Desejo - Hiatus

35 Recuperação


Notas iniciais
Oi gente, o capítulo vai dedicado a anne,Gisele Souza dos Anjos,Jéssica Alana e keel marquezine, acabei de ler as recomendações, e amei cada uma! Muito obrigada mesmo!

PVO Jacob

- Como assim nosso casamento? Que história é essa? – Ela disse confusa.

Merda Jacob! Você e suas idéias de anta!

Sabe aquela sensação de quando você quer falar uma coisa, e está certo daquilo, mas na hora que fala se arrepende?

Era exatamente isso que eu estava sentindo. Eu estava certo que deveria conversar com a Ness sobre nosso casamento como pessoas maduras, afinal, nosso filho cresceria em uma família. Mas quando falei não saiu do jeito que eu esperava, não havia pensado no seu lado como mulher. Toda mulher merecia ser tratada como rainha e minha pequena era ainda mais especial. A mulher mais importante do mundo para mim. Toda mulher sonha em um casamento na igreja, com um pedido surpresa, e essas coisas todas! E eu, o idiota Jacob Black, tratando do meu casamento com a mulher da minha vida, como se fosse um negócio! Um puto de um retardado que eu era, isso sim!

“Precisamos resolver uma coisa...” Que diabos de homem falava isso quando ia pedir uma mulher em casamento? Parecia que eu estava indo para a forca, isso sim! Deus! Como eu estava arrependido!

- Hã? Eu não falei nada, meu amor... – Tentei disfarçar enquanto beijava seu pescoço.

- Claro que falou Jake, não sou surda! – Ela me empurrou. – Ou você fala o que ia falar ou eu vou para a sala e deixo você aqui sozinho.

Porra! Agora ela jogou sujo!

Eu simplesmente não agüentaria ficar longe dela, nem um milímetro, nem um centímetro, depois de tudo que havia acontecido, eu estava mais dependente dela do que nunca! Qualquer passo que ela desse para longe de mim já doía como se ela estivesse a quilômetros de distância.

- Pequena, eu te imploro, só dessa vez, deixa passar o que eu disse, finge que não ouviu ok?

- Mas Jake, eu ouvi você falando sobre casamento e... – Por Deus! Será que ela não podia ser só um pouquinho menos curiosa!?

— Não é nada pequena, você é que esta ouvindo coisas demais.

Ela ia argumentar, mas ouvimos uma batida sendo desferida na porta, sai de cima de Ness ao mesmo tempo que ela bufava e colocava de volta a roupa.

— Pode entrar. – Murmurei sabendo quem era pelo cheiro de vampiro.

— Olá crianças. – Carlisle entrou sorridente. – Fico feliz que tenha melhorado Jacob.

— Obrigado doutor. – O cumprimentei. – Estou louco para sair dessa cama. – Falei lançando um olhar sugestivo a Ness, que corou fortemente.

— Bem Jacob, sinto muito em lhe dizer, mas em seu estado o ideal é poupar forças. Creio que não poderá fazer o que quer fazer por um tempo. – O olhei assustado. Como assim? Eu iria acabar entrando em combustão!

— E de quanto tempo estamos falando? – Perguntei tentando manter o tom de voz normal, e fiquei feliz quando percebi que obtive sucesso, Carlisle não merecia meu tom rude.

— Não sei ao certo, tudo depende de quanto tempo seu organismo vai demorar para se recuperar. Talvez um mês, ou até mesmo dois.

— Dois meses? – Dessa vez foi Renesmee quem se pronunciou totalmente exasperada.

— Renesmee, devo lembrá-la que o que Jacob teve não foi nenhum simples desmaio ou algo parecido, ele ficou em coma. E seu estado no momento não é nem um pouco bom, ele não pode fazer esforço, na verdade não sei nem como ele acordou agora, ele está fraco demais, acho que isso é o que se pode chamar de milagre.

“Ou imprint.” Pensei rindo comigo mesmo.

— Tudo bem vovô. – Ela bufou derrotada.

