Destino.
31 Você é muito sem graça.
Notas iniciais
Leia lá em baixo.
Início do ano ganhamos o KCA e fomos até L.A receber. Tamo mó chique, rapaz hahahahahaha =] (...) Sexta-feira, 28 de fevereiro. Depois de quase 3 meses sem sair, consegui arrastar Melissa para a noitada paulista. Estava esperando ela terminar de se arrumar, quando ela me surge assim.
- Puta que pariu – Soltei assim que ela parou na minha frente – Acho que prefiro ficar em casa e aproveitar minha mulher.
- Pedro, meu amor, eu não me arrumei desse jeito pra ficar em casa – Ela disse com uma voz totalmente sexy ao pé do meu ouvido – Depois você desfruta.
- Você é muito sem graça – Falei.
- Te amo – E nos beijamos.
No caminho até a boate, onde todos nos esperava já, Mel deve ter ligado umas 4 vezes pra minha mãe, que tinha ficado com Vitor. Ela é fogo, viu?
- Dá pra parar com isso e aproveitar a noite? Poxa Mel, o Vitor ta bem – Devo ter falado isso pela 10ª vez.
- Tá, toma – Ela disse me entregando o celular.
Sorri e guardei junto com o meu. Ao chegarmos lá, encontramos o pessoal e fomos nos divertir. Luize, Melissa e a Mi como sempre deixando todos babando por elas, porque né? Mais é obvio que eu e o Thoso ficamos de olho, mais rapá, tenho que cuidar do que é meu e da minha irmã. (...) Depois de alguns horas dançando, já estávamos quase indo embora quando um cara se aproximou da Luize e começou a se atirar pra cima dela. A própria pediu pro Thomas não se meter no meio que ela daria seu jeito.
- Eae gatinha, ta sozinha? – O homem perguntou á ela e a gente só assistindo.
- Infelizmente – Ela disse maliciosamente.
- Nossa, eu também – Ele disse se aproximando mais dela.
- Mais eu acho melhor não – Ela disse cabisbaixa.
- Por que? Estamos desimpedidos, o que é que tem? – Thomas já estava vermelho de raiva e a Mel só ria.
- Véi, eu tenho... AIDS – Luize era demais mesmo.
- Acho melhor eu ir, er, melhoras – O cara disse e ela voltou pra mesa morrendo de rir.
- Tá vendo Mel? Sabia que isso ainda iria me servir, assim como serviu pra ti – Mel apenas concordou rindo.
- Como assim? – Perguntou Thomas.
- É que uma vez, muito tempo atrás, um menino deu em cima da Mel, mais ela já era apaixonada por esse cabeção aqui – Disse apontando pra mim – E quando o menino foi pra beijar ela, a tapada disse que tinha AIDS. O menino era lindo!
- É nosso destino ficar juntos, amor – Disse á Mel.
- Você ainda duvida? – Thomas disse sorrindo.
Voltamos a dançar por mais 1 hora e depois cada um seguiu para sua casa.
Mel Narrando:
Assim que chegamos em casa, Pedro me guiou até a cama e se deitou sobre mim. Ele colocou uma perna entre as minhas e forçou mais o corpo contra o meu. Ele colou seus lábios nos meus e pude sentir o hálito frio da sua boca contrastar com o calor da minha. Então sua língua passou por meus lábios e ele me beijou.
