Crazy Bout' You

24 Capítulo 24 - Desires


Notas iniciais
LEIAM ISSO, NOW! Gente me desculpem pela demora, semana foi difícil e eu ainda tava sem inspiração. Eu vacilei na escolha do nome de um personagem dessa fanfic, então preparem-se para alterações. Sabem o motherfucker do Matt Daniels? Não será mais Matt o nome dele, será Christopher "Chris" Daniels. Me desculpem msm ter q mudar, mas é necessário. Alguns vão entender o pq e outros não, enfim. Na hr certa saberão. É isso. Chris Daniels. Não se esqueçam. Já atualizei o nome dele nos capítulos anteriores. Esse capítulo contém lemon (aaaheeeooo) ahuahha espero q compense minha demora e.e Boa leitura.

Harry abriu os olhos sentindo a claridade da janela bater contra seu rosto. Ele se virou para o outro lado da cama na expectativa de ver Sam ao seu lado, mas não viu ninguém. O travesseiro e as cobertas estavam amassados e a porta do quarto entreaberta. Harry imaginou que talvez Sam tivesse tentado acordá-lo, falhando no processo, e perdera a paciência, desistindo e indo embora, mas logo um Sam um tanto quanto assustado voltara para o quarto, fechando a porta depressa.

– Que horas são? — indagou Harry, sentando vagarosamente.

– Muito tarde — respondeu Sam meio irritado. — Perdemos aula, sabia?

– Ótimo — disse Harry suspirando em alívio.

Sam balançou a cabeça em negação, sentando-se na cama enquanto olhava de modo estranho para a porta.

– Aconteceu alguma coisa? — perguntou Harry, curioso.

– Eu saí pra ir no banheiro.

– E daí?

– Acontece que ele fica perto do quarto do Tony e deu pra ouvir tudo — disse Sam sacudindo a cabeça, a fim de esquecer o que havia ouvido.

– Tudo o quê? — indagou Harry, ainda mais curioso. — Eles estavam...?

– Sim.

Harry pôs a mão na boca segurando uma gargalhada, deixando Sam com mais vergonha.

– O que exatamente você ouviu?

– Não vou repetir as atrocidades que Stark gemia. — Bufou o moreno cruzando os braços.

– Tá bom. — Riu Harry.

– Sabia que já são 11 horas? Eu nunca perdi a hora desse jeito.

– Ainda é cedo, se quer saber.

– Pra você. Eu sempre acordo antes do despertador.

– Vai ver minha preguiça pega. Ou dormir comigo é relaxante.

Sam arqueou a sobrancelha encarando a expressão desdenhosa de Harry.

– Mas já que perdemos aula mesmo... — disse Harry se aproximando do moreno.

Sam sentiu os braços de Harry rodearem sua cintura, o prendendo.

– Vai com calma aí, Osborn. Eu já te disse que não vou transar com você. Muito menos nesse lugar — disse Sam com a mão direita no peito do outro o impedindo de se aproximar mais.

– Como você consegue? — indagou Harry, o tom meio inconformado. — Parece uma garotinha negando fogo. Sabe o motivo de até heterossexuais sucumbirem ao homossexualismo? Sexo fácil. Homem não reclama, nem dá "piti" menstruais.

– Fale por si — disse Sam, empurrando Harry. — Ao contrário de você, Osborn, eu sempre fui gay e não é bem assim que funcionam as coisas. Todo mundo tem seu tempo, suas vontades. E você já sabe, não faço mais o tipo "fácil", muito menos para homens como você.

– Vai ver é por isso que eu gosto de você então.

– Não adianta soltar suas "declaraçõezinhas" agora. Você estragou tudo.

– Eu estraguei tudo? — indagou Harry sorrindo divertido.

– Pode até não ser como o Chris, mas entre fingir um namoro e só querer sexo dá no mesmo.

– Opa, opa! Nada disso. Minhas intenções são completamente diferentes desse Chris. Eu, ao contrário dele, gosto de você, e acima de tudo sou sempre sincero. Eu posso ser um pervertido, mas você sempre soube disso.

Sam bufou contrariado. Harry sorriu vitorioso e puxou o moreno brusca e inesperadamente, o fazendo se deitar na cama.

– O que você...?