Carlisle se aproximou da mesa que continha utensílios como agulhas, remédios e aparelhos não reconhecidos por mim e ficou fuçando por lá, tentando achar algo.

— Vou aplicar a morfina em você Jake. Se quiser pode ir, Renesmee, logo logo Jacob não estará mais consciente.

— Então tudo bem. – Ness disse se levantando para ir embora e foi nessa hora que entrei em pânico, eu não suportaria ficar longe dela.

— Ness, fica aqui. – Supliquei.

— Jake, você vai dormir meu amor, não ouviu o que o vovô falou? – Ela falou carinhosamente,

— Fica aqui... Só até eu dormir... Por favor. – Disse com os olhos cheios d’água.

Olhos cheios d’água? Daqui a pouco Ness pensaria que eu havia passado para o outro lado!

Boiolice total.

Enxuguei-as rapidamente, mas continuei olhando para Ness, ainda queria que ela ficasse comigo.

— Tudo bem. – Ela disse e veio se posicionar ao meu lado enquanto Carlisle recolocava meu soro no braço e aplicava a morfina.

Fiz uma careta enquanto sentia a agulha perfurar minha pele, nunca fui fã de agulhas e objetos cortantes afins, a única coisa que eu permitia que me cortasse eram os dentes da Ness quando ela estava com fome, aquilo apesar de parecer doentio, me dava um prazer inarrável.

- Qualquer coisa é só chamar. – Ele se dirigiu a mim- Estarei lá fora lhe esperando Ness. – Ele disse para minha vida e saiu do quarto

Ness começou a fazer cafuné em meu cabelo e já sentia o efeito do remédio começando, mas eu não queria dormir, queria ficar com ela, olhando seus olhos, admirando minha deusa.

- Porque não dorme aqui pequena?

- Jake! Você está doente!

- Como se isso algum dia fosse me impedir de fazer amor com o meu anjo. — Ri maliciosamente.

- Por isso mesmo. Alguém tem que ter juízo nesse relacionamento, geralmente é você, mas ao que parece você mudou de opinião, então eu tenho que fazê-lo.

Não quero dormir. – Bocejei e ela riu. – Você bem que podia me manter acordado... – Disse mesmo sem esperanças. – Promete que vai estar aqui quando eu acordar?

- Prometo. — Ela sussurrou. — Agora dorme.

E assim eu adormeci.

OoOoO

Acordei pela manhã sentindo-me bem melhor, mas comecei a desesperar-me assim que não avistei Ness no quarto, seu cheiro indicava que ela havia passado no mesmo a pouco tempo, mas não se encontrava mais lá.

Meu Deus! Será que ela havia ido embora? Não! Pelo amor de Deus! Isso não!

Minha vista embaçou-se por conta das lágrimas que teimaram a cair de meu rosto, arranquei as agulhas que estavam em meu braço de qualquer jeito, doeu bastante, mas nada se comparava a dor que estava sentindo por dentro. Minha pequena havia me abandonado de novo! E dessa vez ela ia levar nossa princesinha junto, nosso bebê iria crescer longe de mim!

Certamente ela só veio até o quarto para se despedir, e eu dormindo! Eu não deveria ter dormido! Que porra! Por que eu sempre fazia as coisas erradas? Se eu estivesse acordado talvez pudesse tê-la convencido a ficar, a me deixar cuidar dela, a amá-la como sempre fiz e iria fazer ainda mais.

Levantei-me da cama e logo a tontura abateu-se sobre mim, mas não dei-me por vencido, apesar de fraco eu iria atrás da minha pequena, dessa vez não iria deixá-la ir embora.

Segurando-me nas paredes, abri a porta com um pouco de dificuldade e passei pelo corredor indo na direção da sala, mas ninguém se encontrava lá, risos vinham da cozinha, segui o som e logo me deparei com meu anjo.

Ela não foi embora seu idiota! Você e essas suas paranóias!

