Destination of Darkstalkers
6 The Incredible Power of Luxuria (2nd cycle)
Notas iniciais
Dirigido por (Vergil Kazuki)
Escrito por (Dante Nagano)
_ 2º Ciclo Luxuria_
Vergil e Lilith demoraram algumas horas para chegar até o 2º ciclo do inferno denominado como o ciclo da luxuria. O barco havia encostado-se a terra firme.
– Terminamos nosso percurso agora saiam da minha barca!
Inquiriu o barqueiro com uma expressão mal humorada.
Vergil rapidamente agarrou o mercador, puxando-o por sua túnica em seguida o rodando e o jogando diretamente para fora da braça, caindo no litoral da cuja ilha. O mestiço pegou novamente sua espada e em seguida a apontou para o oponente.
– Eu não vou matá-lo por uma razão seu nível é tão baixo que nem se quer poderá me incomodar agora volte ao seu lugar seu rato degenerado.
– Ah, agradeço senhor.
De imediato o barqueiro retornou a sua cuja trilha novamente ao limbo a fim de continuar seu trabalho sem fim. Enquanto Vergil e Lilith continuavam em busca de seu caminho para encontrar a Zelda; a dupla caminhou brandamente até um longo percurso alcançando um ponto onde havia um grupo enorme de pessoas.
– MALDITO, você vai direto ao 5º ciclo, seus pecados são de cinco voltas, já as a perecer sofrendo por toda eternidade humanos tolos. – Pronunciava aos gritos denunciando as almas afligidas pelos pecados.
Vergil se aproximou mais abertamente ao tumultuo das almas sendo notado pelo recepcionista que estava controlando o numero de almas constantes naquele beco, por em estas iam diretamente jogadas aos ciclos de seus pecados para sofrer o resto da eternidade no inferno, o que fez Vergil perceber que humanos são mais condenados que os demônios, e quando pensou nisto soltou um leve sorriso porem um grande atrevimento para o julgador.
– Como ousa dar um sorriso aqui mortal!
Disse o Demônio nervoso pelo cujo “atrevimento” de Vergil.
– Hum... – Vergil ignorou o demônio e continuou calmo como costumeiramente exercia.
– Saia volte quando estiver morto, você não é aceito aqui.
Disse o Demônio olhando para Vergil e lhe apontando o dedo.
De imediato Vergil sacou a Yamato em torno de segundos a manejou classicamente e a guardou novamente no suporte da guarda espada; o demônio voltou o olhar ao braço e notou sair um pouco de sangue e deu uma leve risada, embora quando Vergil terminou de fixas a espada no suporte o braço do demônio caiu a partir do cotovelo para baixo atingindo até mesmo sua mão. O sangue cujo havia sido derramado banhava as almas brancas em vermelho, o demônio urrava de dor enquanto os mórbidos humanos continuavam a espera de sua sentença.
Lilith observou Vergil segurar no pescoço do demônio que tinha aproximadamente o mesmo tamanho, derrubá-lo no chão com tranqüilidade em seguida perguntar calmamente.
– Onde agente pode chegar até uma mulher-demônio chamada Zelda?
– Este portal adiante é a entrada do 2º ciclo, se seguirem por este caminho iram chegar a uma escuridão sucumbida pelo vento, em seguida atingiram o ciclo da luxuria, lá estarão algumas mulheres demônios muito belas porem não humanas, usaram seus poderes para levar-te ao sexo até sua ultima lastima gota se secar quando acontecer elas o mataram.
– Demônios que sugam seu espírito a partir do sexo, quer dizer que só podem ser súcubos.
– Isso mesmo, agora, por favor, me deixe livre – Disse o demônio pedindo misericórdia.
– Sim eu o deixarei livre.
Vergil sacou a Yamato uma ultima vez, deste modo fatiou o oponente por inteiro fazendo o monstro acabar nos litros de sangue que soltou.
A dupla entrou no portão e com isso prosseguiram sua viagem até Vergil finalmente notar que a escuridão a cuja o demônio havia falado estava aparecendo mais profundamente até que o mesmo sentiu seu corpo mais fraco e viu que já estava entre muitas mulheres todas eram lindas de diferentes cabelos e penteados,embora elas tivessem assas de morcego e algumas com pequenos chifres ainda sim tinham uma aparência muito sedutora o forte vento iniciou seus sopros em direção a Vergil que fez com que ele perdesse mais seus sentidos,Lilith estava perdida dele,a escuridão tomava todo aquele imenso beco sem fim fazendo com que ela entrasse em desespero.
– Vergil, Vergil cadê você, vamos me responda! – disse Lilith, sem encontrar uma única resposta.
Enquanto a mulher gritava Vergil adentrou em um quarto onde viu todas as súcubas de antes, todas nuas e pontas para o sexo, uma se dirigiu até ele com uma imensa atração, ela com os cabelos castanhos e com um corpo incrivelmente atraente, ela lhe tirou a camisa e beijou sua face, segurando em seu órgão.
– Vamos filho de Sparda nos faça suas, estamos aqui para servi-lo.
Vergil foi agarrado com uma carência, bem em suas costas proveniente de um beijo de outra súcuba, está estava lhe beijando enquanto se beijavam as demais o pegaram pelo braço e o deitaram na cama, todas estas ficaram sobre Vergil beijando-o, mordendo-o e até o masturbando. As mulheres lançaram seu sobre tudo ao chão e abriram o zíper de seu colete, deixando seu peito e seu abdômen expostos o que somente aumentou a sede das súcubos.
Vergil começou a ser atraído pelo encanto, este retirou de uma vez sua calça, onde uma das súcubos havia notado seu membro completamente ereto. Vergil posicionou-se de modo que ficou sobre uma das mulheres a penetrando constantemente fazendo-a gritar e suspirar gemidos de prazer, o homem continuava nos movimentos, embora puxado por outras três mulheres que lamberão e chuparam seu genital após estas três ficaram acima dele penetrando à primária velozmente fazendo tal soltar muitos gemidos, chupando os seios da secundaria e masturbando a terceira.
Muitas mulheres sentaram-se em torno da cama aguardando por sua vez de transarem com um dos filhos de Sparda o que supostamente iria lhe dar muitos problemas; os súcubos gozaram tanto em Vergil, como tal nas mulheres que continuaram com seus ataques, por mais prazerosos que estes fossem poderiam levar a morte, mesmo sendo o filho de Sparda este ainda era meio humano e era homem, ou seja, presa fácil além do mais seu legado como filho do cavaleiro negro deixava todas as mulheres do submundo incrivelmente molhadas ao desejá-lo;por mais que este não soube-se.
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