DELETADA
3 Golfe!
Notas iniciais
♣ Kurt
O castanho estava semiconsciente do que acontecia ao seu redor, um barulho alto de batidas chegava até ele, acompanhados por dores agudas a cada pancada, seus olhos foram se abrindo lentamente, lhe deixando consciente de que estava no quarto que estava reservado para Blaine, a claridade ajudando a manter a dor mais forte. 'Merda, o que diabos eu fiz ontem a noite?'
Seus olhos agora semicerrados, miravam um relógio na parede a frente da cama, ele também havia perdido a hora e certamente seu irmão e seu pai já haviam ido para o golfe. Ele apoiou suas mãos no colchão tentando ter algum apoio para se por sentado, suas pernas escorregaram lentamente até o lado de fora. Ele calçou suas sandálias de dedo e tentou levantar. Uma vertigem lhe escureceu a vista e fez tudo a sua volta girar como um grande redemoinho. Ele precisou de uns minutos apoiado na cama para voltar a se sentir bem.
Cada som ao seu redor lhe proporcionava uma nova dor descomunal em sua cabeça, até mesmo o canto dos passarinhos que vinham do jardim de inverno que estava próximo a cozinha.
O ambiente mais claro do local, fez com que ele fechasse seus olhos, jurando para si mesmo, que deixaria a cozinha coberta até o teto com a cor preta, assim que melhorasse. Abigail, Blaine e Finn estavam tomando seus cafés envolvidos em cima conversa animada. — Vocês precisavam ver, ele entrou, olhou para mim, balbuciou algo sobre um bar e saiu como se eu nem estivesse ali. — Blaine e Abigail acompanharam o mais alto em gargalhadas, era impressionante como depois de todos esses anos, Finn continuava o mesmo pateta de sempre.
– Finn, você precisa ir embora da minha casa, eu mesmo lhe colocaria a ponta pés se minha cabeça não fosse explodir.
Todos se viraram para olhá-lo, ele poderia ficar irritado por ter toda atenção do lugar para ele, mas estava muito concentrado em não morrer de dor para isso. — Bom dia, bela adormecida. — O mais alto bateu a caneca na mesa, fazendo um barulho estrondoso, ainda mais aos seus ouvidos, ele precisou pressionar seus ouvidos com força para amenizar a dor. 'Anotação mental: realmente chutar o trazeiro do Finn.'
A senhora veio correndo até ele, os braços dela o envolveram, fazendo ele finalmente relaxar suas mãos e se deixar ser abraçado por ela. — Meu menino, onde você estava ontem a noite? — As mãos da senhora lhe acariciavam topo da cabeça, aliviando um pouco sua dor.
– Nana, eu preciso de aspirinas por favor.
– Eu pego. — Kurt ergueu seus olhos, vendo Blaine de costas, que agora estava indo até um armário. Um flash. Uma lembrança mínima de ele indo até o quarto de Blaine para contar ao moreno sobre o clube que tinha ido.
– Por que você saiu ontem a noite sozinho?
Claramente impossibilitado de inventar alguma desculpa por causa do desconforto, o castanho foi salvo pelo seu adorável fiel escudeiro. — Eu estava indisposto, ele me ligou para encontrar ele, mas eu não me sentia bem.
– Isso.
O moreno vinha em sua direção com um copo em uma das mãos e uma jarra de suco na outra, seus olhos se encontraram por um segundo e a raiva que havia nos olhos do moreno na tarde anterior, já não estava mais lá, havia outra coisa que ele não conseguia identificar. Ele, ignorando esse fato, puxou Blaine por sua camisa, fazendo ele girar e sentar em seu corpo. Passou suas mãos por a cintura dele, trazendo o corpo dele para mais junto do seu. — Bom dia baby.
– Bom dia querido. — Blaine serviu o suco e entregou a Kurt algumas das pilulas que tinha em sua mãos.
Algo em Blaine estava diferente aquela manhã, o rapaz estava mais confiante, seus movimentos mais firmes e despreocupados. Isso era tão quente, o pobre e apaixonado Blaine Anderson, estava finalmente mostrando um pouco de atitude afinal.
