Notas iniciais
Mais um capitulo hoje??? Quem tá feliz levanta a mão! o/o/o/o/
Fiz att dupla no blog, nada mais justo que vcs terem att dupla tb!
Lembrando, interativa no http://nannahandrade.blogspot.com
Enjoy it!

POV – Nannah

Jake estava pirando. Desde o dia que Alice apareceu aqui falando que um vampiro viria atrás de mim, e, no mesmo dia, eles encontraram o vampiro que matou Billy, ele só pensa em estar nas rondas, não fica em casa, eu estou sempre acompanhada de um dos meninos ou de Rachel e Kim. Nunca dele. Ele nem mesmo foi comigo na consulta onde fiquei sabendo o sexo dos nossos bebês. Nós teríamos um casal, eu ainda tentei conversar com ele para que escolhêssemos os nomes, mas eu mal tinha contado pra ele a novidade e ele teve que sair correndo para atender um chamado dos lobos.

Agora eu estava aqui, em mais uma madrugada sozinha, vendo o lobo que estava de guarda pela janela da cozinha. Hoje era Embry, na verdade era Embry na maioria das vezes, ele estava sempre por perto, cuidando de mim de alguma forma que não irritasse muito o Jake. Se bem que ele andava tão distante que nem isso o irritava mais.

- Você devia estar dormindo – Embry falou me fazendo assustar e os gêmeos pularem na minha barriga.

- Que susto Emb. – reclamei.

- Desculpa, mas você devia estar dormindo.

- Eu vim buscar um copo d’agua. Já estou indo pra cama.

- A casa está segura – ele falou antes que eu entrasse no quarto – Não precisa se preocupar.

- Eu não me preocupo com isso – falei – me preocupo com vocês, que praticamente não vivem, passam o tempo todo em rondas...

- É nosso dever, Nannah. Não se martirize por isso, okay?

- Vou tentar. – sorri – Bom noite La Push.

- Boa noite L.A.

Dormi assim que deitei na cama. Uma coisa muito boa nos tantos efeitos da gravidez, era que eu estava sempre com sono, então as noites sem o Jake aqui eram um pouco menos difíceis.

Eu estava na floresta,em uma campina florida, o sol estava forte, algo raro em La Push e meus dois filhos brincavam correndo por entre as flores quando de repente um brilho forte apareceu por entre as árvores.

Um frio subiu pela minha espinha, como um aviso de perigo. Corri na direção dos meus filhos, mas eles não estavam mais lá. Olhei em todos os lugares e não os vi. Um medo começou a tomar conta de mim.

- Jake! – gritei. Eu sabia que Jake estava na ronda, ele estaria por perto e ouviria meu chamado – JAKE! – gritei com mais força.

- Ele não vai te ouvir – ouvi uma voz falar atrás de mim e quando me virei vi um vampiro parado sorrindo, uma linha vermelha corria do canto do seu lábio até seu queixo.

Eu não quis imaginar nada de ruim, mas as imagens chegaram na minha cabeça rápido demais para serem evitadas. Eu vi Jake caído com uma marca de mordida no pescoço.

- Sabe, o gosto dele não era tão bom quanto o do pai dele... – vampiro falou se aproximando – O sangue dele tinha um sabor ruim, acre demais... mas o dos filhotes dele... hummm aqueles ali eram incríveis... pena que eram tão pequenos.

- Não – sussurrei sentindo minhas pernas fraquejarem.

- Sim – ele sorriu maquiavélico – Mas não se preocupe, não vai ter tempo pra saudade, você logo vai se encontrar com eles...

Ele avançou rápido e eu senti os dentes dele furarem a pele do meu pescoço.

Acordei assustada demais e muito ofegante. Assim que me sentei na cama uma dor forte surgiu no meu ventre. Apertei os lábios evitando gritar. Com dificuldade fui até meu celular, Jake havia me prometido que deixaria o dele preso à sua pata para que pudesse saber quando eu precisasse dele.

