Desejo - Hiatus

36 Recuperação Part II


Notas iniciais
Oi povo do meu coração! Chegamos a 520 reviews e como eu cumpro o que falo, aqui está o capítulo prontíssimo da silva!
LEIAM, COMENTEM E RECOMENDEM!

– Quer saber ou não? — Ela bufou- Não fica assim amor... –Massageei seus seios ainda por cima da blusa e ela gemeu, se esfregando em mim. – Eu estava pensando... Que tal você ir conhecer a nossa casa? – Ela fez muxoxo. – Nós precisamos inaugurá-la e que eu me lembre, ainda não te dei a surra que eu havia prometido. – Sussurrei em seu ouvido e senti quando ela ficou completamente molhada, com o cheiro da sua excitação me deixando louco.

PVO Jacob

– Vamos logo. – Ela disse apressada puxando minha mão e eu ri a puxando de volta.

–Primeiro eu preciso de um banho. – Disse me levantando, indo em direção ao banheiro.

– Hum, quer que eu te ajude? – Ela veio sorridente em minha direção. A gravidez estava deixando-a mais tarada do que de costume.

– Acho melhor não meu anjo, senão não sairemos hoje daqui. – Disse dando um selinho nela e entrando correndo no banheiro com medo que ela me jogasse algo.

A ouvi bufando e a porta sendo batida, respirei aliviado, até agora eu não havia me preocupado com meu físico, mas agora era hora de encarar o espelho.

Retirei minhas roupas devagar, com medo do que estava por vir e logo eu me encontrava completamente nu contemplando-me no espelho.

O medo que sempre tive foi que minha pequena deixasse de me desejar, não me achasse mais atraente, pois era só olhar para ela e para mim, ela era filha de vampiros, o que a fazia mais perfeita do que qualquer criatura no mundo, era um anjo naturalmente e meu imprint por ela me fazia vê-la mais bela ainda, e eu, um simples transformo, nunca tive nenhuma riqueza – enquanto ela nasceu numa família podre de rica –, um cara que nasceu numa reserva indígena, nunca teve nenhum corpo escultural, mas pela graça de Deus, comecei a ter assim que me transformei, e desde então nunca mais descuidei de meu físico, primeiro foi por Bella, mas depois que percebi que aquilo era uma história sem cabimento, foi para impressionar Ness, mostrar que eu servia para ela.

Não havia resquícios de palidez que outrora eu tivera, meu rosto continuava do mesmo jeito, nada inalterado­ – a não ser o sorriso que agora eu ostentava com orgulho por conta da gravidez da minha pequena, que a cada dia me deixava mais maravilhado – eu estava mais magro, mais nada que fosse alarmante, nada que umas rondas não resolvessem – já estava mais do que na hora de voltar a me transformar, eu não poderia perder a prática afinal eu queria passar a eternidade com meu anjo –, focalizei meu olhar um pouco abaixo de minha barriga, meu membro estava maior ou era impressão minha? Sorri completamente extasiado com aquilo, minha pequena iria adorar aquilo, se bem que ela poderia nem notar, afinal ele só havia crescido uns 2 ou 3 centímetros no máximo, e ele já era bem grande então... Mas isso não importava, ele estava maior, ou seja, eu poderia proporcionar ainda mais prazer para ela.

A insegurança que me dominava evaporou-se com aquela simples mudança, meu corpo poderia estar mais magro, mas o principal havia crescido o que me deixou resplandecente.

Com um sorriso no rosto entrei no boxe e comecei meu banho, tentando ficar o mais cheiroso possível para que minha Ness abusasse do meu corpo. Incrível como tudo que eu fazia era pensando nela, e por mais que possa parecer estranho, aquilo não me incomodava, eu me sentia o homem mais feliz do mundo sendo dela.

Aquilo me fez pensar em outro assunto: Bella Swan. Como eu iria explicar a Renesmee meu antigo amor platônico por sua mãe? Eu tinha que ser cuidadoso, afinal ela estava grávida e não era bom deixá-la estressada, não queria que ela tivesse complicações, nunca me perdoaria se isso acontecesse. Teria de escolher as palavras com cuidado.

