Crazy Bout' You

25 Capítulo 25 - Hit Of Accounts


Notas iniciais
Hello everybody! Esse capítulo não tá tãaao legal assim, mas o final vai dar oq falar xD haushahs Boa leitura!

Peter voltou para o Vórtex, exausto. Ele entrou no quarto nem se dando ao trabalho de acender as luzes, se jogou na própria cama e fechou os olhos.

– Peter...? — indagou a voz de Harry em meio a escuridão.

– Hmm...?

– Onde você estava? Esqueceu que tem prova amanhã? — perguntou Harry, acendendo a luz do abajur.

– Desliga isso — resmungou Peter. — Estava com o Wade.

– Imagino, tá deitado de bruços — riu Harry.

– Quê?

– Você não dorme assim, então...

– Tá, tá. Entendi a piada — resmungou Peter. — Agora vai dormir.

Harry riu, voltando a dormir e deixando Peter por fim.

oOo

No dia seguinte, Peter acordou sem paciência para a relutância em acordar de Harry Osborn. Ele simplesmente foi até o banheiro, encheu um copo com água e jogou no rosto do amigo, que acordou alarmado, quase se afogando.

– Porra, Peter! — exclamou Harry com o rosto e o cabelo encharcados d'água.

– Você não foi pra faculdade ontém que eu sei, hoje você vai.

– Você não é meu pai — resmungou Harry irritado.

– Onde estava ontém?

– Não te interessa.

Peter revirou os olhos, dando um longo suspiro em seguida.

– Certo. Não vai me contar? Beleza, então.

Harry também revirou os olhos, sabendo muito bem que quando Peter falava daquele jeito era porque estava chateado com ele. Não no sentido literal da coisa — era óbvio que Peter estava fazendo de propósito -, mas, de qualquer maneira Peter não iria mais falar com ele enquanto não ouvisse o que queria.

– Saí com o Sam. Fomos jantar na casa do Stark e dormimos lá.

– Cabulando aula e ainda levando o Sam junto?

– Peter, ele tá quase lá. Em breve eu tiro aquela virgindade!

– Cara, cala a boca... — riu Peter balançando a cabeça em negação.

– É brincadeira, você sabe. Ou quase.

– Anda, levanta logo antes que eu traga um balde da próxima vez.

Harry levantou os braços em rendição, levantando-se da cama preguiçosamente.

oOo

– Será que dá pra vocês dois pararem?! — exclamou Hogun entrando no meio de Flash e Wade, que estavam na sala prestes a saírem nos socos.

– Desiste, eles estudam na mesma turma, vão se pegar quando saírem da república — disse Sam, tomando o próprio café tranquilamente, enquanto folheava uma revista.

– O quê?! — exclamou Flash, raivoso.

Sam arqueou a sobrancelha confuso, até entender a raiva do loiro.

– Ah... "se pegar" no sentido violento da coisa... quer dizer, brigar, coisa e tal.

– Tá vendo?! A culpa não é minha! Ele quem se irrita com qualquer coisa! — acusou Wade, cruzando os braços.

– Wade... — disse Hogun num tom acusatório.

– Tá, eu só disse que era muito estranha a reação dele.

– Esse doente disse que eu to afim do Parker! — rosnou Flash.

– E não tá? — indagou Hogun, curioso, recebendo um olhar assassino de Flash. — Quer dizer... que idiotice, Wade!

– Foi só uma brincadeira.

– Eu não tô pra brincadeiras, Wilson. Não me interessa nem um pouco se você já foi ou não preso. Se você não cuidar muito bem daquele seu namoradinho ridículo, coisas ruins podem acontecer.

Hogun se afastou um pouco de Flash, meio chocado com a ameaça. Sam largou o café, observando o clima tenso que se instalou e Wade encarava Flash com fúria.

– Acha que pode me ameaçar assim? — questionou Wade num tom sombrio, apertando os punhos.

– Eu posso o que eu quiser — afirmou Flash, dando um sorriso de canto sádico em provocação.

Wade tentou avançar no outro, mas Hogun não deixou que ele prosseguisse.

– Fica longe do Peter! — vociferou Wade.