Ele tomou um susto ao perceber que Blaine tinha o copo próximo ao seu rosto, seus olhos percorreram os outros ocupantes da sala, todos tinham um ar de aprovação em suas expressões. Sentindo que Blaine puderia estar confundido as coisas, tomou o copo da mão do rapaz sem rispidez, e tomou o suco do recipiente. Ao colocar o copo sobre a mesa, ele notou o olhar de reprovação de seu irmão, Blaine agora tinha a cabeça baixa. Ele estava certo, Blaine estava outra vez criando esperanças.
– Finn, onde está papai? Vamos jogar ainda não é?
– Uhum, papai está tentando ajeitar seu taco de golfe favorito; o da sorte.
– Ele ainda tem aquele taco? O que ele fez com o conjunto que eu dei?
– Acha mesmo que ele vai se livrar do primeiro taco que sua mãe deu a ele?
– Não se livrar, ele pode guardar ele em algum lugar e jogar com os novos.
– Bem, tente convencer-lo disso.
– Nana, você pode descansar, podemos ajeitar a cozinha para você. — Disse ele beijando a bochecha da mulher que saiu da sala, não sem antes lhe dar um enorme sorriso em resposta. Abigail era um dos maiores presentes que a vida tinha lhe dado e aquele sorriso, era o seu preferido, lhe dava uma sensação de lar.
– Onde está, miss nariz empinado?
– Kurt — Repreendeu o mais velho.
– Eu estou brincando.
– Ela e Adam foram passear, ele queria ver uma sorveteria. Por que não vem com a gente jogar Blaine?
Mesmo o tendo em seus braços, por um momento ele esqueceu que o pobre Anderson estava naquela sala.
– Hey Bee, você joga golfe?
– Mais ou menos, eu jogava com meu irmão as vezes.
– Ótimo dude, então vem com a gente, eu te empresto uma das minhas roupas de golfe, duvido que as de Kurt lhe sirvam.
– As suas tão pouco, gigante, mas eu não sei, eu achei que seria algo mais família Finn. — Ele soltou, claramente incomodado. Não que ele não aproveitasse da companhia de Blaine, era algo muito agradável na verdade, sempre tinha uma boa vista, uma bunda grande e redonda para se olhar, que sempre se mexia ritmada com os movimentos que ele fazia. Mas era algo íntimo demais, para meter Blaine, algo que claramente faria com que o moreno achasse que eles poderiam ter algo.
– Tudo bem Finn, a gente joga outra vez. Vocês vão aproveitar um tempo em família.
Ele não convenceria nem mesmo Adam se o menino estivesse alí, ele revirou os olhos lentamente para a atitude do rapaz. Talvez Blaine ficar ali não tivesse sido uma boa ideia.
– Você vai, está decidido.
– Ótimo. — Ele empurrou o máximo de simpatia que havia conseguido por em sua voz. O mais alto saiu da sala deixando que os dois ficassem sozinhos, ele tentou não brigar com Blaine, por mais que ele merecesse. Golfe em família, era uma das poucas atividades que ele realmente gostava de fazer, ele não queria estragar isso.
– Kurt? — O outro rapaz quase sussurrou o nome, quando ele tirou seus olhos da mesa, eles alcançaram bem os olhos do outro, estavam mareados, a cabeça baixa, fazia com que ele lhe olhasse por cima dos cílios.
'Merda, por que ele tem que ser tão sexy, mas tão estúpido as vezes?' Devaneou Kurt, olhando para os lindos olhos do moreno.
– Eu sinto muito, eu não queria estragar isso para você.
– Está tudo bem, não vai estragar é que… — Por mais que a atitude audaciosa de Blaine lhe impressionasse, ainda havia o perigo do moreno estar confundindo completamente o que estava acontecendo ali. Mas talvez uma língua afiada, naquele momento, poderia lhe arrendar uma noite sem sexo e não era isso que ele queria para hoje. — Anderson, você está confundindo as coisas?
– Como assim?
– Você sabe, que não vai acontecer nada entre a gente, não sabe? Que eu gosto de alguém para foder comigo e é isso.
– Como eu poderia esquecer? — O rapaz deu de ombros, Blaine as vezes era sentimental como uma criança, mas felizmente se contentava e aceitava as coisas mais fácil do que uma. Por mais que tentasse, ele não conseguia fazer Blaine entender que não existe essa coisa de amor.
Para ele, Blaine não passava de boa companhia e um bom bumbum para sexo.
