Desejo - Hiatus

34 Reconciliação


Notas iniciais
Oi gente, demorei mas cheguei.! Boa Leitura!

PVO Renesmee

– Ja- Jake... – Falei sem forças perante aquela cena.

O bipe começou a apitar cada vez mais rápido e eu não fazia a mínima idéia do que aquilo significava. Comecei a entrar em desespero.

- Pelo amor de Deus! Alguém me ajude! – Gritei sem saber o que fazer.

Foi tudo muito rápido, em um minuto eu estava sozinha no quarto pedindo ajuda e no outro o quarto já estava completamente cheio de lobos, Embry foi o primeiro a entrar, seguido de Sam e boa parte da alcatéia atrás dele.

Eles nada falaram, fizeram alguns ajustes nos aparelhos e logo eles pararam de apitar.

Logo todos olharam para mim, como se esperassem alguma pronunciação de minha parte, mas permaneci calada.

Sam limpou a garganta e fez como se fosse falar, mas Embry o interrompeu.

- Oi Nessie. – Ele disse com um sorriso fraco, mas não de raiva de mim, e sim de cansaço, ao que parece Jacob estava dando trabalho.

- Oi Embry. – Eu não sabia o que dizer então só por responder seu cumprimento.

Ele se aproximou devagar, meio relutante e me abraçou.

Logo percebi que havia algo errado, na mesma hora que ele me abraçou ficou rígido e então se separou de mim.

- Ness, desculpe a pergunta, mas você engordou ou é impressão minha? – Embry disse com um sorriso sacana no rosto, o que me fazia crer que ele já havia descoberto tudo.

- Embry! Não se fala isso para uma mulher grávida! – Fiz-me de indignada e soltei a bomba como se fosse sem querer.

- Grávida? –Disse Sam assustado. – E o que é isso?

— Sam! È o filho do Jake! – Embry disse com raiva.

- Embry, fico muito feliz pelo Jacob, mas não se esqueça que antes de qualquer coisa, eu devo proteger a tribo. Desculpe Renesmee.

- Tudo bem, Sam, eu entendo. – Entendia porra nenhuma! Quem ele pensava que era para chamar meu filho de “isso”? – Será que eu poderia ficar um tempinho a sós com o Jake? Prometo não demorar.

Todos se olharam cautelosamente.

- Tem certeza disso Ness? – Quil perguntou.

- Vai ser rápido, eu juro. – Disse diante de sua cara de preocupação. – Não vou me descontrolar. – Afirmei.

Ele assentiu ainda meio relutante e em menos de um minuto eu já me encontrava sozinha no quarto com Jacob.

Aproximei-me lentamente da cama, e toquei sua mão.

- Oi meu amor. – Disse com as lágrimas começando a cair de meu rosto. – Sei que fui uma idiota, não deveria ter feito aquilo com você... Eu te amo, sabia disso?... – Funguei. — Fui uma burra, mas prometo que aquilo não irá se repetir... – Fiz carinho em seu rosto com a outra mão. Mesmo dormindo ele continuava perfeito, a imagem de um anjo. – Não tenho muito tempo para falar, seus amigos estão aí fora... Cuidando de você, fazendo uma coisa que eu deveria fazer... Desculpe. Volta pra mim, sei que não mereço, mas quero que você volte, eu preciso de você... Nós precisamos de você- Disse colocando sua mão em meu ventre.

Dei um beijo casto em sua testa e me retirei sem olhar para trás, precisava ver meus pais. Tinha que dar algum crédito a Sam, precisava tentar desvendar algo sobre meu bebê, mesmo sabendo que isso não mudaria em nada meu amor pelo mesmo.

OOoOO

– Renesmee! – Minha mãe gritou vindo em minha direção me abraçando.

- Mãe... Não consigo respirar. – Ela ainda não havia se acostumado totalmente com a parte vampira e algumas vezes se excedia com sua força.

Ela me soltou e finalmente pude olhar diretamente em seus olhos – os meus olhos – e constatei que se ela pudesse chorar ela já estaria em prantos.

- Desculpe querida... Senti tanto a sua falta. – Ela me abraçou novamente só que colocando menos força dessa vez. E logo teve a mesma reação de Embry. – O que é isso? – Ela perguntou assustada. – É o que eu estou pensando?

- É sim mãe, a senhora vai ser vovó.