– Relaxa, Sammy — disse Harry aproximando seu rosto do moreno. — Só vou abusar um pouco de você — sussurrou.

Sam engoliu em seco, sentindo as mãos ágeis de Harry tocarem em seu membro por cima da calça.

– H-Harry...

– Não vou fazer nada que não queira, confia em mim — disse Harry.

Sam encarou as orbes azuladas de Harry por alguns segundos, em conflito, mas Harry começara a depositar beijos em seu pescoço o instigando. Apesar de ser forte, ele era um homem e tinha suas necessidades, mesmo que as fizesse com moderação.

Sam deixou que Harry abaixasse sua calça e a dele, começando um frenesi de movimentos, fazendo com que os membros se chocassem um contra o outro por cima das cuecas.

Harry dava leves chupões no pescoço de Sam enquanto ele soltava discretos gemidos contra sua orelha. Ele podia sentir o volume da cueca do moreno se agravar contra o seu, que já estava presente desde que havia acordado. Harry investiu ainda mais contra Sam, pressionando os membros latejantes.

Sam gemeu em tortura, tentando acalçar o próprio membro com as mãos, mas a cueca era um grande empecilho. Sam sentiu as mãos de Harry abaixarem sua cueca, atendendo seu desejo e Sam resolveu fazer o mesmo por ele.

Logo os dois se encontravam sem as vestes de baixo, excitados e meio ofegantes.

Harry voltou a beijar Sam, mordendo o lábio inferior do moreno em provocação. Sam o puxou para um beijo mais intenso, usando a mão esquerda para acariciar os fios lisos de Harry, enquanto a mão direita abaixava até o membro de Osborn, tocando-o.

Harry deu um gemido em aprovação, sorrindo ao sentir a mão tímida de Sam passear por seu pênis. Harry colocou a própria mão por cima da de Sam o encorajando a prosseguir, e logo Sam começava a masturbá-los com a ajuda da mão de Harry que guiava a sua de um membro para o outro.

Os dois gemiam em sincronia enquanto as testas já meio suadas estavam coladas uma na outra. Harry usava toda sua força para ficar erguido o suficiente para que os dois pudessem martubar um ao outro ao mesmo tempo. As pernas de Sam estavam moles e ele tentava não se concentrar nos espasmos de correntes elétricas que tomavam seu corpo para cuidar de Harry e não gemer muito alto. Logo a sensação do prazer tomou conta dos dois os fazendo gemer alto.

Sam beijou Harry vagarosamente, saboreando os lábios macios do outro, que apertou seu traseiro sem nenhuma cerimônia.

– Ei! — protestou Sam. Se ele não impusesse limites, saberia o desfecho daquilo.

– Foi mal. — Riu Harry subindo as mãos para o rosto de Sam, voltando a beijá-lo.

oOo

Peter estava no Clarim Diário discutindo sobre umas fotos tiradas há pouco de um assalto. Jameson, como sempre, torcia o nariz com as fotos, mesmo no fundo tendo gostado gradualmente delas.

– Não pode ignorar outras notícias, o Clarim vai virar uma linha de "revistas" só do Deadpool!

– Dead... o quê?

– Ãhn... O mercenário, e-eu quis dizer — gaguejou Peter, em nervosismo.

– Como foi que o chamou?

– N-Nada.

– Parker!

– Foi só uma expressão, modo de dizer... sei lá!

– Diga de novo!

– Eu nem lembro mais — disfarçou.

– Ah! Que seja! Beth!

A secretária adentrou depressa a sala.

– Publique estas fotos que com certeza farão nosso jornal decair!

Peter revirou os olhos, saindo da sala junto a Beth, que pousou a mão em seu ombro em solidariedade.

– Uma hora ele cansa desse mercenário.

– Acho que vai demorar um bom tempo — suspirou Peter.

– Parker... e aí? Boas fotos? — Indagou Eddie, aproximando-se de Peter.

– Ótimas — mentiu Peter.

– Sei... — riu Eddie. — Pelos gritos do Jameson, não eram do mercenário.

– Nova York não se resume à ele.

– Por enquanto se resume, sim. Quem ele é, de onde veio... é o que todos estão se perguntando — disse Eddie, abrindo o jornal com os mesmos dizeres.

