Darkness

12 Cap. XII – morte – (parte VII – Os Anjos)


Notas iniciais
Bem, eu sei que estou devendo dois capítulos pra vocês, e pretendo postá-los hoje mesmo, esperem ansiosamente pelo próximo... Eu vou postar esse capítulo agora, espero que gostem. Esse foi a pedido do meu amigo Fábio, que queria ver o Edward macho... no próximo ele também vai estar assim! Pode esperar!

Ele acordou com o canto dos pássaros, esperava que tudo aquilo fosse somente um pesadelo, mas não era, sua filha estava na manjedoura a seu lado e sua esposa estava morta. Ele passou a mão pelo rosto, e se sentou na cama, olhou para sua filha, ela estava dormindo. Incrível como ainda não tinha reclamado por estar com fome, e falando nisso ele não fazia a menor ideia de como iria alimentá-la.


Ele se levantou e foi até o banheiro, lavou o rosto, escovou os dentes, e foi a cozinha tomar café, encontrou lá Ariel.



– Eu sei que temos que ir embora, podemos ao menos ficar para o almoço?



– Eu não estou o expulsando Edward... Sei que você passou por situações difíceis, e vai ser complicado sair por aí com uma criança, mas infelizmente eu não posso manter vocês aqui, afinal de contas eu sou neutra, e não posso tomar parte cuidando de uma criança como essa...



– Eu sei, eu entendo você, tudo bem, iremos ir após o almoço... eu só não sei como vou alimentar, minha filha...



– Eu posso conseguir leite em algum lugar para esta criança, mas depois dela se alimentar vocês terão que ir.



– Eu entendo... Obrigada por tudo Ariel.



– Não há de que... — Ela colocou a mão na cabeça e colocou a outra no ombro de Edward, quase caindo de joelhos no chão. — Tem alguém, alguém está tentando invadir este local! Urgh! Minha cabeça! São eles, são os Anjos!



– Minha Filha! Eles querem a matar, não... não posso deixar isso acontecer! Ariel, por favor, fuja e leve minha filha com você, dessa forma eles não conseguiram te encontrar, já que você é capaz de se esconder diante da presença deles! Por favor, não faça por mim, faça por Angeline, sua amiga!



– Eu não posso, isso seria me envolver demais! E você não conseguirá escapar dos anjos...



– Por favor, Ariel! Eu não pretendo escapar, vou enfrentá-los, mesmo que isso custe a minha vida... Você tem alguma arma contra eles aqui?



– Tenho uma faca, que pode matá-los.



– Isso será muito útil, pode me emprestar?



Ela se dirigiu até uma gaveta, a abriu com uma chave e entregou a faca a ele.



– Muito obrigado...



Ela saiu através de um encantamento e Edward ficou esperando pela chegada dos Anjos. Eles arrombaram a porta e Zacarias disse:



– Olha se não é o demônio que abdicou de seus direitos! Queremos a criança! Onde ela está?



– Você não vai tocar na minha filha seu desgraçado! — Ele correu pra cima do anjo com a faca, mas este o empurrou na parede, fazendo a faca voar longe, e da mesma forma ele tacou Edward próximo a faca.



– Quem você pensa que é, um demônio ridiculamente fraco contra um Anjo como eu?



– Anjo ou não, não vai encostar na minha criança!



– É o que veremos!



Eram três Anjos no total, e Edward precisava dar conta deles se quisesse encontrar novamente Ariel e sua filha. Os dois Anjos começaram a vasculhar pela casa, Zacarias pegou Ed pelo pescoço e o enforcou, mas ele tinha conseguido pegar a faca, e rasgou o braço de Zacarias, que se encolheu, xingando o herói por tê-lo acertado. Os outros anjos vieram pra cima de Edward que tentava esquivar de seus ataques e acerta-los, até que um deles disse:



– Você vai morrer, assim como sua esposa! — E o empurrou na parede.



Edward ficou revoltado e uma forte aura tomou conta do lugar, seus olhos ficaram negros e ele enfiou a faca na garganta do anjo.



– Desgraçado! — Disse o outro anjo, partindo pra cima de Ed. — Vou te matar!



– Quem vai morrer são vocês! — Ele estava com a mão sangrando, puxou a porta da sala e impôs sua mão ensanguentada sobre um símbolo atrás da porta, uma armadilha contra anjos.



– Não! — Gritou Zacarias.



Que logo em seguida sumiu com seu companheiro, Edward caiu sobre os joelhos rindo estéricamentecom a mão no rosto. Parou quando ouviu um bater de palmas que vinha em sua direção, aquela aparência conhecida. O homem de meia idade se aproximava, seus cabelos grisalhos e seus olhos cor magenta escuro.



– Ora, Ora, pra um demônio enferrujado você está muito bem, Ed...



– Seu desgraçado! — Edward partiu pra cima dele com a faca ainda com os olhos negros e uma forte aura malígna, cortando-lhe parte do rosto.



O vampiro passou a mão no rosto, sobre o corte, dando uma bela tapa no demônio que caiu no chão um outro vampiro chegou por trás dele, aplicando-lhe um sedativo no pescoço, ele então caiu em um sono profundo.



Notas finais
Bem, lá se foi mais um capítulo, espero que tenham gostado desse capítulo, tem gente aí bastante ansiosa pra ler meus posts, eu irei satisfaze-los com mais um capítulo ainda hoje, é só aguardarem...