Destino.

22 Hospital, vim te ver novamente.


Notas iniciais
Primeiro, cometi uma super gafe no capitulo 20, a Dudinha nasceu em 2010 e não 2011 -' E Mel tem 18, não 19. Sou meia lerda com datas, mas já arrumei lá. Amores, desculpem a demora. Quase uma semana sem postar, é, foi mal mesmo. Vou explicar o porquê: Desde quinta-feira passada, eu não parei um minuto em casa. Tô de férias e aproveitei pra sair muito. E essa semana, minha avó tá doente, então preciso cuidar dela com a minha mãe, ou seja, fiquei sem tempo legal. Mais chega de falar e boa leitura :*
# Leiam as notas finais xX!

– Meu amor você acordou – A Lu disse indo até a cama onde ela se encontrava.

– O que aconteceu? – Ela perguntou tentando se sentar na cama.

– Ei, nada de esforço pequena – Corri até ela que estava reclamando de dor.

– Você ta com anemia – Ela fez uma cara de tédio.

– Tá falando sério? Que merda – Melissa, a que não liga muito pra saúde.

– O Pedro foi avisar a Mi e a tia que você ta internada aqui – Falei.

– Ele ainda existe? Puf, que chato ein? – Respondeu bem na hora que ele entrou com a tia Leni.

Melissa Narrando:

Hospital, vim te ver novamente. Saudades amoreco, só que não! Estava conversando com o Tho e a Lu quando a tia Leni entrou com o Pedro no quarto.

– Ei meu amor, o que houve? – Já disse que amo muito a tia Leni?

– Tia, eu tô com anemia – Fiz bico.

Odiava ficar doente e descobrir que tinha essas doenças. Nunca fui de ligar muito pra isso, mais pelo visto, vou ter que passar a me cuidar mais. O pessoal ficou mais um pouco comigo e logo foi embora, menos o Pedro, esse, mais uma vez, insistiu que ficaria ali, comigo.

– Pedro, pode ir embora menino – Falei pela milésima vez

– Por que você ta me evitando tanto? – Ele perguntou se aproximando de mim.

– Por que... Porque é melhor assim – Respondi fitando o chão.

– Você quer dizer que não há chances de nós existirmos novamente? – Pedro, não faz isso comigo.

– Preciso dormir – Falei me virando pro lado.

– Você sempre foge quando o assunto é a gente – Ele falou de cabeça baixa.

– A gente não existe mais, você mesmo que disse Pedro – Nisso eu já estava prestes á chorar.

Ele se calou, mais não deixou de me olhar. Lágrimas silenciosas escorriam por seu rosto, assim como pelo meu. Odiei ter falado aquilo, mais foi o próprio que havia me dito. Eu queria poder levantar dessa cama e correr até seus braços, limpar suas lágrimas e dizer que a gente ainda existia, nem que fosse só em mim. Como queria!

– Desculpa – Ele falou num sussurro quase inaudível e saiu.

Necessito mesmo dizer que estou me sinto um lixo? Logo uma enfermeira entrou no quarto e me deu um remédio, acho que era pra dormir, porque adormeci rápido demais. (...) Depois de intermináveis 7 dias naquele hospital, comidas horríveis, voltei para casa á 3 dias. Estou com abstinência de balada e bebida, preciso o mais rápido de sair. Como já são 19h de uma sexta, Thomas, Luize e o resto estão em casa, vou chamar todos e é isso aí. Combinamos de 22h se encontrarmos na balada de sempre, afinal, é a melhor de São Paulo. Tomei um mega banho e fui me arrumar. 21h50 terminei e estava assim. Toda no azul, seilá, me deu vontade. Fui até minha caixinha de jóias e ao invés de encontrar meu anel, acabei encontrando aquele colar que tanto significou e significa pra mim, é. O observei, mas não o coloquei em meu pescoço. Peguei apenas meu anel e saí em direção à garagem. Mal entrei no carro, meu celular começou a tocar. Atendi sem ver quem era.

– IDL –

Eu: Alô?

Pessoa: Mel?

Eu: Fê? Oi meu amor!

