Venha pequena criança, irei te levar

Para uma terra de Encantos...



A viagem foi curta e realmente foi rápido como o Chad disse, finalmente chegamos ao nosso destino. Todos estavam silenciosos, Pierre antes de chegarmos, estava polindo sua armadura, já o agente ainda estava usando sua armadura velha, aposto que esta reservando a armadura nova para quando a antiga estragar, Niniel estava a paisagem pela janela, em quanto o russo cantarolava, porem depois de um tempo o piloto começou a descer até pousar finalmente na neve alguns quilômetros distante da mina e estaciona a nave calmamente, depois que faz isso ele abre a porta para a gente.

Soldado: Chegamos ao nosso destino, obrigado agentes por fazerem este sacrifício, desejo boa sorte para todos, estarei aqui aguardando a saída de vocês – Diz ele gesticulando e continua – Caso algo de ruim aconteça a mensagem será enviada para mim automaticamente assim poderei saber o que ocorreu com vocês – Diz apontando para as nossas armaduras.

Henrique: Resumindo, isso tudo é para ele saber se morrermos assim ele poderá sair daqui o quanto antes – Digo eu apenas cruzando os braços.

Niniel: Obrigada soldado, eu acho... Agora ponham suas armaduras, para sairmos da nave – Diz ela pondo o peitoral, após por a armadura foi se montando no corpo dela sozinha e se molda de acordo com sua estrutura corporal.

Repetimos o mesmo que a Niniel, e colocamos as nossas armaduras, e após vestir nossas armaduras, tratamos de sair da nave, e caminhamos diretamente até as minas. Fazia frio muito frio, mas por sorte a armadura esquentava meu corpo para manter minha temperatura corporal, me pergunto se tem este sistema na armadura do Ivan, o cará é tem tanto músculo que consegue caminhar na neve sem armadura sem sentir frio, mas enfim, é melhor nem dizer isso em voz alta, pois vai que ele se irrite. Após uma longa caminhada chegamos as minas e estávamos diante da entrada dela, apesar da porta não abrir, fizemos a nossa entrada, na verdade o Ivan fez, ele abriu a porta com as mãos, pelo menos foi graças a isso que conseguimos entrar na mina que por acaso estava pior do que pensei, abandonada e escura.

Henrique: Nem sinal dos alienígenas, porque será que tem que ser tão complicado para achá-los? – Digo não compreendendo isso, e claro estava escutando a minha voz meio robótica.

Pierre: Você acha que realmente seria surpreendente eles aparecerem assim logo de cara? Poupe-me, se todas as vezes que abríssemos alguma coisa e algo que a gente esperava aparecesse assim de cara, a vida seria muito fácil – Diz ele balançando a cabeça em quanto fica com sua arma erguida.

Tízoc: Quetzalcoatl, não fez o homem no primeiro sol, ele teve que passar pela morte e usar seu sangue para criar o homem como conhecemos hoje – Diz o asteca numa tonalidade de voz normal, em quanto caminhava segurando seu machado.

Henrique: Achei que astecas não tivessem machado – Digo eu apontando para o machado que o asteca estava usando na mão.

Tízoc: Este machado eu peguei de um Inca, estou levando ele para não by CouponDropDown\">perder a minha principal arma secundária – Diz ele olhando para o machado.

Niniel: Gente parece que temos uma questão para lidarmos – Diz ela pondo a mão na cintura e aponta para três caminhos diferentes.

Pierre: Isto é fácil vamos nos dividir em grupos, dois para cada túnel e três no ultimo túnel, já que estamos em sete terá que ter um que ficara em ímpar.

Tízoc: Achei justo, separamos sem nos individualizar, podendo dificultar o ataque dos alienígenas. – Diz ele pondo o machado na cintura.

Assim nos separamos de acordo com o que Pierre tinha dito, acabei indo com o espartano na entrada, ele tem uma postura que nem o agente, mas não quero confirmar isso é melhor ir e nem provocar, Niniel não é novidade com quem foi adivinham que acertaram, pois a única coisa que digo é que Pierre foi com as pessoas que ele falou que iria com ele. Deixei o espartano seguir na frente, e junto com ele liguei a lanterna de minha armadura, assim poderei ver o que tem no meu caminho, noto que o lugar tinha bastantes pessoas trabalhando, o que me faz perguntar os terríveis momentos que os operários passaram aqui dentro, ferramentas, carros, maquinas tudo abandonado, tinha alguns corpos dilacerados, fiquei viajando por aquele lugar até o Espartano atacar um dos corpos.

Henrique: Está doido? São somente cadáveres, o que podem fazer? – Digo eu tentando entender o que ele estava fazendo.

