Destino.
27 Pesadelos.
Notas iniciais
Desculpem não ter postado ontem, eu nem comentei nas fics ontem também, quase não fiquei na internet pois estava passando muito mal.
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amores, vamos votar no elenco de Julie e os Fantasmas no MPN 2012 (:
http://meuspremiosnick.uol.com.br/votacao/ QUERO TODAS VOTANDO VIU s2 '
Daniel narrando:
Ainda não acredito que beijei a detenta, e o pior, não acredito que menti: Disse que o beijo era ridiculo, mas na verdade, foi a melhor sensação que eu já tive. Infelizmente não posso ficar com ela, eu preciso escolher, e sei que daqui há alguns meses não à verei novamente.
Ela é nova, toda cheia de vida, enquanto eu sou um rapaz frio e sem sentimentos.
– F-foi ridiculo? — Ela perguntou, parecia chocada.
– Não vou repitir isso duas vezes. — Até porque não teria coragem.
– M-mas o beijo foi... — Ouvi uns passos, e tampei sua boca, não queria que ninguém descobrisse o que aconteceu.
– Oi. — Chegou o Nicolas. — O que houve? — Perguntou quando viu um corte na minha mão.
– Não te interessa, o que veio fazer aqui?
– Não te interessa. — Respondeu, eu iria voar em cima dele, mas Juliana não deixou.
– Daniel, não acha melhor ir até a enfermária cuidar disso? — Ela perguntou, apenas para não gerar uma futura briga entre eu e ele.
– E deixar os dois sozinhos? — Sussurrei perguntando, nenhum deles ouviu. Bufei, sabendo que o corte estava profundo. — Estou de olho, nos dois. — Recomendei, Nicolas engoliu em seco, e assentiu.
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Já na enfermaria, eu estava sentado na maca, a enfermeira gordinha examinava minha mão com cuidado.
'' Beijei ela, e menti. Maldito emprego, isso está se tornando cada vez mais dificil. ''
– Hum... esse corte hein, tsc. Tem certeza que se cortou sozinho na cozinha da prisão? Não foi ninguém que fez isso com você?
'' Aquele beijo mexeu comigo profundamente....Na verdade, a garota mexe comigo profundamente. ''
– Rapaz.
'' E agora eu deixei ela lá, com o Nicolas. Droga. ''
– Daniel!
– Que foi? — Gritei assustado.
– Estou te chamando à minutos.
– Desculpe.
– Hum... tudo bem. — Ela foi até o armário da enfermaria. — Vou precisar enfaixar esses dois dedos. — Comentou, assenti. — Não parece que você se cortou sozinho. — A enfermeira dizia.
– Está me chamando de mentiroso? — Perguntei com o tom de voz alto. Mas era mentira mesmo, só menti para encobrir a humana.
– Não, desculpe... só acho que foi outra pessoa.
– Hum... — Fiquei calado, enquanto via a mulher cuidar da minha mão. — O que é preciso para conquistar alguém? — Ela me olhou assustada com a minha pergunta. — Uma mulher. — Completei.
– Ela é sua amiga?
– Não. Não somos amigos.
– Começe sendo amigo dela. — Sorriu. — Prontinho Daniel, da próxima vez tenha mais cuidado quando for usar uma faca de cozinha. — Ela franziu o cenho. — Ainda acho que isso foi um corte de tesoura. — Comentou, em sussurro, mas ouvi.
Me levantei, sem a responder, sai da enfermária.
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Era madrugada, felizmente, quando cheguei na cela, Nicolas já não estava presente. Eu observava a garota dormindo, ela se mexia mais do que o normal, parecia encomodada com alguma coisa, mas ao mesmo tempo, estava em um sono sereno e profundo.
'' Como uma garota pode mexer assim comigo? Ela é tão linda, simpática... e esse corpo... ahh... esse corpo é perfeito. '' – Preciso parar de pensar na beleza de suas curvas, mas eu sei que depois desse beijo, vou precisar me controlar muito para não pensar em outras intensões com ela.
– Huh... — Ela levantou a cabeça, e se sentou na cama. — Daniel. — Me chamou, fraca.
– Que foi?
– Tive um pesadelo.
– Hum...
– Não vou conseguir dormir de novo.
– Legal, é só você não falar comigo e se deitar de novo que você dorme.
– Não, eu não consigo dormir de novo. — Repitiu, parecia que queria que eu fizesse algo contra aquilo.
Bufei. — O que quer de mim?
– Um lençol, assim eu me protego dos monstros.
– Não diz besteiras, monstro não existe. — A cortei.
– No meu pesadelo existia.
Eu estava vencido, sei que ela não iria parar de me pertubar se eu não lhe desse um lençol. Sumi por um momento, e logo re-apareci, a garota estava encolhida na cama.
– Vamos, deite-se. — Pedi, ela assentiu. E me obedeceu, se deitando na cama, seu corpor se mexia, ela parecia estar mesmo com frio. A cobri com o lençol.
Passei a mão pelo seu pescoço.
– Ótimo, febre. — Reclamei.
– Estou com febre? — Perguntou.
– Não, eu que estou. — Ironizei, sem paciência.
– Não seja malvado. — Comentou, abaixando a cabeça.
'' Começe sendo amigo dela. '' – Pensei nas palavras daquela velha enfermeira.
– Pode deixar garota, eu fico aqui com você. — Sorri fraco, ela fez o mesmo.
– Vai dormir comigo?
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