Desejo - Hiatus
43 Senhora Black
Notas iniciais
PVO Jacob
— Está zangado por todos irem para Forks? – Ness perguntou aconchegada em meu peito.
Os Cullen haviam saído para caçar e aquela era a oportunidade perfeita para falar de meus receios.
— Não. – Menti mesmo assim, tentando fazer com que ela não se preocupasse.
— Jake – Ela me advertiu, Ness me conhecia mais do que suficiente para saber quando eu estava mentindo. – Você não sabe mentir para mim.
— Talvez eu esteja com um pouco de medo. – Admiti com receio.
— Por quê? – Ela tornou a perguntar.
— Promete que não vai ficar zangada? – Levantei sua cabeça para que ela pudesse olhar em meus olhos e ela assentiu sem tirar os olhos dos meus, ajeitei-me melhor na cama para ficar mais a vontade. – Tenho medo de você me deixar de lado quando eles estiverem lá.
— Te deixar de lado? Como assim? – Ela me fitou com as sobrancelhas juntas em um claro sinal de confusão.
— Você os ama, Nessie.
— Acha que eu não te amo? – Ela começou a elevar o tom de voz.
— Shiiiih, calma meu amor, não se exalte, não faz bem para nosso bebê. – Disse acalmando-a. – Não é que eu ache que você não me ame, mas eles são a sua família.
— Lembra-se de quando eu era pequena e meu pai ficava morrendo de ciúmes de ver nós dois juntos? – Estranhei a súbita mudança de assunto. – Lembra? – Ela insistiu e eu assenti. – Lembra de quando eu nomeei você meu príncipe? – Ri com a lembrança.
— Edward ficou uma fera. – Ela me acompanhou sorrindo.
— E não era para menos, afinal, naquela idade quem era para ser meu príncipe encantado era meu pai, é assim com todas as garotinhas. – Ela voltou a ficar séria. – Mas não foi ele, foi você, e quer saber por que fiz isso? – Ela não me esperou responder- Foi por causa do jeito que você me olhava, seus olhos me encantavam, sempre me encantaram, eles brilhavam cada vez que você olhava para mim e aquilo me fazia sentir a pessoa mais amada do mundo. Mesmo naquela idade eu já te amava mais do que tudo, só não sabia direito. Você me olhava com tanta veneração que eu me sentia única.
— E você é.
— E você também, eu te amo. Vocês são minha família agora. – Ela colocou minha mão em sua barriga onde eu afaguei automaticamente. – Estou criando a minha própria família, minha antiga família continuam fazendo parte de mim, mas agora a minha nova família vem em primeiro lugar. Lógico que vou dar atenção a eles, pois eles estão indo me ajudar e sou muito grata por tudo que eles já fizeram e ainda fazem por mim, eu os amo, mas agora você é a minha família.
— Eu te amo tanto. – Disse tentando controlar as lágrimas que teimavam em descer por meu rosto, mas sem sucesso.
— Eu também, mas vamos parar de melosidades. – Ela disse rindo. – Quero que cante para mim. – Ela ditou se aconchegando mais perto de mim.
— Só se me der um beijo. – Fiz bico.
— Com todo prazer. – Ela disse se aproximando com uma cara de safada.
Logo nós já estávamos nus e prontos para nos amarmos.
— De ladinho meu amor, não quero machucar nosso bebê. – Disse a ela com calma mesmo queimando por dentro.
Ela se deitou na posição que eu havia pedido, peguei uma de suas pernas e levantei para ficar da altura de minha cintura e sem perder tempo penetrei-a logo com dois dedos, enquanto massageava seu clitóris com o polegar.
— Oh, Awn... – Ela gemia e se contorcia para mim.
— Tá gostoso meu amor? – Perguntei provocando-a enquanto mordia o lóbulo de sua orelha.
Nessie gemia enlouquecida, quase aos berros, ainda bem que estávamos sozinhos, a gravidez a deixara com a libido bem mais aguçada.