Ela não havia tocado no assunto até agora, o que me deixava nervoso, não entendia o porquê da demora, e se ela demorasse a perguntar eu mesmo tomaria as rédeas e falaria.

Encerrei meu banho quando percebi que meus dedos já estavam murchos, eu havia ficado tempo demais debaixo d’água, tempo demais longe do meu anjo. Sequei-me rapidamente e fui para o quarto, que estava vazio, coloquei uma camisa que evidenciasse menos meu tronco, afinal eu estava desprovido de beleza nessa parte e uma bermuda que evidenciasse o volume entre minhas pernas, para que Ness pudesse perceber o quanto eu estava feliz com sua volta.

Fechei a porta do quarto dando uma última olhada, afinal eu não voltaria ali para dormir, só para visitar meu velho, agora iria morar com minha família, iria ser feliz.

Não os achei em lugar nenhum, e ouvi conversas vindas do lado de fora da casa, suspirei aliviado, eles estavam aqui.

Eu tinha virado um verdadeiro paranóico quando se tratava de Ness, quando eu não a encontrava rápido eu simplesmente começava a chorar pensando que ela havia me abandonado novamente, acredito ser por conta da falta que ela me fez esse tempo que estava fora, e tinha fé que isso fosse passar antes que ela percebesse que eu tinha ficado louco.

Fui até o lado de fora e lá Ness estava sentada na cadeira de balanço com Embry em pé acariciando seu ventre enquanto conversava – aquilo me deu ciúmes, mas resolvi não falar nada, afinal ele era meu amigo e não havia motivos para isso –, meu pai sentado em sua habitual cadeira de rodas, e Quil juntamente com Claire estavam sentados no chão brincando com algumas bonecas.

– Ora amiga, vamos para o shopping, aquela loja que é o maior bafo tá de liquidação acredita? Fiquei louca quando vi! – Quil falava mexendo a boneca e fazendo uma péssima imitação de voz de mulher.

Todos caíram na gargalhada, Quil ficou emburrado, mas quando viu que Claire também estava rindo seu sorriso abriu-se luminoso e seus olhos brilharam enquanto observava-a.

Ri com aquilo, eu era do mesmo jeito quando a Ness era pequena, ficava emburrado quando alguém tirava sarro de minhas brincadeiras com Ness — afinal, ela vivia me maquiando e me vestindo de mulher, com ela eu não me importava, ela podia fazer o que quisesse comigo, mas quando alguém via era constrangedor –, mas tudo mudava quando eu percebia que ela estava rindo, não via mais ninguém, só seu riso enchendo meus ouvidos, e dando graças a Deus por eu ser o motivo de seu sorriso.

– Tu é tosco cara. – Embry falou ainda rindo, mas Quil nada disse só continuava olhando Claire sorrir, até o momento que Claire ainda rindo e foi em sua direção e lhe deu um breve beijo na bochecha, nessa hora eu pensei que as bochechas de Quil fossem se rasgar pelo tamanho de seu sorriso.

Logo Claire voltou a brincar com Quil e resolvi que era hora de eu e Ness irmos.

Abri a porta e logo todos olharam para mim, mas como sempre a primeira a quem meus olhos caíram foi sobre Ness, que me lançou um sorriso que eu retribuí automaticamente.

Tentei me controlar, mas no final acabei lançando um olhar matador para Embry, o advertindo sobre sua mão, que ainda se encontrava sobre a barriga da minha mulher e ele logo a tirou sem protestar.

Cumprimentei a todos e chamei Ness para irmos, sabia que estava sendo mal educado, pois eles haviam cuidado de mim durante todo o período que eu estava de cama e o mínimo que eu deveria fazer era sentar e conversar um pouco com eles, mas eu estava muito agoniado, eu estava há quatro meses sem sexo e não agüentava mais, depois eu teria bastante tempo para agradecê-los.

Ness se despediu de todos, quando chegou a meu pai este beijou sua mão.

– Obrigada por fazer meu filho tão feliz, não o via sorrir de verdade há tanto tempo. Você trouxe a alegria de volta aos olhos dele, essa criança será muito abençoada.

– Obrigada Billy. – Ness disse emocionada.

– O que quer que seja? – Billy perguntou.

