Das Leben Kurz Schwarz

7 Capítulo 7 – Do plebe à nobreza


Acordei, peguei minha nova espada, era linda, mas linda que ela só Elisè, após analisar bem os detalhes, desci para a cozinha.

Parecia mais uma manhã normal. Estavamos tomando café tranquilamente. Ninguém falava nada, mas eu percebi uma certa preocupação nos meus pais. Para mim não havia problema, eu só havia pego a espada de nossa família, mesmo que houvesse uma maldição no meio disso tudo, não era um motivo para se preocupar agora. O pai de Elisè usava a espada tranquilamente, era o general do reino e possuia uma linda filha. Para mim não havia problema algum.

Quando terminamos de comer, meu pai falou para todo mundo ir para a sala.

Quando entrei na sala, ouvi um barulho vindo de fora, então a porta da casa foi arrombada. Não pensei duas vezes, saquei a espada e fui atacar o invasor. Antes que eu pudesse golpeá-lo, um forte luz preta me jogou para longe.

O invasor disse:

— Acalme-se, Kurz Weiß, eu vim aqui para resolver assuntos e melhorar as coisas.

Olhei para a espada, e na hora a reconheci, era a espada Schwarz. Então o invasor só poderia ser...

— General Schmidt Schwarz.

— Isso mesmo meu caro. — Disse ele sorrindo.

Então ele entrou, e junto com ele diversos guardas, bem diferentes dos guardas do castelos. Esses tinham espadas embainhadas na cintura, escudo nas costas, armaduras negras e carregavam uma grande lança dourada, parecia de ouro.

Atrás dos guardas, entrou ninguém mais ninguém menos que Elisè. Estava vestindo um lindo vestido branco, e seu cabelo estava com um penteado que a deixava maravilhosa.

Virei para meus pais, e eles estavam como se não soubessem o que fazer.

Então me levantei, pois estava em uma posição bem desagradável no chão. É tanto que consegui ouvi uma risadinha vindo de Eli.

Percebi que meus pais não sabiam o que fazer, então falei:

— O que traz o senhor aqui em nossa humilde casa? Sentem, por favor.

Ele se sentou e possuia um sorriso no rosto. Eu sempre imaginei ele uma pessoa muito séria e chata, mas parecia um cara legal. Então ele começou a dizer:

— Bom, alguém assassinou o príncipe, e tipo, o rei não pode ter mais família, minha filha tem o sangue real mas eu não vou permitir que ela se torne rainha, uma mulher sozinha não é seguro, e eu me preocupo muito com ela. Nesse caso, só restou você de herdeiro.

— Herdeiro? Como assim?

— Ah, vamos lá. — Ele olhou para meus pais. — Não vão falar que vocês deram a espada para ele e não contaram nada.

Meus pais ficaram quietos, dava para ver que tinham muito medo do general. Após um silêncio meu pai falou:

— Olha, se se seu ge general, ele me me meio que gan gan ganhou a es es espada on on ontem. E e e eu contei um um pouco da história.

— Melhor então. É Kurz, você um dia será rei. Seu tataravô já foi rei. Bom, não vamos perder tempo. Preciso tratar um assunto com seus pais, e quero que seja só eu e eles. Por favor Eli, leve Kurz na sua carruagem e o apresente ao rei. Ah, e no caminho explique toda a história para ele.

— Sim pai.

Elise abriu um sorriso, e fomos até a carruagem dela.

A carrugem de Eli, era toda preta, seus cavalos eram todos brancos e puro sangue. Dentro da carrugem, os banco eram macios. Subi e assim que ela fechou a porta, e a carrugem deu partida, Eli me abraçou com um longo beijo em seguida e disse:

— Kurz, você está encrencado. — Ela deu um sorrisinho.

— Como assim?

— Agora você vai poderá me ver todos os dias. Ah, vai ser ótimo. Mas tem uma coisa que vou te falar. Não poderemos nos casar mais, tem uma maldição complicada.

— Eu sei, meu pai me disse isso ontem. Mas não importa o que acontecer, eu vou detonar qualquer coisa que se impor na nossa frente.

— Certo.

