DELETADA

2 Você foi pego.


Notas iniciais
Hello Eve, olha quem está com o dedo recuperado e com a corda toda para escrever? Bem, bem... eu estou satisfeita e espero que vocês também fiquem. Vou deixar de enrolação para que leiam. Se divirtam (:

♦ Blaine

– E então, ele tinha seus oito anos quando virou para mim, com aqueles olhinhos azuis brilhantes e disse: papai, eu quero beijar um garoto.

Um sonoro "awn" se estendeu entre todos os presente fazendo o coração de Blaine derreter, aquele era outro Kurt, diferente do que ele conhecia. Um que o fazia ficar ainda mais apaixonado.

– Por que insiste em fazer essa voz?

Todos pego de surpresa por a voz do homem se viraram, Kurt vestia um terno de linho que delineava as curvas do seu corpo, ressaltando sua bunda. O rapaz foi até o pai, dando a Blaine uma vista perfeita da anatomia traseira do outro. Então, o moreno se assustou ao perceber que agora o outro estava vindo em sua direção. Seu coração batia acelerado, atento aos movimentos do outro tentando adivinhar o que havia naquela complicada cabeça.

– Oi meu amor. — Kurt apoiando as mãos nos braços do sofá, inclinou o corpo e beijou ele, deixando-o sem ar. Instintivamente o moreno passou suas mãos em volta da cintura de Kurt, puxando o castanho para seu colo, sua mão pousando nas pernas do outro, mantendo o corpo dele junto. A necessidade explícita em cada movimento.

Depois da noite anterior, ele estava se perguntando o que seria deles, já que Kurt, não havia lhe dado qualquer chance para se explicar. Claro que aquilo não passava de encenação, nas ele queria aproveitar cada instante. Sua outra mão deslizando por toda a lateral do corpo alcançou a nunca do rapaz e foi nesse momento que o beijo foi parado. 'Não' resmungou Blaine com seus pensamentos. Não estava saciado, nem de longe aquilo o tinha feito matar sua vontade de Kurt. Mas ao abrir os olhos, ele se deu conta de que todos ainda estavam na sala e contemplaram aquela cena. O momento não podia ser mais constrangedor e o castanho só o deixava pior. — Desculpem-nos. — As mãos dele foram descendo por o abdômen de Blaine, parando bem próximo ao cós de sua calça. — Para respeitar a família e os bons costumes, Blaine e eu estamos dormindo separados, então já sabem — Blaine escondeu seu rosto no pescoço do castanho, se perguntando, se era parte da sua "vingança" deixar ele envergonhado na frente de todos. — Onde está Adam?

– Lá atrás com Carmela. — Respondeu Rachel. O peso de Kurt deixou seu colo e Blaine sentiu-se estranhamente incompleto.

– Baby, eu estou sentindo sua falta. Não quer me acompanhar até Adam? — Blaine olhou para os presentes, encontrou os olhos de Burt que lhe sorria carinhosamente. Ele retribuiu o sorriso e levantou, tendo a mão segurada por Kurt que rapidamente o conduziu para fora da sala. Os dois foram caminhando em silêncio, dando espaço para os pensamentos de Blaine flutuar e pensar sobre a situação dos dois. Ele não sabia o que esperar de Kurt, era claro que o castanho havia se incomodado sobre Sebastian, mas por que? Kurt não o amava, nunca o fez. Em todos os anos que passaram juntos, a única coisa que ele arrancava do castanho, era um ou outro elogio frívolo relacionado a sexo.

Ele sentiu seu corpo contra a parede, sendo arrancado dos seus pensamentos. Kurt tinha a boca em seu pescoço, um ataque feroz e cheio de vontade. Ele então deixou suas mãos envolverem o outro, deslizou-as até a bunda do castanho que então começou a chupar-lhe o pescoço, com certa força, certamente lhe deixando uma marca que seria visível a todos e... sua vergonha foi logo mandada para o espaço, quando a mão esperta de Kurt desceu devagar entre seus corpos, agarrando com vontade o membro já enrijecido dele. Suas pernas começaram a ceder e ele, agarrou a camisa do maior deixando um pouco de pele a mostra, suas respirações ambas pesadas e entrecortadas.

