Desejo - Hiatus
39 Praia
Notas iniciais
Ah, estou sentindo falta das leitoras antigas, cadê a Jessica Alana? Não tá gostando da fic linda? Espero que não seja isso! :)
PVO Jacob
Dias se passaram e tudo voltou normalmente a sua rotina, as coisas estavam calmas e não havia necessidade de eu me transformar, mas eu fazia mesmo assim, afinal, eu teria de me transformar sempre para ficar com Renesmee.
Sam aproveitou o momento para tentar parar de se transformar.
Ness ainda não havia ido visitar seu avô para verificar como estava nossa pequena, a consulta estava marcada para semana que vem, e infelizmente eu não poderia ir por conta do trabalho. Pois é, eu estava trabalhando, ainda não havia aberto o negócio, mas o estava construindo. A loira burra, leia-se Rosalie, havia me emprestado boa parte do dinheiro, que eu prometi pagar com juros, mesmo sabendo que ela não cobraria nem um centavo pois ela estava fazendo isso tentando se redimir com Ness por ter feito toda aquela confusão que a deixou afastada por uns tempos.
Edward arranjou um diploma falsificado para mim, ele bem que queria que eu terminasse a faculdade, mas nas condições atuais não havia condição, eu não agüentaria ficar longe de Ness, se já era difícil antes, agora era quase impossível. Um dia eu iria voltar e terminar o curso, ia me formar por mérito próprio, mas por enquanto minha prioridade era minha família, a família que eu estava construindo com Ness.
Ah, finalmente era meu aniversário, acordei me sentindo revigorado pela noite maravilhosa que Ness havia me proporcionado. Eu havia dormido dentro dela, aquilo havia que virado meio que um costume nosso, e eu amava, estava cada vez mais viciado naquela caverna aconchegante.
O diferencial da noite passada foi o fato de não termos entrado madrugada adentro fazendo sexo, ela havia parado antes de chegar às dez da noite, alegando cansaço por conta da gravidez.
Apesar da barriga de Ness estar bem maior, ela não reclamava, o que me deixava um pouco preocupado, medo de que tivesse algo errado com nosso bebê, mas Carlisle me acalmava dizendo que estava tudo bem.
Acordei sentindo o peso dela sobre mim, me deixando inebriado com seu cheiro. O que será que ela faria para mim? Uma sessão inesquecível de sexo selvagem ou um jantar romântico com sexo calmo depois?
Ponderei as opções, mas a única coisa que me interessava naquele momento era que ela falasse com aquele sorriso que me tirava o fôlego: “Feliz aniversário, Jay” e um beijo que me deixasse tonto, era só daquilo que eu precisava para que aquela data se tornasse perfeita.
Distribuí beijos na extensão de seu corpo maravilhoso, hoje a única coisa que eu desejava era seu carinho.
Ness andava dormindo muito ultimamente, acho que isso se devia a gravidez, me deixando bem mais tranqüilo, pois aquilo indicava que nosso bebê ia ter pelo menos um lado humano, já que dormia.
Ela logo acordou toda manhosa se espreguiçando e me dando uma visão privilegiada de seu corpo, levantou-se preguiçosamente e sentou-se na cama me dando um beijo gostoso na boca fazendo meu coração perder algumas batidas. Assim que nossos lábios se separaram ela ficou a encarar meu rosto sem falar nada, me olhando com ternura e carinho, sorri, ela lembrou!
Mas por Deus, será que ela não ia falar nada? Eu estava louco para que ela me dissesse as tão sonhadas palavras.
- Eu te amo. – Ela disse com um olhar sincero e venerativo, me dando um selinho.
Eu sempre ficava bobo quando ela falava aquilo, e dessa vez não foi diferente, logo um sorriso de felicidade brotou em meu rosto. Mas daquela vez não era só aquilo que eu queria ouvir naquele dia.
Logo ela se levantou, me fazendo soltar um gemido involuntário por conta da sucção de sua vagina em meu pênis quando ela retirou o mesmo de sua bocetinha rosada.