- Oh querida, isso é tão bom, parabéns! – Ela disse emocionada. — Não sei o que estou sentindo nesse exato momento, é algo como a felicidade, mas também está me assustando... Será que sua gravidez vai ser como a minha? Já fez algum exame? Como é... – Ela bombardeou-me de perguntas.

- Calma Bella, está tudo bem. – Meu pai interrompeu seu falatório antes que eu o fizesse.

- Como pode saber Edward? E se acontecer algo com nossa menininha? – Meu pai riu de seu desespero. – Não ria Edward Cullen! Estou falando sério! – Ela o repreendeu séria, mas ele não se agüentou e continuou a rir, ao que parecia eu havia perdido algo.

- Emmet. – Meu pai disse em resposta a mim e se dirigiu a minha mãe. — Fique calma Bella, vamos entrar, todos nos esperam no escritório de Carlisle.

- Okay. – Ela suspirou derrotada.

- Perdão... – Ele sussurrou com a voz tingida de dor em meu ouvido enquanto me abraçava e dava um beijo em minha testa. – Se eu soubesse que nos daria tanta alegria, se eu tivesse idéia do que iria representar juro que nunca nem se quer iria ter pensado na possibilidade de... Mas sua mãe estava tão frágil, e eu... – Ele se embaralhava com as palavras, coisa não comum para Edward Cullen.

- Está tudo bem, pai. – Disse com lágrimas nos olhos, eu andava muito emotiva ultimamente. – Tudo bem. – As enxuguei.

Logo que entramos na casa fui recebida por todos com muito carinho, como eu nunca os tivesse abandonado, eles me amavam, apesar de tudo. Tia Rosalie pediu desculpas pelo ocorrido e prometeu nunca mais se intrometer em minha vida com Jacob, – ou cachorro como ela mesmo disse, ao que parece aquela mania de xingar Jacob nunca iria acabar– e quase teve um treco quando disse que estava grávida, mas por incrível que pareça não foi de raiva e sim de alegria, já que seria mais um bebê na família – assim como meu pai, ela ainda me considerava um bebê -, depois de muito lenga-lenga da parte de todos, me mimando e dizendo o quanto me amavam e blábláblá, passando madrugada adentro nesta conversa, finalmente reuni coragem para falar com meu pai. O sol já tinha nascido quando o chamei para a floresta, a uma distância considerável da casa e pedi que ele me explicasse toda a história de minha mãe com Jacob, sem esconder nada.

Poderia ter escolhido qualquer um naquela casa para me relatar os fatos, mas optei por meu pai, não por falta de confiança nos demais, mas sim por perceber que ele havia exercido o mesmo papel que eu pensava que estava exercendo na história: O papel de corno.

- É, realmente eu exerci um pouco esse papel, mas é isso que se faz quando ama alguém Ness, esperasse por ela, faz-se qualquer coisa por ela. – Ele respondeu a meus pensamentos- Mas isso não ocorre mais Ness, sua mãe nunca amou Jacob, assim como Jacob nunca amou sua mãe, graças a Deus ambos perceberam antes que fosse tarde...

– Mas eles já se beijaram antes, não é? Ela já disse que o amava uma vez, não é? Por que alguma coisa teria mudado agora?

– Você... Você mudou tudo, você era a razão pela qual Jacob achava que amava Bella. Ele estava lhe procurando. Mas isso é complexo demais para que eu possa lhe explicar. Só quem pode responder a todas as suas perguntas é ele. Só ele sabe a intensidade dos seus próprios sentimentos.

Fiquei calada por alguns instantes absorvendo suas palavras.

– Mas como irei falar algo? Ele está quase morto. – Quando disse aquilo um breve sorriso surgiu nos lábios de meu pai. – Pai!

– Calma Ness, não é por causa disso que eu estou sorrindo. – Ele riu me abraçando. – Nossa! Como senti falta de te abraçar meu anjinho! Eu e sua mãe fizemos um ótimo trabalho. – Fiz uma careta quando ele mencionou aquilo. Eca!

– Então pelo que está sorrindo? – Perguntei impaciente batendo o pé na terra, parecendo aquelas crianças mimadas dos filmes, credo!

– Pela sua ingenuidade e falta de informação.

– Como assim? Não estou entendendo nada.