– Isso porque você fica enchendo o jornal de besteiras!

– Sinceramente não entendo essa sua cisma em querer esquecê-lo. Ele lhe traria créditos inimagináveis, poderia até trabalhar num lugar melhor.

– Isso não é da sua conta. E eu tô muito bem aqui, quem deveria sair é você.

– Quem sabe um dia... quando eu for bem sucedido e puder dar uma vida perfeita à Gwen.

Peter apertou os punhos à contragosto. Odiava quando ele mencionava Gwen em seus planos ridículos. Gwen merecia alguém muito melhor.

– Você parece se incomodar muito quando falo dela, não? Será que isso não é "paixão"? — indagou Eddie com um olhar desafiador.

– Então é por isso que é tão estúpido comigo? Gwen é minha amiga, deixe de ser imbecil.

– Às vezes eu duvido. Ela fala muito de você.

– É, e de você também. É uma tentativa falha de fazer com que gostemos um do outro. Além do mais, eu tô muito bem com o Wade. Vê se me erra, Brock.

Peter deu as costas para Eddie, deixando-o para trás e saindo do Clarim. Pegou o primeiro táxi que viu, adentrando o veículo com cara de poucos amigos.

– Columbia, por favor — disse Peter, arrumando alguns papéis em sua mochila. — Depressa.

– Ih... tô vendo que tá de mau humor hoje — disse o taxista com uma voz familiar.

Peter levantou a cabeça de imediato, avistando Deadpool no banco do motorista acenando para ele pelo retrovisor.

– O que... O que você...?

– Vim te buscar!

– Cadê o taxista? — questionou Peter num tom autoritário.

– Está bem na sua frente — disfarçou o mercenário.

– Wade...

– Não sei quem é Wade — desconversou.

– É sério! Cadê o taxista, Deadpool?

– Ele não era do bem.

– Especifique — suspirou o moreno.

– Ele nem era taxista, deve ter roubado esse táxi do verdadeiro. Ele trabalhava pra um cara aí, coincidentemente eu tinha de capturá-lo para um outro cara e achei um desperdício abandonar o táxi.

– Você podia ter deixado em frente a delegacia.

– Não, tá tudo sob controle, aqui tem os documentos do dono verdadeiro, vou deixar na casa dele, mas antes resolvi dar uma volta.

– Certo. Me deixa na universidade então.

– Nem pensar, eu tô carente Petey, você ficou a tarde toda nesse Clarim aí.

– Tá carente, é? — indagou Peter, arqueando a sobrancelha.

Deadpool acenou a cabeça afirmativamente.

– Desculpe desapontá-lo, mas eu namoro com o Wade e como você mesmo diz, você não é o Wade.

Deadpool trancou todas as portas assim que Peter ameaçou sair do táxi.

– Boa tentativa, baby boy, mas hoje você é meu.

Peter riu de modo debochado enquanto Deadpool dava a partida.

– Hoje eu tenho que dormir no Vórtex, eu tenho prova amanhã.

– Eu te levo quando acabar, temos um táxi, lembra?

Peter suspirou em desistência; Deadpool não ia mudar de ideia e ele se viu tendo um forte frio na barriga, afinal só haviam feito aquilo uma vez.

– Aonde tá me levando?

– Melhor eu nem contar. Aliás, coloca essa venda aí — disse o mercenário jogando um lenço para Peter.

– Pra que isso?

– Precaução, vou te levar pro covil.

– Covil?! — exclamou Peter, alarmado. — Você está me levantando para uma fortaleza criminosa?!

– Não tem ninguém lá.

– Não importa! E eu não vou colocar esse negócio.

– Tá bom, então — disse Deadpool dando de ombros.

– Me leva de volta.

– Ah, para, Petey, não pertence à ninguém. É meu desde a minha adolescência. Sim, tudo bem que já foi ponto para tráficos, negócios de lutas clandestinas, pancadaria e tal, mas está abandonado agora.

Deadpool olhou para o retrovisor, vendo a expressão incrédula de Peter.

– Não posso te levar pra casa, Rick tá de folga e não pode me ver assim. Muito menos ouvir o que eu pretendo fazer com você — disse Deadpool, incomodando-se com o silêncio do outro. — Fala alguma coisa!

