DeStRoY

4 You Can't Control Capítulo Extra


Notas iniciais
Oi oi gentes... Bem, desde que o Nyah decidiu dar Beyblade, eu estive BEEEEEEEEEEEM ocupado, porém já tinha dois capítulos prontos. Então, depois da CAGADA UNIVERSAL que eu fiz, de acabar com todo meu pc, perdi muita coisa que já havia escrito... BUUUUUUUUUUUUUT, por um milagre milagrosamente milagroso eu tinha um capítulo e meio salvos no celular, porém um desses capítulos era um EXTRA (MEIO QUE UM SPIN-OFF CHEIO DE FLASHBAKCS). Então, pra não deixar a fic sem atualização depois de mais de 1 MÊS 1 MÊS, TAQUIPARIU, ISSO É QUASE UM HIATUS!!! Bem, decidi postar esse capítulo aqui pra vocês, espero que não se confundam. E também gostaria de dizer que estou começando outra fic, chamada "HillsBurg" , que vai ser o Spin-Off dessa fic aqui, e vai contar umas histórias malignas que inventei pra deixar vocês com água na boca. (AH, como esse capítulo é um extra, os personagens de vocês não vão aparecer, então, por favor, não entrem em pânico!!) Então, vamos ao capítulo... As músicas desse capítulo são : Thank You For Loving Me - Bon Jovi www.youtube.com/watch?v=ESOVrc4K3CQ In Too Deep - Sum 41 www.youtube.com/watch?v=emGri7i8Y2Y

HillsBurg – Flórida

13 de Junho de 2012

02h43min

A noite escura engolia as ruas de Hillsburg, mas para os visitantes do “The Walkers” , ela ainda estava começando. O bar abrira as 22h, e mesmo as 2:43 da madrugada, todos continuavam animados com o som que tocava e com as luzes piscando.

Porém, Gregory Lonners já não se sentia muito bem, a bebida estava o derrubando, o som o estressava, as luzes o deixavam zonzo, ele precisava vomitar. Precisava dormir, mas antes disso tinha que vomitar.

Foi em direção de Lucy, na ultima vez que a vira ela estava dançando em cima do palco. Ele e Lucy viviam uma relação tanto quanto aberta, os dois sempre estavam no The Walkers, bêbados e “livres”. Lucy já havia beijado um cara na frente de Greg, e mesmo que ele não tenha gostado muito, aquilo já era quase normal entre os dois.

Ele finalmente encontrou Lucy. A ruiva estava agarrada com Wayne Rock, o melhor amigo de Greg.

– Ruiva! – Gregory gritou, mas o barulho era demais. Ele então a agarrou pelo braço – Ruiva. Vamos embora.

Ela se virou, o olhando e dando risada.

– Cara, você é tão... Careta. – Lucy continuou rindo, e Greg a puxou, fazendo com que a ruiva se jogasse em seus braços.

– Ei, ei, ei... Aonde vocês pensam que vão? – Mason Shepler os parou enquanto saíam. – Greg?

Greg o encarava, e Lucy ainda ria.

– Eu quero ir para casa, você entende? – Greg tentou sair, mas foi novamente segurado por Mason. – Porra, Shepler! O que você quer?

– A garota! – Mason disse, e Greg o encarou. Lucy olhou para Greg, que a fitou enquanto Wayne se aproximava.

Wayne era o melhor amigo de Greg desde o maternal, os dois cresceram em HillsBurg, e lá estavam, prontos para terminar o colegial juntos.

– Que merda tá acontecendo aqui? – Wayne entrou no meio da confusão que começava a se formar.

– O Greg é um viadinho! – Mason respondeu, e Wayne o encarou.

Os 4 estavam parados na porta de entrada do bar, Greg ao lado de Wayne, e Mason de frente para os dois. Lucy agora estava sentada no chão gelado.

– Mason Shepler é um otário mimado! – Greg o provocou, e quando Mason partiu para dar um soco no rosto dele, Joe Hannzon o segurou. Enquanto Mason se debatia e soltava xingamentos para cima de Greg, o loiro pegara Lucy no colo e se dirigira até seu Camaro 97.