Ele pegou Blaine por a cintura, colocando ele devagar contra o balcão, seu quadril pressionado contra o corpo de Blaine, ele começou a mexer devagar o seu corpo, roçando seu membro na bunda do outro, seu rosto enfiado no pescoço do moreno, sugando devagar, quase no mesmo ritmo do mexido de seus quadris. O moreno gemeu baixinho relaxando seu corpo deixando-se a mercê dele. — Oh Blaine.
– Kurt — Sussurrou o moreno, fazendo com que ele mordesse a pele do pescoço e fosse soltando devagar enquanto se afastava do moreno, recebendo alguns gemidos de protesto do outro, que empurrava sua bunda, procurando algum atrito e dando a ele uma bela visão do traseiro de Blaine.
Saber que estava no poder, era uma das sensações mais apreciadas por Kurt e com Blaine era assim que funcionava, bastava ele estalar os dedos e o moreno se entregava para ele. E ele sabia que Blaine também gostava desse seu lado.
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Os quatro chegaram atrasados no clube, Blaine e Finn ocupavam um carrinho, enquanto Kurt e Burt vinham logo atrás em outro. A excitação já estava começando a tomar de conta de Kurt, havia muito tempo que os três não jogavam golfe, já que em Lima eles não tinham campos para o jogo e quase sempre eles passavam os feriados lá.
O mais divertido de está em família, é que você pode ser você mesmo sem o medo de ser julgado ou condenado, e isso era para Kurt em especial; ele sempre teve sua família como um alicerce, para todas as suas quedas e todas as provações que havia passado em sua juventude.
Agora estavam os quatro juntos no campo, decidindo que ficava com quem e para seguir a tradição, os irmãos brigavam entre si para jogar com Burt.
– Pelo amor de Deus Finn, vocês podem fazer isso o tempo todo, papai mora do outro lado do país, ele e eu não jogamos como dupla desde, sei lá muito tempo.
– Qual é Kurt, sabe que eu não jogo com o papai a mesma quantidade de tempo que você. Em Lima não temos campos de golf, eu esqueceu disso?
– Meninos, por que não se acalmam. Kurt, Finn e eu jogamos hoje juntos e você faz dupla com seu namorado. Marcamos outro jogo para antes de irmos embora, então você e eu fazemos dupla tudo bem?
Ele batia o pé, incomodado pela escolha do pai. Nada havia mudado, desde que Carole e Burt se casaram, Finn era sempre a primeira escolha de Burt quando o assunto era esportes. Não que ele não amasse os dois, Carole e Finn, mas isso sempre lhe incomodava, mas hoje seu pai se arrependeria de duvidar de sua capacidade, ele mostraria que poderia vencer.
Blaine foi até ele, seus olhos de cachorrinho estavam lá, então os labios do moreno encontraram o seu, não era para ser algo romântico, mas Kurt precisava de um pouco de carinho, e Blaine era o seu oásis, ele deixou o saco de tacos cair no chão e passou seus braços por a cintura de Blaine o trazendo para mais perto, o beijo ainda calmo, foi se tornando algo mais intenso, suas línguas necessitadas procuravam espaço para passagem e brigavam por a liderança dos movimento, até que ele cedeu, deixando que o moreno comandasse o beijo.
– Kiddo, vamos lá. — Ele se juntou seus lábios demorando-se em um selinho, afastou seu rosto do rosto do moreno, recebendo um lindo sorriso de Blaine, essa era uma das maiores qualidades do moreno, o sorriso. Sempre fazia Kurt ficar melhor, era algo contagiante.
Blaine sorria e todos a sua volta eram contagiados.
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Burt, Finn e Blaine estavam olhando atentamente para o castanho que tinha agora o taco nas mãos e se preparava para bater na bola, seus olhos iam do buraco, que estava bem distante deles, para a sua bola. Ele tentava tirar todos os pensamentos de sua cabeça para focar unicamente na sua jogada, por que se errasse, além de não mostrar ao seu pai o seu potencial, ainda acertaria um campo de areia que tinha ao redor do buraco.
– Ei Kiddo, apenas lance a bola, Blaine pode fazer esse buraco para você, se deixar a bola mais perto.
– É Kurt, trabalho em equipe.
Ele revirou os olhos, era irritante para ele, que nem mesmo num simples jogo, eles acreditassem no seu potencial. Era quase uma ironia, já que o que sempre lhe diziam quando algo estava indo mal, era para acreditar em si mesmo, como ele poderia seguir aqueles conselhos, se os próprios não acreditavam?