Que porra era aquela? Não era possível! Será que Ness havia se esquecido de meu aniversário?
Lembro-me claramente de uma vez em que ela perguntou-me quanto tempo eu ainda iria viver.
Flashback On
Era tarde e estava chovendo forte, toda a família Cullen havia saído para caçar, me deixando como babá de Ness, que estava com dois anos e com uma aparência de cinco. Absolutamente perfeita.
Estávamos sentados no sofá a contemplar a televisão, que passava Os Simpsons, eu estava morrendo de rir do Bart, enquanto Ness permanecia calada vendo meu ataque e achando aquilo sem fundamento nenhum, ela detestava Os Simpsons, mas não falou nada quando estava decidindo em que canal colocar, então não achei mal nenhum em me divertir um pouco.
Na verdade, não parecia que ela olhava para mim, parecia que ela estava perdida em pensamentos, em seu próprio mundo.
Assim que consegui controlar-me, virei-me para ela, a olhando inquisitivo, mas ela pareceu nem notar minha presença.
- Ness. – A chamei, mas ela parecia longe. – Princesa... – A sacudi levemente e ela voltou a si, olhando para mim com o olhar confuso.
- Oi. – Ela me incitou a continuar.
- No que estava pensando? – Indaguei curioso, eu era pior do que Edward com Bella nesse quesito, pois Ness sempre me mostrava seus pensamentos e quando ela não mostrava eu ficava emburrado até ela me contar, não queria ser intrometido, mas eu gostava de saber tudo a respeito dela.
- Nada de mais. — Ela deu com os ombros.
- Vamos lá pequena, conte pra mim, não confia no seu Jake? – Me ajoelhei no tapete em sua frente enquanto ela permanecia sentada no sofá.
- Claro que confio Jake. – Ela revirou os olhos já sabendo o que viria a seguir: ela iria me contar, do modo mais fácil ou do mais difícil.
- Então conte. — A incentivei.
- Você é muito curioso!- Ela bufou rindo da minha cara de ansioso. – Tudo bem, vou falar. – Ela respirou fundo. – Jake, todo mundo da minha família são imortais não é?
- É. – Respondi ainda confuso, pois ela já sabia disso, então porque perguntou?
- Até mesmo eu, não é? – Assenti. – E você Jay? Sei que os lobos não precisam viver para sempre, eles param de se transformar quando querem e voltam a envelhecer, voltam a morrer. — Ela disse aquilo com dor no olhar. – Até quando vou te ter perto de mim, Jay? Quanto tempo você vai viver? – Ela indagou com lágrimas nos olhos, lágrimas tão inocentes que minha vontade foi chorar junto, mas me contive.
- Meu anjo, não precisa se preocupar com isso... – Comecei mas ela não me deixou terminar.
- Como não Jake? Você é meu amigo, não quero que me deixe, não quero te perder nunca. – Ela disse a ultima parte com tanta intensidade que fez meu lobo uivar de alegria dentro de mim.
- E não vai, minha pequena, eu juro que não vai, você vai me ter o tempo todo perto de você, tanto que vai até enjoar, mas mesmo assim eu não vou te deixar. E quanto ao que você perguntou: Eu viverei o mesmo tanto que você, viverei até quando você viver. – Disse me agarrando a ela, e deixando suas frágeis e infantis mãos envolverem meu corpo em um abraço reconfortante, que me fez ficar relaxado instantaneamente.
- Jura Jay? – Ela disse com um fio de voz.
- Juro, por tudo que há de mais sagrado nesse mundo. – Disse, mas no fundo queria dizer “Juro por você.”, já que ela era a coisa mais sagrada do mundo pra mim.
Flashback Off
O chuveiro foi ligado e só ouvia-se a água batendo no piso do banheiro, bufei irritado e decidi me levantar e tomar banho no outro banheiro, pois se eu entrasse no mesmo banheiro que ela eu certamente iria jogar na cara dela o quando ela havia magoado com seu esquecimento. Eu preferia não estressá-la pela gravidez e tinha esperança de que daqui para o fim do dia ela lembraria.