Kurt usava a língua para massagear a região do pescoço dele, deslizando ela de um lado para o outro e de cima para baixo, aquilo o deixava louco, então mordeu o lábio tentando reprimir os gemidos. Por mais que ele tentasse se livrar daquele sentimento não correspondido, pensar em não ter mais o castanho para ele, mesmo que de uma maneira restrita, ainda assim aquele pensamento o deixava doente. Kurt á anos era o dono do seu corpo, do seu coração, da sua alma, da sua existência. E não importava o quanto tentasse aquele sentimento nunca mudaria. Ele reclamou ao sentir a mão de Kurt deixar de acariciar seu membro, mas não fez objeção e o beijo foi se desfazendo devagar.

Ainda sobre o poder devastador que Kurt tinha sobre ele, o moreno passou suas mãos por os ombros do maior, deixando seus corpos colados um ao outro, enquanto aproveitava para sentir melhor o cheiro do castanho. Kurt, deslizando os dedos por suas costas, enquanto usava a outra mão para enrolar os cachos de seus cabelos. Ele não sabia ao certo quanto tempo eles ficaram assim, aquele certamente havia sido um dos momentos mais intimo de suas vidas e de alguma forma, ele sabia que Kurt sentia a mesma coisa.

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– Você está roubando tio. – Blaine ouviu o pequeno Adam reclamar, seguido uma gargalhada do castanho, quando Kurt, desistiu de usar o saco para pular e começou a caminhar, deixando o pequeno para trás. Aquela pequena visão de Kurt relaxado, sorrindo, apenas curtindo o momento com seu sobrinho, o fazia amar-lo mais.

Por mais que ele tentasse se afastar era arrastado de volta a Kurt. Sebastian era uma das suas tentativas frustradas de se afastar, sem se magoar. De superar e poder viver sem o castanho em sua vida, mas não estava funcionando. Sebastian era um homem incrível, mas não era a mesma coisa. Mesmo que Sebastian tivesse se esforçando e dando o melhor para Blaine, ele não conseguia amar o rapaz de volta. Não que não quisesse, ou não tentasse, mas era só algo impossível.

Como se tivesse ouvido seus pensamentos o telefone de Blaine tocou e o nome que chamava, era o de Sebastian. Deu uma ultima olhada para conferir onde Kurt se encontrava e o atendeu, sau do banco e se afastou um pouco mais. – Hey Sebastian.

– Blaine, está tudo bem?

Blaine se odiou pelo tom de preocupação e nervosismo na voz do outro. – Claro, por que não estaria? – Tentou fingir uma risada, que não convenceu nem a ele mesmo.

– É só que... nós não temos nos visto, excerto uma ver ou outra, mas sempre tem algo para fazer e...

Um suspiro, aquilo não era justo com Sebastian, nem com ele mesmo. – Sebastian, tudo está bem. Depois do Natal eu vou estar com tempo sobrando e então conversamos.

– Tudo be-...

Alguém arrancou seu celular da sua mão, e o coração de Blaine quase parou ao ver que era Kurt atrás dele, segurando seu aparelho celular na mão, seus olhos fixos na tela. Então o castanho subiu o olhar, encontrando com o dele, aqueles olhos azuis, agora com as pupilas dilatadas, não eram mais com um oceano cheio de calma, mas como a maré brava regida por uma tempestade sombria. Definitivamente, aqueles olhos estavam cheios de algum sentimento que ele não conseguia identificar, mas uma coisa ele sabia... não era algo bom. – Kurt eu...

Mas o castanho não lhe deu tempo, saiu deixando Blaine paralisado para trás.

– Kurt espere...

Mas o castanho continuou andando.
Tudo bem, ele não havia contado a Kurt sobre Sebastian, mas não era algo tão grave. Ele não fez nada que Kurt não fizesse á anos e além do mais, o próprio Kurt deixava bem claro, que eles não tinham nada um com o outro. Ele havia deixado sua casa e sua família para passar o Natal com Kurt, para satisfazer a vontade dele, ele não podia simplesmente ignorar isso e passar todos aqueles dias daquela maneira. Então ele se apressou, dando alguns passos mais lagos até que alcançou Kurt e o segurou por o braço, fazendo com que ele parasse

– Você vai ter que me ouvir. – Kurt virou, mirando ele como se seu olhar fosse capaz de matar, ele podia sentir o calor do olhar sobre ele. Blaine quis recuar, mas se ele fizesse, nunca mais teria a chance de dizer tudo o que queria. Por mais que ele amasse o castanho, era impossível ignorar o fato de que ele era um idiota a maior parte do tempo. – Kurt o que você quer? Quer dizer, eu estou aqui. Eu deixei minha família para estar aqui com a sua, sem nenhum compromisso, só para que você tivesse sua vontade realizada. Mas você faz o que? Passa o tempo todo brincando comigo, me tratando como um boneco.