– Um menino, parecido com vocês. – Ela disse e ele sorriu já se animando.

– Vai ser uma menina, Ness, eu já disse. – Cortei logo o barato do velho, antes que ele compactuasse com a idéia louca de Ness.

– Quem tá carregando é você ou sou eu? – Ela ralhou.

– Vai ser uma menina. – Seth falou. Peraí! Seth? De onde esse menino apareceu?

– De onde você veio? – Perguntei a ele.

– Cheguei faz pouco tempo, mas você tava tão concentrado em discutir o sexo do bebê que não deve ter percebido. – Ele deu com os ombros. – Concordo com você Jake, vai ser menina. – Ele disse animado.

– E posso saber por que você está concordando comigo? — Perguntei desconfiado.

– Porque ela vai ser meu imprint, óbvio! – Ele disse sorridente e engasguei com a saliva imediatamente.

Ele fumou? Só podia ser! Minha menininha não ia ser imprint de marmanjo nenhum! Eu mesmo iria cuidar para que nenhum dos lobos chegasse perto dela. Ia trancá-la numa torre bem alta onde nenhum daqueles estrupícios pudesse vê-la.

Okay, talvez eu tenha exagerado um pouco.

A questão é: Eu ainda não havia pensado nessa possibilidade, a probabilidade de ela ser o imprint de um dos lobos era grande, mas aquilo me deixava louco, eu não queria dividir meu bebezinho com ninguém.

Agora eu queria que fosse menino! Um menino primeiro, e depois uma menina, assim meu campeão pode defender a irmã desses lobos tarados!

Mentira! Eu ainda queria que fosse uma menina, queria uma miniatura da Ness, mas eu não queria nenhum lobo de brinde.

– Porque pensa isso Seth? – Ness perguntou rindo. Por Deus! Será que ela apoiava aquela história absurda dele?

– Ora, nada mais do obvio! Tenho certeza que algum lobo vai ter o imprint por ela, e é mais que obvio que vou ser eu! Ninguém quer mais do que eu ter um imprint!

– Tá maluco Seth?! Se você chegar perto do meu bebê eu te mato! – Disse rosnando.

– Vou sair daqui antes que sobre pra mim. – Meu pai disse rindo e se retirou para dentro da casa.

– Além do mais as coisas não funcionam assim Seth. Não é você que escolhe. – Embry disse tentando apaziguar a situação.

– Aposto como vou ser eu! – Ele disse.

– Pois eu aposto como vou ser eu! – Contradisse Embry. Como é que é? Até o Embry?

– Você nunca quis ter um imprint, só quer um agora porque eu quero! – Seth se irritou.

– Aposta quanto como vou ser eu? – Embry o cutucou ainda mais.

– Que porra é essa? CALEM A BOCA! –Gritei esbaforido. – NINGUÉM VAI TER IMPRINT COM A MINHA FILHA! NINGUÉM! ESTÃO OUVINDO? – Apontei o dedo para os dois.

– Calma amor. – Ness me abraçou por trás, mas eu não parava de tremer.

– Como assim “Calma”? Você apóia essa sandice dos dois? – Tremi mais.

– Jacob Black, se você não se acalmar vou ter que passar para o plano B. – Ela disse com as mãos perto do meu zíper, e aquilo fez minha tremedeira aumentar, mas não era mais de raiva que eu tremia, e sim de desejo. – Você que pediu.

Ela meteu a mão dentro da minha bermuda e apesar de estar em publico não pude controlar a reação automática que meu corpo teve: gemi alto.

Ela alcançou meu membro e começou a apertá-lo de leve na cabecinha, o que me fazia tremer mais ainda.

– Que nojo! Vão pra um motel! – Embry fez um careta. — Vamos Seth, não precisamos ficar aqui e presenciar essa pouca vergonha. –Ele chamou Seth que tinha os olhos tapados teatralmente e logo depois virou-se para Quil, que outrora estava na varanda mas não se encontrava mais lá, já devia ter levado Claire para dentro para não presenciar aquela cena.

– Não vai parar de tremer? – Ela perguntou rindo.