Optei por relaxar um tempo na banheira antes de ir para a construção da oficina. Depois uns bons 30 minutos decidi que já estava na hora de sair, meus dedos já estavam murchos e se ficasse mais tempo iria acabar me dissolvendo com a água.
Enrolei-me na toalha secando meus cabelos e amarrando a mesma em minha cintura e subi para arrumar-me em nosso quarto.
Ainda não havíamos feito o quarto de nosso bebezinho, Ness estava louca de vontade de começar, mas juntos decidimos que iríamos esperar até a consulta na semana que vem, tendo em vista a esperança que tínhamos de que Carlisle pudesse nos dizer qual seria o sexo do bebê.
Ness não se encontrava no quarto, ela já havia decido e estava fuçando a geladeira em busca de algo para comer, eu sabia disso pois dava para ouvir o barulho das coisas caindo daqui de cima, eu teria que descer logo antes que ela acabasse se machucando.
Vesti-me rapidamente e logo já estava no segundo andar, onde ficava a cozinha, estava tudo uma bagunça, ovos e manteiga estavam espalhados pelo balcão enquanto Ness pulava desajeitada tentando alcançar uma frigideira em um armário. Sem notar minha presença ela abaixou-se e pegou um pequeno tamborete no canto do cômodo, o posicionando para que pudesse subir e nessa hora eu decidi intervir, ela acabaria levando uma queda se subisse naquele troço.
- Amor, você vai acabar levando uma queda!- Disse tentando ser rude, mas minha voz saiu carinhosa como sempre.
Tirei o banquinho de seu alcance e peguei a panela, depositando-a em suas mãos.
— Obrigada Jay. – Ela me deu um selinho gostoso que apesar de não querer, correspondi mesmo assim, me abaixando e beijando sua barriga carinhosamente depois.
— Oi meu bebê, tudo bem? Mamãe tá cuidando bem de você?- Disse acariciando-a. – Papai vai trabalhar, mas não vai demorar tá? Papai te ama muito! – Afaguei seu ventre e beijei levemente , então me levantei, dando outro selinho em Ness, por mais que eu quisesse não conseguia ficar com raiva, eu estava magoado, mas com raiva não. – Volto mais tarde. – Disse sem olhar em seus olhos, para que ela não visse a tristeza contida nos meus.
Eu já havia encomendado um carro, mas ele só iria chegar daqui a mais ou menos um mês, então caminhei normalmente a passos humanos, não estava com animo para trabalhar.
Contratei os lobos para me ajudarem a construir a oficina assim como fiz com a casa. Eu os pagava muito bem, pois eles faziam o trabalho mais rápido do que um humano normal além de serem meus amigos e merecerem por me apoiarem em tantos momentos.
Ao contrário da casa, a oficina não ficava escondida na floresta, ela ficava na principal via de La Push, a que levava a estrada da rodovia até a praia, num ponto bem visível e já estava praticamente toda terminada, faltava apenas o acabamento da parte de dentro, os móveis e os equipamentos, que já haviam sido encomendados.
Toda a parte interior da oficina estava sendo decorada por Alice que comandava tudo de Chicago, e apesar de minha reluta no começo, estava tudo saindo melhor do que eu imaginava.
— AEEEEEE! – Ouvi os gritos e assovios quando entrei no campo de visão dos lobos, que batiam palmas e riam comemorativos.
— Feliz aniversário, cara! – Quil veio em minha direção batendo em minhas costas.
Estava tudo enfeitado, com comes e bebes por toda a oficina e logo me animei pensando que aquilo fora coisa de Ness, mas não havia sinal dela.
— Felicidades cara, espero que ainda viva muito, pra poder levar sua filha pra casar comigo. – Seth disse animado e eu fechei a cara, bufando indignado.
— Vai nessa, pivetinho. – Bati em sua cabeça e ele riu.