– Jacob já acordou querida, a cerca de uma hora, e acredito eu que se você não for vê-lo o mais rápido possível, logo ele virá aqui em casa por conta própria, os lobos estão se esforçando para contê-lo, mas não irão conseguir por muito tempo. E, apesar de minha pouca experiência no ramo da medicina, eu creio que não seria muito bom que ele viesse até aqui no estado em que ele se encontra. – Um sorriso se expandiu por meu rosto, preparei-me para ir a La Push, mas me refreei quando percebi a falta de educação que iria cometer com meu pai e ele poderia ficar magoado. – Não se preocupe comigo, não sou tão velho assim, posso muito bem voltar para casa sozinho. – Ele fez graça. – Chegamos lá em meia hora. – Ele disse piscando para mim. Não perdi mais tempo e me lancei floresta adentro.

OOoOO

Corri como uma louca para La Push, não encontrei nenhum dos lobos, todos deviam estar na missão Controlar Jacob. Eu continha um sorriso alegre no rosto, meu Jake estava bem!

Avistei de longe a velha casa de tio Billy, e pude notar que os lobos estavam em volta da casa, formando um círculo ao redor dela, a fechando para que ele não saísse.

Logo Quil veio em minha direção ofegante, ele se encontrava um pouco suado, o que era de se estranhar já que a noite estava congelante.

– Ah, Ness, graças a Deus que chegou, você precisa acalmar o Jacob, tentamos segurá-lo por um tempo, e estava dando certo até que falamos que você só viria aqui vê-lo no período da tarde, aí a situação saiu do controle e ele está prestes a entrar em fase e ir atrás de você- Ele disse num fôlego só, me rebocando para a casa pelo braço, mas sem fazer força.

– Como ele acordou tão rápido? Ele não estava em, sei lá... Tipo um coma? – Perguntei estranhando o pouco tempo que ele se recuperou.

– Sei lá, acho que foi seu cheiro. – Ele deu com os ombros. – Mas não se engane, ele está muito mal, por isso não o deixamos sair a sua procura, ele está quase não se segurando em pé, as pernas estão bambas e ele está pálido, além de muito fraco. Não sei como ele está encontrando forças para brigar com todos aqueles lobos, pois acredite, tem cerca de quatro lobos dentro da casa para tentar contê-lo e apesar disso não está dando certo. Já íamos mandar alguém atrás de você, mas graças a Deus você nos poupou o trabalho, não sabíamos onde estava.

Ele me deixou na porta da casa e me desejou um rápido “Boa Sorte”. Respirei fundo e entrei na pequena cabana onde Jake morava, mas para a minha surpresa ele não se encontrava na sala, gritos vinham do quarto, então segui o som e logo eu me encontrava no cômodo.

Paul, Rachel, Embry, Jared e Sam estavam no local e circundavam uma cama de casal, Rachel estava escondida atrás de Paul, que tremia um pouco, eu tinha certeza absoluta que ela havia insistido muito para ficar ali, por isso Paul ficou com ela, e apesar de deixá-la ficar, ele não a deixava chegar nem um milímetro perto da cama, que era onde Jacob estava, tão irado que nem havia notado minha presença.

– VOCÊS NÃO MANDAM EM MIM PORRA! – Ele dizia fora de si. – NÃO ME TOQUEM! –Ele tentava se levantar, mas antes que conseguisse todos os lobos o empurravam novamente a cama. – QUAL É O PROBLEMA DE VOCÊS? – Ele gritava furioso, mas ninguém o respondia. – ME DEIXEM EM PAZ!

Pigarreei um pouco alto para chamar suas atenções para mim.

Todos os lobos viraram-se no mesmo instante, Rachel, por ser humana, só virou-se segundos depois, quando finalmente percebeu minha presença.

Mas minha concentração não estava em nenhum deles, estava no cara com a pele moreno avermelhada e olhos negros penetrantes que se encontrava em cima da cama de casal.

Logo que se virou, a careta de Jacob foi substituída por um sorriso glorioso, seu corpo, que antes tremia, parou instantaneamente e seus músculos, antes tensos, relaxaram totalmente. Seus olhos iluminados focaram-se nos meus, mas não se demoraram e logo desceram por meu corpo, quando chegou à barriga seu sorriso de abriu de uma forma tão linda que cheguei a pensar que rasgaria suas bochechas. A alegria em seu rosto era quase palpável, seus olhos brilhavam com um misto de satisfação e felicidade.