Suas mãos subiam e desciam rapidamente por minhas coxas na mesma intensidade do beijo. Eu deslizava minhas mãos pelos seus braços apenas sentindo a tensão de seus músculos. Ainda me beijando, sentou-me delicadamente na cama e olhando em meus olhos segurou minha perna. Retirou meus sapatos, sem nunca parar de me encarar. Deslizou minha saia suavemente por minhas pernas. A palma da sua mão quente foi deslizando por minha panturrilha até chegar na parte interior de minhas coxas onde ele apertou com força e eu ofeguei. Seus dedos se aproximaram do elástico da minha calcinha e toda essa tensão estava me desestruturando. E isso parecia ser seu plano. Chegou minha calcinha para os lados e deslizou seu dedo indicador pela região abrindo um sorriso quase sádico ao perceber que eu ofegava rapidamente. Ele insinuava penetrar seu dedo algumas vezes em mim, mas sempre subia novamente a mão. A essa altura eu já estava quase que implorando que ele fizesse isso, mas atender meus desejos parecia ser a ultima coisa que ele faria. Apoiei meus cotovelos na cama erguendo meu corpo. E o vi. Ele tirou a blusa enquanto me olhava e a calça. Passei alguns minutos sem fala. O corpo dele era perfeito e tão meu. E eu podia ver sua pele brilhando de suor. O beijei tentando passar toda a necessidade, o desejo e o amor que eu senti por ele por todos aqueles anos. Pedro, por sua vez, retribuía o beijo a mesmo tempo que retirava minha blusa. Ele quebrou nosso beijo e puxou minha blusa para baixo, que deslizou lentamente por meu corpo. Deixando meus seios completamente a mostra, ele livrou meus cabelos do prendedor e me encarou por alguns segundos.
- Você é perfeita, vida – Disse me beijando novamente.
Sem mais delongas, senti seu membro em minha entrada. Pedro me invadiu por completa e eu não pude deixar de encarar aquelas perolas esverdeadas. Seus olhos brilhavam tanto e eu nunca os tinha visto daquela cor. Eram incrivelmente vivos. As gotas de suor caiam de sua testa em meus seios e eu começava a me acostumar com o seu tamanho e forma dentro de mim, por mais que eu o conhecesse perfeitamente bem, se é que me entendem. Percebendo isso ele começou a se movimentar dentro de mim com força e agilidade. Só parávamos de nos olhar quando nos beijávamos rapidamente. Minha respiração estava rápida e descompassada. E minhas unhas maltratavam as costas de Pedro, que ficaria com marcas na manhã seguinte. E toda a vez que eu as cravava em suas costas ele investia contra mim com força. Até que senti que o prazer aumentava e então fechei os olhos.
- Mel, abra os olhos, quero ver você gozando pra mim – Pediu com a voz já falha.
Assim fiz, os abri e prendi minhas pernas em sua cintura com força, enquanto ele investia em mim mais rápido. Senti meu corpo tremer e cheguei ao meu ápice. E quase que ao mesmo tempo, senti o membro de Pedro se contraindo e ele com um gemido rouco se despejou dentro de mim. Ele deitou sua cabeça arfando ainda em meu peito. Acariciava lentamente o meu cabelo. Logo ele puxou a coberta e jogou por cima de nós dois. Eu tremia de frio. A essa altura, todo o resquício de álcool que permanecia no meu corpo já tinha passado. O cheiro de Pedro era maravilhoso, então aspirei profundamente. Ele beijou minha testa carinhosamente.
- Eu te amo – Falou.
- Eu te amo mais – Respondi selando nossos lábios e pegando no sono em seguida.
(...)
Acordei com um cheiro delicioso vindo da cozinha. Até que na cozinha, Pedro manjava de algumas coisas, pelo menos isso. Resolvi tomar um banho, porque né? Vesti essa roupa e fui para a cozinha matar quem estava me matando.
- Bom dia amor da minha vida – Pedro e seu senso de percepção incrível.
- Bom dia amor – Dei-lhe um selinho e me sentei a mesa – O que temos pra hoje?
- Panquecas – Falou divertido.
- Que namorado perfeito esse meu, que isso – Pedro alargou mais ainda seu sorriso.
Notas finais
Obrigada pela recomendação maravilhosa que eu recebi, agora eu esqueci o nome da menina, mais muito obrigada (L)
Tá vendo o tanto que eu sou lerda? Pois é '-'
Beijos e até qualquer hora :*
duvidas? reclamações? ameaças de morte por não postar? @anavmartins_
xoxo :*
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