– O que você vai fazer comigo? — indagou Peter num tom abafado.

Apesar da máscara, Peter pôde notar um sorriso malicioso do outro.

– Acho que você já sabe.

Deadpool cruzou numa rua mais perigosa onde Peter engoliu em seco ao ver alguns mendigos e uns caras estranhos observando-os.

– Não é perigoso?

– Não — disse Deadpool de modo tranquilo. — Eu é que sou.

Peter engoliu em seco, não dizendo mais nada. Realmente conforme eles adentravam mais aquela estranha rua, alguns caras se afastavam ao ver Deadpool dirigindo.

– E os seus "amigos" daqui?

– Todos presos, só um conseguiu fugir, nunca mais ouvi falar dele. E, não, ninguém aqui sabe minha identidade. Aqui, pelo menos, sempre desenhei esses trajes, só meus amigos já viram os desenhos, se tivessem soltos saberiam quem eu sou.

– Uma pessoa normal me levaria para um motel — zombou Peter.

– E quem disse que eu sou normal? — devolveu Deadpool, parando o táxi por fim.

Eles haviam chegado em frente ao que parecia ser um galpão abandonado. Deadpool destravou as portas, saindo primeiro e abrindo a porta para que Peter saísse.

Peter saiu um pouco receoso olhando para os lados, mas aquela parte do estranho bairro estava deserta. Deadpool abriu a porta com uma chave e segurou sua mão o conduzindo para dentro do local.

– Aqui embaixo é bagunçado mesmo, mas eu arrumei lá em cima.

Peter observou o sofá velho e empoeirado junto de algumas almofadas, uma TV antiga, um tapete e um armário velho ocupando o grande espaço.

Deadpool subiu os poucos degraus da escada, levando-o ao andar de cima. Os degraus rangiam com o peso deles, mas logo cessaram com a chegada dos dois ao pequeno corredor com apenas duas portas.

– Os outros tinham suas casas aqui no bairro, mas não aguentei ficar muito tempo lá em casa depois da morte do meu pai, daí resolvi morar aqui. Esse era meu quarto.

Deadpool deu espaço para que Peter entrasse em sua frente e ele próprio abrisse a porta do quarto.

Peter ficou mais aliviado em ver que o quarto estava em condições melhores do que o resto do galpão. Estava tudo limpo. Havia uma cama de casal que, apesar de meio velha, estava em boas condições. As paredes não possuíam os tradicionais rabiscos, mas estavam bem gastas e descascadas. O cômodo era bem pequeno, cabendo apenas a cama e uma pequena cômoda velha.

Peter sentiu os braços de Deadpool rodearem sua cintura por trás. Ele se virou ficando de frente para o mercenário, levantando a máscara dele até o nariz. Deadpool beijou Peter possessivamente fazendo com que o moreno se desequilibrasse um pouco com a atitude brusca.

Peter tentava acompanhar o ritmo do outro, que vasculhava cada canto de sua boca com entusiasmo. Ele sentiu os braços de Deadpool o apertarem com força enquanto o colocava com cuidado na cama.

Peter se sentou enquanto Deadpool retirava seu casaco e sua camiseta, começando a depositar beijos pelo seu pescoço, causando-lhe leves arrepios.

– Não faço ideia de como se tira isso aí — apontou Peter, tocando no couro praticamente grudado no corpo de Wade.

– Não é tão difícil — disse Deadpool, afastando-se do moreno e retirando seu cinto com o coldre onde tinha uma arma dentro.

Peter ficou observando-o retirar a parte de cima com certa facilidade. Até havia conseguido passar a roupa pela cabeça sem retirar a máscara, mas ao tentar descer as calças, teve problemas.

– É... só... usar a força... — dizia Deadpool descendo a calça com dificuldade.

Peter segurou uma risada, balançando a cabeça em negação.

– Será que isso não é culpa das batatas que você come quase todos os dias? — zombou.

– Tá me dizendo que eu tô gordo? — indagou Deadpool, cruzando os braços com as calças presas em suas coxas.

Peter não pôde conter as risadas diante da cena ridícula.

– Não...

– Eu tô ótimo. As batatas que nutrem isso tudo aqui — afirmou Deadpool, passando a mão no próprio abdômen definido.

