Notas iniciais
Aviso: Só pelo titulo da história ( Dark World ), dá para imaginar o que pode acontecer. Bem, não leem enquanto estiver comendo, se achar que não aguentará comer depois.

Quando acordo, estamos todos presos em uma guilhotina. Uma mulher, com uma camisa vermelha, calça jeans escuro, salto alto preto, batom vermelho e maquiagem impecável, magnifico, estava com um dos homens que estava tentando pegar Aghata e foi atingido pelo golpes que ela dera. Eles estavam conversando, enquanto tinha um homem preso em uma corda, em frente de deles e deles, mesmo que eles estavam virado para todo nós.

Meu corpo começa a tremer, imagino no que possa acontecer. Todos entendem que podemos morrer a qualquer momento, tanto pela guilhotina em si, quanto de outra forma como o homem que está prestes a ser morto.

Diego e Thiago estavam tentando sussurrar entre eles, mas dava para todos nós ouvimos, " A culpa disso tudo é do Daniel, ele não deveria ter continuado a ler aquele cartaz " tentou sussurrar Thiago para Diego " Mas também seria nossa culpa, por deixar que ele prossiga, fora que fomos a gente que falamos sobre o assunto de " ataque de animal ", então não deve ser culpar ele " fala Diego.

Fico desanimado em ouvir isso de Thiago, não achava que ele poderia ser uma dessas pessoas que poderia dizer isso, mas não vou falar nada. Aghata olha para mim e percebo pela sua expressão, que ela entende o que estou sentindo neste momento.

–Logo iremos matar esses garotos e garotas. -Disse um dos homens que tentou pegar Aghata.

–Tá bom! -Disse a mulher, parecendo não estar animada.

–Mas primeiramente, iremos matar esse homem aqui na corda! -Afirma o homem.

–Fará o mesmo de sempre? -Pergunta a mulher.

–Com certeza, é uma coisa ótima.

Ela concorda com a cabeça e volta seu olhar para todos nós. Odeio pensar que seremos obrigados a ver a morte de um homem e depois de cada um dos nossos amigos.

Rapidamente, o homem com a mulher, tira a roupa da vitima na corda e com uma faca, começa a cortar o corpo dele, deixando a pele cair. Ficando caindo, o sangue jorrava e iria para um tipo de imóvel que desconheço de nome, que é de um bom uso para pessoas que gosta de usar sangue de pessoas.

A pele estava sendo fritada, o sangue dele estava em copos. O homem e a mulher se serviam, comendo a pele da vitima e usando como liquido da refeição, o sangue.

O pelo do meu corpo, arrepia. Estou desesperado, mas não tem como eu fazer nada.

Ouço um rugido, começo a estranhar. Um leão preto, mas magnifico, aparece em nossa frente. Ele rugi mais uma vez e estamos todos solto. O homem e a mulher tentam fugir, mas quando olho para minha mão, estou com uma espada. Aghata, Brianna e Stefane, também estavam, mas Diego e Thiago, não. Mesmo não sabendo usar a espada, consigo girar bem ela e acerto a cintura do homem e ele se enfraquece, caindo no chão. Ele encontra uma espada, que seria da pessoa que ele matou e tenta defender dos meus golpes seguidos, jogando minha espada longe e dando uma na minha cintura também, como quites. Ele dá um aviso do tipo " Agora vale tudo ". Pulo ao chão, para alcançar a espada, meu corpo arranha no chão, mas não reclamo. Pegando a espada, movo em direção a perna do oponente, ele pula para desviar. Ele tenta me atacar enquanto estou no chão, mas defendo com a espada, sem receber golpe. Aghata, Stefane e Brianna estavam enfraquecidas na batalha, contra a mulher e os outros que vieram ajudar. Eu seguro a espada para baixo, mesmo sabendo que isso é uso para quem tem muita confiança de uso com espada, e mesmo que não tenho, consigo atacá-lo perfeitamente. Ele cai no chão e fica apagado por lá. Vou até Aghata, tentando ajudar o pessoal, enquanto Diego e Thiago ficam tentando fugir, mas o leão impedindo. Consigo ajudar as meninas, com a espada apontada para os adversários e elas levantando com as suas espadas.

Neste momento, me pergunto onde está André, que não vejo desde o momento que acordei. Fico preocupado, se ele morreu e espero que não.

Todos fogem e deixamos. O leão também permite que eles fogem.

–Conseguimos. -Disse Thiago, parando de tentar fugir.