Ness estava encostada no balcão da cozinha conversando com meu pai e comendo alguma coisa que pelo cheiro reconheci como sendo waffles. Logo que percebeu minha presença ela ficou completamente assustada e veio em minha direção para certamente me levar de volta ao quarto, já que minha situação não era das melhores, mas eu não a deixei caminhar muito, completamente guiado pelo desespero corri até ela completamente cambaleante e abaixei-me na altura de sua barriga, levantando um pouco sua blusa.

— Meus amores, vocês não foram embora... Não foram... Eu pensei que... – Falava beijando sua barriga enquanto encarava seus olhos. – Papai nunca vai deixar vocês... Nunca... – Não sabia para quem eu falava, intercalando olhares entre os amores da minha vida.

-Jake! O que diabos você está fazendo aqui fora? E que papo é esse de ir embora? – Ela mexia nos cabelos nervosamente tentando me levantar do chão sem sucesso já que a cada vez que ela tentava eu só me agarrava ainda mais ao seu corpo.

— Paul! Ajude aqui! – Meu pai gritou completamente aturdido pelo meu comportamento doentio.

Logo Paul apareceu e me puxou corredor adentro, me levando de volta a cama, comecei um escândalo quando me levavam para longe dela, mas logo ela se juntou a nós e eu me deixei ser carregado.

Quando deitei não perdi tempo e puxei Ness para junto de mim, eu precisava sentir seu corpo juntinho ao meu, precisava sentir seu cheiro delicioso.

— Shiiih, calma Jake... – Ela acariciava meus cabelos e aos poucos fui me acalmando.

— Desculpe por isso pequena... –Disse com vergonha. – Não sei o que me deu.

— Tudo bem.

— Eu fiquei com tanto medo e...

— Fica calmo e respira fundo. – Fiz o que ela mandou e logo eu já estava mais leve.

— Por que você não estava aqui quando eu acordei? — Fiz a primeira pergunta que me veio na cabeça.

— Eu vim até aqui bem cedinho, ainda nem havia tomado café, vim até o quarto mas você ainda estava dormindo, fiquei um bom tempo aqui, mas seu pai disse que ao que parecia você não ia acordar tão cedo, e me chamou para tomar café, eu estava morrendo de fome, sabe, seu filho me deixa com fome.

— Filha.

— Hã?

— Vai ser uma menina. – Disse convencido

— Não mesmo, vai ser um menino.

— Menina. – Teimei.

— Se for menino vai ter que se vestir de bombeiro pra mim. – Ela sorriu maliciosa.

— Porque de bombeiro? – Perguntei curioso.

— Bombeiros são sexy. – Ela riu alto.

— Se soubesse que você achava tão sexy bombeiros tinha ido ser bombeiro e não engenheiro mecânico. – Fiz bico. — Se for menina vai ter que se vestir de chapeuzinho vermelho pra mim.

— Tá, meu lobo mau gostoso. – Ela disse e me deu um beijo carinhoso, mas eu não queria que ela fosse carinhosa, eu queria que ela arrancasse minhas roupas e a gente trepasse ali mesmo.

— Pequena, faz um favor pra mim? — Perguntei esperançoso.

— Depende.

— Tira a roupa. – Ordenei.

— Não mesmo, sabe que não pode fazer esforço.

— Juro que não vou ficar cansado, nem preciso tirar as minhas.

— Hã? – Ela disse confusa.

— Tira a roupa e depois eu falo o que eu tenho em mente. – Negociei e logo ela já estava completamente despida, me deixando louco com aqueles seios maravilhosos.

Eu mesmo teria adorado tirar suas roupas, mas estava muito cansado então optei por ela mesma o fazer.

Sem dar explicações a puxei para o meu colo, colocando meu joelho entre suas pernas, começando a masturbá-la enquanto massageava seus seios e explorava seu pescoço com minha boca faminta.

— JAKEEE... AWN... – Ela se contorcia em cima de mim. – Seu pai... – Ela diminuiu o tom de voz sussurrando com medo quando percebeu a situação.

-Ness, Billy também já foi novo, ele sabe como são essas coisas. – Investi meu joelho cada vez mais rápido em sua intimidade.

A cada investida que dava eu via seus seios pularem em minha direção, tinha me segurado até agora, não agüentaria mais, eu precisava daquelas coisas deliciosas na minha boca.

