Destino.

48 Uma noite com Amor.


Notas iniciais
Quando ia salvar nos documentos o pc reiniciou, isso aconteceu umas três vezes, e eu precisei escrever tudo de novo. Tive muito trabalho, então espero reviews de todas as minhas leitoras, grata ;D

Daniel narrando:


A carreguei até o meu quarto, ela ainda dormia, então a coloquei na minha cama de casal... ela se mexeu um pouco, talvez estranhando um colchão mais fofo e confortável. Me sentei ao seu lado e fitei ela dormir calmamente.

– Daqui a pouco eu volto amor. — Sussurrei em seu ouvido e lhe dei um beijo na testa.

Fui até a gaveta do guarda-roupa e peguei algo para vestir que não seja um uniforme de policial. Peguei minha toalha e fui tomar um banho bem gelado para eu 'acordar' um pouco.

Me perfumei e penteei o cabelo, voltei para o quarto apenas de cueca box, e fiquei olhando o meu corpo perfeito na frente do espelho.

Me virei, Juliana ainda dormia. É, acho que eu estou com mais vontade de ter uma noite romântica com a minha namorada do que ela mesma.

'' Ela dorme quase a noite inteira com aquele colchão horrivel da sua cela, como ela não iria dormir como uma pedra aqui? '' – Eu pensava e resolvi me vestir, coloquei uma blusa branca, sem manga e bem leve, depois coloquei uma bermuda. E me deitei ao seu lado.

'' Caramba... como essa menina se mexe... '' – Sua perna estava em cima da minha, sua mão na minha barriga e sua cabeça nem estava mais em cima do travesseiro.

Tentei relaxar e dormir um pouco, mas aquele banho realmente me despertou.

– Huh... — Julie abriu os olhos lentamente, e estranhou estar dormindo em um quarto bonito e ao meu lado. — Onde estou? — Perguntou, um pouco atordoada.

– No meu quarto. — Respondi naturalmente, e olhando para ela.

A garota deu um sorriso meigo e um pouco malicioso. Ela agarrou minha nuca sem eu esperar, e mesmo deitada me roubou um beijo intenso, quente e desesperado, ela foi se sentando na cama, e eu a acompanhava. Juliana pediu passagem com a lingua, mas eu não cedi.

– Calma. — Disse um pouco ofegante e me distanciei dela. — Temos a noite toda. — Sorri, ela fez o mesmo. — Já volto. — Falei me levantando.

– Onde vai? — Ela perguntou, mas atravessei a parede sem a responder.

Fui até a cozinha, peguei duas taças de vidro e abri a geladeira... pegando uma garrafa grande e cara.

Voltei para o quarto e admito que quase deixei a garrafa cair, eu estava surpresso.

Nesse meio periodo que eu fui para a cozinha, Julie resolveu me fazer uma surpresinha.

– Acho que o uniforme da prisão me deixa gorda. — Ela comentou, enquando admirava seu corpo semi-nu. — O que está olhando? Daniel, acorda! — Ela estalou os dedos com força.

– Ahh... acordei. — Falei e ela riu. — Segura. — Lhe entreguei uma das taças, ela olhou sem entender. Derramei o champagne sem alcool no copo, Julie sorria para mim.

Me deitei ao seu lado, estavamos mais ou menos sentados na cama. Bebemos um pouco. Liguei a TV grande que estava à nossa frente, e assistimos a uma comédia romântica. Abraçadinhos.

Encaramos um ao outro, e demos um beijinho, foi apenas um selinho.

O filme ainda estava no meio, e nós dois prometemos que veriamos ele todo, mas o desejo falava mais alto.

Agarrei sua cintura e na mesma hora ela me abraçou pela nuca, começamos um beijo demorado e lento, eu proucurava o controle remoto que estava jogado em algum lugar da cama...

– Daniel... — Ela falou entre o beijo, e um pouco timida. — Esse é o meu bumbum. — Corou a mesma.

'' Ops, pensei que fosse o controle. ''

Continuamos a nos beijar intensamente até que eu encontrei o maldito controle, desliguei a tv que atrapalhava o momento e com o mesmo controle liguei o rádio, com um volume baixo e uma música lenta e romântica.

Desci os beijos para o seu pescoço, e depois de um tempo já estavamos sem a roupa da parte de cima. Ela apertou meus cachos, e me fez descer meu rosto para seus seios, me fazendo, obrigatóriamente, beija-los. A obedeci, e dei lentos beijinhos ao redor do bico. Ela massageava meu toráx com vontade.

Ela tirou minha bermuda, e eu já subi em cima de seu corpo, continuavamos com o carinho, o quarto estava cada vez mais quente.

##

– Eu te amo tá? — Acariciei seu rosto, ela estava com uma carinha de medo.

– Também te amo. — Sorriu docemente.

Estavamos prestes a nos amar pela primeira vez.

– Não fica com medo... Não vou te machucar. — Sussurrei, ela assentiu um pouco tensa.

Começei suavemente, ela arranhou um pouco minhas costas, eu fazia movimentos lentos, ela fechava os olhos e gemia um pouco. Ela apertou meus cachos, e deu um gritinho baixo.

– Tá doendo? — Perguntei preocupado, ela negou com a cabeça. — Eu te amo. Meu amor. — Disse ofegante.

– Te amo, Dani. — Respondeu em sussurro, e suspirou.

Depois de um tempinho, dei mais intensidade ao movimento, já que Juliana estava acostumada. Ficamos assim quase a noite inteira, até que fomos vencidos pelo cansaço e dormimos, de conchinha.


Notas finais
E então? Estão gostando?