— Geme pro seu macho, geme meu amor. – Eu sussurrava em seu ouvido, enquanto ela se encontrava com mão em meu rosto, me passando todo seu prazer, e me fazendo ficar mais duro do que eu já estava com os seus gemidos.
Finalmente Nessie chegou ao seu ápice, e eu também, senti meu prazer chegando juntamente com o dela, fomos feitos para isso, gozar juntos, como um só corpo.
É estranho gozar sem ninguém ter te tocado, mas Ness de algum modo havia me tocado, seu prazer era meu prazer, eu poderia gozar só de ouvi-la gemer, e sempre me controlei muito para que isso não acontecesse, afinal ela poderia achar que eu era um frouxo.
Deixei meu corpo tombar abraçando o seu em uma conchinha.
— Meu anjo... – Suspirei.
Nessie virou seu rosto e me deu um beijo de tirar o fôlego, enfiando a língua em minha boca sem pudores, logo correspondi, a puxando pela nuca e entrelaçando minha língua com a sua.
Com Renesmee eu não tinha dificuldades para ficar excitado, bastava um toque e eu já ficava em ponto bala, e foi exatamente isso que aconteceu, um beijo e eu já me encontrava pronto para a melhor hora da noite, à hora de ser acolhido dentro de minha rainha.
Nessie me posicionou em sua entrada e logo eu já estava todo dentro dela, eu amava aquela sensação e aquilo nunca ia mudar, eu me sentia inexplicavelmente completo e feliz.
Aquela posição não era uma das melhores para mim, pois dificultava o vai e vem de meu membro, mas só de sentir que estava sendo prazeroso para ela, já me fazia ficar em êxtase.
Agarrei seus seios que pulavam em minha frente à medida que eu aumentava o ritmo de minhas estocadas, mamando do jeito que eu gostava, como um completo desesperado em busca de dar prazer a sua fêmea.
— Mais forte! Awn. Meu Jake!
— Só seu, meu anjo, só seu e de mais ninguém. — Eu não cansava de repetir aquilo, me sentia amado e completamente dela.
Chegamos ao ápice completamente suados e exaustos, mas meu corpo não queria só aquilo, ele queria mais, queria ser dela todas as horas no dia, minha fome dela era insaciável.
— Senhora Black. – Acariciei seus cabelos logo depois de chegarmos ao ápice, meu corpo ainda tremia pelo orgasmo obtido, eu sentia orgulho de dizer que ela era sim, a senhora Black, sempre foi e sempre será, a dona suprema de meu coração, alma e corpo.
— O-O que? – Nessie perguntou assustada e confusa.
— Nessie, sabe, eu estava pensando um dia desses e percebi que eu ainda não te dei nenhum mimo durante esses meses que você esteve grávida. – Mudei de assunto rapidamente.
— Jake, sabe que não precisa...
— Precisa sim. – A cortei antes que ela começasse a falar de que não havia necessidade. – Você me deu um presente maravilhoso, um presente que nunca poderei agradecer o bastante por ter ganhado, um presente que nunca imaginei que fosse ter, mas que ao mesmo tempo rezava todo dia para tê-lo e o mínimo que devo fazer é encher você de carinhos e mimos e não é isso que ando fazendo, ando ocupado demais com a loja e nem dou atenção direito a vocês. – Acariciei sua barriga gigantesca. – Acho que até Seth e Embry dão mais atenção a vocês do que eu. – Ri desgostoso com aquela constatação.
Sem mais palavras, obriguei meu corpo a deixar o seu e fui até a cômoda pegar o presente que havia comprado há poucos dias e estava aguardando o melhor momento para dar.
Peguei a pequena caixinha de veludo branco e coloquei em suas mãos, ela me lançou um olhar de alegria e logo depois abriu.
Seus olhos brilharam de maneira que pensei que fossem me cegar, e então ela retirou o presente da caixa.
Era um par de brincos de esmeralda incrustados em prata, foram caros, devo admitir, mas ela merecia, ela merecia aquilo e muito mais.