Disquei o numero que já sabia de cor. Mais uma pontada de dor. O telefone chamou várias vezes e nada de Jake atender. Tentei mais uma vez e nada. A dor estava cada vez mais forte, então eu me lembrei de Embry.

- Embry! – chamei alto, nem precisava, bastava um sussurro e ele estaria aqui na porta do meu quarto.

E como eu imaginei, em segundos Embry já estava ao meu lado.

- Algum problema? – ele perguntou me olhando assustado.

- Dói. – falei me encolhendo com mais uma pontada de dor.

- Dói? Onde? Nannah o que ta acontecendo?

- Não sei – falei – eu tive um pesadelo, acordei assustada e comecei a sentir muita dor.

- Vou te levar pro hospital – ele me pegou no colo já correndo comigo pro carro de Jake.

Num segundo estávamos parando na porta do hospital de Forks.

- Boa noite – uma enfermeira nos atendeu.

- Boa noite – Embry respondeu – Ela esta sentindo dor.

- Quantos meses?

- Quase sete – respondi.

- Está muito cedo ainda... coloque ela aqui nessa maca por favor – ela indicou uma maca a Embry que ainda estava comigo nos braços.

- São.. gêmeos – falei me lembrando que a Dra. Becker havia me falado que era normal gêmeos nascerem um pouco antes do tempo.

- Ah isso explica muito. – a enfermeira falou sorrindo – Você vem comigo querida, o papai fica aqui, logo traremos noticias.

- Eu ia explicar que o Embry não era o pai, mas uma nova dor não me permitiu falar.

POV – Jake

Voltei pra casa correndo mais que o normal, eu colocava toda minha força para lançar meu corpo cada vez mais à frente. Ele estava ali, tão perto... cravei mais as minha patas no chão acelerei mais a corrida, eu era só um borrão no meio da floresta.

Aproveitei uma depressão no solo e me lancei pra frente. Cai em cima do sanguessuga miserável. Nós rolamos pelo chão, batendo em árvore, rocha e o que mais tivesse pela frente. Consegui cravar meus dentes num dos braços dele e o arranquei fora. O grito dele foi alto, mas era como musica nos meus ouvidos.

Aproveitei que ele tinha se distraído com o braço arrancado e mordi uma de suas pernas. Ele deu um chute no meu focinho com a outra, o que me impediu de arrancar fora a perna dele. Mesmo com o chute eu ainda estava em vantagem, usei disso para me lançar à frente batendo com a cabeça no tórax dele e o imprensando contra uma árvore.

Ouvi quando a pele dele começou a trincar, dei dois passos pra trás e repeti a ação, fazendo ele chocar mais uma vez contra a árvore. Ele caiu eu aproveitei disso para me destransformar, era loucura, eu sabia, mas eu queria que ele me ouvisse antes de ir definitivamente para o inferno.

- O que você veio fazer aqui? – perguntei o pegando pelo pescoço.

- Matar a garota.

- Quem mandou?

- Não sei o nome, recebi uma carta, nela dizia que se eu matasse a garota seria bem recompensado.

- E você achou que sairia daqui com ela, fácil assim?

- Não foi difícil matar o velhote...

Meu sangue ferveu quando eu percebi que era do meu pai que ele estava falando.

- Porque você o matou?

- Diversão... – ele riu e eu não agüentei mais me segurar.

- Então agora se divirta no inferno. – num movimento rápido eu arranquei a cabeça dele.

- Jake? – Ouvi Seth me chamar.

- Aqui. – falei olhando o vampiro morto aos meus pés.

- Cara você deu conta dele sozinho? – Colin perguntou de boca aberta.

- A raiva às vezes é nosso maior combustível. – falei saindo dali. – Cuidem disso pra mim.