— Concordo com você, Jake, ele sonha demais! – Embry revidou. – Ah, e a propósito, feliz aniversário! – Ele me deu um abraço desajeitado por conta da bebida que segurava em uma das mãos.
Depois de todas as solicitações finalmente pude me sentar e curtir um pouco da festa, eu ostentava um sorriso verdadeiro, mas ainda não estava completo, eu precisava de minha pequena, só ela poderia me encher de vida e alegria.
— E aí, por que demorou tanto? Pensamos que não viesse mais! Tava aproveitando com a patroa? — Jared disse e na mesma hora meu sorriso diminuiu de tamanho.
— Ela esqueceu. – Murmurei de cabeça baixa.
— O quê? – Jared disse espantado.
— Isso mesmo que você ouviu. – Dei um sorriso desanimado.
— Ora Jake, o que é isso? Ela deve estar aprontando algo! – Quil disse tentando me animar.
— É, chefinho, você vai se dar bem hoje a noite! – Seth disse rindo sacana.
— Será? – Perguntei para mim mesmo e logo um sorriso ameaçava tomar meu rosto.
Sem que percebesse logo o tempo foi passando e já estava na hora do almoço, onde todos os lobos me arrastaram para a casa de meu pai.
Tentei argumentar dizendo que tinha que buscar Ness em casa, mesmo ela tendo se esquecido de meu aniversário eu precisava ficar perto dela nesse dia, mesmo que ela não lembrasse.
— Ora Jake, Ness já está lá! – Embry disse rindo.
Mas como assim já estava lá? Eu agora estava mais confuso do que nunca, ela havia se esquecido de meu aniversário ou não?
Quando chegamos à área que dava acesso a casa de meu pai pude perceber que a festa continuava ali, musica rolava alto e ouvia-se varias risadas vindas de dentro da casa, e foi em uma delas que identifiquei minha Ness.
Logo vi o pequeno Alex, filho de Becca, saindo da varanda de casa e indo me recepcionar correndo, me fazendo imaginar que seria daquele jeito que futuramente eu seria recebido em casa, só que não seria por um garotinho e sim por uma garotinha.
- Tio Jake! – Ele gritou pulando em meu colo.
- E aí garotão? Como é que estão as coisas? – Perguntei o colocando na parte de trás de minha nuca para que ele pudesse brincar.
- Tudo bem tio, tava morrendo de saudade de jogar bola com o senhor.
- Que bom cara, qualquer hora a gente pode jogar, é só avisar, você veio com quem?
- Mamãe tá ali e...
- Jake! Meu irmão! Como você está grande, meu deus! Está tomando bomba por algum acaso? – Becca praticamente se materializou em nossa frente e antes que eu pudesse respondê-la ela já havia me abraçado com força, sendo retribuída automaticamente por mim, que mesmo com Alex montado em mim, tinha equilíbrio para fazer as duas coisas. Tinha sentido muito falta dela.
- Feliz aniversário! – Ela disse. – Seu presente está lá dentro, papai disse que era para deixar guardado que depois você abria.
- Sabe que não precisava, mas mesmo assim, obrigada. – Disse sorrindo. – Quando chegaram? Porque não me avisaram? Eu teria ido buscar vocês no aeroporto. – Indignei-me.
- Ora, era pra ser uma surpresa, não está vendo? – Ela bateu em meu braço de brincadeira. – Além do mais, você tinha mais o que fazer... – Ela piscou minha direção e eu fiquei sem entender merda nenhuma.
- Hã? – Foi a única coisa que consegui pronunciar em meio a confusão.
- Jake, não seja absurdo, já sei de tudo, a propósito, por que diabos não me contou que se casou? E pior ainda, porque não fui chamada para a festa? – Ela olhou-me furiosa enquanto caminhávamos a passos lentos em direção a casa.
- Hã?- Tornei a repetir. – Espera aí, Becca, quem te contou isso?