– Se você diz... — disse Peter, tirando os óculos e as próprias calças com facilidade, deixando Deadpool um pouco aflito. — Quer ajuda aí?

– Não...! — disse Deadpool conseguindo abaixar as calças até os pés.

– Seria uma boa tirar os sapatos primeiro — zombou Peter.

– Eu sei como funciona, baby boy — respondeu Deadpool, fazendo Peter sorrir, divertido.

– Eu vou dar uma cochilada aqui, me avisa quando você acabar.

Deadpool finalmente retirou a calça junto do sapato, e aproveitou o momento em que Peter havia se deitado na cama e fechado os olhos, para se aproximar silenciosamente.

Peter sentiu a presença do semimascarado, mas resolveu manter os olhos fechados, sentindo a boca do maior percorrer de seu abdômen até o peito, onde ele começou a lamber e mordiscar seus mamilos.

Peter ofegou, surpreso com o pequeno espasmo que sentiu.

Deadpool subiu sua boca até o ombro e pescoço do menor, causando arrepios em Peter. O mercenário abaixou sua mão até o membro do moreno por cima da cueca, fazendo Peter morder o lábio inferior.

Peter segurou Deadpool pela nuca, selando seus lábios aos dele por fim, enquanto o maior continuava a movimentar a mão contra o membro do moreno, que ganhava volume por baixo da cueca.

Deadpool começou a abaixar a cueca box roxa de Peter vagarosamente, até que ele ficasse completamente nú.

Peter sentiu suas bochechas esquentarem ao sentir o olhar do mercenário sobre o seu corpo. Chegava até a ser assustador levantando em conta aquela máscara que ele usava.

– Vai ficar aí me olhando? — indagou Peter, sentindo suas bochechas esquentarem drasticamente.

Deadpool sorriu com o rosto de Peter completamente vermelho de vergonha. Ele era absurdamente adorável, principalmente daquele jeito, só fazia com que ele se apaixonasse ainda mais e, consequentemente, se sentisse mais excitado.

Peter foi pego de surpresa ao sentir as mãos de Deadpool o rodearem, chegando as suas nádegas e os lábios dele atacarem os seus com voracidade.

O mercenário mordeu o lábio inferior de Peter, enquanto tocava na ereção do menor, masturbando-o com força.

– Aa-ah... d-devagar... — gemia Peter sentindo seu pênis latejar de dor e prazer.

Deadpool continuou com os movimentos rápidos e precisos das mãos, abaixando os lábios até os mamilos de Peter, começando a mordiscá-los.

Peter arqueou as costas, apertando os lençóis da cama e gemendo com as sensações proporcionadas. Era um misto de prazer e certa dor que combinavam na medida certa, embora seu membro latejasse gradativamente.

Deadpool mordeu os mamilos de Peter até que ficassem bem vermelhos. O rosto do moreno estava na mesma situação e a boca, entreaberta, ofegante. Wade sentia seu próprio membro implorar por atenção debaixo de sua cueca, e decidido, acelerou os movimentos de sua mão sobre o pênis de Peter.

– Ah...! Isso... — gemia Peter investindo contra a mão do mercenário, até enfim despejar seu orgasmo na mão do maior.

– Tira minha cueca — disse Deadpool.

Peter obedeceu, sentindo seu coração acelerar em nervosismo só de olhar o enorme volume da cueca box cinza do mercenário. O moreno a retirou, revelando a ereção de Deadpool.

– Fica de bruços — disse Deadpool.

Peter arqueou a sobrancelha, meio incerto, mas o mercenário sorriu, dando-lhe um selinho e acariciando sua bochecha.

– Não vai ser muito diferente da última vez, Petey.

Peter assentiu, confiando nas palavras dele, se deitando na cama de bruços.

Deadpool passou o que havia sobrado do orgasmo de Peter em suas mãos, na entrada do moreno para lubrificar. Peter sentia o líquido morno em seu canal deslizar junto dos dedos do mercenário, que começavam a invadí-lo.

– Hunf...

– Calma, baby boy — disse Deadpool tentando tranquilizá-lo.

Peter sentiu três dedos entrarem nele e permanecerem por alguns instantes. Era mais desconfortável do que ele se lembrava.

