Dama Assassina

1 Prólogo - Conhecendo a Dama


Notas iniciais
Oi gente! Mary e Iasmym aqui de novo, dessa vez com uma fic original de drama, mistério, suspense e romance é claro. Esperamos que gostem. Bjus!

Um jovem acabara de sair de um bar quando, de repente, sentiu uma sensação estranha de ser seguido. Ignorou tal sensação e continuou sua caminhada. No meio do caminho até sua casa, encontrou um amigo e conversaram sem perceber que a hora ia passando.

Cerca de 23:00, naquela rua deserta, só ouvia-se os dois jovens conversando. Logo perceberam que a escuridão caíra e não havia movimento na rua e começaram a andar. O primeiro tinha 32 anos e o que ele encontrara tinha 35 anos e andava a frente do outro.

Este que estava na frente, sentiu seu celular vibrar e atendeu, deixando de atentar-se no amigo. O jovem de trás pegou algo do bolso do casaco e começou a admirar o mesmo com a má iluminação da rua. Logo ele ergueu o objeto para ver melhor.

Era um colar com a foto de uma mulher extremamente linda, entretanto foi distraído ao perceber uma pessoa que se aproximava a passos rápidos e silenciosos. Ainda observando pelo reflexo, viu tal pessoa tirar do bolso de um sobretudo que usava, uma corrente.

O jovem parou e se virou para ver quem o seguia e foi puxado pela mesma pessoa para um beco que passava em frente e ele foi enforcado até a morte poder ser vista pelos seus olhos. O outro jovem, de 35 anos olhou para trás e estranhou a ausência do amigo e resolveu refazer os passos até encontrar uma linda mulher cujo cabelo era escuro como a noite. Porém o encanto por ela logo foi dispersado por perceber o amigo morto com uma corrente no pescoço e ela segurava o corpo. Tirou o celular da orelha e o segurou, estático.

Ele começou a correr para longe dali enquanto ligava para a polícia. Uma mulher atendeu e ele fez a denúncia, mal conseguindo falar pelo desespero. Quando desligou, olhou para trás e parou de correr. Estava cansado e ofegante. Pôde-se ver uma silhueta se formando.

Era ela. Ele começou a andar para trás enquanto ela se aproximava ainda mais, só parou quando bateu suas costa num muro de uma casa qualquer. A mulher tirou uma faca de dentro do sobretudo e sem piedade enfiou no peito esquerdo do jovem, atravessando bem o meio do coração.

Não se importou de deixar a faca no corpo. A faca era de prata, o cabo possuía uma letra "A" como um detalhe delicado. Ela observou o corpo mais uma vez e quando percebeu o silencio do local ser interrompido por sirenes, não perdeu tempo ali.

No primeiro beco, um policial encontrou o corpo, a corrente e o colar que o jovem de 32 anos segurava. A assassina era procurada já a algum tempo. Todos os profissionais que ali estavam começaram uma agitação. O pessoal do resgate recolheu o corpo e um deles olhou o documento do jovem para que pudesse descobrir quem era e avisar aos familiares.

Já os policiais, começaram a procurar a responsável. Havia vários carros de polícia rondando pela cidade de Versalhes naquela noite. Um deles parou por encontrar mais um corpo jogado no chão.

No mesmo havia uma faca atravessada em seu peito e junto ao corpo uma carta jogada. O policial resolveu abrir a carta que para sua surpresa, era para eles.

"Antes de tudo, quero avisar que não direi meu nome, nem nada que me descreva, vocês irão descobrir quem eu sou durante a minha procura. Não pensem que será fácil adivinhar quem sou, é quase impossível. Não pense que estou me gabando. É fato. Eu tenho vários modos de te confundir. Muitos me chamam de um jeito, eu deixo minha marca que é um “A”, mas mesmo assim teimam em me chamar de Dama Assassina. A princípio o “A” não significava Assassina, nada disso, é um nome que eu uso, a marca que eu deixo em cada... Cada lugar que apareço.

Ao decorrer da sua procura incansável de saber quem é essa simples dama, deixarei todos com um pouco de ódio de mim, não faço por mal, é o meu jeito, o que posso fazer? Acho que é por isso que me chamam de Dama, sei me comportar muito bem diante dos seus olhos. Sentirão raiva de mim por eu não revelar de cara quem eu sou, pois bem, fique atento e descubra. Mas vou logo avisando que sou muito boa no que faço, sei me esconder bem, sou sorrateira e praticamente imperceptível.

Até eu me espanto com o que faço para que ninguém me descubra. Sim, tenho motivos para agir assim, tenho um alvo. Irei mata-lo. Preciso terminar o que comecei. Não posso mais voltar atrás. Não me prendo ao passado, mas ele insiste em aparecer no meu presente. Espero que meu futuro seja feliz, o que eu duvido muito.

A vida fez com que eu aprendesse a agir assim, perdi tudo que mais amava. Sei que o que faço é errado, mas ninguém pode me julgar pelos meus atos. Ninguém é perfeito, meu bem. Todos nós fazemos algo que não deveríamos.

Amo viver perigosamente, adoro ultrapassar o limite, ser uma dama rebelde e a mais delicada e majestosa. Adoro confundir as pessoas, fazer com que pensam uma coisa e descubram que é algo diferente, por isso surpreendo. Não é à toa que tudo o que escrevi, todo início dos parágrafos comecei com a letra “A”, se você percebeu, acho que será bem esperto para descobrir quem eu sou. Esse “A” é muito importante para mim. Logo, logo saberão o porquê. Que comece o meu jogo.

Att. Dama Assassina... A!"

Notas finais
Essa fic terá muitos mistérios e logo de cara já deu pra perceber que não será fácil descobrir quem é a Dama...