O castanho girou seu corpo simetricamente, como havia planejado e bateu na bola com força, todos inclusive ele, tinham a mão formando uma espécie de guarda-sombra para bloquear o sol e verem o trajeto da bola.
Agora a bola estava perto de chegar ao seu objetivo, mas também estava perdendo velocidade e força. Suas mãos começaram a suar, ele desviou o olhar para limpar uma delas na calça, e antes mesmo de que percebesse o que tinha acontecido ele ouviu seu pai gritando e vindo em sua direção, com Blaine e Finn logo atrás. O baque de seus corpos, não o derrubou, apenas por que Burt o segurou firme num abraço tirando ele do chão. — Foi fantástico Kurt. — Blaine batia palmas animadamente com o taco preso entre suas pernas, sorrindo para ele.
Finn, estava na mesma posição que ele estava antes, mas não lhe importava tanto agora, seu pai lhe olhava com orgulho, isso era o mais importante. Blaine estava escorado num dos tacos olhando para a jogada, então ele deixou que seu corpo também relaxasse escorado no seu taco.
Ele tinha que admitir que o jogo estava divertido, Blaine e ele eram uma dupla quase imbatível, pela primeira vez Kurt estava ganhando de seu pai e Finn jogando juntos no golfe, talvez Blaine merecesse um prêmio a noite.
Kurt desviou seus olhos para o lado, vendo um Blaine completamente distraído e sorridente, uma verdadeira obra prima da natureza. Mesmo menor do que Finn, as roupas haviam lhe servido como uma luva, excerto por a calça, que poderia dar outras duas pernas de Blaine no comprimento, mas estava justa, desenhando bem seu traseiro redondo. Mas em seguida, algo lhe chamou atenção, o moreno abaixou para pegar algo junto ao seu taco, então ele virou para poder ver direito, Blaine pegou o celular, checou a tela e bloqueou colocando o celular outra vez na bolsa. Seria Sebastian? Por que ele não havia atendido. Os seus pensamentos foram atrapalhados quando seu pai ao seu lado, socou o ar chateado. — Vamos lá Finn, se não colocar essa estamos fora do jogo.
Os três foram seguindo Finn que ia em direção do mesmo buraco onde Kurt havia acertado a bola da outra vez.
O castanho reparou que seu pai tinha os olhos nos dois, então estendeu a mão segurando a mão de Blaine, que o olhou com surpresa. — Papai está nos olhando, será que ele desconfia de algo? — Sussurrou ele,v
– Ele não tem do que desconfiar. — O moreno beijou sua bochecha, e ele se deu conta de que isso nunca tinha acontecido de uma forma espontânea, talvez fosse uma tática de Blaine para conseguir sexo.
Finn conseguiu matar sua bola na segunda tacada, seu pai o abraçou para comemorar.
Blaine agora tinha a chance do jogo em suas mãos, todos estavam apreensivos para saber o caminho que o jogo tomaria, o rapaz se curvou para ajeitar a bola, deixando Kurt em a visão total da sua bunda, isso prendeu certamente a sua atenção. Blaine por outro lado, continuava seu ritual de preparação, com seu corpo um pouco menos curvado.
Kurt, agora estava completamente focado nos movimentos, esquecendo completamente do jogo, os quadris do moreno se mexiam, era como ver pornô. A mente de Kurt começou a vagar, ele imaginou que se eles estivessem ali sozinhos, seria um bom momento para o sexo, como ele pegaria Blaine por trás, baixaria aquela calça apertada e ficariam ali a tarde toda se "divertindo".
Blaine atrapalhou seus pensamentos quando o abraçou por a cintura, lhe tirando do chão para girar animado. — Conseguimos, conseguimos.
– O o que?
– Eu acertei o buraco, você não viu?
– Blaine preciso que venha comigo, papai já voltamos, coisas do trabalho.
Ele puxou o moreno por o braço, até chegar em um dos banheiros montados estrategicamente por todo o campo, para a necessidade dos jogadores. Ele se enfiou dentro com Blaine nas suas costas, ele se virou e fez o moreno se apoiar na parede.