— É... lindo. – Ela abriu um sorriso gigantesco, me deixando encantado com a sua beleza, fiquei alguns segundos a encará-la, mas logo parei quando percebi que ela estava ficando assustada.
— Você merece tudo.
— Não sei se posso aceitar Jake, aposto como foi caro e... – Coloquei a mão em seus lábios a impedindo de continuar.
— Não importa quanto foi, eu pagaria muito mais só para ver um resquício do sorriso que vi em seu rosto agora a pouco. Não importa quanto foi, a maneira de você me pagar é me amando e me protegendo, como já faz todo dia. – Ela ia protestar, mas a calei com um beijo, não um daqueles fogosos, mas sim um beijo singelo, um beijo de carinho.
— Como eu te protejo? Olha o seu tamanho e olha o meu! – Ela riu.
— Não é desse jeito que você me protege meu anjo, você me protege toda vez que me deixa entrar em você, é o lugar mais seguro do mundo Nessie, eu me sinto completamente protegido, como se nada nem ninguém pudesse me machucar ou me fazer mal, é o lugar onde me sinto acolhido e amado, é o lugar onde eu fico completo e cheio de forças. Toda vez que nós fazemos amor eu me sinto invencível, eu poderia enfrentar um exercito e mesmo assim estaria forte, nunca me canso disso meu amor, nunca me canso de ser seu.
Nessie colocou o presente no criado mudo do lado da cama e sem falar mais nada me empurrou para a cama ficando em cima de mim, seu peso não me incomodava nem um pouco.
E logo já estávamos nos amando novamente como dois loucos apaixonados.
OoOoO
— Gostei desse Jake. – Nessie disse apontando para o berço que logicamente era o mais caro da loja, isso é o que dá ter sangue Cullen correndo nas veias, mas mesmo assim eu não iria negar nada, ela poderia comprar tudo do gosto dela.
Estávamos no centro de Chicago fazia uma hora, tínhamos saído cedinho de casa para poder comprar as coisas para o bebê, mas até agora não tínhamos saído nem sequer do primeiro item, o berço.
Nessie era muito indecisa, uma hora ela queria um, dizendo ela que “é perfeito”, outra hora ela dizia ”acho que esse aqui é mais confortável”.
— Tem certeza de que quer esse? – Perguntei pela milésima vez.
— Você bem que podia parar de reclamar e me ajudar, já que até agora você não fez nada alem de perguntar se tenho certeza. – Ela se irritou.
— Desculpe amor. – Nessie estava mais sensível do que nunca nesses últimos dias, Carlisle disse que os hormônios estavam fazendo festa dentro dela e que não era bom contrariá-la. – No que quer que eu ajude?
— Qual é o mais bonito? – A vendedora colocou três carrinhos em minha frente e os observei.
— O branco. – O berço realmente era lindo, a cor predominante era branco, mas tinha vários detalhes dourados, adornando-o , Alice com certeza aprovaria minha escolha daquela vez.
— Não acha que ele é muito apagado? Muito sem graça? Não acha o azul mais bonito? – Ela bombardeou-me de perguntas.
— Não, acho o branco perfeito, além do mais não podemos comprar o azul pois não sabemos o sexo do bebê. Imagine nossa menininha dormindo numa cama azul?! Ia ser muito esquisito.
— Escolheram saber o sexo só na hora do parto? – A vendedora perguntou curiosa.
— Sim, achamos mais emocionante assim. – Respondi o mais curtamente possível, não era bem que nós “escolhemos só saber na hora do parto”, na verdade nós não tínhamos escolha.
— E se for menino? Não acha que dourado é muito feminino? – Ness questionou-me.
— Senhora, temos esse mesmo modelo só que na cor prateada. – A vendedora sugeriu.
— Então vamos querer o prateado. – Decidi o assunto por vez e a vendedora se retirou para pegá-lo. – Gostou? – Perguntei assim que a vendedora voltou com o carrinho.