Talos: Não sejas estúpido estrangeiro, agradeça por eu estar verificando estes cadáveres antes de um de nos dois sermos pegos por trás por estes alienígenas! – Diz jogando um dos cadáveres no chão.

Henrique: E tem como estas coisas estarem disfarçadas? – Digo eu olhando para o cadáver.

Talos: Não só tem como fazem isso, existe um tipo de alienígena que se disfarça de cadáver somente para que a presa dê as costas para ele poder matar ela facilmente, portanto tome cuidado com os corpos. – Diz ele guardando a xófis na cintura.

Admito que agora me preocupei, se tem um tipo de alienígena que se camufla e não tem como eu saber onde ele está, significa que os riscos deu ser pego de surpresa aumentaram, mais um motivo para ficar mais atento a isso aqui e parar de viajar, até porque estamos em território inimigo, selvagens ou não, eles moram aqui, e conhecem esses túneis melhores que a gente, cautela por aqui é super importante, e por isso estava com minha arma em mãos e tratei de verificar os cadáveres só por precaução, até que chegamos num ponto em que me pegou de surpresa e de medo.

Talos: Estes dois túneis, levam para duas alas importantes, o objetivo é por isto aqui abaixo, para que estes alienígenas não venham mais para o mundo de fora e morram junto com isto tudo, e para isso devemos implantar bombas – Diz ele olhando o braço esquerdo e continua – Vou para leste e você para o norte, nos encontramos após implantarmos a bomba, e sim a bomba para você implantar está na sua armadura – Diz ele gesticulando com as mãos.

Henrique: Não acha isso meio perigoso? – Digo eu olhando para o caminho que devo traçar.

Talos: Viver já é perigoso – Diz ele correndo na direção do caminho que ele deve seguir.

Assim eu e o espartano nos separamos desse jeito frio mesmo, até porque eu mal o conheço, e outra que não vou contestar né? O jeito é ir mesmo, e foi isso que fiz, segui meu cominho na direção que ele indicou, em quanto caminhava, ele também fazia o mesmo, corria com cautela e atenção, pois ele sabia que não estava no território humano, após um tempo ele chega na sala que ele tinha que ir, ele caminhou lentamente para o local, e verificou a tela da armadura no braço direito e ativou o scanner para indicar o local para implantar a bomba, após fazer isso ele caminha no lugar indicado e põem a bomba digitando uns números e botando uma grande casca de adamantium por cima, porem na mesma hora que fez isso alienígena pula em suas costas, fazendo o espartano começar a se mexer e bater o alienígena contra a parede, e somente após fazer-lo desgrudar de suas costas é que ele pegou a sua xófis e abriu a cabeça do mesmo ao meio.

Talos: Malditos espiões... – Diz ele balançando a xófis e a guardando na cintura até que ele é golpeado por um Berseker, fazendo o mesmo ser jogado contra a parede, porem o espartano se levanta e diz – Por Esparta! – Diz isso puxando o escudo e a lança, assim correndo na direção do alienígena.

O Alienígena apenas da um rugido e corre na direção do espartano, ambos se colidem, mas graças ao escudo o espartano apenas cai no chão e fere o alienígena que ainda estava de pé, o mesmo tenta socá-lo, porem o espartano usa o escudo para se defender dos socos e dos arranhões, porem quando o alienígena tentou pisar nele, o espartano defende e empurra o pé do alienígena para cima, dando impulso para derrubar o mesmo e levantar-se. Após isto ocorrer, o espartano corre novamente e pisa no abdômen do alienígena e o perfura três vezes com a lança porem na quarta, a criatura segura a lança e da um soco, jogando o espartano para longe, assim que faz isso o Berseker se levanta, correndo imediatamente na direção do Talos que puxa a xófis e se desliza golpeando as pernas do Berseker, após fazer isso ele pula em suas costas e começa esfaqueá-lo, porem o mesmo regira o espartano e segura o mesmo pela armadura ficando o braço em seu abdômen; Talos grita de dor, porem da um sorriso e segura o braço do alienígena com as duas mãos e se puxa na direção dele fazendo a mão fincar ainda mais nele.

Talos: Esparta, obrigada por me conceder a gloria! – Diz o mesmo batendo nas teclas do computador de seu pulso e começa a brilhar azul, e que resulta numa explosão que desintegra ele e o alienígena.

Assim meus amigos, foram iniciados meus pressentimentos, a Morte tocou o sinal, sobrevivência está nítida, sobrevivem os que são capazes, morrem os que fraquejam, coragem é necessária, porem heroísmo não é visto aqui neste planeta como algo bom pelo jeito, a queda no precipício apenas começou, entramos na zona de morte...