- A Rachel disse que você e aquela moça lá da sala vão ter um bebê e já estão até morando juntos, ela estava mentindo? Quer dizer, a respeito da gravidez eu sei que não, pois seu Billy Black está a bajulando mais do que tudo no mundo, mas... – Ela não me deixava falar, tagarelando sem parar.
- Becca, eu a Ness estamos sim juntos e vamos sim ter um bebê, mas não nos casamos ainda.
- Jacob Black, eu não lhe criei para você engravidar as filhas alheias e depois as deixar ao relento, vai casar nem que seja amarrado. – Ela enfureceu-se.
- Calma, eu quero casar, mas estou esperando o momento certo para pedir a ela. – Sussurrei sabendo que se falasse mais alto Ness iria ouvir.
- Own, que lindo, e como vai pedi-la? Bem que podia ser a luz do luar e... – Ela voltou a tagarelar, falando alto e eu sem perder tempo tapei sua boca, não podia arriscar que Ness ouvisse tudo.
Becca me lançou um olhar mortal, do jeito que só ela sabia fazer e fui retirando devagar minha mão de sua boca.
- Desculpe, mas podemos conversar sobre isso em outra hora? Ness está aí e tenho receio de que ela ouça.
- Jake, ela está lá dentro e o som está alto...
- Por favor, Becca. –Lancei a ela meu melhor olhar de cachorrinho e ela assentiu, tirando Alex de minhas costas mesmo sobre meus protestos, afinal, queria curtir meu sobrinho que tinha acabado de chegar, mas Becca disse que eles haviam acabado de chegar, ele ainda nem tinha tomado banho e não ia deixar seu filho fedendo na festa.
- Filho! Feliz aniversário. – Meu pai foi até lá fora, mas essa eu não entendi, porque ele não havia me esperado lá dentro?
- Obrigada pai. – Me abaixei dando um abraço apertado no velho e sentindo algo me cutucar.
- Pra você. – Ele disse me estendendo uma caixinha de veludo vermelha.
Abri curioso a caixinha e lá encontrei uma das coisas mais bonitas que já havia visto, era um anel de ouro, cravejado de diamantes com vários contornos bem detalhados e perfeitos.
Meu pai era um homem simples, sem riquezas, como ele poderia ter algo como aquilo? Perguntei a mim mesmo, pois aquilo com certeza era muito caro.
— Era de sua mãe. – Ele suspirou. – Eu dei a ela no dia em que a pedi em casamento. – Lágrimas ameaçavam cair de seu rosto, mas ele as segurou firmemente.
— Desculpe pai, mas não vou poder aceitar seu pedido de casamento, minha mulher tá ai dentro. – Disse tentando descontrair o clima e deu certo, pois pude ver um relance de sorriso em seu rosto.
— Sei que não é um presente propriamente para você, mas tenho certeza de que se usá-lo com sabedoria ele vai fazê-lo o homem mais feliz da face da terra. – Ele olhou no fundo de meus olhos embargados. – Agora vamos entrar porque não sou homem de chorar. – Ele disse limpando as lágrimas que insistiam em cair.
Guardei a caixa no bolso mais escondido de minha calça e entramos rindo de seu pequeno ataque machista.
O resto da festa se decorreu normalmente, com sorrisos e brincadeiras, Rachel enchendo Paul por ele não lhe dar um filho; Claire brincando na maior intimidade com Alex, o que deixou Quil com ciúmes; Embry e Seth bajulando Ness, que por sinal agia como se nada tivesse acontecido, como se ela tivesse me dado parabéns e estava começando a achar que ela era louca.
— É,meu aniversariante é a coisa mais linda. – Ness disse apertando minhas bochechas enquanto falava com meu pai.
Sorri, tentando esconder minha careta de confusão perante aquele ato. Aquilo estava muito estranho.
Já se passava das oito da noite quando todos começaram a se despedir. Sam foi o primeiro, pois Emily ainda estava de resguardo e tinha que ficar de repouso, e logo só ficou minha família e, infelizmente, o mala do Paul.
