ser fodido regularmente, por isso estou bravo pelo seu novo trabalho”, seria mais sincero, não acha? Afinal, não fodemos todas as noites.

Lucius Malfoy não era um homem dado a demonstrações de raiva, mas a frieza do amante falando com ele sem tirar os olhos do livro o enfureceu de tal forma que pegou o livro e jogou longe, fazendo o exemplar caríssimo cair numa das fontes do jardim, que por sorte estava seca devido ao frio. Estupefato o moreno ainda assistiu ao loiro gritar com ele a plenos pulmões:

– Eu odeio quando você age como se eu não importasse! Eu odeio que eu seja o último a saber que você está indo para a França. Muito obrigada por me deixar de lado de novo Severus, pelo menos dessa vez você não está conspirando para me lançar em Azkaban ou me matar numa batalha com a Ordem.

– Pelo amor de Merlin Lucius! Vai passar o resto da vida me jogando isso na cara?! – Ele explodiu também.

– Pelo visto não, já que até para outro país você está indo. – O loiro disse com veneno na voz.

Severus ia continuar retrucando quando numa de suas saídas teatrais Lucius aparatou para outro lugar, fazendo seu amante rilhar os dentes de raiva, já que odiava deixar o loiro com a última palavra numa briga ou pior ainda, magoado com ele.

H♥D

Assim que chegaram na Inglaterra por meio de uma chave de portal Harry instalou Ginny numa pousada bruxa perto de um lago, o local era afastado de Londres, calmo, que era o que o moreno achava que ela precisava para ter uma gravidez mais tranquila. O aspecto enfermo da ruiva estava preocupando Harry, de forma que fez a única coisa que veio em sua mente, foi procurar Hermione.

Quando chegou ao Ministério encontrou o lugar numa agitação bem maior do que o normal, não demorou em chegar à sala da amiga. Ela geralmente estaria agitada tentando resolver o que quer que estivesse atrapalhando o funcionamento do Ministério, mas em vez disso a mulher de cabelos castanhos estava sentada em sua cadeira com a cabeça enterrada em seus braços.

– Mione? O que houve?

– Eu sou incompetente. – A bruxa disse simplesmente com a voz abafada por seus braços.

Harry estranhou o abatimento da amiga e tratou de chegar perto dela e acariciar seus cabelos para consolá-la.

– Incompetência é algo de que nunca poderiam te acusar Mione, você é a garota que preparou poção polissuco antes de terminar Hogwarts. É a mais inteligente e...

– Descuidada... Harry, eu arruinei a vida de pessoas inocentes.

As lágrimas nos olhos de Hermione eram algo que Harry não suportava, o deixavam nervoso e inquieto.

– O que deu errado?

Hermione fungou levemente e mostrou a Harry o exemplar do Profeta que tinha embaixo dos braços. O moreno pegou o papel e arregalou os olhos quando leu a manchete:

“Centros de Reinserção do Ministério são jaulas onde crianças são abusadas.”

Conforme ia lendo a matéria Harry se inteirou de que alguns internos sofriam abusos físicos e sexuais dos agentes que tecnicamente deveriam cuidar dos internos. Foi algo chocante para Harry ler alguns dos depoimentos das crianças, que contavam como as aulas sobre cultura trouxa se transformavam em tortura por uma professora que usava uma palmatória para bater-lhes quando não conseguiam responder algo relacionado ao mundo sem magia, o que ocorria sempre, já que todos eram de família purista. A reportagem seguia, falando de como uma das internas cometeu suicídio depois de ter sido estuprada na frente do filho, “para que ele visse o que o pai fazia com as trouxas durante a guerra”, contou o jovem traumatizado. Harry terminou de ler e entendeu porque Hermione se sentia tão miserável, a ideia dos centros tinha sido dela afinal de contas.

– Mione, isso é uma matéria do Profeta, sabemos perfeitamente que esse jornalzinho nunca pesquisa o que publica.

– Lara McNair entregou hoje cedo um dossiê ao Wizengamot com memórias dos internos e laudos de medimagos... ela também está entrando com uma ação contra mim e o Shacklebolt, ela nos acusou de manter os sobrinhos dela no centro como retaliação contra o irmão dela, castigar os descendentes já que não pudemos castigar a ele.

– Isso é absurdo! – Harry inflamou-se. – Você nunca faria uma coisa dessas!