Deadpool começou a mexer os dedos com facilidade por estar lubrificado, mas Peter gemeu em desconforto.

– J-Já pode ir... isso é meio torturante, esperar...

Deadpool sorriu, retirando seus dedos de Peter e tocando no próprio membro.

Peter sentiu a glande do loiro invadí-lo com certa pressa, mas apesar da dor, o membro de Deadpool havia facilitado a entrada com o próprio pré-gozo. Peter sentia cada centímetro do pênis de Wade entrando dentro de si, invadindo sua cavidade.

Deadpool empurrava e saía de Peter devagar, fazendo com que o menor se acostumasse com a sensação. Os baixos gemidos de Peter evidenciavam que a dor era suportável, então Deadpool começou a acelerar os movimentos, pousando as duas mãos na cama, acima dos ombros de Peter para apoiar-se em algum lugar.

Peter ofegou com as estocadas mais rápidas. Ele se segurou nos pulsos de Deadpool que estavam ao lado de seu pescoço, enquanto o mercenário estocava com mais força.

– C-calma... Wade... v-vai devagar...

O maior não diminuiu as estocadas, Peter sentia que ele até as havia acelerado, mas apesar de seus pedidos, sua entrada parecia querer mais daquele ritmo e seu membro voltava a acordar, sendo pressionado contra o colchão.

– Ah... baby boy... — gemeu Deadpool pousando a cabeça nas costas arqueadas de Peter, conforme acelerava.

O quarto começava a ser coberto pelos gemidos de Peter e pelo barulho do choque entre os corpos. Deadpool sentia seus pulsos sendo apertados pelas mãos suadas do moreno, e seu pênis latejar à cada estocada que fazia com que as paredes de Peter o apertassem por dentro.

– Aah... W-Wade... — gemia Peter separando bem as pernas, já bem amolecidas.

Wade teve mais facilidade, estocando mais depressa. Os gemidos de Peter o excitavam ainda mais, o fazendo ir mais fundo, até que enfim ele alcançara a próstata do moreno.

Peter gemeu alto, arqueando as costas bruscamente. Wade acertava o mesmo ponto com destreza, o fazendo ir às alturas.

– O-oh... i-isso... Ah! Deadpool...

– A-aah... Petey...

Os gemidos de Wade se misturavam aos de Peter, e seus corpos exaustos cobriam-se de suor. Deadpool segurou na cintura de Peter, ofegante, tentando não perder seu ritmo.

Peter se apoiou no travesseiro, o apertando com força. Sentia sua entrada esmagando o pênis de Deadpool, que gemeu alto de prazer.

O mercenário chegou ao seu ápice, despejando seu prazer dentro de Peter, que gemeu sentindo seu segundo orgasmo sujar a cama.

Deadpool se jogou exausto do lado de Peter na cama, recuperando o fôlego. Peter se deitou de lado, retirando a máscara do rosto de Wade.

– Você tá encharcado de suor. — Riu Peter passando a mão nos cabelos molhados de Wade.

– Essa máscara é bem quente. — Disse Wade ainda recuperando seu fôlego. — Você tem mesmo que dormir no Vórtex? — indagou fazendo birra.

– Sim, tenho prova amanhã, preciso dormir cedo.

– A gente pode dormir cedo aqui. — Disse o loiro num tom não muito convincente.

– Hã-hã, Wilson. Me leva de volta.

– Wilson...? — questionou Wade estranhando seu sobrenome saindo da boca de Peter.

– Tá, Wade. Que seja, não vou dormir aqui.

Wade suspirou, derrotado.

– Então se arruma.

Peter olhou para as suas roupas jogadas no chão, sentindo uma imensa preguiça de levantar.

– Droga...

– Eu sei. — Riu Wade.

Peter se ergueu alguns centímetros da cama, mas Wade o fez se deitar novamente, ficando por cima dele.

– Wade!

– Só mais uns minutinhos, eu ainda tô carente.

Peter balançou a cabeça em negação, enlaçando Wade pela nuca e selando seus lábios aos dele. Apesar de estarem exaustos, o casal ainda ficou namorando por um bom tempo, até que finalmente ficara tarde o suficiente para os dois irem embora.