Notas iniciais
Definitivamente este capitulo trata-se do Dante,como eu e meu co-autor Vergil Kazuke planejamos os personagens passaram pelos seus respectivos problemas entre os capítulos compostos por cada autor,cada um com sua individualidade.
Escrito e Dirigido por (Dante Nagano)

Dante dirigiu-se a seu estabelecimento favorito para comprar o seu cujo Sundae de morango, entrou e notou que a freguesia estava maior que de costume. O mestiço sentou-se em uma das mesas com bancos almofadados estilhados por couro. O cujo se sentou em seu lugarzinho favorito; onde podia observar o movimento ao exterior do estabelecimento com bastante clareza, manterá as cortinas das janelas sempre abertas expondo à bela e incandescente luz do sol que estava a esbaldar seu acento e sua mesa com mais beleza a sua vista, afinal de contas nada melhor que tomar um bom Sundae de Morango com uma ótima vista que por sinal estava apta a um copo duplo da guloseima.

– Dois sundaes de morango; por favor.

– Claro já está saindo.

A garçonete demorou pouco para trazer os sundaes, que por sinal tinham esperado pelo Dante há alguns minutos, devido ao dono do restaurante conhecer Dante e sempre lhe preparar seu Sundae, o qual não pagava nunca, pois tinha salvado a vida do homem de um demônio que o aterrorizou. Mesmo Dante não sendo do tipo aproveitador ele não poderia deixar uma destas passar, qual é para o mestiço sundae de graça é igual uma passagem gratuita para o paraíso.

O caçador já havia terminado seu lanchinho e estava pronto para voltar até sua loja, quando encontrou no meio de seu caminho ninguém menos que Nina Royale, a mãe biológica de Patty.

– Dante será que posso falar com você? – Perguntou aflita.

– Então fale eu estou aqui te escutando!

– Gostaria de sair comigo, sabe faz algum tempo que você salvou a vida dos humanos em geral e... – Dante cortou a fala da mulher – Eu já salvei a humanidade uma penca de vezes.

– Sim Dante, mas por este e entre vários outros motivos eu gostaria de convidá-lo para sair comigo.

– Aceito, afinal de contas, não ah nada para fazer mesmo e você é muito gatinha.

– Obrigada, então até as 18h00min.

– Okay.

Na Devil May Cry, Patty estava junta a Trish, uma mulher de um corpo incrível, bem elaborada de forma a fazer muitos homens a desejarem da cabeça aos pés, tinha os cabelos loiros naturais lisos e bem longos até as costas para ser exato, olhos azuis como os de Dante, embora em um tom mais escuro, além disso, com um tamanho de busto devidamente farto. As duas loiras estavam conversando mediante o mestiço.

– Trish você acredita que o Dante até hoje não me comprou uma única roupa? – Disse Patty
– Eu acredito Patty, ele também nunca me comprou uma, mas eu já transferi minhas contas até ele.

As duas deram uma longa risada debochando de Dante.

– Trish, você é namorada dele né?

– Não sou, por que me pergunta isso?

– Por que ele tem a sua foto na mesa de trabalho dele, olha só.

Patty foi até a mesa de Dante e pegou a foto da suposta Trish e levou a mesma. A loira pegou a foto e réu uma pequena risada, mas como um sorriso de canto.

– O que é Trish?

– Está é a Eva, a mãe de Dante e Vergil.
Disse Trish observando a foto seriamente.

Dante chegou ao estabelecimento um pouco após a conversa das duas ter sido finalizada.
– Dante quando você vai atrás da Morrigan?
Perguntou Patty interessada na aposta.

– Quando me der vontade, pois agora estou farto disso, além de tudo hoje vou sair com uma mulher.