– Pegue suas coisas e vá em bora.

O tempo parou a frente de Blaine, a única coisa que se mexia eram os cabelos do castanho, balançados pela fraca brisa que soprava fora de época. Na sua cabeça, aquilo tinha que ter sido a sua imaginação.

– Oi?

– Blaine, já não somos mais crianças. Se você não está gostando pegue suas coisas e vá. — Houve uma pausa, em que Blaine o analisou minuciosamente, mas antes de ele dizer algo, o castanho completou. — Você está aqui por sua escolha. Minha família sabe que casais vivem terminando. Quando você for, é isso o que eu vou dizer.

Ele queria ir embora, queria pegar suas coisas e nunca mais voltar à aquele lugar. Dizer a Kurt o quanto ele era desprezível por dizer aquelas coisas. O quanto ele o odiava e queria que ele fosse a merda. Mas não era verdade. Tudo o que ele queria era correr para os seus braços, abraça-lo, toma-lo para ele e nunca mais soltar. Para mostrar o quanto estava perdidamente apaixonado por ele. Mas ele era Kurt Hummel, provavelmente riria da cena e diria alguma coisa que lhe magoaria ainda mais.

– E então? — Blaine baixou sua cabeça, desejando um lugar seguro para ir e chorar até não ter mais forçar, até cansar e cair no sono, mas aquele era o território do inimigo, que por infelicidade, era seu único amor e o motivo de suas dores. — Eu vou sair, se perguntarem por mim, diga que fui resolver umas coisas no escritório.

– E onde você está indo?

– Onde você acha? Vou por aí, achar alguém que não esteja reclamando, com quem eh possa ter uma foda boa. — O castanho deu as costas e se foi, Blaine ainda perplexo se matinha em seu lugar, tentando entender o que tinha acabado de acontecer. Como o jogo havia virado daquela maneira e como ele havia se tornado o cara mal?

Os sentimentos podem ser completamente traiçoeiros, comparando-os com flores, os sentimentos são como uma rosa. Em uma de suas extremidades, a suaves de suas pétalas, os bons sentimentos. Então, em outra extremidade, se tem a aspereza e rispidez dos espinhos, os sentimentos contrários, sujos. E todos estão ligados, por a sépala,que abraça os bons sentimentos e dá as costas aos maus, a sépala seria o amor. O amor que que separa os bons sentimentos dos maus, mas também é o elo que os une. E nesse momento o pobre Anderson, era uma sépala que se apaixonou irremediavelmente por os espinhos e tentava desesperadamente uni-lo com as suas pétalas.

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As horas iam passando devagar, uma, duas, três e Blaine ainda estava acordado. Ele nunca realmente se preocupou com o fato de que Kurt saísse com outras pessoas, ele o conhecera assim, aquela altura até natural. Mas o castanho nunca se demorou tanto. 'Como se eu soubesse.'

Ele ficou um pouco mais acordado, tentando por seus pensamentos e sobretudo seus sentimentos em ordem. Ele realmente amava Kurt, isso era um fato. Mas, isso não o estava fazendo bem. Ele precisava encontrar algo que o tirasse desse espiral de sentimentos que o puxava para o fundo. E nesse caso, o fundo seria Kurt. Ele revirou os olhos e apagou o abajur, procurando uma boa posição para dormir.

Um som estranho e o coração de Blaine acelerou, seus olhos se apertaram no escuro ao ver uma silhueta em sua porta. O moreno não sabia se deveria ligar a luz ou simplesmente deitar e se cobrir, para esperar que o matem ou morra sozinho com o medo. Então ele puxou devagar o lençol sobre seu corpo e fechou seus olhos com força esperando o pior.

– Anderson?

Seus olhos abriram imediatamente ao ouvir a voz de Kurt à porta. Mas não exatamente a voz do maior, uma voz embargada. Ele levantou e acendeu o abajur do seu lado da cama. O castanho estava descabelado, suas roupas amassadas e com as costuras nos lugares errados, o homem deu um passo e tropeçou em suas pernas, se escorando na cômoda, ele levantou-se e correu para ajudar.

Kurt deu um tapa na mão dele, mas usou o braço para apoiar-se nele. — Be-Blaine, você precisava ter visto. Tinha cada homem naquele bar, urh. E eu dancei como louco. — O castanho falava animado, agora mais para si mesmo, do que para ele gesticulando com a mão livre no ar. Seu rosto próximo ao do moreno, permitia que ele pudesse sentir o hálito do castanho, álcool e hortelã. Alguma bala provavelmente.

