Death Zone - Orcos
4 Capítulo 4
Capítulo 4
Recapitulando que após o homem de dois metros e quarenta centímetros caminhar ficando alguns metros do monstro que tinha o mesmo tamanho que ele, e isso tinha me assustado, ocorreu do monstro correr na nossa direção mesmo a gente estando em maior numero e pulou para ficar sobre o homem para poder matá-lo, porem ele olha uma estaca no chão e a ergueu rapidamente fazendo o alienígena ser empalado, após fazer isso ele caminhou até a mim, Niniel e o Agente, ficando de frente para nos três, admito que ele não parecesse ser um cara de simpático, e que o que ele iria falar não seria nada bom, até porque até agora só demos azar...
Chad: O que são vocês e o que fazem numa área perigosa como esta? – Diz ele pondo suas mãos para de trás das costas e cerra os olhos para nos três e continua – Por acaso tinham algum envolvimento com estes bárbaros? – Diz ele com uma expressão bem séria e aterrorizante.
Henrique: Nos somos apenas pessoas procurando um lugar seguro e também um meio de acabar com estas pragas – Digo eu com um sorriso meio assustado.
Chad: Acho que não entende o objetivo de vocês – Diz ele ainda nos encarando.
Niniel: Bem acho que posso traduzir, é que este homem é estrangeiro e sua missão é acabar com os problemas deste planeta, em quanto eu e este homem de armadura aqui queremos um lugar seguro – Diz ela encarando ele de volta num tom de voz bem séria para ele, e admito que mesmo esta mulher sendo baixa esta sendo mais corajosa que eu neste momento.
Chad: Entendido, vamos discutir isso num lugar mais apropriado, porque não entram nos nossos respectivos veículos que a gente ira discutir sobre este assunto e fazer mais perguntas sobre as coisas.
O gigante faz sinal para os seus soldados que quebram as barreiras de madeira com seus veículos blindados, e abrem a porta para a gente, admito que eles estejam bem para um povo que estava vivendo resumidamente em feudos, porem não neguei a carona, assim junto com meus colegas entrei no veículo e partimos para seja lá onde for a base onde estas pessoas esquisitas moram, só sei que prefiro uma base militar do que uma base de bandidos sem proteção e que é um imã de alienígenas carnívoros prontos para matar a primeira criatura que ficar exposta naquele lugar.
Ao chegarmos lá, notei o quanto o lugar é grande por fora com grandes muros e também com cercas que provavelmente eram elétricas, pois não estariam expostas assim se não fossem para isso, os carros adentram na base; o lugar era grande por dentro, muito movimentado, tinha pequenos comércios, e esportes por ali, entre tanto ainda estava bem precário o lugar e sua textura arquitetônica era uma mistura de técnica futurística com antiga. Após um tempo dirigindo, os carros são estacionados dentro do edifício maior, e então um dos soldados abre a porta para a gente que é claro que saímos e acompanhamos o gigante.
Chad: Aproposito somos Celtas e nossa tribo se chama Taurini, bem vindos a nossa tribo, enfim como pretende acabar com esta praga estrangeiro? – Diz o homem olhando com uma expressão séria para mim.
Henrique: Bem meu plano é... – Eu iria falar mais o Agente 87 me interrompe.
Agente: Ele pretende matar a rainha destes alienígenas – Diz ele falando com um tom bem sério.
Chad: É suicídio fazer isso sozinho, minha caro, sorte a sua que conseguimos enfim arquitetar um plano e preparar para executá-lo, levou 20 anos para conseguir pensar em como terminar com isto de uma vez por todas – Diz ele falando com um tom sério porem olhando para frente.
Niniel: Bem e farão isso sozinhos tipo só os celtas ou combinaram com algumas bases para ajudá-los – Diz ela num tom bem séria também, olhando para ele de braços cruzados em quanto continua a caminhar.