E após isso, houve um silêncio até chegarmos no castelo. Foi a melhor minha primeira vez em uma carruagem, e a melhor de minha vida, pois estava ao lado de Elisè, que foi segurando em minhas mãos e apoiada no meu ombro. Estar com ela era tudo o que eu mais gostava.

Chegando no castelo, Eli e eu entramos. Era extramamente lindo, mas não pude analisar muito os detalhes, pois ela foi me puxando apressadamente até a sala do trono. Quase que esquecemos de descruzar as mãos ao entrar.

A sala do trono era bem calma, vários guardas e dois tronos. Um estava vazio e o outro com o rei, ambos eram do mesmo tamanho e feitos de ouro e diamantes.

O rei era bem velho, meio gordo e tinha um semblante sério. Sua coroa de ouro era reluzente, seu manto vermelho.

Elisè se apresentou e disse:

— Majestade, aqui está Kurz Weiß.

Ele me olhou de cima à baixo, e após um tempo disse:

— Perfeito, mais bonito que meu filho, que tive com aquela traidora. Eu sei que já te contaram tudo, eu sou um rei, sei de tudo. Bom...Elisè leve ele para o novo quarto dele, mais tarde a família dele deverá chegar. É Kurz, a partir de hoje você é o novo príncipe. Hm... Melhor, Elisè, leve-o para um banho e mande que comecem as aulas de cavalaria. Preciso que ele seja um bom subistituto para meu filho.

— Certo majestade. Vem Kurz.

Elisè me levou até uma sala e disse:

— Entre aqui, tome um banho. Os criados logo trarão suas novas roupas. De noite eu falo com você no seu quarto, tenho um presente para te entregar.

E ela saiu correndo.

Tomei um banho e vesti aquelas roupas reais. Bem esquesitas de inicio mas logo me acostumei.

Então me levaram para as aulas de cavalaria. O professores era um saco, eu preferia mil vezes Elisè.

De noite, teve um banquete, onde estavam eu, meus pais, os pais de Elisè, e o rei. Meu pais estavam bem nervosos e não comeram nada. Os outros estavam normais. O rei não parava de conversar com o General. A mãe de Elisè era bem parecida com ela. O cabelo era igual, lindo e cacheado.

Após o banquete, meus pais se despediram e disseram que era tudo muito confuso, e que amanhã iríamos conversar melhor sobre tudo.

Então subi para meu novo quarto, o quarto onde ajudei no assassinato de seu antigo dono. Coloquei minha espada perto da cabeceira

Deitei. A cama era confortável. Fiquei olhando para aquele lindo teto lindo. Então ouvi um pequeno barulho. Me levantei e vi Elisè sainda da passagem. Ela trazia um vaso na mão.

Ela disse:

— E então, gostando disso? Sério, fica chato morar aqui.

— Oi amor, estava te esperando.

Ela veio e colocou o vazo em minhas mãos. Olhou no meu olho e disse:

— Kurz, esse vaso será como nossa aliança de namoro. Eu tenho o meu e você o seu. Cuide bem dele. Não deixe ninguém tocar. Mantenha ele no seu quarto. Eu vou morar no castelo agora. Estão com medo, acham que foi um demônio que matou o príncipe babaca.

— Se eles soubessem...

— Estaríamos mortos. Mas quem sabe mortos poderíamos ficar juntos?

— Verdade né. Mas eu vou me casar com você.

— Sim. Kurz, aqui no castela, por favor, não fale comigo. Vamos nos encontrar sempre de noite. Meu pai é muito chato comigo, e ele não me deixa fazer muitas coisas. Eu faço tudo escondida. Ele não pode descobrir que namoramos, se você quer saber, nem com o príncipe ele gostava que eu conversasse. Não vejo a hora disso acabar.

— Mas seu pai parece legal.

— Com os outros sim, mas comigo. Ele se preocupa muito... Mas não vamos perder muito tempo falando, está uma bela lua, vamos ver.

— Claro.

E fomos até a janela ver a lua abraçados. Ficamos horas olhando para ela e imaginando o nosso futuro juntos. Foi maravilhoso. Eu estava muito feliz com a minha vida. Mesmo que tudo confuso e estranho, eu estava gostando, e o melhor de tudo, estava com quem mais amava.