Dead Flowers

30 Capítulo 30 -Body and Soul


Notas iniciais
Como está no finalzinho, estou dando meu melhor nos capítulos, por isso demorou um pouquinho.
O próximo, será o ultimo, então aproveitem os momentos finais!
Espero que gostem!

Me sentia uma garotinha andando de mãos dadas com o primeiro namoradinho. Estava insegura e nervosa de uma forma estúpida para uma mulher maior de idade que já tinha alguma experiência na vida.

“Eu tenho uma idéia melhor –Izzy disse mudando nossa rota –Vou te mostrar a casa do Guns.”

“Estão morando todos juntos agora?Que legal.”

“E você, voltou mesmo?”

“Não consigo viver longe desse lugar,muito menos das pessoas daqui.”-respondi olhando em seus olhos, que pareceram sorrir junto com seus lábios.

“Estou incluído nessa lista?”

“É o primeiro dela.” –sorri.

“E todo aquele papo de ponto de final?” questionou ainda com o sorriso bobo no rosto.

“Pelo visto sou uma boa atriz. Já aquele seu papo de último beijo não foi nada convincente.”

“Se não tivesse sido, você não teria me beijado.”

“Foi você quem me beijou.” –retruquei.

“E estou prestes a beijar de novo.” –ele parou de andar e se voltou para mim.

“E eu estou prestes a ceder de novo...” –suspirei ,sentindo um rápido solo de bateria crescer dentro do meu peito.

“Um segundo primeiro beijo?”

Assenti com a cabeça ,sorrindo e puxando seu rosto para próximo do meu. Não foi como o beijo desesperado da praia, foi meigo e infantil Ainda me sentia como uma garotinha, dando seu primeiro beijo de verdade. Ficamos ali na calçada por um bom tempo abraçados, ignorando o som das motos velozes e as sirenes da policia que cortavam as ruas.

Depois, voltamos a andar em direção á casa da banda que ficava a dois quarteirões dali.

“Uau, que casa enorme!” dei uma olhada em volta na enorme sala, que apesar de um pouco bagunçada, era bem moderna.

“Não chega nem perto da que você estava morando em Phoenix.” Comparou Izzy, me guiando para cozinha.

Abriu uma enorme geladeira lotada de cerveja e outras bebidas variadas ,típico deles.

“Mas eu prefiro aquele mísero quartinho acima da lavanderia.” –devaneei ,lembrando de nossos bons momentos naquele lugar.

Ouvi algumas passadas rápidas vindas da sala e um enorme cão preto surgiu,pulando com as patas dianteiras em minha barriga.

“Jack, que saudade de você!” –brinquei um pouquinho com ele ,que incrivelmente ainda se lembrava de mim. Ele ficou tão eufórico que gastou suas energias e foi se deitar exausto no tapete da sala.

“Agora é minha vez de matar a saudade.” Izzy se aproximou ,me encostando na mesa em seguida e me beijou.

Sem tirar seus lábios macios dos meus, ele me pegou de uma forma brutal e me colocou sentada sobre a mesa.

“Ei aqui não.” –sussurrei enquanto suas mãos passeavam por dentro do meu vestido.

“Poltrona, banheiro, carro... só falta a cozinha. E não usamos essa pra nada mesmo.” –argumentou em tom malicioso.

Tirei sua jaqueta e sua camisa apressadamente para tornar a beijá-lo. Desci as mãos por seu peitoral e parei no fecho de sua calça. Izzy me instigava ao tocar seus lábios em meu pescoço e em meu colo, enquanto entrelaçava os dedos nas laterais de minha roupa intima e a arrancava de uma só vez. Já tinha prática em fazer isso.

Afastou um pouco minhas pernas e se colocou entre elas. As travei ao redor de sua cintura para nos manter próximos e facilitar seus movimentos. Como sempre, nosso prazer era mútuo, talvez pelo encaixe perfeito de nossos corpos, assim como o de nossa alma.

O que começou na cozinha se estendeu até o quarto dele que ficava em um corredor no segundo andar ,onde havia mais quatro quartos e um banheiro.

Depois de uma longa e maravilhosa noite ,Izzy ,deitado atrás de mim, me envolvendo em seus braços, sussurrou em meu ouvido.

“Te amo Susie.”