– Eu acho que fiz. – A castanha disse aos prantos. – Ela pediu várias vezes pra tirarmos os dois de lá, que queria cuidar dos sobrinhos, mas eu dizia que ela não podia ter privilégios. E se.. e se... a sobrinha foi abusada? E se eu os mandei para uma espécie de campo de concentração?

Harry teria continuado a consolar a amiga se o próprio Kingsley Shacklebolt não tivesse entrado na sala com um ar grave a sério.

– Hermione, temos que conversar. O Ministério precisa dar declarações a imprensa e minimizar os danos.

– Minimizar os danos? – Ela repetiu bobamente.

– Sim, preciso que pare de chorar como uma primeiranista desconsolada e comece a pensar como a política que é. Se metade do que está escrito nesse jornal e do McNair disse é verdade, teremos um trabalho dos demônios para ajudar esses garotos e não deixar que um equívoco derrube o que conseguimos até aqui.

Os discursos do Ministro sempre conseguiam prender a atenção e incentivar os mais jovens, dessa vez Hermione nem sorriu nem se sentiu inflamada pela convicção do ex-auror, mas ela limpou os resquícios de lágrimas em seu rosto e se levantou.

– Eu sei que é difícil Hermione, mas é nossa bagunça, temos que limpar. – O homem disse mais suavemente.

– Vou reorganizar a equipe, temos que escrever nosso comunicado oficial e... Harry, vá até a Central e diga ao Cavan para mandar uma unidade de aurores para os centros, quero aquele lugar mais seguro que Hogwarts. Não quero ninguém da imprensa acossando os internos e ao mesmo tempo quero que estejam de olho nos encarregados do lugar, não quero que ninguém mais se machuque.

Harry não podia protestar e dizer que ainda nem tinha começado seu turno, era impossível não cumprir as ordens de Hermione e ele também se sentia responsável pelos centros. Ginny teria que esperar.

H♥D

Draco odiava esperar, já era noite e Harry ainda não tinha dado as caras em Malfoy Manor. O moreno tinha mandado uma coruja com um bilhete rabiscado explicando que já tinha voltado e que os problemas nos centros tinham prendido ele no trabalho além do expediente normal. O jovem loiro tinha se distraído por algumas horas escolhendo as aulas que faria na faculdade de medimagia e é claro lendo os livros que Severus tinha indicado para chegar ao curso sendo o primeiro da classe, mas quando anoiteceu ele começou a sentir falta do namorado e ficar curioso para saber o que ele tinha conversado com a ex. Era impossível não sentir medo de que os dois futuros pais tivessem reatado, que a ruiva tivesse conseguido convencer Harry de que era certo ficar com ela, pelo bem do bebê... seu instinto veela estava praticamente rosnando e pedindo pra ele matar a rival, o que o assustava, não queria que seu instinto o impedisse de conviver com o filho de Harry.

– Draco? – Chamou Harry ao ver o namorado sentado no meio da cama com o olhar perdido.

O loiro pulou de sua cama e agarrou-se no pescoço de Harry, que mal tinha terminado de sair da lareira.

– Ei, o que foi meu veela bonito? Alguém te chateou?

Draco tirou o rosto da curva do pescoço de Harry para mirar aqueles olhos verdes brilhantes e amorosos, fez um beicinho e disse dengoso:

– Você! Primeiro me deixa plantado e falando sozinho, depois volta da Alemanha e em vez de vir me ver e me tranquilizar corre para a Central.

Harry estava cansado demais para discutir com o namorado sobre qualquer coisa, seu dia tinha sido infernal e ele não queria mais nada a não ser uma cama.

– Desculpe Draco, eu realmente não queria te preocupar. O encontro com a Ginny foi horrível e depois que cheguei aqui teve esse caos com os centros... não quero ver seu pai por um tempo, já que tocamos no assunto.

– Ele te pegou nessa, não é?

– Ele poderia ter me dito o que acontecia em vez de usar aqueles pobres meninos e mulheres para jogos políticos! Eu teria feito alguma coisa... e sem expô-los dessa maneira.

– Se ajudá-los pode ao mesmo tempo alavancar Lara McNair e mostrar como o governo pós-guerra é hipócrita e preconceituoso, qual é o problema? – Draco perguntou um tanto molesto.

