Destino.

32 Somebody that I used to know


Notas iniciais
AMORRRRRRRRRRRRES, apareci!
Ufa, até que fim né? Não aguentava mais ficar vendo vocês me "xingarem" '-' BRINCADEIRA KAKAKAKAKAKA
Demorei por vários motivos:
1- Estava estudando e tinha provas, preciso de note u_u
2- Eu estava meia sem ideia.
3- Eu queria um capitulo grande e tocante.
4- Leia os 3º primeiros!
Me perdoem mesmo, sério.
Vai ter uma parte que é um trecho de uma música, caso queriam ouvir, é só jogar no Youtube o nome do cap, é ela =]
bjbj, lá em baixo tem mais :*

- Todo seu – Disse passando na pontinha do meu nariz um pouco de farinha.

- Retardado – E assim começamos uma guerra de farinha de trigo pela cozinha.

Depois do nosso pequeno (grande) momento de criancice, tomamos café, banho e fomos para a casa da tia Leni, mais antes, tivemos que passar por aquele batalhão de repórteres na nossa portaria. Enquanto tentávamos passar, eis que me surge um repórter do nada e começa a me interrogar, porque nossa.

- É verdade que Lanza estava com a Giovanna Lancellotti também? – O cara mais atrevido do mundo perguntou.

- Claro que sim, tanto é que eles tiveram um filho e eu sou a babá – Eu, fofa.

- Seu senso de humor é ótimo – Um outro falou.

- Pra agüentar vocês todo dia no nosso pé, ele precisa ser – Respondi e sai puxando o pobre do Pedro até a garagem.

- Amor, você é tão meiga – Pedro disse superando a crise de riso que tivera minutos atrás.

- Ah, poupe-me esses repórteres! Tô morrendo de saudades do meu pequeno e me vem perguntar sobre a Giovanna? Não mereço – E fui surpreendida por um beijo estupidamente gostoso.

- Te amo marrenta e a propósito... Você ta linda – Diz se não é uma vida esse meu amor?

- Também te amo vidolita... E lindo é você – Nos beijamos mais uma vez e partimos em direção a casa da minha linda sogra.

Não demorou muito pra chegarmos lá, afim é muito perto, então... Enfim, mal entramos no apartamento e a Mamá veio correndo pro meu colo.

- DIIIIIIIIIIDA – Gritou quando a rodei.

- Oi meu amor – E ela me deu a mãozinha gorda pra receber a benção – Que Deus te abençoe, minha vida.

Depois ela foi pro colo do Pe e eu fui abraçar a Mi e o Luan, que estavam jogados no sofá.

- Mel, que saudades – O gordinho disse me abraçando.

- Lu, você sumiu menino – Retribui – Estava com muitas saudades, gordo!

- Pô, tava estudando demais – Ri da cara dele e fui falar com a Mi.

- CUNHAAAAAAA – Michelle, a que não adora escândalos.

- Menos Michelle, menos! – A repreendi rindo.

- Saudade feia – E nos abraçamos – Vitor ta dormindo lá no quarto da Duda.

- Deu trabalho meu pequeno?

- Claro que não, foi um amor com a dinda e a vovó.

- Meu filho é um príncipe mesmo – Pedro disse todo babão.

- Não puxou o pai, disso tenho certeza – Já disse que amo o Luan?

Ficamos rindo até um chorinho invadir a sala. Busquei Vitor e ficaram todos, literalmente, mimando meu pequeno. E o dia ali foi só de alegria.

"Now and then I think of when we were together

Like when you said you felt so happy you could die

Told myself that you were right for me

But felt so lonely in your company

But that was love and it's an ache I still remember" — Somebody that I used to know (Goyte).

(...) Vitor hoje completa sete meses e está parecendo cada vez mais parecido com o pai. Pedro ultimamente não tem parado em casa, só vivia em reuniões e isso me deixava muito estressada. Reuniões até dia de domingo? Faça-me o favor. Só conversava comigo para perguntar se Vitor estava precisando de alguma coisa, o que era pouquíssimas vezes, porque na maioria, só brigávamos. Hoje, umas 10h da manhã, ele saiu pra rua afoito e esqueceu-se de levar o celular. Sabe aquela pulga que fica atrás da orelha mandando você ir mexer, mas ao mesmo tempo, não querendo. Decidi mexer, afinal, ele não saberia mesmo, era só apagar os links visitados. Peguei seu iPhone, que logo apitou avisando que havia uma nova mensagem. Óbvio que li e meu coração se despedaçou em mil. Comecei a ler aqueles históricos de mensagens e eu sentia lágrimas quentes escorrerem pela minha face.