Chad: Faremos claro toda Orcos juntas, porem não será um exército que cuidará disso, conseguimos reunir apenas quatro agentes, por sorte você veio se juntar a está missão – Diz ele mantendo seu tom de voz em quanto eu comemoro em minha mente escutar esta frase, pois finalmente terei uma equipe de missão após tanto caminhar.
Agente 87: Eu irei também, não me importo com os riscos quero dar um basta nisso de uma vez por todas – Diz o Agente elevando um pouco o tom de voz.
Chad: Corajoso você, poderá ir, afinal quanto mais... Melhor e mais segurança terá na chance de vocês sobreviverem, é bom a mulher que está indo com vocês ir também, pois ela é médica.
Após uma longa caminhada ele para diante de duas portas e vai numa maquina e digita uns números fazendo a mesma se abrir, quando esta se abre 4 homens estavam sentados ali na sala cada um fazendo alguma coisa, um deles estava polindo o machado, já o outro estava cantando alegremente alguma musica que não faço idéia do que seja, resumindo que todos ali não são normais, se bem que qualquer coisa para mim é normal se comparar com os alienígenas que eu acabei vendo.
Chad: O índio polindo o machado é uma asteca ou mexica, aquele homem ali que está cantarolando é um russo, aquele ali que está lendo é um Frances e por ultimo aquele homem praticando com sua espada é um espartano, enfim todos aqui estão reunidos para ir até as minas do continente gelado Frynguer. – Diz ele esticando seu dedo e apontando para o mapa.
Ivan: Minha base militar se chama Nova Moscow para falar a verdade e eu pertenço a Nova Rússia, só explicando para não confundirem com Velha Rússia – Diz o homem cuja estrutura corporal é de gordo, e digo gordo de músculo e não de gordura, tendo em seu rosto uma barba preta e usando em seu olho um tapa olho, ele era de cor clara, e tinha uns dois metros e trinta.
Pierre: E o que a sua região vai influenciar na missão, Ivan? Sabe deixe as correções de nacionalidade quando terminarmos a missão e sermos gratificados por restaurar a ordem deste planeta de caído, até porque estou farto de viver nesta estrutura precária e ter medo de ser morto por outras pessoas ou por alienígenas. – Diz ele que é outro homem de pele clara, bigode curto e fino, seu corpo é malhado e magro, e tem um metro e sessenta e cinco de altura.
Niniel: Certo pessoal, mas vamos nos concentrar no importante, como iremos para lá? A pé? De carro? Precisamos saber, pois dependendo do que for pode influenciar na demora da missão. – Diz a Niniel batendo o pé e com os braços ainda cruzados.
Chad: Ah missão será de nave, irão demorar pouco tempo parar chegarem para lá, agora a demora de volta isto não podemos ter certeza do tempo exato, pois depende completamente do desempenho e trabalho de equipe do grupo. – Diz o gigante em quanto coça a cabeça.
Henrique: Bem só tem uma coisa, a arma que eu estou não é a mais recomendada para está missão e nem eficiente, e queria pegar uma que esteja de acordo com o nível desta missão. – Digo eu doido para me livrar da minha metralhadora a bala que estava em minhas costas.
Chad: É só ir à bancada de troca, você por algumas balas pode trocar por uma arma melhor e que estiver disponível para você claro. – Diz ele apontando para a bancada que estava do lado de fora do edifício e continua a dizer. – Recomendo passaram mais uma noite antes de partirem para a missão, descansem será bom para vocês, assim poderão ir com força total – Diz ele pondo os braços nas costas.
A noite cai novamente, nos os agentes encarregados da missão fomos dirigidos nos nossos devidos dormitórios, cada um ficou em seu devido quarto, e eu claro dormi no meu por um longo tempo, até porque uma viagem toda como está deixa qualquer um cansado, porem acreditem que nem algumas pessoas não estavam dispostas a dormir, o Agente provavelmente deve estar acordado, se conheço bem ele, vendo alguma imagem no monitor da armadura dele, as vezes me pergunto porque ele olha tanto aquilo.
Niniel: Insônia? – Diz ela aparecendo der repente ao lado do Agente, encostada na parede do quarto do mesmo.