– Às vezes eu esqueço que lido com uma serpente linda e taimada, acho que nunca veremos esse assunto da mesma maneira. Mas pensei que você mesmo tinha dito que nossas convicções políticas deviam ficar fora de casa. – Disse Harry cansado.

– Por enquanto sim. Você está horrível, merece um banho de espuma. – Afirmou o loiro massageando os ombros do namorado.

– Vai me preparar um? – Provocou Harry.

– Pra isso estão os elfos querido plebeu. – Draco disse afetadamente indo chamar o elfo para preparar o banho e trazer um lanche para Harry.

O moreno já estava imerso na água cálida e relaxante quando sentiu as mãos suaves de Draco descendo por seu peito, ele gemeu preguiçosamente e manteve os olhos fechados.

– Não sei se meu namorado gostaria de saber que estou sendo massageado por um estranho de mãos macias.

– Diga ao seu namorado que estou retribuindo o favor a um pervertido que já tentou me seduzir numa banheira. – Sussurrou Draco no ouvido do moreno.

Harry deu um sorriso pela lembrança e gemeu de novo quando Draco usou a espuma de seu banho para deslizar os dedos ao redor de seus mamilos, esmerando-se em deixá-los duros e logo os puxando com firmeza, do jeito que o moreno gostava. As carícias do loiro começaram a excitar Harry, que não se fez de rogado quando o namorado desceu uma das mãos até o meio de suas pernas, acariciando seu membro que já palpitava. Abriu mais as pernas dando espaço para os movimentos do loiro, que pôs as duas mãos para trabalhar e segurou suas bolas com a mão livre, acariciando e apertando de leve. Harry estava muito cansado e relaxado para ter uma grande resistência, quando Draco começou a usar o polegar para acariciar a ponta de seu membro com movimentos circulares enquanto o masturbava com a outra mão em movimentos rápidos e fortes ele gozou chiando o nome do namorado.

Draco sorria quando ele conseguiu abrir os olhos.

– Isso foi tão fácil leãozinho preguiçoso.

– Vou me lembrar disso Draco, vou te fazer gozar tão rápido e tão forte da próxima vez que você não vai tirar nem as calças.

Apesar do que tinha acabado de fazer pelo namorado o loiro conseguiu corar com as palavras do moreno e quando Harry riu por isso teve a cabeça afundada na água.

Quando saiu do banho Harry encontrou Draco já debaixo das mantas.

– O inverno está chegando, temos que comprar algumas roupinhas para o Teddy. – O loiro comentou calmamente.

– Sim, podemos fazer isso. Ela tinha roupinhas pra ele. – Harry contou. – Ela comprou roupinhas e livros e foi ao médico sozinha, ela não me deixou participar porque está com tanta raiva que acha que o nosso bebê é uma coisa pra usar contra mim.

Draco aconchegou a cabeça do namorado em seu colo e o cobriu, o pouco tempo que tinham juntos já o tinha ensinado como o moreno era mais suscetível do que parecia, ele tinha reagido com violência ao encontrar a ruiva, mas agora se remoía em culpa.

– Eu não a machuquei, mas eu tive vontade. Minha magia queria explodir e fazê-la sentir dor por ser tão má e retorcida. Mas eu não fiz, eu a ameacei, mas só a trouxe de volta pra Inglaterra e instalei num lugar calmo, ela parecia meio doente.

– Ela não é tão poderosa para um filho seu eu acho. – Disse o loiro acariciando os cabelos do namorado, acalmando-o.

– O que uma coisa tem a ver com a outra?

– Você é muito poderoso, a mãe do seu filho precisa ter um bom núcleo ou ela e o bebê podem sofrer com uma gestação problemática.

– Por Merlin, ela pode perder o bebê?! – Exclamou Harry se sentando rapidamente.

– Não acho possível, mas eu chamaria um medimago pra avaliar o caso. Além disso, se ela está com tanta raiva de você a magia percebe... a magia entre pais e filhos é poderosa Harry, se essa conexão estiver sofrendo os dois podem correr perigo.

O moreno se deixou cair na cama, esgotado com a quantidade de problemas que poderiam surgir em sua vida num intervalo tão pequeno de tempo.

Notas finais
Entãoooooooo... comentários please?! Fui boazinha e voltei antes da hra, retribuam por favor!