Esta é a terceira parte de A Demanda da Alta Hrothgar. A primeira parte, A Companhia dos Barbacinza, narra como Savos Aren, o Arque-Mago do Colégio de Winterhold, descobriu que o dragão que havia devastado a pequena vila de Helgen, era na realidade o Devorador de Mundos, que uma vez governara todos os outros dragões. Relata também como Ralof, um soldado veterano do exército de Windhelm, fugiu da pacífica Riverwood, sua terra natal, e foi perseguido pelo terror dos vampiros servidores de Skuldafn até que finalmente, com a ajuda de Vorstag, o guardião do Estado de Rift, e depois de passarem por perigos terríveis, chegaram à Casa dos Barbacinzas na Alta Hrothgar.

Ali aconteceu o grande Conselho dos Barbacinza, no qual foi decidido que se deveria tentar destruir o dragão através de ladinagem, e Ralof se candidatou, inspirado por uma canção, para ser o dragicida. Então foi escolhida a Companhia dos Barbacinza, que deveria ajudar Ralof em sua missão: chegar, se conseguisse, às Torres de Skuldafn, a terra do próprio Devorador de Mundos, o único lugar onde ele poderia ser pego de surpresa. Nessa sociedade estavam Vorstag, Ralof e Erik, filho do falecido Alto Rei de Skyrim, representando os homens; Faendal, filho do Rei de Valenwood, representando os elfos; Kharjo, o khajiit, associado da caravana de Ri’saad, representando as criaturas, além de Savos Aren, o Arque-Mago do Colégio.

Os Companheiros viajaram em segredo até um ponto já bastante distante de Alta Hrothgar, no sudoeste, quando, frustrados em sua tentativa de atravessar a passagem do Vento Gritante, no inverno, foram conduzidos por Savos Aren através do portão oculto e adentraram as vastas Cataratas Ermas, procurando um caminho por baixo das montanhas. Ali Savos Aren, em batalha com um terrível sacerdote do passado, um dos servidores mais poderosos de Alduin, derrotou o inimigo, mas sofreu um feitiço arcano de ligação de almas, e foi arrastado para a morte com ele. Mas Vorstag, agora revelado como o herdeiro dos antigos Imperadores de Cyrodiil, passou a liderar a Companhia partindo do Portão Sul das Cataratas Ermas, através da terra dos cavaleiros de Whiterun, onde foi descoberto que Vorstag tem a capacidade de absorver as almas de dragões mortos, e subindo o grande Rio Karth, até chegar à Ustengrav, a pedido de Einarth, um Barbacinza. Nesse ponto eles já estavam cientes de que sua jornada estava sendo vigiada por espiões.

Fez-se então necessário que eles decidissem se deveriam rumar para leste, na direção de Skuldafn, ou acompanhar Erik em auxílio de Solitude, principal cidade de Haafingar, na qual se instaurava uma guerra, ou ainda se separar. Quando ficou claro que o Dragonborn estava decidido a prosseguir em sua jornada desesperada à terra do Devorador de Mundos, Erik tentou persuadir à força os outros membros da Companhia para que fossem para o Oeste. A primeira parte terminou com a queda de Erik, seduzido pelo poder e convencido pelo medo, com a fuga e o desaparecimento de Ralof e Meeko, o seu fiel amigo canino, e a dispersão dos outros membros da Companhia por um ataque repentino de dremoras invocados através da magia, a serviço do traidor Ancano, do Colégio de Winterhold. A Demanda dos Barbacinza já parecia fadada ao desastre.

A segunda parte, O Reino Negro, reconta os feitos da Companhia dos Barbacinza depois do rompimento de seu rompimento. Narra o arrependimento e a morte de Erik, e seu funeral num barco que foi acolhido pelos pântanos de Forgulnthur; a captura de Ralof e seu cão, Meeko, por soldados dremoras, que os levaram na direção de Winterhold por sobre as planícies de Riften, e a procura dos dois empreendida por Vorstag, Faendal e Kharjo. Então apareceram os soldados de Riften. Mas Ralof e Meeko escaparam para dentro de um acampamento de gigantes, onde encontraram Malatar, o gigante, mestre secreto do Descanso da Tempestade.

Na companhia dele testemunharam o despertar da ira dos Gigantes e sua marcha sobre Winterhold. Enquanto isso, Vorstag e seus companheiros encontraram Adgard de Morthal voltando da batalha. Ele lhes forneceu cavalos, e os três cavalgaram para Riverwood. Ali, procurando em vão uma armadilha e a Corneta de Jurgen Chamavento, encontraram novamente Savos Aren, que retornara da morte e agora era o Mago Psijic, da Ordem Secreta das Ilhas de Artaeum. Com ele cavalgaram através de Riften e chegaram a Fortaleza da Névoa, o palácio do Jarl Harrald, herdeiro da falecida Jarl Laila, da Terra do Rift, onde Savos Aren curou o jovem jarl e o resgatou dos feitiços de Estormo, seu conselheiro maligno e aliado secreto de Ancano. Então calvagaram com o jarl e seu exército, avançando contra as forças de Winterhold, tomando parte na vitória desesperada do Forte da Vigília da Névoa. Savos Aren os conduziu então para Winterhold, e eles encontraram o grande Castelo de Winterhold em ruínas, destruída pelos gigantes, e Ancano e Estormo cercados no invencível castelo do Colégio de Winterhold.

Na discussão diante da porta, Ancano se recusou a se arrepender; Savos Aren depôs e anulou sua magia com um poder místico, deixando-o sob a vigilância dos gigantes. De uma alta janela, Estormo atirou em Savos Aren um pedaço de vidro, mas não acertou o alvo, e a pedra foi apanhada por Ralof. O vidro acabou sendo revelado como um fragmento do Olho de Magnus, um artefato antigo do qual Ancano estava drenando magia. Nos dias que se seguiram, um mensageiro de Skuldafn foi até Winterhold e interceptou os viajantes no caminho, e Ralof foi confundido com Vorstag, desta forma se revelando falsamente a Alduin como o Dragonborn.

O livro termina com a chegada nos planaltos de Winterhold de um Sacerdote Dracônico, os mais terríveis servidores de Alduin, montado num dragão, presságio da guerra iminente. Savos, levando Ralof, foi cavalgando na direção de Solitude.

O Epílogo se volta para Gwilin e Barknar, dois mensageiros escolhidos pela Alta Hrothgar, agora perdidos nas colinas desertas das regiões de Pedra de Shor. Em sua viagem para lá depararam com um grupo de batedores dos homens de Haafingar, liderado por Aldis, um amigo de infância de Erik. Aldis descobriu a natureza da viagem dos dois, e como Erik sucumbira, e os liberou para que fossem em frente, no último estágio de sua jornada. No momento em que os dois atingiram as cavernas e tomaram a trilha para a terrível caverna de Tolvald, uma grande escuridão surgiu de Skuldafn, cobrindo toda a região. Então Alduin enviou seu primeiro exército, liderado por Nahkriin, o Senhor dos Sacerdotes Dracônicos: a Crise Dracônica começara.