Voltei à forma de lobo e corri de volta pra casa, eu queria contar pra Nannah que não havia mais vampiro atrás dela, pelo menos por enquanto, afinal nós teríamos que descobrir quem mandou matá-la. Entrei e fui direto ao quarto onde não encontrei Nannah.

- Amor? – chamei indo ao quarto dos bebês. Nada. – Nannah, onde você está? – Olhei em todos os lugares e não a encontrei, um frio tomou conta do meu corpo, uma sensação estranha de que algo estava errado com Nannah, tomou conta de mim.

Peguei meu celular para ligar pra ela e quase cai pra trás quando vi 15 chamadas não atendidas. Retornei a ligação pra ela e me surpreendi quando ouvi Embry antender o celular.

- O que você está fazendo com o celular de Nannah? – perguntei.

- Jake? – ele parecia estar aliviado em me ouvir – Cara onde você estava? Eu já te liguei umas mil vezes...

- O que você está fazendo com o celular de Nannah? – perguntei mais uma vez.

- Eu tive que trazê-la ao hospital. – não ouvi mais nada, peguei um tênis e uma camisa e sai de casa correndo.

Cheguei rápido ao hospital de Forks, coloquei o carro de Nannah para correr no limite máximo que o motor conseguia, eu provavelmente teria que dar uma olhada nele depois. Entrei feito um furacão na recepção, mas fui barrado por uma enfermeira.

- Você procura?.... – ela me olhou tentando ser gentil, mas eu estava nervoso demais pra perceber.

- Minha mulher chegou aqui hoje...

- Há que horas? – ela perguntou olhando alguns papéis.

- Não sei exatamente. Eu não estava com ela. Mas ela está grávida, de gêmeos...

- Qual o nome dela?

- Rosana Howard.

- Ah sim, claro sei quem é... ela veio com um rapaz... Embry Call, certo? – ela tirou os olhos dos papéis e me encarou.

- Sim é essa mesmo. – falei – eu quero vê-la.

- Venha comigo – ela saiu andando por um corredor e eu a segui. Vi Embry sentado numa cadeira alguns metros à minha frente.

- Ela está dormindo agora – a enfermeira falou — e eu aconselharia a não acordá-la, para que ela não corra o risco dos bebês nascerem antes da hora.

- Eu só quero olhar ela um pouco – pedi – prometo não acordá-la, eu só quero poder vê-la e ter certeza que ela está bem.

- Só uma olhadinha rápida. – ela falou abrindo a porta para que eu passasse.

Nannah estava deitada na maca, com o soro preso ao braço direito e um aparelhinho preso no seu dedo indicador.

- Ela está bem agora – a enfermeira falou baixinho ao meu lado – os bebês também estão bem, ela só precisa descansar.

- Eu vou esperar ela acordar lá fora – dei um beijo na testa dela e sai.

Embry continuava no mesmo lugar.

- Onde você estava? – ele perguntou me encarando – Ela precisou de você, e você não estava lá.

- Ahh me desculpe se eu estava caçando o vampiro que queria matá-la. – falei baixo para que nenhum humano ouvisse.

- E você pelo menos conseguiu?

- Nesse momento ele deve estar correndo do capeta. – falei – Por que você trouxe ela?

- Eu estava de vigia na sua casa hoje...

- Você? Mas eu deixei o Brad lá antes de sair.

- Eu sei, mas Brad tinha uma avaliação pra faculdade hoje, e eu cobri ele.

- Por que ninguém me avisou isso?

- Porque eu era o único que podia cobrir o Brad, e nós dois sabíamos que você não me deixaria ficar perto de Nannah...

- E eu estava certo... olha você aqui... aposto que as enfermeiras acharam que você era o pai...

- A culpa não é minha se você decidiu dar as costas pra sua mulher e pros seus filhos.

- Eu estava tentando protegê-los! – me defendi – E você se aproveitou disso né? Se aproveitou da minha ausência pra ficar rondando ela...