–Conseguimos! -Afirmamos.

–Bem... quem é o leão que nos ajudou? -Pergunta Stefane, não ficando com medo porque ele ajudou todos.

–Acredito que sabem quem sou, senhoria. -Disse o leão e imagino que sei quem seja mesmo.

–Aryeh! -Digo para todos.

–Você é bem esperto para pensar, senhor. -Disse o leão, olhando para mim.

–Obrigado... Eu acho. -Digo, não sabendo se ele foi irônico por ter sido algo que não necessitava ser dita ou se era elogio mesmo. -Pessoal, onde está André? -Me lembro de perguntar.

–É mesmo, não o vi quando acordei. -Disse Brianna.

Resolvemos então, começar a procurá-lo. Separamos em grupos. Eu com Aghata, Brianna e Stefane, Diego e Thiago com o leão para evitar que façam algo.

Quando andamos, eu e Aghata, encontramos uma floresta. Não sabemos se é a floresta a qual estávamos, antes de ir para a casa de André, mas seria de bom uso para procurar ele, caso fosse a floresta mesmo.

Caminhando, ela cansa e esbarra sem querer em meu ombro, quase caindo. Seguro ela e sentamos encostado em uma árvore.

–Tempo que não conversamos sem alguém por perto. -Disse Aghata, depois de um longo silêncio.

–Você tem razão. -Digo, analisando o dia todo. -Quer conversar sobre algo?

–Bem, na verdade, quero sim. Sobre nós. -Ela responde.

–Nós? Tipo o que acontecerá com a gente? -Pergunto, não entendendo nada.

–Nós! Eu e você. Nosso namoro em si, como está indo, etc. -Disse ela, olhando para mim, como se eu fosse idiota.

–Entendi, bom... começa o assunto.

–Então, ultimamente, parecemos que nem somos namorados, apenas simples amigos. Nem melhores amigos. Isso está me deixando curiosa, gosta ainda de mim ou você apenas não sabe o que fazer? -Ela começa o assunto, me perguntando algo que me faz achar que ela está um pouco certa pelo fato de não parecemos mais.

–Bem... Eu sei o que fazer.

Quando digo isso, agarro ela pelo braço e jogo ela na grama. Vou até ela e começo a beijar sua boca. Minha língua pede permissão para entrar na boca dela e ela permite. Paro por um momento e começo a tirar sua camiseta, seu corpo aceita isso em uma boa. Ela faz o mesmo, tirando a minha camiseta preta com gola. Volto a beijá-la, ela corresponde e me joga na grama. Me jogando na grama, ela sobe em cima de mim e eu aceito. Começa a beijar o meu corpo, de cima para baixo, da boca para a barriga, até o momento que algo interrompe.

Ouvimos um barulho de passos e colocamos as camisetas de volta. André aparece perto da gente e percebemos que ele que atrapalhou a felicidade da gente, mas não vou dizer nada. Pergunto onde ele estava e ele responde que foi pego por um dos homens, mas além de matar ele, faria ele de um escravo, mas torturando com cortes todo dia.

Eu fiquei impressionado com isso, seria melhor ser morto do que ser um escravo que vai ser torturado com cortes todo dia. Imagina se não quiser fazer algo, pode ser bem pior.

Voltamos a procura do pessoal. Quando encontramos todos, ele olharam para Aghata e eu, ficamos sem entender o porque, mas Diego pergunta:

–Por que estão com grama jogado nas roupas e no cabelo de Aghata?

–Bem... Ela tropeçou e caiu. Eu acabei tropeçando nela e cai. -Respondo, sendo irônico.

–Ah... claro! Muito normal. -Ele responde, sendo irônico também, mas ninguém perguntou mais nada.

Ouvimos um barulho atrás da gente. Olhamos para saber o que era, um homem estava com uma foice enorme, decapitando a cabeça de uma garota, chegando perto da gente.

Antes de vim atrás da gente, ele corta a barriga da garota e começa a se alimentar do corpo dela, por dentro.

Tentamos correr, mas não adiantava, parecia que estávamos parados no mesmo lugar. Ele se encontra com a gente, levanta sua foice e quando ele vai atacar, acerta algo.

Notas finais
Rolará mais romance, talvez, de um jeito ou de outro ( Considere como spoiler, se quiser ), mas não confirmo nada. Comentem o que achou, o que pensa que vai acontecer, qualquer coisa. Obrigado!