– Isso que você está fazendo não está me ajudando em nada a parar. – Disse entre gemidos e logo ela retirou sua mão, me fazendo soltar outro gemido, só que dessa vez de protesto.

Nessa hora já não restava mais ninguém perto de nós, todos tinham ido por conta de nossa cena erótica.

– Vamos para nossa casa meu amor. – Eu disse a puxando floresta adentro na direção de nossa casa.

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Caminhamos por uns bons 10 minutos em passos humanos até finalmente chegamos a nossa casa, ela tinha três andares, e era feita de madeira, era um pouco espelhada, tirei essa idéia dos Cullen, mas nada exagerado. Continha uma rampa que fiz especialmente para quando meu pai quisesse me visitar e escadas para qualquer outro.

– É... É... É linda Jake! – Ela disse orgulhosa e meu coração deu um pulo de felicidade.

– Sério que gostou? – Perguntei inseguro.

– É maravilhosa. Foi você que teve a idéia do vidro? – Ela perguntou franzindo a testa.

– Foi, pensei em colocar um pouco do estilo da sua família, sei que a casa não é aquela riqueza toda a qual você está acostumada, mas é nossa e apesar do pouco dinheiro eu juro que nós vamos ser muito felizes nela, nunca vou deixar faltar nada para vocês, nada Ness, eu juro que... – Ela me interrompeu com um beijo apaixonado.

– É perfeita. – Ela disse simplesmente e eu sorri.

Fomos até a porta onde eu a surpreendi pegando-a nos braços.

– Ah, Jake, eu tô muito pesada. – Ela abaixou a cabeça envergonhada.

–Quem te disse isso pequena? – Se algum daqueles lobos tivesse contaminado a cabeça dela com esse absurdo eu mesmo me encarregaria de matá-los.

– Ninguém precisa falar que eu estou gorda Jake, eu tenho espelho em casa. – Ela bufou.

– Você está perfeita. – Disse com adoração e fiquei feliz quando percebi que ela sorriu.

– Jura?

– Eu juro. – Disse e não esperei que ela falasse outra coisa, sua boca me chamava eu precisava dela.

Beijei-a com todo o fogo presente em mim e ela correspondeu à altura, invadindo minha boca com a sua língua maravilhosa. Quando dei por mim já estávamos na bancada da cozinha, totalmente desesperado por mais contato, joguei tudo que estava em cima da bancada no chão, colocando Nessie sentada e eu entre suas pernas, fazendo uma fricção gostosa com nossos sexos.

– JAKE! ASSIM... — Ela dizia rebolando em meu pau enquanto eu acelerava o ritmo daquela dança ainda com roupas.

Aos poucos fui entrando em seu vestido com minhas mãos, primeiro acariciei sua barriga para logo depois ir até seus seios, ela estava sem sutiã e aquilo me enlouqueceu,tratei logo de me livrar de seu vestido de uma vez, eu precisava de seus seios em minha boca, precisava sentir aquela textura deliciosa.

Quando vi seus seios completamente ao meu dispor caí de boca sem esperar nem um segundo. Eu já estava mais do que duro, eu não queria preliminares, mas eu precisava pensar nela, ela merecia carinho e eu não iria negar, agüentaria até a hora que ela implorasse para que eu me afundasse em sua gruta.

– MINHA PUTINHA! MINHA VADIA. – Eu dizia enquanto mamava desesperado, não queria sair dali tão cedo, só tinha um gosto que era melhor do que o gosto dos seios da minha rainha, o gosto de sua boceta quente, aquilo sim era minha perdição.

Ela se contorcia toda e gemia muito alto, larguei seus seios por um instante para tapar sua boca com a minha, mas logo voltei a meu trabalho, me dedicando por inteiro.

– JAKE... EU PRECISO... – Ela disse ofegante.

– Do que minha pequena? – Disse passando minha mão por cima de sua calcinha e apertando um pouco o lugar de seu clitóris.

– DE VOCÊ... AWN...– Ela gemeu.

– Onde? –Provoquei-a ainda mais.

– AQUI.. – Ela juntou sua mão a minha, indicando onde queria.

– Quero que fale. – Ordenei com minha voz de alfa.

– Não fala assim senão eu gozo. – Ah, então quer dizer que minha voz de alfa a excitava?