Sem falar absolutamente nada, ele estendeu a mão para mim.

Os presentes abriram o caminho sem relutar, visto que Jacob estava claramente mais calmo,quando minha mão encontrou a sua o senti tremer um pouco, mas a sensação logo passou, assim que ele abaixou-se e beijou delicadamente minha barriga de três meses, logo ele me puxou de forma carinhosa para seu colo, me colocando em posição fetal, me ninando como se eu fosse um bebê.

Ele nada falava, simplesmente olhava para mim com seus olhos resplandecentes e me cheirava, no inicio achei estranho, mas logo me acostumei, era tipo um carinho. Começou cheirando meu cabelo, para logo depois o rosto e depois o pescoço, onde por ali ficou, só aspirando meu cheiro.

Sua mão, antes apoiada na cama, foi para meu ventre, onde ele começou a afagar ternamente ainda com a cabeça no vão entre minha cabeça e ombros.

– Bom... – Embry começou. – Acho que já podemos nos retirar... – Ele disse meio que esperando uma confirmação da parte de Jacob, um gesto que parecia que não iria vir, já que Jake se encontrava muito concentrado em sua tarefa, então eu o fiz, assenti suavemente com a cabeça e ele se retirou juntamente com os outros, a não ser Rachel, que olhava preocupada o irmão.

– Vamos Ray. – Paul a chamou.

– Mas... e o Jake?

– Tenho certeza que ele está onde ele sempre quis estar. – Rachel quis argumentar, mas Paul a puxou de forma calma para fora do quarto antes que ela o fizesse.

– Amor... – Ele sussurrou baixinho para si mesmo. – Você está linda. – Ele disse sorrindo encantado alternando olhares de minha face para minha barriga. – E grávida. Nunca pensei que pudesse me sentir tão... Acho que a melhor palavra para descrever o que sinto é maravilhado, mas nem isso relata o que estou sentindo nesse exato momento, é tão perfeito que parece um sonho. Um filho, um bebê meu e seu! Simplesmente não há palavras.

– Jake, sinto muito pelo o que aconteceu na floresta... – Comecei, mas ele não me deixou terminar, colocando o dedo indicador em minha boca, tapando minha fala.

– Isso não importa minha pequena, você teve seus motivos, não quero falar sobre isso agora, talvez depois, por favor. – Ele pediu com um olhar que não pude negar, mas não iria deixar aquilo passar em branco, mais cedo ou mais tarde aquela conversa iria acontecer, ele não poderia ficar passando a mão em minha cabeça como se eu fosse uma santa e não tivesse feito nada. – Vai ser uma menina, tenho certeza. – Ele disse convicto.

– Por quê? – Queria um menino, que fosse parecido com ele, um mini Jacob.

– Vai ser perfeita igual à mãe. – Ele disse fazendo círculos ao redor de meu umbigo.

Tentei acomodar-me melhor em seu colo, mas o gesto fez com que Jake soltasse um gemido de dor. Levantei-me rapidamente.

- Oh, meu deus, vou chamar alguém. Desculpe Jake. – Disse o fazendo deitar. Ele me olhava confuso, mas mesmo assim deitou-se como eu mandei. – Sabia que você estava fraco e mesmo assim sentei em seu colo, eu não podia! Desculpe mesmo. – Puxei os cabelos na nuca em um ato claro de nervosismo.

Já estava virando para sair do quarto quando senti sua mão tocando a minha e puxando-me de volta a cama.

–Não pequena, vem aqui, eu preciso de você. Seu macho precisa de carinho. — Ele disse pondo minha mão em seu membro que já estava começando a ficar duro por baixo na cueca boxe branca que mal cobria seu pau delicioso.

– Jake! Nós estamos na casa do seu pai!- Disse molinha em seus braços enquanto ele beijava meu pescoço. – Além do mais, você não está em condições.

— Não preciso estar em condições para fazer amor com a minha mulher. – Ele brincou. -Eu preciso Ness... Pelo o amor de Deus, não me faz esperar mais do que eu já esperei. – Ele disse acelerando o ritmo de minha mão em seu membro e gemendo com o ato. – Eu estava com tantas saudades...

Ele estava fodidamente sexy naquela cama que era rodeada de aparelhos, dando uma aparência de hospital, era uma fantasia sexual que eu não sabia que tinha, transar com um homem numa cama de hospital, a pouca roupa com que ele estava me deixava toda molhada.