— É lindo, eu amei. – Ela disse abrindo um sorriso amplo que eu retribuí automaticamente, sua felicidade era a minha felicidade.
— Peço que me acompanhe até o caixa senhor.
— Você vem Nessie? – Perguntei seguindo a vendedora.
— Vai indo que eu vou logo. – Ela disse enquanto se encantava por um par de sapatinhos.
A loja era bem grande e consequentemente bem cara, fora Alice quem indicara a loja e por conta disso quando chegamos havia um batalhão de vendedoras prontas para nos atender.
Sentei-me na cadeira em frente a moça do caixa. Ela levantou o rosto e quando me viu seus olhos brilharam de excitação.
— Pai solteiro? – Ela perguntou olhando o pedido do berço na nota.
— Na verdade não. – Sorri, fazia tempo que ninguém me paquerava.
— Namorada? – Ela perguntou tentando ser discreta, mas sem obter êxito.
— Sou... – Quando ia responder que era casado, e muito bem casado por sinal, apesar de não ser no papel, fui interrompido.
— Não queridinha, tem esposa, que por sinal está grávida. – Nessie apareceu por trás e sentou-se em meu colo, me mandando um olhar mortal.
— De — Desculpe senhorita.
— É senhora, querida, Senhora Black. – Ela a corrigiu quase pulando em cima da pobre.
— Claro, senhora, desculpe novamente.
A pobre da atendente terminou de nós atender o mais rápido possível, acho que com medo de que Nessie pudesse arrancar sua cabeça já que de cinco em cinco segundos ela mandava um olhar maligno para ela.
Fomos em silêncio por todo o caminho até o carro, eu não agüentava mais, precisava ouvir o que sua voz, nem que fosse para que ela gritasse comigo.
— Nessie. – A chamei, cortando aquele silêncio insuportável.
Ela nada falou.
— Nessie amor, fala comigo. – Pedi novamente.
— O que quer que eu fale?- Ela perguntou fria. – Quer que eu brigue por você estar flertando com aquela mulher?
— Eu não estava flertando com ela. – Disse me defendendo.
— Então como explica aquele sorriso que deu pra ela? Ou melhor, como explica o fato de não ter dito que é casado? –Ela começou a gritar. Já havíamos chegado em frente a casa e os Cullen estavam reunidos em frente a casa, prontos para interferir.
— Porque não sou casado! – Disse normalmente, mas logo me arrependi amargamente.
Os olhos de Nessie se encheram de lágrimas e aquilo foi como levar um soco no estômago.
— Nessie, eu... – Ela se levantou rapidamente e saiu em direção a casa em velocidade vampiresca. – Nessie, espera! – Gritei indo em sua direção, mas minha passagem foi bloqueada por Edward.
— Fique longe. – Ele disse com os punhos cerrados.
— Mas eu preciso falar com ela, preciso explicar... –Tentei passar por ele.
— Agora não. – Ele disse em um tom que tornava a conversa encerrada.
OoOoO
Estava tudo pronto para partirmos, iríamos para Forks em cerca de dois dias, a vampirada toda já tinha arrumado as bagagens.
Durante essas duas semanas que ficamos em Chicago Nessie só havia ficado com o amiguinho dela, Nathaniel, ela não o via há cinco meses e estava com saudade, eu não a culpava, mas queria que ela também desse atenção a mim, nem fizemos amor direito, tirando aquela vez que os Cullen foram caçar não fizemos amor mais nenhuma outra vez, eu andava subindo pelas paredes, toda vez que eu tentava algo mais profundo do que o sexo oral ela dizia que estava cansada, e mesmo sabendo que seu cansaço era verdadeiro, aquilo me frustrava.
Eu estava dormindo no sofá desde nossa ultima briga e pensar que desta vez ela tinha razão.
— Jacob, estou saindo. – Ela disse entrando na cozinha e se arrumando as pressas e indo em direção a porta de saída.
— Hey, pra onde a senhorita pensa que vai? – Disse com a panela nas mãos. – Eu fiz café da manhã para você, e ia levar na cama. – Falei apontando para a bandeja que já estava quase pronta.