Ele: Saudades princesa, nunca mais te vi.

Eu: Pois é príncipe, tava meia ocupada e pá.

Ele: Ah, entendo, mais vamos fazer algo hoje?

Eu: Tipo o quê?

Ele: A melhor balada de SP, fecha essa?

Eu: Tô indo encontrar a galera lá, acredita? Rsrs

Ele: Meu dia de sorte então hahaha

Eu: Bobo, te vejo lá então?

Ele: Claro, tô chegando nela e você?

Eu: Daqui 10 minutos chego aí, beijos!

Ele: Beijos e eu te amo ta?

Eu: Me too.

– FDL –

Reaproximei-me dele de uma forma espetacular e sabe, ta me fazendo um bem danado. Mais enfim, 10 minutos se passaram e eu cheguei na balada. Estacionei meu carro e liguei para o Thomas. Esse, quase me matou via telefone porque eu cheguei 20 minutos atrasada, porém falou que já estava lá dentro me esperando. Dei meu nome para o segurança e o mesmo me liberou. Não estava cheia, nem vazia, estava com um número de pessoas razoavelmente perfeito. Logo encontrei a galera e fomos curtir, na verdade só eu e as meninas, os mortos ficaram no bar. E por falar em meninas, elas estavam lindas. Ficamos dançando uns 20 minutinhos, só pra aquecer, até que sinto dois braços me segurar pela cintura. Me virei rapidamente e era o Fê, extremamente gato por favor.

– Meu amorrrr – Eu como sempre exagerada.

– Vida minha – Ele falou e depois depositou um beijo em minha bochecha.

Como eu estava a fim de beber, fui até o bar, onde os meninos estavam, acompanhada do Fê e me deparei com o casal feliz. Cumprimentei – os com um “oi” e me sentei no colo do Fê.

– Nossa, apaixonei pela sua roupa – Giovanna falou sorrindo simpaticamente pra mim.

– Ah, obrigada – Respondi sorrindo.

Ficamos “conversando” mais um pouco até o Felipe me puxar para o meio da pista de dança. Seu corpo dançava no mesmo ritmo que o meu e eu adorava isso. Porque primeiro, ele é gostoso pra caralho e segundo, porque Pedro estava aparentemente nervoso com isso. Aquela boca super vermelha do Fê foi se aproximando da minha e logo nos beijamos. Não nego que sentia saudade dos seus beijos, da sua língua brincando com a minha. Se a gente conseguisse, teríamos continuado o beijo, mas por uma puta falta de ar, paramos o beijo. Eu o encarava sorrindo e meia surpresa. Ele já me olhava com um sorriso perfeito no rosto.

– Que saudade eu senti do seu beijo – Ele falou me abraçando.

– Eu também Fê, eu também – Falei.

Trocamos mais algumas caricias e ele teve que ir embora, pois trabalharia amanhã, ou hoje, tanto faz. Me juntei com a galera e ficamos conversando. Giovanna havia indo também, porém Pedro não e ficou com a cara fechada pra mim. Fiz foi rir, porque, por favor, não mereço isso.

– Se você pensa que a gente não viu, ta enganada ta? – Pedro Lucas se pronunciou.

– Tô feliz por ti, tem que ser feliz mesmo – Larissa, eu te amo velho.

– Ah gente, não posso me prender á uma coisa que não me fazia bem – Todos olharam para Pedro e o mesmo bufou.

– A gente podia ir dormir lá na sua casa, ver um filminho e comer pipoca, pode? – A Isa perguntou.

– Não entra animal no meu apartamento, desculpa – Falei tipo me rendendo – Regras do prédio gente, regras!


Notas finais
Eae, curtiram? Foi meio feito com pressa, mais até que eu gostei. FêMel ou PeMel? Respondam aí. Logo menos volto pra postar e vai rolar altas coisas hahahahahaha beijos e não me deixem!
PS: Lanzética Maluketika ADOREI SEU COMENTÁRIO, RI OCEANOS NA HORA QUE VI KKKKKKKKKKKKKKKKKKKK OBRIGADA PELA DICA, VIU? K