Ataquei-os com fome e sem a mínima vontade de parar, minha mulher passou muito tempo sem ter prazer, hoje ela iria ter quantos orgasmos quisesse.

Logo senti os espasmos percorrerem o seu corpo e aquilo foi meu estimulo para acelerar ainda mais o ritmo, querendo prolongar o orgasmo da minha rainha.

Percebi que ela fosse gritar, mas cobri seus lábios com os meus antes que isso acontecesse, afinal os lobos estavam por perto e não queria que eles ouvissem os gemidos da minha pequena para depois ficarem me zoando.

Eu estava mais duro do que pedra, mas eu queria que minha pequena caísse exausta, eu queria que ela sentisse prazer, eu precisava mostrar para ela que eu era o único que conseguia fazê-la ficar daquele jeito. Mostrar que nós fomos feitos um para o outro.

Deixei que ela descansasse por alguns minutos e logo a beijei novamente e ao que pareceu aquilo a acendeu novamente, em segundos ela já rebolava em meu membro.

Deitei-me devagar a puxando comigo e ela tomou aquilo como incentivo, tentando alcançar o zíper de minha calça.

— Que eu saiba não posso fazer esforço. – Sussurrei em seu ouvido e vi que ela estremeceu.

— Foda-se. – Ela disse conseguindo alcançar o zíper e abri-lo. Segurei suas mãos e fiz um gesto negativo com a cabeça.

— Seu Jake precisa de descanso hoje. – Falei manhoso.

— Mas você está tão duro. – Ela disse apalpando meu membro, me fazendo soltar um gemido involuntário.

— Hoje não, vadia, hoje você vai cair exausta sozinha. – Disse quase rosnando. – Agora coloca a sua boceta na minha boca. – Ordenei e ela como a boa vadia que é sentou na minha cara, me deixando ver sua boceta encharcada por mim, implorando para ser aliviada.

Enfiei minha língua sem dó nem piedade, chupando, mordendo e lambendo, seu gosto era inebriante e o cheiro que saia daquela região me deixava louco.

Chupei seu clitóris com força, querendo fundir aquela mulher a mim, querendo ficar sentindo seu gosto para sempre, nem um milhão de vezes seria o suficiente para me satisfazer dela.

— VAI! ISSO... MAIS FORTE. – Ela rebolava descontrolada em cima de mim.

Quando percebi que ela ia gozar enfiei minha língua em sua entrada, estocando como se fosse o meu pau, indo o mais fundo que conseguia.

— ISSO! ME FODE COM ESSA LÍNGUA GOSTOSA!

Logo senti seus músculos vaginais se contraírem e ela estremecer, dessa vez não pude controlar seu grito, já que estava muito ocupado lá em baixo, sugando cada gota que saía daquela fonte divina.

Ela caiu exausta sobre mim, respirando ofegante totalmente sem forças, mas se ela pensava que havia acabado ela estava enganada, muito enganada.

OoOoO

Já haviam se passado três semanas e eu já me sentia bem melhor, na verdade eu não sentia absolutamente nada, não sentia nem um pingo de dor, mas quando eu falava para o doutor me liberar ele dizia que eu ainda não estava bem o suficiente e eu apostava como aquilo era coisa de Edward. Ele deve ter subornado o doutor para ele não me deixar livre para que eu não possa dar uns pegas na filha gostosa dele.

Os Cullen haviam voltado para Chicago, Dr. Carlisle vinha de vez enquanto me examinar e examinar nosso bebê que crescia saudável e não machucava nenhum pouco Ness, a não ser aquelas coisas normais de mulheres grávidas.

Se dependesse de mim nós já teríamos feito amor há muito tempo, mas Ness entrou nessa de que eu não posso me cansar então já viu né? Só manualmente mesmo.

O problema de ser manualmente é que na maioria das vezes ela me pegava fazendo então ela ficava emburrada e tocava no meu pau. Aí você se pergunta: Ué Jake, ela é sua mulher, qual é o problema dela pegar no seu pau?

