Death Zone - Orcos
6 Capítulo 6
Venha pequena criança.
É hora de brincar
Aqui, no meu Jardim das Sombras.
Em quanto isso tudo rolou, eu estava seguindo meu caminho, tomando cuidado com os corpos que estavam naquele corredor, não me conformava no fato de estar sozinho até porque, se fosse para ter caminho individual, por que raios dividiram em grupo? Enfim, questionar isso, não irá fazer alguém der repente vir até mim, então o jeito é seguir o caminho sozinho mesmo. Caminhei um longo tempo pelo local, checava o meu mapa para poder saber para onde eu teria que ir, para assim acertar o meu objetivo, e claro eu estava com a minha arma erguida para atirar, mas pensava o quão estranho é isso que ocorreu comigo, afinal quantos casos vocês já viram de alguém ser enviado sozinho para um lugar de risco como este e nem se quer levar uma equipe com ele? Isso é estranho demais para mim.
Depois de um tempo questionando tais acontecimentos cheguei finalmente no objetivo, e abri a porta da sala que era enorme contendo computadores, maquinas, ferramentas, entre outras coisas e desconfio que aquele lugar é onde alimenta a energia da mina, então decidi ir até um dos computadores para ver se tinha algo funcionando, talvez até para alimentar uma parte de minha esperança de que algo esteja inteiro após o desastre, num momento como este acreditar que uma burrice pode dar certo, pode dar uma esperança em nossos corações. Porem o que ocorre é inacreditável o computador liga, o holograma liga e assim surge à tela e o teclado, e isso me faz abrir um grande sorriso.
Henri: Que sorte, parece que estes computadores estavam com a energia reserva ainda intactos, agora vamos ver se tem algo útil aqui. Digo eu digitando umas coisas na tecla, fazendo pesquisas de documentos, qualquer coisa que possa responder minhas perguntas importantes. Após um longo tempo clicando e digitando, abre um espanto em mim – O que? Espere um pouco não pode ser. Digo eu maximizando as letras e continuo lendo o conteúdo dos documentos – Isso tem que ser salvo, agora. Digo eu abrindo a tela do meu braço esquerdo e ligo a conexão, assim salvando tudo que podia naquele momento.
Após um tempo de espera finalmente salvei todos os documentos que tinha no computador, que acaba desligado, pois a energia reserva acabou. Com as surpresas que tive, acabei de ver que nem tudo aquilo ali, não é tão inesperado como pensei, na verdade, o que está acontecendo só é inesperado para a população, mas enfim melhor não saberem disso agora... Continuo a minha missão, abro a tela do meu braço direito e scaneio o lugar para saber onde tenho que por a bomba, e somente após o indicador me apontar onde tenho que colocar a bomba, é que caminho no lugar indicado; retiro a bomba de minha armadura e a ponho, digito uns números na bomba e coloco uma casca de adamantium por cima da bomba, para que ela não danifique. Após completar meu objetivo escuto uns barulhos, e de imediato ergo a arma, para atacar se eu precisar, porem escuto outros barulhos pelos lados, atrás e em cima de mim, o que me deixava mais alerta, mas quando viro para trás e miro; um alienígena pula atrás de mim e tenta me atacar, porem eu agarro a criatura e jogo no chão e atiro na cabeça da mesma.
O tiro ecoa na sala, e o mais amedrontador, é que mais alienígenas aparecerem tentando me cercar, a porta claro estava depois deles e para ir até ela tinha que despistá-los, tinha que pensar rápido até porque não era nada agradável ver criaturas feias babando para você, e também porque ser almoço de alguém não é minha missão, tratei então de agir e atirei em alguns deles, após isso eu sai correndo para a porta com eles atrás de mim, porem lembro-me que de ter pegado mais coisas, lá na base celta; reviro minha armadura e acho uma esfera de metal e jogo no chão lá atrás, os alienígenas correram da esfera que após um monte deles pularem para cima da mesma, ela explode eles. Após sair da base tratei de continuar correndo não tinha como ficar esperando, ou eu ia ou morreria ali.
Em quanto isso lá no outro túnel Pierre e sua equipe ainda estavam a explorar o lugar, os três estavam atentos com suas armas erguidas prontos para atirar, o lugar em que estavam eram escuro e por isso eles estavam de lanternas acesas, por estarem em três, os mesmos decidiram vigiar a parte da frente, lados e as costas, para prevenir qualquer ataque dos alienígenas, eles caminhavam cuidadosamente até, se depararam com uma porta emperrada, na frente deles.
Pierre: Temos três caminhos para ir, mas podemos explorar está área antes de irmos – Diz ele olhando para a tela do braço direito.
Ivan: Tomara que seja emocionante isso – Diz ele ligando a motosserra a lazer, e cortando a porta ao meio na diagonal.
Tízoc: Só lembrem-se que não estamos em casa. Diz ele caminhando para dentro do local, junto com Pierre e Ivan.