- Vem gostosa... Vem... Sei que você quer... – Ele disse me puxando para a cama, me fazendo ficar em cima dele, com meu traseiro em cima de seu membro. — Oh, isso é boooom. – Ele urrou quando comecei a rebolar em seu pau que pulsava embaixo de mim, deixando minha intimidade totalmente encharcada.

- Meu Jacob... – Disse toda possessiva. Meu homem.

- Seu Jacob. – Ele disse dando pequenas mordidas em meu pescoço. – Você foi uma menina má Renesmee, e meninas más precisam ser castigadas – Ele disse em um tom rouco, fazendo minha intimidade dar uma fisgada dolorosa em resposta.

- Castigo? – Falei saindo mais como um gemido. – E qual seria? – Me animei.

- Uma surra bem dada de pau. – Ele sussurrou em meu ouvido ao mesmo tempo que invertia nossas posições, assumindo o controle. – Vou deixar sua boceta toda esfolada, minha vadia. – Dito isso ele literalmente rasgou minha blusa, fazendo os botões voarem pelo quarto, beijou primeiro minha barriga e depois se retirou meu sutiã, se concentrando em meus seios.

- Jake... – Eu estava completamente mole em seus braços, não conseguia raciocinar direito.

Mas como tudo que é bom dura pouco logo ouvimos a porta do quarto ser aberta e alguém entrar.

Corei imediatamente, a posição em que eu e Jake estávamos era completamente obscena, nossas pernas estavam enroscadas em uma encoxada gostosa, meus seios estavam completamente descobertos enquanto ele mamava com vontade, ao que parecia Jacob ainda não havia percebido que alguém havia se juntado a nós no quarto.

Apesar de meus esforços, não consegui controlar o gemido que saiu de minha boca, Jacob estava faminto e as chupadas que ele dava eram deliciosas, fazendo os gemidos saírem de minha boca a contra gosto.

- Caham. – Meu pai pigarreou. Meu pai?! Oh, God! Merda, mil vezes merda!

Jacob mesmo sem vontade largou meus seios, e olhou furioso para a porta, mas quando percebeu de quem se tratava ele arregalou os olhos e logo pegou o lençol que estava ao lado de seu corpo e cobriu minha parte desnuda.

Jacob limpou a garganta, como se para não pronunciar algo que não devesse e logo se pôs a falar.

- O que faz aqui, Edward? – Jacob perguntou assustado.

- Devo alertar que isso que aconteceu agora a pouco nunca mais se repetirá. Estão ouvindo? Isso foi muito nojento, não quero ver minha filha assim nunca mais! Ouviu Jacob? – Jake assentiu, pois não havia como discordar de algo como aquilo, ver a filha gemendo nos braços de um homem era no mínimo esquisito. – E respondendo a sua pergunta, vim ver se está bem, mas vejo que está muito bem. – Ele disse com desconforto nítido na voz. – Carlisle está chegando para aplicar morfina em você Jake, sei que não está bem. – Jacob bufou.

- Estou perfeitamente bem Edward. – Papai revirou os olhos.

- Não está não, e creio que o que vocês estavam fazendo não é recomendado, você ainda se encontra muito fraco. – Ele disse para Jacob, mas com o olhar em mim. – Vou dar uma volta, e não quero ouvir gemidos, creio que terá bastante tempo para isso quando levar minha filha para longe de mim.

— Nem é tão longe assim Edward. – Eles agiam como se eu estivesse aqui.

- Do que estão falando?

- Vou dar minha volta. – Papai disse se retirando.

- Do que estavam falando? – Voltei a repetir.

- Da nossa casa. – Jacob disse envergonhado.

PVO Jacob

- Como assim nossa casa Jake? – Ela perguntou com a confusão nítida em sua voz.

— Pequena, eu... – Abaixei a cabeça envergonhado? E se ela não gostasse da casa?

— Jake... – Ela segurou meu queixo e levantou minha cabeça, olhando diretamente em meus olhos com aqueles olhos que me deixavam louco, meu centro do universo. Passando-me a confiança que eu precisava para falar. – Responde amor. – Ela insistiu.