– Oh, olha só, e não é que o doente sabe o nome do nerd? — zombou Flash.

– Flash! — repreendeu Hogun, irritado.

– Nerd que você diz "odiar", hein? — caçoou Wade, tocando no ponto homofóbico do loiro.

Flash apertou as alças da própria mochila com força, saindo da república, furioso.

– Você é maluco?! — exclamou Sam, indo pra sala.

– Eu encaro ele — bufou Wade.

– Você sim, mas e o Peter? — alertou Sam, arqueando a sobrancelha.

Wade saiu da república a fim de se afastar dos dois amigos. Naquele instante ele temeu pelo o que havia dito, mas Flash o tirava do sério, havia sido inevitável.

Com o passar das horas, as aulas no curso de Engenharia Mecânica haviam sido tensas. Todos os alunos sabiam que a amizade de Flash e Wade havia sido abalada devido ao namoro com Peter; até mesmo o professor observava os dois de cinco em cinco minutos para garantir que não houvessem novos desentendimentos.

Quando as aulas finalmente acabaram, Wade foi o primeiro a sair da sala. O loiro foi para o refeitório, diretamente à mesa do Vórtex, esperar por Peter.

Loki, que já estava na mesa com Ian, apenas olhou curioso para Wade, que permanecia parado ali.

– Ãhn... não quer sentar?

– Ah... não. Só tô esperando o Petey — informou Wade cuidando a porta do refeitório.

Wade ficou inquieto com o fato de nem Peter e nem Flash terem entrado no refeitório até aquele momento. Se algo acontecesse com Peter a culpa seria dele. Wade estava ficando aflito em esperar até finalmente ver Peter e Harry entrando pela porta, sorridentes, vindo em sua direção aparentemente intactos.

– Até que enfim! Onde esteve?

Peter arqueou a sobrancelha, olhando para Harry, confuso.

– Estava em aula, não é óbvio? — falou Peter.

– Vem, vamos comer na Aesir — chamou Wade segurando o braço de Peter e o arrastando até a outra mesa.

– Espera...! — começou Peter, tentando andar direito enquanto Wade o levava.

Harry, que não era bobo, seguiu os dois, a fim de almoçar com Sam que já estava na mesa Aesir com Hogun.

Depois de praticamente ser forçado a andar e se sentar ao lado de Wade, Peter finalmente pôde questionar:

– Qual o seu problema?

– Não quero que fique sozinho — explicou Wade.

– Muito obrigado, hein. Bom saber que eu não sou ninguém — comentou Harry, acomodando-se ao lado de Sam.

– Ele está com medo do Flash — esclareceu Sam.

– Não tenho medo daquele idiota — resmungou Wade -, tenho medo de deixar o Petey sozinho por aí, sem ninguém pra ajudar caso o Flash realmente desconte nele.

– O quê? Flash quer me bater?

– Novidade — falou Harry, sarcástico.

– Fala sério, Wade, ele quer isso todo dia. Não esquenta com esse cara — disse Peter.

– Já que ninguém se candidata, eu vou pegar os almoços, então — informou Hogun. Anotou o que cada um queria e pegou o dinheiro, indo para a enorme fila da cantina.

Na porta do refeitório, Wade avistou Flash entrando e olhando com raiva os anfitriões da mesa Aesir. Flash desviou seu caminho habitual, indo almoçar com Mary Jane na mesa das Bravatas, mas o olhar raivoso permanecia sob a mesa Aesir.

Peter observava os dois se encarando em desafio, mas logo pôs-se a distrair Wade, entrelaçando seus dedos aos dele em cima da mesa. Ato que não passou nem um pouco despercebido por Flash, que encarou aquilo como uma provocação.

Wade e Peter começaram a se beijar, deixando Sam e Harry um pouco avulsos e desconcertados.

– Pois é... — disse Harry tentando puxar assunto. — Como foram suas aulas?

– Quer mesmo saber? — indagou Sam, ciente de que Harry não entendia nada sobre Filosofia.

– Não.

– Mas fique sabendo que eu perdi uma ótima aula ontém.