– Ei, Lonners! – Mason gritou, ainda tentando se soltar dos braços de Joe. – Vamos bater uma aposta, pela ruiva.

– Você não está bem Mason, melhor ir para casa. – Disse Greg, batendo a porta do carro e colocando a chave na ignição.

Quando Greg ligou o motor do carro, Mason finalmente se soltou e correu até o carro, se jogando em sua frente, o que fez Greg frear bruscamente.

– O que houve com você, Greg? Por que tem tanto medo de quebrar as regras que seu pai impôs... Hein, filinho do prefeito? – Mason o irritara ao extremo.

Agora, Greg desejava mata-lo.

– Tá legal, qual a aposta? – Disse Greg, enquanto saía do carro, indo na direção de Mason.

Os dois ficaram frente a frente, se encarando.

– Um racha! – Mason gritou, atraindo a atenção das pessoas que saíam do bar. – Minha máquina, contra a sua. Se eu ganhar, você some do The Walkers.

– E se nós ganharmos, você some daqui! – Wayne se meteu no jogo, mesmo tendo um pouco de medo do que poderia acontecer.

– Como assim, corrida em equipes? – Mason perguntou.

– O Greg não dirige bem, muito menos você. Isso precisa ter emoção!

– Eu dirijo pelo Shepler. – A voz rouca de Kurt ecoou pelo meio das pessoas que olhavam curiosas. Algumas até gritavam.

– Tudo bem, e qual é o percurso?

– A estrada 304! – Mason respondeu, com um sorriso maléfico. Greg e Wayne pareciam espantados.

– Você pirou?!

– Ah, Wayne, qual é? Vai dar uma de medroso, na frente de todo mundo? Vai mesmo decepcionar seus fãs?

– Mason, é loucura. Nós vamos morrer, é muito perigoso. – Greg disse.

– Você é o cara mais medroso que eu já conheci. CAGÃO!

– Qual o seu problema, hein? – Wayne foi para cima de Mason, e os dois ficaram se encarando até que Joe os separasse. – Anda Greg, vamos embora.

Ele e Greg se viraram, foi aí que Mason jogou a chave de seu carro na cabeça de Wayne.

– Seu filho de uma puta desgraçada! – Wayne resmungou, jogando a chave em cima do vidro do carro de Mason.

– Qual é Wayne... Se acalme. – Mason ria com a expressão do outro, que parecia um touro. – Olha, pensem bem... Se o filho do nosso querido “perfeito” desaparecer assim do nada, é óbvio que ele vai revirar até o inferno pra achar. Deixem de ser medrosos e aceitem isso, não vai acontecer nada pior que a morte! – Mason riu – Fechado?

Greg e Wayne se olharam. Greg fez que não com a cabeça, mas Wayne estendeu mão para Mason.

– Fechado! – Greg respondeu, apertando a mão de Mason.

As pessoas começavam a gritar, enquanto Greg tirava Lucy do banco do passageiro, se sentando em seu lugar. Wayne entrou no carro, rindo, e ligou o motor.

– Você quer com emoção ou sem emoção?

– Você é louco! – Greg bufou, e percebeu que Wayne não parava de o olhar.

– E você me ama. – Wayne disse, com seus olhos grudados nos lábios de Greg. Mas não podia beijá-lo, não ali. Eles mantiveram aquilo em segredo durante esse tempo, não iam estragar isso agora. Não agora, que tinham um plano para viver o que realmente queriam.

Mas e se não desse certo?

Não, nada de ruim iria acontecer, eles conseguiriam, era perfeito.

FLASHBACK IN

09 de Janeiro de 2012

Greg estava deitado sobre o peitoral de Wayne, os olhos de ambos grudados no céu, nas estrelas e na lua; que acabara de aparecer. Wayne estava sem camisa, o peitoral forte e suado á mostra, os braços envolvendo o corpo de Greg, que era branco e gelado. Enquanto Wayne olhava as estrelas, o loiro tentava se ajeitar sobre o corpo dele.

– Isso é estranho! – Greg murmurou, desistindo de se deitar sobre o moreno, e se levantando. Wayne fez uma cara de espanto, sem entender o que o loiro queria dizer.

– O que? Essa estrela? – Wayne não sabia o que falar, não havia entendido o loiro.