Eu respondo:Não teria problema nenhum se ela começasse o serviço e terminasse, mas ela nunca terminava, só me deixava na vontade de sentir a mãozinha perfeita dela e pronto! Saia do quarto.

Ao que parecia ela havia jogado uma macumba braba em mim, pois depois que ela pegava em meu membro, o mesmo não se abaixava mais com eu mesmo me masturbado, parecia que ele só aceitava se fosse ela, então como ela não queria vir eu tinha que tomar vários banhos frios, para ver se o meu amiguinho, que de inho não tem nada, abaixava a força.

-Doutor, pelo amor de Deus, eu já estou bem melhor, me sinto completamente perfeito! Me despacha logo!

— Jacob, você sabe que não posso fazer isso e...

— Eu estou entrando em combustão! Não agüento mais essa abstinência!

Ness ultimamente havia tendo aqueles negócios de hormônio, ela estava ficando cada vez mais tarada e eu não podia fazer quase nada, o máximo que eu podia fazer era um oral nela, mas mesmo assim não era o suficiente, eu queria me enterrar nela e acabar com aquele fogo!

— Jacob, como doutor eu não posso te despachar ainda, mas se você quiser agir por sua própria conta acho que posso dizer a Ness que você já está melhor.

— Sério? – Ele assentiu. – Nossa! Muito obrigada mesmo Carlisle, não sei nem como agradecer.

— Só lembre-se: se acontecer alguma coisa, a culpa é sua. – Ele riu e eu ri junto.

— Não se preocupe, vou devagar. – Devagar uma ova! Eu ia arrombar ela todinha.

— Poupe-me dos detalhes Jacob. – Ele fez uma careta de nojo e saiu do quarto.

Passaram-se alguns minutos e a porta fora aberta num rompante, Ness havia entrado eufórica no quarto, ela estava cada vez mais linda, sua barriga de quatro meses era tão linda, eu me sentia o homem mais realizado no mundo ao tocá-la.

Ness havia descoberto uma lojinha de roupas para grávidas em Chicago, e sempre que ia até lá visitar sua família ou até mesmo o tal abestaiadinho do Nathaniel – sim, eu ainda tinha ciúmes dela com ele.- , ela dava a louca e comprava quase a loja toda, eu não reclamava, ela ficava linda com aquelas roupas que marcavam evidenciavam ainda mais sua gravidez.

— Jake! Adivinha o que o vovô falou? – Ela falou esbaforida.

— O que? – Ela estava tão animada que decidi que a deixaria falar.

— Que meu lobinho já pode me comer todinha.

— Nossa! Ele falou isso? – Perguntei debochado. – Não sabia que seu avô era tão pervo.

— Jake! Lógico que ele não falou isso! – Ela repreendeu-me

— Eu sei meu amor, e sabe o que eu estava pensando?

— Aham... – Ela disse acariciando meu membro.

Tirei sua mão de lá.

-Ness! Eu não sou um pedaço de carne! – Fiz-me de ofendido.

— Virou mulherzinha agora foi? – Ela disse irritada.

— Quer saber ou não? — Ela bufou- Não fica assim amor... –Massageei seus seios ainda por cima da blusa e ela gemeu, se esfregando em mim. – Eu estava pensando... Que tal você ir conhecer a nossa casa? – Ela fez muxoxo. – Nós precisamos inaugurá-la e que eu me lembre, ainda não te dei a surra que eu havia prometido. – Sussurrei em seu ouvido e senti quando ela ficou completamente molhada, com o cheiro da sua excitação me deixando louco.

Notas finais
Oi meu povo, tô dando a louca pra postar as fics! kkkkkkk, acho que tenho que parar com isso senão vocês ficam mal acostumadas! Como perceberam esse capítulo não contém o hentai todo, decidi dividí-lo pois estava louca para postar e demoraria pelo menos mais 3 dias para poder postar se eu quisesse postar todo! E vou logo adiantando, o próximo sai quando estiver com 520 reviews!Então vamos caprichar! Fantasminhas, apareçam!