Notas iniciais
Neste capitulo encontra-se como os outros costumeiramente este foi escrito pelo autor Dante Nagano e introduzido e criado por minha autoria, espero que a leitura seja do agrado de todos os leitores, obrigado.
Dirigido por (Vergil Kazuki)
Escrito por (Dante Nagano)

Vergil e Lilith adentravam o glorioso castelo de Zalber, como anteriormente Lilith havia citado que uma das partes da Tirfing permanecia na rede superior do castelo o mestiço Vergil e a súcubo iam direto ao ponto onde supostamente estava a espada lendária. Quando os dois atravessaram boa parte do treco alguns demônios soldados apareceram diante de Vergil e Lilith.

– Não podemos permitir que estes seres vaguem no glorioso edifício Zalber, vamos acabar com estes dois imediatamente.
Resmungou um dos demônios, o líder por sinal.
O grupo atacou primeiramente Vergil, que residiu em apenas um golpe usando a Yamato, cortando em pedaços o corpo dos inimigos, Lilith apenas o tinha observado e percebeu que Vergil era incrivelmente poderoso e calculista.

A dupla atravessou todo percurso e chegaram ao topo do castelo, neste ponto estava fincado somente um guarda punho, supostamente o dito da Tirfing. O local estava a céu aberto, que emitia uma luz alaranjada e amarelada com ventos constantes e esquematizado, suposto, entre varias direções adversas, o piso consistia na mesma tonalidade, forma e

material

que o elaborado dentro do incandescente castelo, a cor branca refletia uma luz fraca, mas expressava uma complexidade e beleza inigualável assim como suas arquiteturas góticas e antigas, afinal este castelo havia sido elaborado ao propósito de agradar e manter generais e importantes núcleos existentes no inferno, mas especialmente focado para guerrilha.

– Lilith, fique atrás, essa parte é minha eu vou pegar a Tirfing.

Claro!

Vergil deu calmos passos em direção a espada, aproximou-se o suficiente para segurar com firmeza o guarda punho, segundos após retirar-lo ventos circulares vieram de varias direções e formou um demônio a frente de Vergil.

– Então você é o encarregado de proteger a espada, vai ser interessante de lutar contra você!

– Não será bom pra você, mas não posso deixá-lo levar este artefato, pois está é uma das três partes da legendaria espada Tirfing.

– Eu tenho conhecimento sobre esse assunto.
Inquiriu Vergil, em posição de combate pronto para sacar a espada Yamato.

– Então vamos começar!

O demônio em forma de Soldado prateado ergueu o braço direito para os céus e repentinamente apareceu sua espada,assim como a de Dante,era uma cleymore com uma caveira esculpida.

Vergil andou calmamente em direção ao oponente, calculando friamente seus movimentos,desferiu uma provocação como de costume e andou lentamente em círculos,o demônio não se conteve e atacou o mestiço,que aproveitou o momento de investida do inimigo e fitou-o deu um simples movimento de punho e repeliu o golpe do oponente mandando-o ao chão.
O demônio levantou-se no mesmo instante que caiu,mirou em direção a Vergil e sacou um poderoso golpe,lançado um raio vermelho em sua direção, na ocasião de Vergil,só fez se usar a velocidade,saiu do ponto de ataque do oponente e atacou tal com um dos golpes mais simples da Yamato,o oponente perdeu a posição e Vergil desferiu o golpe de misericórdia, lançou um dos golpes que mais lançou em Dante na sua ultima batalha,uma series de esferas negras cortantes incrivelmente rápidas de poder destrutivo altíssimo.

– Você não poderá usar a poderosa espada Tirfing!

O demônio caiu em vários pedaços pequenos, seu corpo havia sido inteiramente fatiado e seu sangue espirava crucialmente. Neste mesmo meio tempo Vergil guardou a Yamato, de forma clássica pelo personagem.

– Não são palavras muito elegantes para se dizer antes de morrer!

Enquanto Vergil passava sobre sua frente Lilith sentiu seu coração bater mais forte, não tinha certeza pelo qual motivo, acreditava que tinha sido pela batalha de Vergil com o protetor de uma das partes da Tirfing, mesmo assim não conseguia entender qual era o motivo de que sempre que ele se aproximava dela o coração da garota pulsava de modo inconsistente, ela jamais havia sentido algo tão estranho isso por uma parcela a incomodava, mas por outra a fazia mais feliz, como se não deseja-se ficar longe do guerreiro.

Lilith e Vergil desceram até o ponto inicial do castelo, e Lilith avisou Vergil de que eles deveriam visitar o ceifeiro, lá eles encontrariam uma pessoa, ou melhor, um demônio que poderia ajudar a dupla.

Os dois continuaram o longo caminho, aproximadamente algumas horas se passaram e Lilith finalmente encontrou a doca do ceifeiro, eles adentraram nesta e encontraram o monstro com alguns ossos em suas mãos.

– Quanto tempo não é meu amigo?!
– Lilith, como você cresceu; e quem é este ao seu lado?
– Ah, me perdoe à falta de educação o nome dele é Vergil, um dos...
– filhos de Sparda eu sei disso, a Yamato me ajudou a perceber isso, áleas é a cara do pai – Disse o ceifeiro ao cortar a voz de Lilith –

– E então ceifeiro será que poderia dizer onde está a Zelda? – perguntou Lilith-
– É claro, ela está no reino da luxuria, ela está governando um pequeno grupo de mulheres, me desculpe, mas isso é tudo que eu sei.
– Obrigado ceifeiro é tudo que precisávamos saber isso já é um meio pra nossa busca.
Vamos logo para essa mulher, com certeza você vai pergunta — lá sobre a Tirfing não é?!
– Isso mesmo Vergil, bem obrigado por nos receber ceifeiro.
– De nada, espero que encontrem todas as partes da espada Tirfing, boa sorte.

Lilith e Vergil andaram por mais algumas horas e chegaram até um rio de sangue, com um mercador demônio o guiando.

– Para onde vai está barca? – Perguntou Vergil –
– Vai diretamente para o segundo circulo o dos luxuriosos.
Vocês dois vão para lá?
– Sim!
– Então entrem e vamos fazer a viagem, mas tem uma condição eu quero algo em troca, a sua espada deve servir – disse o demônio olhando para Yamato.
– Nada feito – disse Lilith
– Então não vou levá-los até lá, e só eu sei o caminho.
– Tudo bem eu entrego minha espada.
– mas Vergil como...
– Não se preocupe eu tenho um plano – disse Vergil.

Os dois entraram na barca do demônio mercador, Vergil entregou-lhe sua espada e ambos começaram a ir em direção ao limbo, mesmo esse enorme mar de sangue sendo nebuloso e supostamente impossível de se ver; os dois confiaram no mercador para chegar ao outro lado.

Notas finais
As reviews podem ajudar um autor a desempenhar e desenvolver sua história a níveis altamente complexos e desenvolver com classe, por favor, escrever um pouco do que gostou ou do que discorda na história não lhe dará problema nenhum.