– Não. Nós dois... É estranho. – O moreno fez uma cara de espanto, e Greg riu.

– Você é um otário. – Wayne tentou ser sério, mas acabou rindo.

– E você me ama!

– Ainda falta você me responder!

– Nós devíamos parar Wayne. Isso está muito rápido, vai ficar fora de controle.

– Não importa o que você faça. Você não pode controlar, não existe um botão “Estou loucamente apaixonado”, você precisa aceitar! – Wayne riu sozinho, o loiro como sempre, não achara nenhuma graça.

– Essa coisa com a Lucy, e você... eu não me preparei emocionalmente para um amor extra forte!

– Amor extra forte. Bem que podia ser nome de um café.

Greg deu um soco no braço do moreno, mas o outro era bem mais forte, e a mão doeu imediatamente.

– Agora é sério, eu...

Wayne agarrou o loiro antes que ele pudesse falar. Quando o beijo acabou, os dois estavam sem fôlego.

FlashBack Off

12 de Julho de 2012 – 21:43 h

Melissa Wallesrtonne já terminara de se arrumar, os cabelos loiros bem penteados, a roupa que comprara no dia anterior ficara perfeita em seu corpo, exatamente como Natalie havia dito. Também havia acertado na maquiagem, que nunca era simples: um batom num vermelho tão forte, que era impossível alguém não percebê-la.

Já estava atrasada, como de costume, e logo Natalie a ligaria. Mas não importava, estava se preparando para ver Jayden novamente.

Melissa morava no bairro 8; nomeado há alguns anos de Bakersville; e o mais próximo de Nashville – que era o décimo primeiro bairro e também aonde os jovens da cidade se divertiam.

Só havia duas maneiras de chegar a Nashville.

A primeira: Mais curta, porém mais perigosa, era entrar na escura e deserta estrada 304, apelidada de “Caminho da Morte” pelos moradores de Hillsburg.

A realidade era que a 304 era assustadora, e quase todas as pessoas que passavam por ali morriam.

Seu celular tocou, só podia ser Natalie. Melissa pegou o telefone, era uma mensagem, não havia número.

“ Olá Melissa, vamos brincar um pouco!

O que acha de Kurt Nashville? O que Jayden acha dele?

Será que ele e Natalie vão gostar de saber que vocês dois estão transando?

Tome cuidado com tudo, pois eu sou tudo!

– The Secret”

Melissa ficou paralisada, seus olhos vidrados na tela do celular, relendo a mensagem diversas vezes. Como alguém podia saber daquilo? Foram apenas umas noites, nada além disso. Ela estava sozinha, Jayden a abandonara, e ele era o cara legal que sempre a acolhera, e mesmo sendo namorado de sua melhor amiga, os dois tinham uma proximidade muito forte.

Tão forte que acabaram indo para a cama.

Seu celular tocou novamente, e dessa vez era Natalie. Melissa colocou o celular dentro da bolsa, pegou a chave do carro, e desceu até a garagem.

Já era 21h57min. Estava atrasada.

Iria pela 304.

. . .

Jayden Knackswaine dirigia pelas ruas de Hillsburg, indo em direção de Nashville. Acabara de passar por Jellsville, e agora estava num lugar escuro e deserto, a caminho de Madensburg. Jayden não entendia o porquê da neblina, ainda era muito cedo para isso.

Acelerou mais, percebendo que aquela parte da estrada era reta, e seu celular tocou. Ele tentou pegá-lo, mas estava no banco de trás, ele apenas esperou parar de tocar. Continuou acelerando, o velocímetro marcava mais de 90 km/h, e continuava aumentando.

Mas Jayden não percebeu que a curva estava chegando, e quando finalmente percebeu, já era tarde demais. O carro perdeu o controle, girou e capotou três vezes, parando no meio da estrada.

Jayden não se sentia vivo. Sua testa sangrava, suas pernas estavam presas, e ele se sentia como se fosse desmaiar. E antes que pudesse tentar se soltar, seu corpo o traiu, seus olhos foram se fechando. Sentiu uma dor, e colocou a mão sobre a perna. Estava perdendo muito sangue.

Mas seus olhos finalmente se fecharam, o levando para uma escuridão desconhecida.