– Kurt, você está bêbado? — Ele segurou uma gargalhada.

– Quem eu? — O castanho caiu na risada, sozinho, suas pernas cedendo, afortunadamente nesse tempo, Blaine havia chegado a cama e o fez sentar, e o castanho deixou seu corpo cair deitado seus olhos fechados. Ele não podia acreditar que esse era o mesmo Kurt que saiu de casa à tarde, ali deitado tão vulnerável e tão tranquilo. Blaine abaixou-se para tirar os sapatos do outro, aproximou-se bastante para cheirar a coxa do rapaz e sentir seu cheiro. Suas roupas suadas, com seu perfume já quase sem cheiro e alguma bebida que ele não conseguia identificar.

Ele voltou a ficar de pé, mas ver o seu amor tão frágil como nunca antes, lhe fez sorrir. Era como a imagem de um anjo adormecido. Sem resistir ele apoiou uma mão de cada lado do corpo do castanho de aproximou-se para sentir o gosto dos lábios de Kurt sem todo aquele alvoroço de todas as vezes que se beijavam, apenas aproveitar a tranquilidade.

Não era nem de longe parecido com as outras vezes. Beijar Kurt era como estar em um paraíso, mas um paraíso quente, luxúrico, cheio de desejo e tensão. Mas agora, era um paraíso diferente, era como tocar o céu. Ele abriu e fechou novamente seus lábios, absorvendo o sabor daqueles lábios, chupando devagar. Então ele soltou e se sentiu estranhamente vazio. Ele nunca havia reparado na maciez dos lábios do castanho, nem como a pele pálida em volta da boca ficava vermelha com o roçar da sua barba. Ele sorriu para o homem dormido, quando fez força para se levantar, Kurt puxou ele por a cintura. Foi tão de surpresa, que Blaine não teve tempo de se apoiar e caiu bem em cima do maior, escondeu seu rosto entre a curvatura do pescoço do outro, tentando não rir alto para não acordar os outros.

– Kurt, vá dormir. Eu vou ficar no seu quarto. — Mas o castanho só apertou ainda mais seus braços em volta do corpo de Blaine, puxando ele para um beijo mais intenso, a língua dele pedindo passagem. Blaine a aceitou tranquilamente, estremeceu com o contato. O castanho foi deslizando sua mão por as costas nuas de Blaine até seus cabelos, entrelaçou seus dedos no emaranhado de cachos e fez ele virar o rosto. Com a boca o maior foi chupando todo o pescoço do outro, destribuindo algumas mordidas, sua língua molhando o caminho, o carinho de demorando na orelha, onde ele dava alguns chupões e mordidas.

O moreno gemia, suas costas arqueadas, fazendo sua ereção pressionar contra a do castanho. O arrepio percorreu sua coluna, quando o castanho animado por a bebida deixou sua língua escapar até a orelha dele, deixando o local completamente molhado.

Ele sentiu a outra mão de Kurt deslizar em sua perna, isso o fez dobrar ela, encaixando seus corpos, a mão do castanho continuou deslizando em seu corpo e a sensação era que pétalas de rosas estavam lhe massageando. Ate que ficou mais intenso, o castanho deslizou sua mão até sua bunda, passando um dedo na cavidade entre suas nádega, ainda vestidas, apertando com força.

Esse foi o seu sinal, ele se levantou, ficando sentado em cima do corpo do castanho e tirou a camisa dele, deixando seu peito nú. A pele pálida do outro era seu ponto fraco, assim como a neve, atraía as crianças. Ele apenas se deitou sobre o outro fazendo um caminho com seus lábios e saliva, descendo por seu pescoço, onde se demorou mais, chupando com força, retribuindo o favor daquela tarde. Então, chegou onde queria. O ponto fraco do castanho, ele abocanhou o mamilo do outro, fazendo círculos com sua língua ao redor. Mordeu, puxando a pele para cima e voltou a sentar. Os olhares se cruzaram, o olhar do castanho apesar de olhos azuis, estavam negros como o céu a noite. Ele se afastou apenas para afastar retirar a cueca e voltou para cima.

Agora sem roupas, ele pode sentir melhor a ereção do outro tocando sua bunda. Ele começou a se movimentar, indo de cima para baixo em cima do do outro, suas ereções se chocando. Kurt segurou em suas coxas e apertou com força, cravando suas unhas. E aí está ele, paraíso, quente como o inferno e dolorosamente prezeroso. Ele jogou a cabeça para trás, deixando seu pescoço a mostra novamente, e outra vez foi atacado por Kurt, sem pudor, agora estando sentado.