— A casa que eu construí para a gente. – Ela arregalou os olhos. – Mas não se preocupe, se você não gostar eu vendo ela e compro outra, uma que seja do seu agrado, uma que você escolha... Se você quiser a gente nem precisa morar longe, a gente pode morar na casa dos seus pais mesmo... Só fiz a casa porque pensei que você quisesse ter mais privacidade, mas se você não quiser tudo bem... Só preciso ficar juntinho de você meu anjo, posso morar em qualquer lugar, só preciso de uma cama em que você possa ficar confortável, e eu possa dormir agarradinho com você e com nosso bebê, sentindo seu cheiro maravilhoso, se você não quiser eu posso... – Tagarelei tentado me desculpar diante de seu susto. Eu seria capaz de morar com sanguessugas pelo resto da minha vida se fosse para tê-la junto de mim.

— Cala a boca Jake! – Ela interrompeu-me. – Quem disse que eu não quero a casa? Só fiquei surpresa, afinal, me disseram que você estava doente e muito fraco...

— Quando fiz a casa ainda não tinha caído de cama, na verdade acho que ela é quem fez eu cair, já que fiquei mais fraco enquanto construía, era um trabalho muito pesado e acho que eu não estava em condições... – Falei naturalmente e percebi a burrada que estava fazendo quando uma lágrima caiu à contra gosto de sua face. Enxuguei-a no mesmo instante e fiz com que ela olhasse em meus olhos. – Hey.- A chamei.

Ela fungou e olhou-me com o arrependimento nítido no olhar.

— Tudo culpa minha.

— Nunca mais repita isso, está me ouvindo? – Falei alterado, respirando fundo para me controlar. – Eu fui fraco, eu deveria ter agüentado, se eu tivesse agüentado, eu teria sido o primeiro a ver sua barriga com o nosso filho, eu teria sido o primeiro a perceber e não o pamonha do Embry... – Ri um pouco para descontrair. – Não se culpe meu amor, pois eu não te culpo.

— Jura? – Ela perguntou fazendo bico, ri ainda mais com a cena, Ness parecia tão criança às vezes, eu só sabia que não era pois já havia provado daquela mulher, e nosso filho estava lá para provar.

— Juro. – Disse atacando seus lábios, como senti falta daquilo! Aqueles lábios haviam sido feitos para serem encaixados nos meus. Céus! Como eu a amava! – Mas isso não vai passar em branco Jake, vou me desculpar de verdade com você! – Ela separou nossos lábios e disse decidida, sabia que ela não iria deixar passar em branco, e eu, como bom marido que era, iria ouvir tudo, e depois fingir que só a perdoei naquele momento, já que ela já havia sido perdoada há tempos.

Opa!Peraí! Marido?

— Ness, precisamos resolver uma coisa! – Disse quando ela começou a atacar meu pescoço. – Ness... – Já estava desistindo de tocar naquele assunto quando ela parou.

— O que? – Ela disse um tanto irritada.

- O nosso casamento.


ATENÇÃO LEITORAS!

ENQUETE!!

COMO TODAS SABEM REVIEWS SÃO MEU ESTÍMULO PARA DAR CONTINUAÇAO A FIC, E ESTOU MUITO SATISFEITA COM O NÚMERO QUE ANDO RECEBENDO. SÉRIO, VOCÊS SÃO DEMAIS! ENTÃO RESOLVI ONTEM QUE, COMO PRÊMIO, VOCÊS IRÃO DECIDIR O QUE VAI SER O FILHO DA RENESMEE E DO JAKELÍCIA. EU JÁ HAVIA DECIDIDO O QUE IRIA SER, MAS RESOLVI QUE QUEM DEVERIA FAZER ISSO SÃO VOCÊS.

MENINO OU MENINA? NÃO VALE VOTAR EM GÊMEOS ( Juro que isso tem uma explicação que vai ser dada no capítulo do parto)! MANDEM REVIEWS DIZENDO O QUE PREFEREM ( E comentando o capítulo, claro).

O RESULTADO VOCÊS IRÃO SABER NO CAPÍTULO DO PARTO, QUE AINDA VAI DEMORAR UM POUQUINHO PARA CHEGAR, POIS AINDA TEMOS MUITOS CAPÍTULOS PELA FRENTE.

VOTEM!

By:CasalBlack

Notas finais
Gostaram? ATENÇÃO:o próximo capítulo tem hentai pesado! muahahaha, então, quem não gosta, não leia! À Vontade para comentar!
LEIAM, COMENTEM E RECOMENDEM!