— Hum, amor, acho melhor nós irmos embora. – Ela disse colocando a mão na barriga e fazendo uma leve careta.
Entrei em pânico, ela estava sentindo dor? Meu Deus! Aquilo não podia acontecer, não agora, ela ainda estava com quatro meses.
— Você está bem meu amor? – Perguntei de olhos arregalados.
— Vamos pra casa, por favor. – Ela respondeu me acalmando, mas não surtiu efeito.
— Como assim vamos pra casa? Nós vamos é para um hospital, isso sim! – Sim, eu ainda lembrava que Ness era meia vampira e tal, e não podia ir ao hospital, mas se nosso bebê crescia normalmente não havia mal nenhum em ela ir fazer o parto no hospital, a não ser se o medico insistisse em ser cesárea, aí lascava tudo, já que a agulha não iria entrar na pele de Ness.
— Jake, não é nada de mais, só preciso me deitar. – Ela disse.
— Pequena... – A censurei.
Despedi-me de todos o mais rápido que pude e logo já estava com Ness no colo indo para casa, com ela encostada em meu peito, se encolhendo do frio.
Chegamos em casa e Ness desceu de meu colo, vindo me abraçar, sendo retribuída da maneira mais carinhosa possível.
— Está melhor meu anjo? – Perguntei fazendo carinho em seu ventre.
— Achou mesmo que eu tivesse esquecido o seu aniversário? – Ela sussurrou em meu ouvido fazendo um arrepio percorrer meu corpo.
— E não esqueceu? – Perguntei a puxando mais para perto de mim, juntando nossos corpos o máximo possível.
— Não mesmo. – Ela lambeu o lóbulo de minha orelha, fazendo meu membro dar um pulo nas calças.
Merda, mil vezes merda, eu tinha que esconder a aliança, se me deixasse levar naquele exato momento nós iríamos para na cama, eu provavelmente arrancaria minhas calças sem o mínimo de cuidado, e ela acabaria vendo a caixinha.
— Hum, que tal você me esperar no quarto? – Disse com o pouco de sanidade que me restava.
Ela ficou meio desconfiada mais acabou concordando. Esperei que ela subisse totalmente as escadas e corri em para o andar de baixo, não podia esconder na cozinha pois era o lugar que ela mais mexia, então optei por esconder em algum lugar fora da casa.
Peguei um pequeno deposito de plástico e coloquei a caixa de veludo dentro da mesma, fui até o quintal da casa e enterrei-a.
— O que está fazendo aqui fora Jake? – Ness perguntou com cara de poucos amigos e agradeci mentalmente aos céus por já ter escondido a caixa.
— Nada. – Falei a primeira coisa que me veio a cabeça.
— Nada o que? — Ela indagou novamente.
— Um... osso – Fiz a melhor cara de inocente que conseguia. – Mas, e então... Porque não me esperou lá em cima? – Tentei mudar de assunto antes que ela me questionasse sobre minha loucura do osso.
— Vamos sair. – Ela ditou e simplesmente saiu na minha frente, entrando floresta adentro.
Fui atrás dela, ela estava somente de roupão, não poderia deixá-la numa hora dessas na floresta praticamente nua, e com lobos cheios de hormônios a solta.
Ness fazia questão de ir a minha frente e não me deixava nem ao menos tocá-la e saber o que tinha por baixo daquele roupão. Deixando-me somente com a visão de seu traseiro redondinho rebolando para mim.
Passamos pela floresta e logo um lobo veio checar o que acontecia, era Collin, mandei a ele um olhar mortal por ele está encarando minha mulher e logo ele se retirou. Chegamos à praia e mesmo assim ela não parou, andando pelo perímetro da mesma, mesmo sobre meus protestos e assim chegamos à parte mais afastada da praia.
Ela parou, me deixando chegar mais perto, mas assim que toquei seu ombro, querendo saber o porquê dela ter parado, fui jogado na areia e logo ela se encontrava em cima de mim, beijando-me ardentemente, coloquei as mãos em sua cintura e a apertei fortemente, a fazendo arfar.