Levei um certo tempo até acreditar que aquilo estava acontecendo novamente, mais me recompus, apaguei o histórico, lavei meu rosto, peguei Vitor, o endereço que se encontrava em uma das mensagens trocadas, algumas peças de roupas minhas e de Vitor, logicamente, e saí. Antes vesti uma roupa mais confortável, porque se fosse pra brigar, de pijama não dava. Passei na casa da Lu e deixei Vitor com ela. Fingi que havia um problema na empresa e que só eu poderia resolver, ela, receosa, não acreditou muito, mais ficou na dela.

Cheguei no local e fui falar com o gerente do hotel, que não ficava muito longe de casa. Ele, não queria deixar de principio, mais eu, outra vez, menti dando uma desculpa que era aniversário da pessoa e eu necessitava fazer essa surpresa. E bem no momento que eu contei essa “história”, o telefone tocou e era do quarto da própria pedindo algumas bebidas. Sorri quando ele disse que, se era por uma boa causa, não haveria problema. Peguei as bebidas e subi até o 5º andar e logo eu estava batendo na porta de seu quarto. Eu não sentia mais ódio, era apenas um alivio. E quando a porta se abriu, eis que surge Pedro apenas de boxer e lá atrás, Giovanna deitada, nua, na cama. Ele me encarou meio atrapalhado e eu com a cara mais sínica do mundo.

- Só pra te avisar que, de hoje em diante, você não precisa mais lembrar que tem um filho – Cuspi as palavras em sua cara.

- Mel, eu posso explicar... – Falou desesperado. Giovanna já tinha se enfiado dentro do banheiro.

- Você sempre acha que pode explicar quando comete uma besteira, não é mesmo? – Não chorei momento algum lhe encarando – Sabe, eu sinto falta daquele cara que eu conheci anos atrás. Daquele menino que me jurou amor eterno. Daquele menino que um dia eu tinha orgulho de falar que era fã. Pena que ele se transformou numa grande merda!

- Por favor Melissa, eu juro que posso explicar – Suplicou chorando.

Não o ouvi, a minha atenção estava voltada para a ligação de Luize, que estava desesperada. Eu não me importei com o Pedro está me traindo, eu só queria o meu Vitor nos meus braços. Lancei a aliança que ele havia me dado em sua cara e saí em disparada a casa da Luize. As palavras dela dizendo que Vitor estava muito febril não saia da minha cabeça. Foda-se as multas que peguei por ultrapassar o sinal vermelho, era meu filho passando mal! Cheguei no apartamento e quando senti meu filho em meus braços, tão frágil e quente, eu perdi minhas forças. Luize que nos levou até o hospital e, ao mesmo tempo, foi avisando a tia Leni, a Michelle e o Thomas. Eu só sabia chorar apertando Vitor em meus braços. Consegui apenas soltar algumas palavras sobre o que acontecera comigo e com Pedro. Luize, como sempre, murmurou algumas palavras sobre matar ele, mais só pra ela entender bem. Chegamos no hospital e a Pri já me esperava. Ela me abraçou e disse que tudo ficaria bem, tomou meu pequeno dos meus braços e entrou numa sala, onde eu não fui autorizada. Me agarrei á Thomas assim que ele chegou.

Uma hora havia se passado e nada de respostas ou coisa do tipo. E eu ainda continuava sendo aparada por Thomas. Tia Leni dizia palavras de forças pra mim, mais nada resolvia. Eu precisava daquela pessoa aqui. Eu precisava do Pedro ao meu lado, mas nesse momento, ele deveria estar se pegando com a Giovanna... Uma hora e meia se passou, até a Pri apareceu.

- Então doutora, como está Vitor? – Mi, a mais “calma” de todos, perguntou.

- Fizemos todos os exames e minhas suspeitas foram comprovadas – Ela fez uma pequena pausa, mas logo prosseguiu – Vitor está com uma inflamação aguda no pulmão.

- Pneumonia, você quis dizer? – Tia Leni falou e ela assentiu.