– Nerd... — declarou Harry, revirando os olhos. — Vai dizer que não gostou de ontém de manhã? — Sam sentiu a mão boba de Harry percorrer sob seus ombros e brincar com os fios negros de seu cabelo.

Harry aproximou seu rosto do de Sam, que já tinha o olhar focado em seus lábios. Harry não perdeu tempo, capturando os lábios de Sam e o beijando.

Alguns segundos depois Hogun voltou a mesa, tossindo alto para que os casais parassem de se agarrar e começassem a comer. A comida.

oOo

Depois do almoço, Sam e Harry se sentaram na grama do Campus, próximo a Aesir, conversando sobre a briga de Flash e Wade de manhã.

– Você acha que o Flash pode mesmo estar gostando do Peter? — perguntou Harry, fazendo uma careta em descrença.

– É claro que não, Wade fez um julgamento muito precipitado. E você mesmo é testemunha do quanto Flash não gosta do Peter. Caras feito o Flash só pensam no poder, em humilhar pessoas como o Peter e eu.

– Ah, ele também não gosta de mim.

– Mas você é rico, Harry, você é popular, com certeza em algum momento o Flash tentou ser seu amigo. Ou estou errado?

– Não — admitiu Harry. — Ele já tentou sim. Mas eu preferi o Peter.

– Exatamente. E, mais uma vez, ele perdeu mais alguém pro Peter.

– Faz sentido. Sorte a dele que Mary Jane quis o Flash, então.

– Sorte mesmo. Flash é um babaca, mas ama a Mary Jane — disse Sam.

– Ainda bem que ela não me quis — disse Harry.

– Posso te perguntar uma coisa...? — pediu Sam, meio incerto. — É bem pessoal, mas eu tô muito curioso.

– Claro — respondeu Harry, dando de ombros.

– Sua mãe, onde ela está? Quer dizer... não tem nenhuma informação dela nas revistas.

– Já praticou usar o Google? — indagou Harry com um sorriso de canto.

– É... tinha esquecido do Google...

Harry riu fraco, dando um suspiro em seguida.

– Minha mãe morreu quando eu nasci, ela já estava doente. Eu não a conheci. A única coisa que eu sei dela é que o nome era Emily. Meu pai rasgou todas as fotos dela quando eu nasci.

– Sinto muito — disse Sam um pouco arrependido por ter tocado no assunto.

– Tudo bem, não é uma coisa que me afeta tanto, afinal, repetindo, eu não a conheci.

– Mas e o seu pai? Não se casou de novo?

– Ele teve suas aventuras, mas, no geral, ele só pensa em trabalho. E não, ele não foi um bom pai. Sempre foi ausente. A única coisa que ele vê em mim é o seu legado, ele só quer que eu continue os negócios quando ele se for.

– Isso é horrível.

– Mas eu tenho o Peter. Não tive uma infância tão ruim assim, eu fui bem mimado pela May, a tia do Peter.

– Imagino — sorriu Sam.

– Mas e o seu pai? — questionou Harry, curioso.

– Ah... bem, ele e a minha mãe brigavam bastante, então ele traiu ela com uma ruiva toda artificial e depois disso nunca mais foi nos ver.

– Mas isso não é contra a lei?

– Seria se ele não pagasse uma pensão, mas ele paga. Ele só não vem nos ver. Ele sempre foi bem legal com a gente, mas não era o suficiente pra parar de brigar com a minha mãe. Era como se ele fizesse questão de fazer isso na minha frente. Quando eu soube que ele traía ela, eu disse pra ele nunca mais voltar. Parece que ele levou mesmo a sério.

– Você não sente falta dele?

– Não. A volta dele se resumiria em eu contar que sou gay e eu não tenho a menor vontade de falar com ele sobre a minha vida. Se ele não se importa o suficiente pra pelo menos ligar, eu também não faço questão.

– E os seus irmãos? Você tem quantos?

– Quatro — suspirou Sam. — É um verdadeiro inferno! Eu sou o mais velho.

Harry riu imaginando Sam e sua tirania contra os irmãos.

– Você deve judiar deles — sorriu Harry.