— Meu lobo gostoso. – Ela disse rebolando em meu membro.
Ness se levantou, e deixou o roupão cair aos seus pés, eu estava esperando uma linda lingerie, mas ao invés disso ela estava completamente nua, deixando seu corpo perfeito totalmente exposto a meus olhos, que a comiam sem o menor pudor.
Ainda em pé ela veio até mim e abaixou-se quando estava na altura de minha cabeça, colocando sua intimidade em minha boca, e eu sem falar absolutamente nada, abocanhei aquilo com gosto, dando o melhor de mim enquanto puxava suas ancas para aproximar mais sua bocetinha de minha boca, querendo mais contato.
Ela gemia e se contorcia em cima de mim, eu poderia ficar fazendo aquilo para sempre, mas logo ela nos colocou em um 69 delicioso, abrindo minhas calças e colocando meu membro todo na boca, me fazendo gritar.
— Suas bolas estão meio roxas e pesadas. – Ela observou enquanto fazia carinho nas mesmas.
— È porra acumulada. – Respondi a ela. – Você não deixou me esvaziar o suficiente noite passada. – Falei lembrando-me que dormi de pau duro noite passada. – Chupa gostoso vai. – Pedi a ela.
Mesmo entorpecido pelo prazer que aquela boquinha estava me proporcionando, continuei minhas carícias em sua boceta empapada e logo senti que ela ia gozar, assim como eu que já estava chegando ao limite, aumentei ainda mais minhas estocadas com minha língua e logo senti seu mel divino escorrendo por minha garganta enquanto eu estremecia e soltava meus jatos em sua boca, que ela chupou com vontade.
— Meu anjo... eu... obrigada... eu... – Disse grogue por conta do orgasmo.
— Shiiih. Ainda não acabou, tesudo. – Ela continuou lambendo meu membro até que ele já se encontrava reto novamente. Batendo continência para ela, era impressionante como isso acontecia, era como um comando, bastava ela dizer e ele já ficava pronto para ela, enchendo suas veias de gozo, se exibindo para ela, pedindo para serem aliviadas como ela quisesse.
— Awn, isso é tão... Oh... – Gemia louco enquanto ela fazia sucção em meu pau e quando estava prestes a gozar ela parou. – Amor... – Protestei.
— Quero fazer uma coisa. – Ela disse puxando minha mão, me levantando e indo em direção ao mar. – Quero assim. – Ela disse empinando o bumbum em minha direção, me deixando ver sua boceta molhada.
Ainda não estávamos dentro do mar e aquilo era excitante, o medo de ser descoberto em plena praia pública me deixava de pau duro.
Enfiei sem aviso em sua intimidade, me sentindo acolhido, mas não iria ser romântico, iria ser selvagem, do jeito que ambos gostávamos.
Bati em suas nádegas com força a fazendo contrair seu sexo, quase me fazendo gozar e logo comecei nossa dança erótica, metia com força e brutalidade, fazendo seu sexo se empapar ainda mais a cada segundo.
— Oh... Jayyy! – Ela gemia enquanto eu batia e apertava seu bumbum delicioso.
— Isso vadia, quero que La Push inteira ouça. – Dizia ensandecido estocando o mais rápido e forte que podia. – Quem é que está te dando prazer? – Perguntei jogando a cabeça para trás em um ato de selvageria pura enquanto batia em suas nádegas que com toda certeza ficariam rochas. – Quem?
— Vo- Vo- Você... Oh... – Ela rebolava contra meu membro, buscando mais contato.
— Quero que diga o nome, vadia.
— Jakeeee! Own! – Seu canal começou a me apertar.
— DIZ! – Gritei, eu queria aquilo, desejava que ela dissesse com todas as minhas forças.
-JACOB BLACK! – Ela gritou em seu ultimo fôlego gozando em meu pau.