- Eu só fiz o que estava ao meu alcance. Eu não podia ver Nannah sozinha e ignorar porque é o que você quer. Pra ela basta você a ignorando.

- Escuta bem Embry, porque eu vou falar uma única vez. – falei parando na frente dele, que agora estava de pé – Você. Está. Proibido. De. Chegar. Perto. Da . Minha. Nannah. E isso é uma ordem.

Embry engoliu seco e saiu sem me dizer uma só palavra. Eu voltei pro quarto, onde fiquei até que Nannah acordasse. O médico apareceu um tempo depois, trazendo pra mim a alta de Nannah e o nome de algumas vitaminas que ela teria que tomar. Assim que a minha pequena acordou eu a tirei dali.

- Onde você esteve que não foi me ajudar. Eu te liguei várias vezes. – ela falou triste quando estávamos no carro.

- Desculpa, amor. Eu não tive como prestar atenção no celular. Estava atrás do vampiro.

- Você sempre está atrás desse vampiro Jake, ma quem acaba ficando pra trás mesmo sou eu...

- Eu o peguei – falei tentando desviar a conversa dela daquele foco.

- Pegou? Tipo você matou ele? – fiz que sim com a cabeça – Deus, que alivio...

- Eu disse que não deixaria ele chegar perto de você. – ela sorriu fraquinho – Agora me conta, o que aconteceu com você?

- Eu não sei bem... tive um pesadelo, e acordei assustada, ai comecei a sentir umas dores na barriga. Tentei te ligar, mas você não atendia, ai eu lembrei do Embry e pedi ajuda a ele.

- Isso não vai mais se repetir, eu não vou sair do seu lado.

POV – Nannah

Era bom finalmente ter Jake do meu lado, mas ele parecia estar incomodado com alguma coisa, eu sentia isso mesmo sem olhar pra ele.

- Qual o problema, Jake? – perguntei

- Não tem problema nenhum – ele desconversou olhando pela janela para desviar os olhos de mim.

- Jacob Black, eu te conheço e sei das coisas que você sente sem nem mesmo te olhar, então fala logo.

- Tudo bem... – ele respirou fundo – É o Embry... eu não gosto do quanto ele fica em cima de você... ele não desgruda, tipo mesmo quando ele ta de longe ainda fica te observando... isso me irrita.

- Resumindo, você ta com ciúme dele.

- Não é ciúme, eu só estou incomodado... Caramba ele já te beijou, já te tocou. E você é minha...

- Ah obrigada por me fazer sentir como seu videogame favorito... – reclamei – Jake, eu vou precisar repetir que é você que eu amo?

- Só pra me deixar feliz por ouvir isso – ele sorriu.

- Escuta, eu não sei explicar a ligação que Embry e eu temos... eu sinto que preciso dele, entende? Eu preciso estar perto dele...

- Mas não está certo... você tinha que se sentir completa comigo.

- E eu me sinto Jake... você completa meu lado mulher... o Embry ele completa algo que eu ainda não consigo entender.

- Eu não quero ele perto de você.

- Não começa Jake. Não tem como você impedir uma pessoa de se aproximar de mim.

- Tenho sim – ele falou, mas eu não tive tempo de perguntar mais nada, o carro parou na porta de casa e eu fui praticamente arrancada de dentro dele por Rachel.

- Rach é melhor você ter calma se não quiser que Nannah volte para o hospital. – Becky falou.

- Você está bem? – Rach perguntou esbaforida – E os bebês? Como meus sobrinhos estão?

- Calma Rach, eu estou bem, os bebês estão bem... foi só um susto.

- E que susto – ela falou me abraçando – E você Jacob, ta fazendo o que ai que ainda não pegou Nannah no colo e a levou pra dentro?

- Eu posso andar – reclamei quando Jake se aproximou pra me pegar.

- Pode mas não precisa. – Jake me levantou e eu revirei os olhos. Assim que ele me ajeitou em seus braços eu olhei para o outro lado da rua e vi Embry, meio escondido.

