Crepúsculo
15 15 - Perfeito.
15-Perfeito.
Ele veio discretamente a mim,mas era dificil um garoto daqueles não chamar a atenção.
De repente fez um grande silêncio no refeitório,todos os olhares eram para ele.
A mesa dos meus amigos ficaram paralizados ao ve-lo.
Ele ficou de pé e eu também.
-O que foi? — ele perguntou sério,colocando as mãos nos bolsos.
-Eu sei o que você é. — sussurrei.
-Então sabe porque tem que fugir de mim.
-Não vou fugir. — cheguei mais perto dele.
O silêncio não tinha acabado,mas falavamos tão baixo que níguem poderia ouvir.
-Me siga — ele pediu — discretamente.
Cebola deu uma volta nas arquibancadas e saiu pela porta dos fundos.
Sai pelo pequeno pórtão e sai pela porta de entrada.
Ele me puxou.
Depois de andar por alguns minutos chegamos ao campo,onde,no muro de madeira,estava escrito para não entrar.
Ele tirou uma chave dourada do bolço e destrancou o cadiado enome preso na madeira.
Entrei lá dentro,era vazio,tinha um espaço enorme para construir uma mansão.
E podia ver o sol iluminar o canto direito do campo.
-Veja isso. — ele sussurrou na minha orelha.
Cebola foi até a parte iluminada.E se virou pra mim.
Sua pele começou a brilhar feito diamantes.
E do nada ele apareceu na minha frente.
-Eu sou um monstro — seu rosto era de dor — posso te machucar.Posso te matar.
-Você não vai fazer isso. — cheguei mais perto do seu rosto.
-Não sabe o quanto voce é deliciosa para monstros como eu.
-Não tenho medo de voce. — dei um passo para tras.
-Mas eu tenho medo de te machucar! — ele rosnou.
-Não sei se posso dizer isso,mas,eu não quero que se afaste de mim — agora cheguei mais perto do seu corpo e do seu rosto.
Ele saiu dali.Me virei e ele estava encostado na parde de madeira.
E voltou rapidamente na minha frente.
-Então,quer dizer,que o vilão se apaixonou pela mocinha? — ele me ecostou na parede.
-Quer dizer que a mocinha se apionou pelo vilão? — arquei a sonbrancelha.
Ele colocou as duas mãos no meu rosto e quando vi já tinha encostado seus labios no meu.
Fiquei meio zonza depois disso.
-Você esta bem? — ele riu.
-Não sabe o voce faz com as garotas — eu sorri.
-Vamos nos atrazar para a quarta aula — ele observou.
-Voce chega rapidinho lá! — ri.
-Mas voce não. — ele suspirou — Sobe nas minhas costas — ele se virou.
-Esta falando sério? — arregalei os olhos.
-Claro.
Fiz o que ele pediu.
-É melhor fechar os olhos. — ele riu.
-Por que? — perguntei.
Ele não respondeu.Por causa que estava correndo para escola mais rápido que um carro.
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