Agente: Hein! – Diz ele assustado batendo a parte de trás da cabeça na parede, e detalhe que desta vez ele esta sem armadura. – Isso doeu... Enfim, o que faz aqui? Não deveria estar no seu quarto? – Diz ele meio irritado.
Niniel: Se acalme, também estou, sabe me traz nervosismo saber que vamos para uma missão ainda mais de risco amanhã, e bem acho que você foi doido de aceitar ir – Diz ela com um sorriso no rosto.
Agente: Olha quem fala, não era você que queria apenas uma base segura? – Diz ele digitando umas coisas na tecla do braço direito.
Niniel: Mas é importante uma médica ir e também, fui com vocês até aqui não? É claro que ficar aqui cercada de militares, seria ótimo... – Diz ela pensativa, e olha para o Agente botando a mão no rosto e balançando a cabeça e continua – Entre tanto também digo que deixar vocês e o Henri sozinhos não daria certo, um é esquentado e o outro é covarde – Diz ela botando a mão na parede.
Agente: Tenho meus motivos e sabe disso, farei o que é preciso para acabar com estas coisas, e você encara isto tudo com tranqüilidade, não têm ninguém que perdeu? – Diz ele curioso.
Niniel: Bem tive minhas perdas, mas não faço as minhas tragédias me consumirem, se não estaria que nem você, eu apenas me adaptei a este caótico mundo... – Diz ela olhando para a janela – Mas seria mentira dizer que não fiquei alegre quando o celta disse que tem um modo de mudar isto para sempre – Diz ela olhando para ele.
Agente: Melhor você ir dormir, não é bom ficar cansada amanhã – Diz o mesmo encostando seu corpo na cama.
Niniel: Durma então, amanhã a gente se vê – Diz ela saindo do quarto e indo para o quarto dela.
No dia seguinte nos acordamos e nos preparamos, eu especificamente fui pegar uma arma melhor, já ouviram falar do anjo da morte? Bem está arma meus caros é arma de verdade, não são tiros de lazer quaisquer são bem potentes o suficiente para perfurar uma armadura de adamantium e ainda atingir o corpo da pessoa com bastante facilidade, com está arma terei mais garantia que terei matado os alienígenas, em quanto isso o agente foi pegar uma armadura para usar, já que a que ele estava usando estava prestes a estragar, fico imaginando os improvisos que ele usou para manter aquela coisa funcionando e já a Niniel prefiro nem comentar, até porque ninguém gosta de ler ou escutar uma lista, principalmente se esta lista der a volta ao mundo de tanta coisa que tem nela. Quando todos ficaram prontos enchemos o oxigênio de nossas armaduras e partimos para a missão, parece que tudo esta terminando... Mas na verdade é um começo, sinto apenas que as coisas ruins de verdade iram começar a partir de agora.
Pierre: Está missão está no papo, meus caros, esperem só para terminarmos e vamos comemorar tomando uma linda taça de vinho, até lá teremos que esperar – Diz ele fechando as mãos e continuando com um sorriso – O Cavalo Branco está ansioso para dar uma lição nestes alienígenas malditos! – Diz ele botando as duas mãos na cabeça.
Vocês acham que alguém responderia, eu não, estava ocupado demais pensando em como sairia vivo isso se eu sair vivo, também Niniel estava bem preocupada com aquilo, os únicos que não estavam demonstrando preocupação era o russo, maia e o agente, ambos estavam bem seguros e apenas estavam silenciosos, e caindo entre nos isto me deu medo, pois não sei se o silêncio era de preocupação ou estavam ansiosos ou até mesmo arquitetando algo para esta missão, eu só sei que o local para onde vamos é uma mina abandonada, e que obviamente é perigosa ainda mais por estes alienígenas morarem nesta mina, não tem como eu ter segurança com esta informação, mas pelo menos eu tinha algo que não estava tendo antes, que era uma equipe de verdade, portanto que venham as feras, pois estou armado até os dentes, e meus amigos estão prontos para matar cada um deles...
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