– ANDA VADIA! FALA LOGO! – Gritei com o tom alfa.

– FODE GOSTOSO MINHA BOCETINHA FODE! QUERO QUE ME DEIXE TODA ASSADA, MEU MACHO! – Ela disse e eu me descontrolei, rasgando sua calcinha na hora e sem esperar sua permissão ataquei sua boceta com minha boca. – JAKEEEEE! AAAAAHH! OH, OH. – Ela segurou minha cabeça com as mãos, me prendendo ali.

– Gosta assim? – Perguntei mordiscando seu clitóris.

– GO-GOSTO, OH. – Ela gritou.

– E assim? – Lambi toda a sua extensão e a olhei safado.

– MEU MACHO GOSTOSO!

– Isso! Todinho seu! – Lambi faminto sem parar, mordiscando aquele botãozinho que a fazia gritar.

Senti-a tremer e logo sua mão me puxou ainda mais, querendo me fundir a ela. Aumentei mais o ritmo, querendo prolongar seu prazer.

Ela caiu exausta no balcão, mas não a dei tempo para descansar, abaixei minhas calças rapidamente e abri suas pernas, me enfiando sem dó em sua intimidade, fazendo-a soltar um grito de dor e prazer.

Comecei meus movimentos rápidos e precisos, eu não ia dar moleza a ela se era o que ela estava pensando.

Seus seios subiam e desciam com rapidez e aquilo me deixou ainda mais excitado, eu metia descontrolado e logo senti seus músculos me apertarem, me dando um prazer indescritível, mas não parei, eu estava longe de gozar.

Ela gozou novamente e ficou molinha em meus braços, eu não a queria desse jeito, eu a queria gemendo, então comecei a masturbá-la, enquanto a penetrava e não demorou nem um minuto e ela já estava louca em baixo de mim.

Ainda conectado a ela, a peguei nos braços enquanto a beijava, e subi até nosso quarto.

A joguei na cama com brutalidade, mas ao mesmo tempo carinho – Afinal ela estava grávida– e subi nela, beijando seu pescoço enquanto ela arranhava minhas costas, me fazendo sentir um arrepio gostoso.

– De quatro. – Mandei e ela virou-se na hora, arrebitando-se toda. Era uma vadia mesmo.

Montei nela como um animal e estoquei-a lentamente, ela remexeu-se pedindo mais contato.

–Não, não, não... Fica quietinha. – Disse apertando seu corpo firmemente, impedindo-a de se mexer.

– JAYY! – Fazia tanto tempo que ela não me chamava assim. Que saudade eu senti de ouvir aquele nome.

– Fala Jay de novo, fala pequena. – Eu ia devagar e no final eu rebolava, terminando assim de meter ele todo, e ao que parecia ela adorava quando eu rebolava no final.

– Meu Jay. – “Isso! Seu Jay meu amor!” Tive vontade de gritar, mas estava muito ocupado gemendo. Eu amava quando ela me tratava com possessividade, dizendo que eu era dela.

Eu queria comer seu traseiro gostoso por isso tinha de tratar de prepará-la. Enfiei um dedo em seu interior enquanto bombeava sua boceta.

– Calma neném. – Disse em seu ouvido quando ela se remexeu tentado retirar meu dedo de seu interior. – Shiii. – Tentei acalmá-la mas enfiei outro.

– Jakey- Ela protestou.

– Calma meu amor, só estou te preparando...

Ness logo se acostumou com a sensação e passou a rebolar seu traseiro em meus dedos. Aquela mulher fora feita para mim.

Mesmo com o ritmo lento meu pau tinha adoração por ficar naquela gruta quente e apertada, sim apertada, e muito, Ness estava mais apertada do que nunca o que me fazia delirar dentro dela. Eu aumentava e diminuía o ritmo, mas aquilo não foi o suficiente para me impedir de gozar.

Logo senti a mais maravilhosa sensação do mundo, uma queimação que começava desde minha boca até o meio de minhas pernas, aumentei o ritmo de minhas estocadas ao mesmo tempo em que fazia circulares no clitóris de Ness, suas paredes se contraíram a minha volta, eu amava gozar daquele jeito, juntinho dela, me levava a outro patamar de orgasmo.