– Ah, você não conhece eles. Eu sou o responsável da casa, o que aparta as brigas e dá broncas. Eles são umas pestes, principalmente os gêmeos.

– Você tem irmãos gêmeos? — exclamou Harry, surpreso.

– Sim. Denis e Noah, são os mais novos, têm nove anos. São os mais difíceis porque eles adoram fazer gracinhas e chantagear. Com essa idade já, imagina quando crescerem...

– Ah, eu preciso conhecê-los um dia — riu Harry.

– Depois vem o James, ele tem quinze anos, é o mais tranquilo, gosta de se isolar e furtar meus livros. E por último vem o Victor, tem dezessete e é o terceiro mais problemático depois dos gêmeos. Ele já foi expulso de três escolas, gosta de explorar os irmãos mais novos e acha que me assusta.

– Ele parece difícil.

– Ele é mais alto, então se aproveita por ser mais forte pra assustar os outros, mas ele não me engana, ele não tem coragem de me bater. Principalmente porque sou gay. Ele acha que eu sou frágil por isso.

– Então ele não tem preconceito?

– Não, ele e a Felícia se adoram inclusive. E ela me disse que ele deu um soco do Chris depois de ficar sabendo o que ele fez comigo. Claro que isso não muda o fato do Victor ser um mala comigo.

– Você tem irmãos legais — disse Harry. — Queria ter tido pelo menos um irmão, pra não ficar tão sozinho.

– Você não tá sozinho, você tem o Peter, a Gwen... e tem eu.

– Tenho, é?

– Tem, só não abusa.

Harry riu, derrubando Sam e o fazendo se deitar na grama. Harry aproveitou a oportunidade para ficar em cima do moreno, o impedindo de se levantar.

– Harry... a gente tá no Campus... — dizia Sam tentando se levantar.

– E você acha que eu ligo? — retrucou Harry, abaixando-se e roubando um beijo do menor.

Sam abriu passagem para a língua de Harry explorar sua boca. O moreno pousou a mão direita nos fios lisos de Harry, enquanto Harry se posicionava melhor, sentando em cima de Sam enquanto suas mãos percorriam a cintura do menor.

Enquanto isso ali perto, Gwen e Eddie caminhavam de mãos dadas pelo Campus, discutindo sobre Peter.

– Eu não sabia que você se sentia tão incomodado com isso.

– Gwen, você só fala dele, você já falava antes de brigarem e agora ficou pior!

– Desculpe se eu queria que vocês se dessem bem!

– Às vezes eu acho que é dele que você gosta.

– O quê?! — exclamou Gwen, chocada. — Edward!

– Eu sei! Eu sei que ele é seu melhor amigo, mas se fosse eu falando de uma garota, o que você pensaria?

Gwen suspirou cansada.

– Tem razão, desculpe.

– Vocês precisam se acertar. Por mais que eu adore te ver longe dele — disse Eddie, recebendo um tapa da loira em seguida.

– Não vai ser fácil, ele te odeia.

– E eu também odeio ele, mas to preparado pra engolir aquela cara de idiota por você. E falando em amigos seus...

Gwen olhou para o ponto onde Eddie estava encarando, vendo Harry e Sam se agarrando no meio do Campus.

O casal foi até eles depressa, vendo que algumas pessoas encaravam a cena com desgosto e diversão.

– Harry Osborn, vá para um motel — disse Gwen chutando o traseiro do amigo de leve.

Sam empurrou Harry para que ele parasse, olhando envergonhado para os lados.

– Que droga, Gwen — praguejou Harry.

– Que droga digo eu, o Campus não é lugar pra isso, não.

Harry e Sam se levantaram, ajeitando suas roupas.

– Vocês estão juntos? — indagou a loira, curiosa.

– Mais ou menos — disseram em uníssono.

– Como tá o Peter, Harry? — perguntou Gwen.

– Por que não pergunta a ele? São da mesma turma.

– Você sabe o porquê — respondeu Gwen meio impaciente.

– Tá, tá. Ele tá ótimo. Eu só acho que vocês deviam se acertar logo, porque tá ficando estranha essa situação.