— Vou sair com o Nate. – Ela disse sem nem ligar se eu havia feito nosso café.
— Mas você precisa tomar café. – Birrei novamente.
Todos os Cullen haviam saído para caçar, e aquela era a oportunidade perfeita para pedir perdão e se ela quiser, até me ajoelhar eu ajoelharia, eu já havia planejado tudo, só não contava que ela fosse querer sair com aquele garoto.
Sem mais delongas ela simplesmente saiu e logo ouvi o barulho do motor roncando e se distanciando.
Algo ruim vai acontecer, meu lobo chorava.
PVO Renesmee
— Anda Nessie, deixa eu dirigir, vai! – Nate pedia olhando a BMW vermelha de Tia Rosalie que eu havia vindo dirigindo.
— Me dê um bom motivo. – Brinquei, estar com Nate era assim, brincadeiras até não aguentar mais.
— Ora, você está grávida e aposto que até meias vampiras são proibidas de dirigir com um barrigão desses. – Ele debochou.
— Minha barriga não está assim tão grande! – Me defendi.
— Tá brincando? Daqui a pouco sua barriga vai criar órbita própria e as pessoas vão passar a girar em torno dela. – Ele riu estendendo a mão para pegar as chaves.
— Okay, você venceu, mas só dessa vez, não vai se acostumando não. Quando eu voltar ao normal vou te caçar e beber todo o seu sangue. – Fiz uma cara de assassina.
— Vai nessa, nanica. – Ele revirou os olhos.
Incrível como Nate havia se acostumado rapidamente com essa história de eu ser meia vampira, no começo ele ficou meio receoso que eu o mordesse a qualquer hora, mas agora percebi que contar a ele foi uma das melhores decisões que já havia tomado em minha vida, era bom ter uma pessoa para desabafar que não lhe conhecesse desde que você nasceu.
Nate já havia se acostumado e fazia até piadinhas sobre eu ser mais fraca que os outros vampiros.
Liguei o rádio e estava tocando uma musica muito boa mesmo, Are You Ready- Three Days Grace. Logo entramos no ritmo e começamos a cantar.
Gritávamos feito dois desesperados ao som da música, Nate acelerava cada vez mais, fazendo meus cabelos voarem em meu rosto.
Ajeitei meus cabelos os retirando do rosto, tentando ver algo além de fios ruivos, mas o que vi fez-me querer voltar a me esconder em meus cabelos.
— Nate! – Gritei a plenos pulmões.
Ele olhou para mim sorrindo, mas quando olhou novamente para a estrada seus olhos se arregalaram, o caminhão vinha a todo vapor em nossa direção.
Tudo aconteceu muito rápido, estávamos perto demais para frear, então ele desviou o carro. Estávamos indo em alta velocidade então quando vi meu corpo já estava sendo balançado dentro do carro enquanto ele capotava. Sentia ao cacos de vidro perfurando e rasgando meu corpo.
O carro parou de cabeça para baixo, eu não conseguia me mover, estava presa entre a lataria acabada do carro.
Olhei para o lado, Nate sangrava muito e haviam vários cortes e em seu corpo, sua perna estava aberta na carne viva. Mas outro cheiro começou a chamar atenção, aquele era meu cheiro.
Senti uma pontada em meu baixo ventre e quando olhei para baixo percebi ser eu, estava sangrando muito e nessa hora tudo escureceu.
Notas finais
Vamos chegar aos Mil Reviews!Aeeeeeee!
Voltando ao capítulo: O que acharam do hentai? E da discursão do casal? Jacob fez mancada dessa vez. E o principal? Quem será que vai morrer? Uia, vamos comentando povo!
Ah, outra coisa gente, quero pelo menos mais uma recomendação! Bora lá meu povo, tem 157 leitoras, 84 favoritos, e nem metade comenta! Imagine então recomendar, assim tá ruim, quero chegar ao fim da fic com pelo menos 20 recomendaçoes.
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