O corpo dela caiu exausto na cama, o cheiro de sexo enchia o quarto, lhe dando um ar selvagem, mas eu não iria dar descanso a ela. Ela não queria tanto a surra? Pois agora ela iria ganhar.

– Levanta vadia, quero que chupe meu pau. – Sussurrei em seu ouvido e ela estremeceu.

–Jake...

–Sem protestos minha putinha, quero que mame gostoso no meu cacete. – Disse acariciando meu pau que já estava ficando duro novamente

Ela ajoelhou-se na cama, ainda cambaleante e segurou na base de meu membro, olhando em meus olhos e lambendo os lábios, a fazendo ficar fodidamente sexy. Sua boca lambeu a cabecinha e aquilo foi meu delírio, eu não queria que ela fizesse joguinhos, queria que ela enfiasse logo tudo na boca.

– Hum, parece que meu jakezinho cresceu. – Ela disse com a voz rouca fazendo um vai vem gostoso com a mão.

Ela havia notado! Aquilo poderia parecer ridículo, afinal um homem da minha idade não deveria ficar feliz só por conta daquilo, mas foi impossível controlar o sorriso que se fez em meu rosto.

Enfiei sua cabeça de encontro ao meu pau sem o mínimo de carinho, ela não queria que eu fosse bruto? Pois eu seria.

Apesar de minha tentativa, não cabia nem metade na boca dela, mas a sensação de tê-la ao redor de meu membro, mesmo que não fosse nele todo era maravilhosa.

Após algumas chupadas senti que não ia, mas aguentar e a coloquei deitada de bruços, ela se empinou um pouco, mas eu não a queria de quatro, eu a queria completamente deitada na cama, como se fosse dormir, aquilo dificultaria minha entrada e tornaria tudo mais delicioso além de aumentar o atrito entre nossos corpos.

Abri um pouco suas pernas, só o suficiente para que eu entrasse e foi o que fiz, mesmo com dificuldade consegui adentrar minha caverna aconchegante, enquanto ela me aquecia e me acolhia.

Aquela posição era simplesmente perfeita, eu não agüentaria muito tempo lá e ao que parece Ness também não, já que ela já dava indícios que iria gozar.

– MEU ANJO! OH, EU VOU... ISSO! – Meti com mais força e logo a fui alcançado novamente pelo prazer, meus jatos foram derramados em seu interior com fúria e eu caí ao seu lado suando e tremendo, aquele havia sido o melhor orgasmo que já havia tido em minha vida.

– Jay... – Ela gemeu quando saí de sua buceta totalmente melada pelo meu gozo.

Se eu não soubesse que Ness estava grávida, arriscaria dizer que Ness engravidaria nessa noite, estava sendo tudo muito intenso, eu tremia o tempo todo, mas nunca me transformava, aquilo era no mínimo estranho.

Tombei ao seu lado e a puxei para meu peito.

– Se prepare porque a noite mal começou meu amor.

– Pensei que você fosse me comer pela porta dos fundos. – Ela disse rindo e olhou para mim, mas parou assim que viu que eu não fazia o mesmo. – Jay... – Ela afastou-se um pouco de meu corpo, mas eu a puxei com brutalidade para mim.

– E quem disse que não vou? – Sussurrei lambendo seu lóbulo lentamente.



Notas finais
Foda essa briguinha do Seth e do Embry! Ao que parece Seth quer muito ter o imprint com o bebêzinho do Jake, e Embry entrou na jogada. Agora só nos resta saber se vai ser uma menininha mesmo ou não! Eu amei escrevê-lo, mas achei que ficou meio pequeno, será que ficou ruim? Será que estou perdendo a prática? kkkkkkkkk. Próximo capítulo tem mais.
A votação continua! Quem não votou pode votar agora.
Ah, e atenção gente, a fic tem 100 LEITORAS, e nem um terço comenta, em um capítulo recebo no máximo 30 reviews e isso me desmotiva, agradeço muito a quem comente e vamos aparecer fantasminhas, afinal como eu já disse anteriormente, a fic é movida a reviews e garanto que respondo cada um!
O PRÓXIMO SAI COM 550!