Dante sentou-se novamente em sua cadeira e como costuma-se comportar; inclinou o corpo o jogou suas pernas na cadeira do estabelecimento bem tranquilamente.O mestiço jogou seu sobre tudo vermelho no gabinete e tirou suas pistolas Ebony &Ivory das costas,as guardando na mesa expostas a vista de qualquer pessoa que possa entrar na loja.Trish se dirigiu a Dante e sentou-se em sua mesa,como costumava fazer.

– Então Dante, com quem vai sair hoje?

Patty correu em direção dos dois também ficando sobre a mesa de Dante e balbuciou algumas palavras, embora por fim estive-se curiosa.

– Vai Dante responde com quem você vai sair hoje?

– Ta legal, eu vou dizer; irei sair com a senhorita Nina Royale.

– Ela é minha mãe você não pode sair com ela! – Disse Patty indignada pela ação do mestiço.

– Tsc... Se eu me importa-se com esse mínimo detalhe você acha que eu teria aceitado?

– Ah... Sei lá?

– Não, eu aceitaria da mesma forma, a sua mãe é do tipo gostosona e isso me deixa louco!
O meio-demônio pronunciou tais palavras com uma expressão irônica no rosto.

O grupo conversou até anoitecer, Dante se organizou para o encontro desta vez usou a mesma roupa da qual havia usado quando lutou com seu irmão na temen-ni-gru.

Dante chegou até o quarto e penteou os cabelos os deixando menos caído sobre os olhos, passou uma boa colônia se perfumando bem ao encontro, lustrou as botinas e por incrível que pareça não vestiu nenhuma camisa apor dentro, e seu sobre tudo continuava com o corte no braço direito e sua luva ainda cortada.

– Não acha que essa roupa é um tanto vulgar para um encontro com uma mulher daquela classe?
Disse Trish, entre a porta do quarto fechando a saída do cômodo em seguida deitando-se na cama do mestiço.

– Isso pouco me importa, eu vou do estilo que me agrada!

– Você fica muito sexy com essa roupa.

Trish se levantou e passou a mão sobre o abdômen de Dante,que se cativou com o gesto e agarrou-a pela bunda,aproximando-a de si.

– O que vocês dois estão fazendo?
Perguntou Patty olhando para Trish e Dante.

– Bem, a Trish estava sentindo umas dores no seu traseiro, então eu estava lhe fazendo uma massagem.
Dante olhou para Patty com uma cara meio desconfiada

– A massagem me foi muito útil, obrigada Dante!
Disse Trish saindo do quarto.

– De nada.
Afirmou o mestiço.

Dante se dirigiu até a sala da loja,pegou seu sobre tudo antigo e foi direto a porta,sem levar nem suas pistolas ou sua espada.

– Dante você não vai levar suas armas?
Perguntou Patty.

– Não guria, eu acredito que hoje não preciso delas!
Disse Dante confiante em suas palavras.

– Dante se você namorar a minha mãe você vai ser meu pai?
Patty perguntou ingenuamente.

– Eu praticamente sou seu pai, bem fique com a tia Trish e não faça baderna.
Dante acariciou a cabeça da menina franzindo seus cabelos loiros.

Trish veio até Dante, e o cujo entregou-lhe a chave da sua casa para que a mulher tomasse conta de seu estabelecimento.

– Trish eu não sei que horas eu volto, então gostaria que ficasse aqui até eu voltar, tudo bem?

– É claro que sim!

– Está bem, vou indo, fique aqui e não saia por nada.

– Ta legal, mas tente voltar logo, eu gosto da Patty, mas eu já estou entediada.

Dante deu um sinal de jóia com a mão direita já de costas a mulher indo direto aonde tinha marcado o encontro com a Nina Royale, mal sabia o pobre mestiço o que poderia atrapalhar sua noite tranqüila, ou o que não iria atrapalhá-lo.

Notas finais
Quais querem duvidas podem retiradas nos reviews, por acaso forem mais complexas as perguntas, podem me comunicar por MPS ou também relatarem ao Vergil Kazuke que estará disponível.