- O que o Embry ta fazendo escondido ali? – perguntei e Jake se virou para olhar onde eu mostrava. Jake fechou a cara e eu pude ouvir seu peito vibrar pelo rosnado.

- Boa pergunta – Jake falou com o maxilar travado.

- Me põe no chão – pedi, mas Jake fez que não me ouviu – Jacob me põe no chão.

Dessa vez ele me obedeceu, claro que obedeceria, eu usei aquele truque lindo que um imprinting tem. Assim como os lobos obedeceriam Jake quando ele usasse o tom de alpha, Jake me obedeceria se eu usasse o tom de imprinting.

- La Push, o que você está fazendo ai? – perguntei caminhando na direção de Embry, que se afastava a cada passo que eu dava – Qual o problema, Embry?

- Ne..nenhum – ele gaguejou – Eu tenho que ir, só passei aqui pra ver se você estava bem.

- Bom, você podia ter entrado e me perguntado, não precisava se esconder ai. A menos que... – então tudo fez sentido. Eu me virei para encarar Jake que estava logo atrás de mim.

- É melhor entrarmos – Jake falou. Eu me voltei pra Embry pra pedir que ele também entrasse, mas ele não estava mais lá.

- O que você fez com ele Jake? – perguntei, eu sabia a resposta, mas queria ouvi-la da boca de Jake.

- Nada.

- Vou precisar perguntar de novo? – falei o olhando nos olhos.

- Amor, depois eu te falo, agora você precisa se deitar, não pode ficar nervosa...

- Eu não vou me deitar enquanto você não me disser o que fez para que Embry não se aproximasse de mim. Você disse no carro que tinha como você fazer isso. Anda fala logo Jacob.

- Eu dei a ele uma ordem de alpha para que ele não se aproximasse de você – ele falou sem me olhar nos olhos.

- Eu sabia. – falei e ele me olhou – Mas eu queria ouvir de você. Como você pode Jake? Depois do que eu te falei no carro?

- Você não precisa dele desse jeito. Você só pensa que precisa.

- Sabe o que é engraçado? – perguntei e respondi antes mesmo dele se pronunciar – Você não se importava com o que Edward pensava sobre você ficar o tempo todo perto de Bella, o tempo todo correndo atrás dela e tentando convencê-la de que você era melhor pra ela. E o Embry, desde que soube que eu sou seu imprinting, nunca insinuou que eu deveria te deixar e ficar com ele. Ele sempre te respeitou. E é assim que você agradece? É assim que você o trata depois dele ter salvo a vida da sua mulher e dos seus filhos? Porque só Deus sabe o que poderia ter acontecido comigo e com nossos filhos se Embry não estivesse tão perto.

- Se acalma, por favor. – Jake pediu suplicante.

- Eu não quero me acalmar, Jake. Eu só quero que você confie um pouco mais no amor que eu sinto por você. Para e presta atenção em tudo o que aconteceu desde que nós nos acertamos. Eu te perdoei por você me abandonar na manha seguinte a nós termos feito amor pela primeira vez, eu aceitei você ser um lobo, porque pra mim não importa a sua forma, EU TE AMO. Eu aceitei a sua ausência nas ultimas semanas, porque eu sabia que você estava me protegendo e protegendo seu povo. E só o que eu peço é que você pare com a porra do ciúme idiota que você tem do seu melhor amigo, que é, você queria ou não, uma pessoa muito importante pra mim. – parei minha fala para respirar fundo. Jake estava de cabeça baixa, mas eu podia ver sua testa enrugada pela preocupação com meu bem estar e com o bem estar dos nossos filhos – Eu vou entrar – falei e ele me olhou – sozinha. Você vai repensar as suas atitudes.

Passei por ele e entrei em casa, o deixando parado no mesmo lugar, apenas me olhando afastar.

Notas finais
Comentem!!! E indiquem se puderem... kisses...