- Isso não pode ser verdade – Falei chorando mais que antes – Por que com o Vitor e não comigo?

Recebi um abraço de todos, estilo coletivo, mais nada adiantava. Isso deveria estar acontecendo comigo não com Vitor. Ele só tem 7 meses, é tão frágil.

- Posso ver meu filho?

- Claro Mel, vem comigo.

Durante o trajeto até a UTI, lugar que eu nunca pensei que entraria novamente, Priscila foi me explicando o por quê dele estar ali. Os cuidados. Obvio que, como mãe, perguntei se poderia ficar com ele ali. Ela liberou, porque Vitor era pequeno e precisaria de mim. Logo se retirou e me deixou ali, sozinha com a minha vida. Entrar na UTI novamente, me fez lembrar da ultima vez que vi meu herói e não pude fazer nada. Mas com Vitor, eu vou fazer de tudo pra ele se curar logo.

- Ei pequenino, a mamãe ta com você, viu? – Sorri por alguns instantes acariciando sua mãozinha – Olha o papai não está aqui porque ele teve coisas pra resolver. Mais eu estou e prometo não te deixar, ok? Eu te amo muito Vitor e preciso de você bem pra ficar bem.

N/A: Melissa falava convicta que Vitor poderia entender, e de alguma forma, poderia mesmo. Enquanto seu filho estava numa UTI, Pedro estava dentro do carro de sua irmã, recebendo mais uma bronca, como sempre.

- O VITOR ESTÁ NA UTI E VOCÊ NA FARRA, GRANDE PAI VOCÊ VIU PEDRO? – Gritou Michelle para Pedro que já estava chorando feito uma criança – NÃO ADIANTA CHORAR, NÃO VAI MUDAR A SITUAÇÃO! MEU DEUS, QUANDO É QUE VOCÊ VAI CRESCER MENINO? NÃO SEI SE VOCÊ SABE, MAIS A MEL VOCÊ PERDEU VIU?

Ele ouvia tudo calado, pois sabia que merecia. Ele achava que a culpa era dele por tudo aquilo estar acontecendo, e a verdade, grande parte era. Ele se arrependia de trocar sua família por noitadas rodeadas de mulheres sem conceito algum e bebidas.

Por mais raiva que sentia de Pedro, ela o amava. Amava até mais do que ela mesmo. Porém ele havia ultrapassado seus limites, ela não aceitaria mais isso. Agora não, quem sabe depois. Depois de tudo resolvido, depois de Vitor crescido, depois da sua vida organizada.

Mel Narrando:

Uma semana se passou e hoje, sexta-feira, Vitor será liberado para ir embora. Só Deus sabe o quanto lhe sou grata por não ter acontecido nada pior com meu pequeno. Eu não sai um minuto se quer do seu lado. Só quando me forçavam a ir comer ou quando Pedro pedia para ver o filho. Aí sim eu me retirava, mais era rara as vezes que eu o deixava chegar perto do meu filho, por mais que fosse dele também. Muitas das vezes, ele ficava olhando tudo por uma imensa parede de vidro que nos separava. Era melhor assim e ninguém opinava. Mais enfim, dei um banho super gostoso no Vitor, vesti sua roupinha, passamos pela Pri para a última consulta e fomos embora. Eu havia voltado para a minha casa, Luize arrumou tudo pra mim, linda não? Seria a primeira noite de Vitor no seu quartinho que fiz com tanto carinho e com a ajuda da avó mais linda do mundo, minha mãe.

- Vou colocar ele no berço, já volto – Saí com Vitor até seu quarto, deixando Laris, Luize, Thomas e Pedro Lucas na sala.

Alí se iniciava uma nova vida, que só tenderá a ser melhor á cada dia.

Notas finais
ACHEI MTO TOP, FOI UM DOS MELHORES ATÉ AGORA, SÉRIO!!!!!
E vocês? Curtiram? Acharam que faltou algo? Comentem, opiniões é SEMPRE bem vinda =]]
Prometo que não demoro a postar, acho que se até quinta, eu tiver nesse pique maroto, posto mais um, que tal?
Mais aí tem que partir de vocês... Recomendações e afins MUAHAHAHAHAHA
bj na bunda delicitas da Ana :*
já sabem né? @anavmartins_ ou aqui mesmo s2