O castanho segurou Blaine e ele levantou um pouco seu corpo, quando baixou pode sentir o membro quente do maior entre o vão da sua bunda, tocando e aquecendo sua entrada, Kurt havia baixado só a parte da frente, o necessário para deixar seu mebro totalmente livre. — K-urt — ele gemeu quando o outro encaixou seu membro em sua entrada, quase esquecendo de onde estava, até mesmo de quem era. — As camisinhas.

– Anderson, eu quero sentir você. — Kurt mordeu outra vez, ele arqueou o corpo, sentindo o membro do outro pressionando. Ele sentiu Kurt passar a mão pelo pró´rio membro, então um dedo lhe tocou lá. Ele gemeu baixinho no ouvido de Kurt, quando esse começou a penetrar o dedo lentamente nele. — Você está tão apertado Blaine.

– Eu tenho camisinhas aqui do lado e...

– Eu quero realmente sentir você. — Não importava se era algo certo, ou se era a maior burrada que ele poderia fazer em sua vida. Ele simplesmente não podia negar aquele pedido, nunca, naqueles anos ele sentiu mais desejo do que nesse momento, ele apenas relaxou, sentando no membro rígido deixando que Kurt o penetrasse, sem nenhuma preparação, sem nenhum produto. Ele sentiu arder, o membro enrijecido e grosso do maior lhe rasgar a pele, mas ele não se importou, forçou seu corpo contra o do maior e gemeu de dor, nunca havia sentido essa dor ao fazer sexo, mas não era ruim. Era uma dor gostosa, quente. Ele subiu e desceu outra vez. Sentindo o ardor diminuir. Outra vez, e outra.

O som do castanho arfando em seu ouvido, enquanto lhe mordia era uma melodia irresistível e inebriante. Qualquer coisa poderia acontecer agora, que não lhes arrancaríam desse momento. Ele continuou subindo e descendo até que Kurt o segurou na cintura para comandar seus movimentos enquanto penetrava forte e rápido em baixo dele, fazendo com que ele, viesse na mesma velocidade, na direção oposta, conseguindo chegar mais fundo.

Suas mãos estavam nos ombros de Kurt, suas unhas cravadas na pele. Nunca nenhum deles haviam feito algo daquele tipo, um sexo tão cheio de desejo e paixão. Seus lábios se devoravam, querendo dominar a situação.

Agora Blaine estava com a mão em seu membro, quanto Kurt continuava seus movimentos rápidos e certeiros. Os dois no mesmo clima, na mesma sintonia. Depois de chamar o nome do outro, Blaine se derramou em cima do castanho, melando os dois, fazendo eles deslizarem um no outro. Kurt então veio em seguida, soltando um grande suspiro e beijando a pele do moreno, até seu peitoral.

Os dois caíram sobre a cama, suas respirações desreguladas. Ele nunca tinha se sentido tão conectado e entregue a Kurt como naquele dia, e por mais que tentasse, não conseguia deixar de sorrir.

– Bee, eu senti sua falta, ninguém é tão bom dançarino quanto você. Não vá, durma aqui comigo hoje. — Inesperadamente, Kurt soltou fazendo Blaine calar. Seus olhos se arregalaram, aquela simples frase mudou todos os seus pensamentos. Qualquer sentimento de deixar Kurt foram embora, tão inesperadamente quanto aquelas palavras saíram da boca do outro. Talvez Kurt não lembrasse de nada daquela noite, talvez ele continuasse o tratando da mesma forma, mas ele não esqueceria. Aquelas palavras estariam sempre em seu coração.

Talvez as coisas agora estivesse mudando, ou talvez não. O amor era como aprender a andar, um passo de cada vez. E talvez, aquele fosse o primeiro passo de Kurt em relação aos dois. Ele passou seus braços ao invés de Kurt, puxando ele para junto do seu corpo. Sentindo o cheiro de suor pós sexo de Kurt. Não importava o que seria na manhã seguinte, naquele momento Kurt lhe pertencia, assim como ele pertencia a Kurt, desde o primeiro momento que se viram, da primeira vez que estiveram juntos. Talvez desde outras vidas.

Notas finais
E então? Nossa, preciso por mais gente nessa historia, alguém ai tem sugestão? Um ex amor? Uma amiga? Um concorrente, qual personagem gostariam de ver? kkkkkkkkk Sugestões, críticas? Já sabem, são sempre bem vindos. Até semana que vem.