Eu ainda estava duro, ainda queria mais, muito mais.
Ness estava totalmente mole, peguei-a nos braços e levei-a mais a fundo no mar, até que ela cobri-se seus seios.
Encaixei suas pernas em minha cintura, a deixando de minha altura e a penetrei com gosto, escutando seus gemidos, a pressão que a água do mar fazia em sua gruta a deixava ainda mais apertada.
— Isso meu neném, geme a vontade. – Disse chupando seu pescoço enquanto começava nossos movimentos.
— Meu Jakeee. – Ela se agarrava em mim para não deixar que a correnteza a levasse.
— Oh, aham... Todo seu... – Eu a prendia a mim enquanto olhava em seus olhos maravilhosos, meu centro do universo.
Logo nossos movimentos começaram a tomar outro rumo, ficando mais fortes e rápidos.
— Mais... Forte... Assim... – Ela me beijava com desejo.
A libido de Ness estava bem forte esses dias e não demorou a ela gozar, quando ela o fez eu a levei até a areia ainda com meu membro cheio de gozo, mas que iria ser aliviado naquele exato instante.
A coloquei deitada na areia, com seus cabelos cor de fogo espalhados a deixando fodidamente sexy, ela não agüentaria mais nenhuma rodada e eu não queria fazer sem ela gemendo, poderia machucar o bebê.
Abri sua boquinha rosada e enfiei meu membro lá, não era como se ela estivesse fazendo um boquete em mim, eu estava fudendo sua boca, como se estivesse fudendo sua boceta, meus movimentos eram rápidos e precisos, Ness segurava minhas coxas, deixando meu lobo louco de tesão. Quando Senti que já estava chegando ao ápice parei, tirando meu membro de sua boca e esfregando o mesmo em seu rosto, me excitando quando ela colocava a língua para fora, tentando lambê-lo.
Mamei um pouco em seus seios e coloquei meu pau entre eles, causando um atrito gostoso, Ness segurou seus seios, prendendo meu membro entre eles e comecei meus movimentos de vai e vem. Cheguei ao ápice em apenas alguns minutos e meu gozo foi derramado com fúria em seus lindos seios, os molhando e deixando-os ainda mais apetitosos.
Mesmo querendo colocá-los na boca eu não tinha mais força para nada, então caí exausto ao seu lado, aquela com certeza fora uma das melhores noites de minha vida, o melhor aniversário que eu já tive.
Chegar ao orgasmo daquela forma foi com certeza uma das coisas mais maravilhosas que já tinha me acontecido, fora intenso. Ness também parecia sentir o mesmo, ela estava deitada sobre a areia e parecia uma gata após o acasalamento, saciada e assustada.
Apesar de querer dormir ali, a luz do luar, com Ness em meus braços, eu não podia, tinha que me lembrar que ali era um local público e que a qualquer hora podia aparecer alguém ou até mesmo um lobo, e eu não queria nenhum daqueles moleques vendo minha mulher pelada.
Levantei-me meio cambaleante e vesti-me somente com o calção, colocando o restante das roupas em meu ombro e vesti Ness com o roupão com que ela havia vindo, não podia deixá-la nua, pois nós passaríamos pela floresta e não queria correr riscos.
Ela estava quase dormindo, a peguei no colo sem o mínimo de dificuldade e a carreguei La Push adentro.
Dei graças a Deus quando chegamos em casa e nenhum lobo nos viu, o que me fez suspirar aliviado.
Tirei seu roupão e a deitei na cama, com a felicidade exalando por meus poros.
- Obrigada meu anjo, foi maravilhoso. – Sussurrei mesmo sabendo que ela não ouvia.
Naquele momento eu só sabia de uma coisa naquele mundo: Fazer amor com Renesmee me mantinha vivo
Notas finais
Deixem reviews, e quem quiser recomendar eu deixo, kkkkkkk.
O proximo sai com 680 reviews, temos 125 leitoras, um reviewzinho nao mata ninguém!
XOXO,CB
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