– Se ele me ouvisse... — suspirou Gwen.

oOo

Peter voltava da biblioteca após fazer a devolução de alguns livros que havia pegado para estudar para uma prova que tivera naquele dia. Ele andava descontraído pelos corredores do prédio, mas desde que havia saído do refeitório com Wade, ele sentia como se estivesse sendo seguido.

Peter olhou para trás pela milésima vez naquela tarde e, novamente, não encontrando uma alma viva pelos corredores silenciosos. Peter sacudiu a cabeça tentando tirar aquelas paranoias da mente, continuando sua caminhada, mas ao dar mais um passo, quase próximo ao fim do corredor, ele sentiu uma mão agarrando seu braço direito e o puxando para trás.

Peter mal pôde olhar quem estava o puxando. Apenas olhou para cima, lendo a placa na porta da sala da qual a pessoa o levava, sendo a sala de laboratório.

A sala se encontrava escura, mas as janelas tinha pequenos vãos onde os raios de sol iluminavam parte dela. Peter olhou confuso para a pessoa em sua frente, notando enfim ser Flash.

Peter engoliu em seco.

– O-O que você...?

Flash ficou em frente a porta, impedindo a passagem de Peter.

– É hora de acertar nossas contas, Parker — anunciou Flash sorrindo maldosamente.

– Flash, o que você tem na cabeça? Quer ser expulso?

– Eu quero mandar uma mensagem pra você e pro seu namorado doente.

Peter dava passos para trás toda vez que Flash dava um passo de encontro à ele, até a parede impedir Peter de prosseguir com a fuga.

– Você tá morto — disse Flash, sorrindo ao ver Peter se encolher e tentar se proteger com os braços na frente do rosto.

– F-Flash... v-vamos c-conversar...

– Eu to querendo fazer isso há muito tempo, Parker.

Peter sentiu o impacto do soco de Flash atingir sua barriga com força, o fazendo ficar sem ar. Logo em seguida, Flash desferiu vários socos no rosto de Peter, até que o olho esquerdo ficasse bem roxo e a boca sangrasse junto ao nariz.

Flash deu dois socos na panturrilha de Peter e em seguida um bem forte do estômago, fazendo o menor ficar sem forças para suportar o próprio corpo em pé.

– P-Pare... por favor... — implorou Peter caindo no chão ajoelhado.

Flash deu um chute no estômago do moreno e em seguida um nas costas, o fazendo cair, mas o loiro ainda não estava satisfeito.

Flash agarrou a gola da camiseta de Peter, o obrigando a se levantar.

– Você tá sempre no meu caminho, Parker. Talvez isso finalmente faça você aprender a me respeitar — sentenciou Flash, empurrando o corpo de Peter com força contra a parede.

Peter gemeu, sentindo algumas lágrimas involuntárias descerem por seus olhos, enquanto suas costas latejavam de dor.

Flash desferiu socos na cintura de Peter, mais alguns no estômago até que o moreno tivesse dificuldades em respirar, e um soco do rosto de Peter, junto a uma joelhada nas partes baixas do menor, finalmente o jogando no chão e saindo da sala, deixando-o ali, quase inconsciente.

Peter abriu os olhos, sentindo todo o seu corpo dolorido e o sangue de sua boca escorrer até o chão. Ele esticou seu braço com esforço pegando o celular que havia caído no chão. Peter foi até a lista de contatos, discando o primeiro número da lista com dificuldades. O celular chamou três vezes até que uma voz atendeu, para o alívio de Peter.

– Peter...?

– M-Me a-ajud... ajuda...

– Peter?! — exclamou a voz num tom preocupado. — O que aconteceu?

– L-Laboratório... e-eu acho que...

– Peter!

– Gwen...

Peter sentiu sua visão ficar turva e seu corpo formigar de tanta dor. Tudo ficou escuro e a última coisa que ouviu foi a voz procupada de Gwen na outra linha.

Notas finais
Eu sei q eu demorei dnv, mas to terminando o próximo pra compensar ;) (Espero q esse ato de violência totalmente covarde e idiota os façam acreditar que o Flash não quer o corpo nú do Peter, ele só odeia o cara mesmo kkk.)