Suas mãos foram descendo pelo corpo do outro rapaz, ele apertou as coxas de Blaine, fazendo ele se aproximar do seu corpo. Agora o calor que exalava do seus corpos se abrangera tomando conta de todo o banheiro, quase não havia ar, mas quem precisava respirar naquele momento. Ele delicadamente desenhou um caminho com sua mão por o pescoço do menor, logo foi distribuindo alguns beijos e chupadas, mas com cuidado para não levantar suspeitas.
Estar com Blaine ali, era excitante, os dois não estavam numa boa sintonia ultimamente e aquilo estava reacendendo uma nova chama, seus corpos queimavam como se estivessem no meio de chamas, aquilo era o que realmente eram, dois homens que gostam de transar, principalmente um com o outro, era novamente a dubla dinâmica.
Blaine pegou uma de suas mãos e levou até o próprio membro já enrijecido. Ele aproveitou para massagear devagar, deixando que Blaine sentisse todas as sensações e as aproveitasse. Com a outra mão, ele foi descendo do seu peitoral, mas deixando que ela entrasse dentro da roupa do outro, com essa mão ele desceu a calça e cueca do outro até a metade das coxas deixando o membro do outro exposto.
Ele abaixou ali onde estava, ainda massageando o membro do moreno, ele afastou uma das nádega dele e deslizou sua língua devagar acertando a entrada do mesmo, fazendo ele soltar todo o ar que restava em seus pulmões. Ele girou a língua algumas vezes, contornando a entrada enquanto ainda o masturbava.
Blaine segurava para não fazer barulho, era de certa forma excitante para ele, Blaine lutando contra as sensações e os desejos daquele jeito. E ver o quanto era difícil, significava que estava fazendo seu trabalho bem.
Ele voltou a ficar de pé, suas mãos passeando pelo corpo do outro. Ele aproximou o rosto do pescoço do outro e mordeu delicadamente. — Anderson, eu vou colocar agora.
Então assim ele fez, tirou seu membro por cima da calça, o segurou contra a bunda de Blaine, pressionando. O moreno empinou mais seu corpo para dar maior liberdade para ele, deixando que lhe penetrasse devagar, ele retirou e colocou seu membro mais uma vez. Agora mais fácil, ele começou a fazer o mesmo movimentos algumas vezes, arrancando pequenos suspiros de Blaine, ele começou a acelerar os movimentos, deixando Blaine sem fôlego e também ficando.
Para seu prazer, Blaine conseguiu por uma de suas pernas cima do vaso, ficando assim mais vulnerável para todas as estocadas do castanho, ele desceu uma de suas mãos por a coxa do rapaz, parando no escroto, então ele começou a acariciar ali, enquanto o próprio Blaine agora segurava em seu próprio membro e começava a se masturbar.
A situação toda estava tornando o sexo mais gostoso, estar num banheiro onde qualquer hora alguém podia chegar, as discussões de antes e a tensão sexual dos dois. Era como se não fizessem isso a muito tempo.
Depois de algum tempo, Blaine e Kurt estavam quase em seu ápice. — Porra Kurt, não vou mais aguentar
– Ok, venha para mim, deixe eu te ouvir.
As estocadas de Kurt estavam mais fortes e mais precisas, fazendo com que ele também estivesse quase lá.
– Kurt oh, Kurt. — E então Blaine chegou ao seu orgasmo, gemendo baixinho, mordendo o próprio lábio para não fazer barulho. Kurt também chegou ao seu momento, ouvindo Blaine chamar seu nome. Ele mordeu o ombro do moreno para que não fizesse barulho e Blaine se derreteu em seus braços.
Eles permaneceram naquela posição por um pouco mais de tempo, enquanto os dois se acalmaram e os corpos recuperavam suas forças.
Blaine foi se afastando de Kurt, fazendo que ele saísse de dentro dele, ele se escorou na parede e então puxou Kurt, que ainda estava fraco e apenas deixou seu corpo escorado no dele. — Você está lindo.
– Você está gostoso, Anderson. — Blaine riu para ele, e então seus lábios estavam um no outro, nada selvagem ou sexual, apenas se tocavam, Blaine tinha seus olhos fechados, apreciando o momento e o cheiro dele. — Ok, precisamos ir, ou papai e Finn vão ter certeza do que estamos fazendo. — Ele riu e saiu andando, ele deu uma última olhada em Blaine e lhe sorriu de canto.
Não havia sido uma má ideia trazer Blaine, foi bom ter ele ali, para o jogo e para se divertir de verdade, precisavam fazer isso mais vezes.
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