Os três adentram na sala, que por sua vez era gigantesca parece ser uma daquelas alas de pesquisa ou sl um lugar onde ficam engenheiros, não posso detalhar muito, pois não entendo como funcionavam as coisas por aqui, enfim... Após eles terem entrado, os mesmos se deparam com um buraco no meio da sala, eles se aproximam devagar mirando para o mesmo, porem nada ocorre, demonstrando ser inofensivo. Tízoc verificar seu radar e vê que um dos locais era dentro do buraco, então o mesmo olha para Pierre e Ivan que dão de ombro, assim Tízoc decide descer sozinho pelo buraco para inserir a bomba, em quanto os que ficaram vão nos locais designados pelo radar deles também.
Tízoc: Nunca vi algo com tanta cara de cemitério, e não falo isso só pelo clima – Diz o mesmo para si após olhar para os esqueletos humanos e de alienígenas por lá – Quetzalcoatl realmente está a me ajudar neste momento de dificuldade – Diz ele olhando para o pilar que era o local onde ele tinha que por a bomba.
Tízoc corre na direção do pilar, e após chegar, ele põem a bomba, após fazer isso ele digita uns números, por um tempo e reveste a mesma com uma casca de adamantium por cima para proteger a bomba, porem quando finalmente termina ele escuta um barulho de grunhido e passos; sua reação foi de puxar o machado e olhar lentamente para trás, a criatura que estava atrás dele era bastante alta, em torno de 5 metros de altura e puxava com ele um cadáver de berseker que estava mordido, o que da a entender que ele estava lanchando tal criatura. O grande alienígena termina de comer o berseker, e somente após isso ele joga o cadáver para o lado e da um grande rugido, Tízoc então grita junto com ele e arremessa o machado que pega na cabeça do mesmo, porem nenhum efeito surte alem de deixar o bichinho mais bravo do que ele já é, pois o alienígena apenas retira o machado da cabeça, em quanto a ferida se regenerou rapidamente, Tízoc sem saída puxa a sua arma e mira na criatura e atira com tudo que podia, porem o grande alienígena, continuava correndo na direção do mesmo que tenta fugir, mas o alienígena puxa ele para dentro segurando a perna do mesmo, e somente depois de fazer isso é que tal criatura arranca o braço do mesmo fora em seguida da cabeça, arremessando o corpo para fora do buraco.
Pierre e Ivan tinham acabado de por as bombas nos seus devidos lugares, até escutarem o barulho de algo caindo, eles então se viram para olhar o que é e vêem um corpo desfigurado e mutilado jogado no chão, assim que olham decidem verificar de quem é o corpo e notam que era do Tízoc, isso fez com que eles fiquem com um frio na espinha, os deixando muito assustados, Ivan olha para Pierre que dá de ombros e que estava suando de medo, mas isso durou pouco quando o grito da criatura ecoou no local, saindo após o grito um vulto preto de dentro do buraco caindo em pé segurando o braço do Tízoc mordido, tal criatura sai das sombras e se revela na luz das lanternas de Pierre e Ivan.
Pierre: Melhor corrermos! – Diz ele assustado.
Ivan: Pode apostar que sim! – Diz Ivan também com medo.
Após dizerem isso ambos correm na direção da saída a todo vapor como diziam antigamente, a criatura corria muito rápido, decididos então Pierre começa a atirar nela na ilusão de tentar atrasá-la em quanto Ivan faz o mesmo para não ter que tentar o combate corpo a corpo, porem os lasers, não faziam um arranhão no couro do alienígena, que continuava mais bravo e correndo cada vez mais rápido então Ivan decide pegar uma das rochas e metais que estavam por lá e arremessava no alienígena, na tentativa de atrasar, porem ela desviava de tudo que ele arremessava. Pierre então após muito pensar pegar sua arma e atira na perna da criatura deixando a mesma parada por um tempo, assim dando tempo dos dois saírem da sala e soldarem a porta.
Pierre: Sobrevivemos afinal – Diz ele recuperando o fôlego.
Ivan: Criatura muito resistente – Diz o Ivan tentando recuperar o fôlego.
O descanso dura pouco, pois nota-se um tremedeira no lugar, Pierre e Ivan então para precaverem, continuam correndo, porem Ivan sente uma pontada no coração e começa a ter um ataque cardíaco, mas mesmo assim tenta continuar correndo a toda velocidade para escapar do alienígena, claro que isso iria funcionar, porem não contaram com o fator que o mesmo estava a escavar, e quando sentiu ter se aproximado do Ivan, o mesmo abre um buraco e agarra a perna do mesmo que pede ajuda do Pierre para salvá-lo, porem o mesmo ao invés de tentar puxar a mão do Ivan, mira a sua arma em um objeto enorme e pesado sendo aproximadamente umas 10 toneladas que estava sendo pendurado no teto, e quebra com o lazer a corrente que prendia, assim tal objeto caiu sobre a cabeça do alienígena. Apesar das perdas que estamos tendo ainda acho que é possível deu voltar para casa, temos que tentar...temos que conseguir... Até quando enfrentaremos estás criaturas? Até quando vou estar neste jogo de vida e de morte...
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