Notas iniciais
Oie pessoas! Esse capítulo era pre ter sido postado ontem de noite, mas como eu estou na casa das minhas primas, e eu vou ficar aqui até lá pelo dia 12, não consegui postar ontem, mas prometo tentar não ficar atrasando muito, tentar né.... Finalmente e conto o que aconteceu com a Gina!!! (Gritos e aplausos por favor!) ahsuahsuhsuahsuahsuahs Boa leitura!

Gina acordou, estava deitada sobre uma superfície dura, pedra ou algo do tipo. Abriu os olhos e percebeu que estava quase completamente no escuro. Tentou se sentar, mas sua cabeça começou a doer. Tocou a testa com as mãos e percebeu que havia correntes prendendo-as.
A ruiva se encostou na parede e fechou os olhos, tentou respirar um pouco. Depois abriu os olhos e observou o local onde estava. Parecia algum tipo de cela, tipo uma prisão, as correntes que prendiam seus pulsos eram longas e estavam presas a parede.
Gina encostou a cabeça na parede, a pedra fria a relaxou um pouco e a dor diminuiu. Ela levantou, caminhou até onde suas correntes a permitiam ir, quase na porta da cela. Olhou para o corredor e o pouco que conseguiu ver eram outras celas iguais a que ela estava, a maioria ocupada, com vultos sentados nos cantos ou jogados no meio de qualquer jeito, como provavelmente ela mesma estava uns instantes atrás.
Ouviu passos vindo em sua direção, ficou na dúvida sobre o que fazer, encarava ou fingia estar desacordada como antes? Não era o tipo de garota que se esconde, olhou atenta para frente tentando ver quem estava vindo. Para sua surpresa, uma figura loira apareceu a sua frente.
Estrava tão atordoada como o que estava acontecendo que nem lembrara o porquê de estar ali. Era tudo culpa dele, ele a trouxera para esse lugar, ele fizera aquilo com ela.
Draco chegou bem perto, apenas a grade os separando. Apoiou os braços e olhou para o lado de onde viera, pareceu preocupado por um instante mas logo o sorriso presunçoso tomou seu rosto. A mesma expressão que Gina vira quando ele a dopou na cozinha da escola.
– Finalmente a bela adormecida acordou. – disse ele sorrindo mais ainda.
– Malfoy, eu juro que se minhas mãos não estivessem presas iam estar faltando alguns dentes nesse seu sorriso! – disse a ruiva entre os dentes.
O garoto riu com o que ela disse.
– Ah Weasley, poupe-me de suas ameaças. O que você faria? Nem varinha você tem. – dito isso ele tirou de dentro de suas roupas duas varinhas, uma delas Gina reconheceu sendo a sua.
Gina ficou vermelha de raiva, se ela o alcançasse iria acabar com ele, literalmente. Ela fez o que pode então. Esticou a corrente ao máximo, virou o corpo de lado e chutou com toda a força a grade, que infelizmente era o mais longe que ela alcançava. Aquilo fez com que o loiro desse alguns passos para trás.
– Ok ruiva. Admito que talvez você tenha como se defender mesmo sem varinha – disse ele voltando para o mesmo lugar que estava – Mas agora vamos às perguntas óbvias que eu sei que você está louca pra me fazer. Vai lá, pode pedir.
Ela realmente tinha um monte de perguntas clichês pra fazer a ele, e achou melhor faze-las antes que ele fosse embora.
– Onde eu estou? – perguntou.

– Tecnicamente, numa prisão. Exatamente, no porão da mansão Malfoy.

– Como eu vim parar aqui?
– Obviamente eu te trouxe.
– Como exatamente?
– Te trouxe pelo armário sumidouro da sala precisa, tenho uma ajudinha que entra e sai da escola quando quiser. E depois disso você dormiu por... – ele colocou a mão no queixo pensativo – sei lá, umas dezoito horas.
Gina fez a conta mentalmente, se ela dormiu por aquele tempo já devia ser umas seis da tarde do dia seguinte.
– E você me trouxe pra cá por quê?
– Apenas cumprindo ordens. – disse ele normalmente.
– Ordens de quem? – Gina tinha um palpite e torcia para ele estar errado.
Draco passou as mão nos cabelos nervoso e olhou para o teto de pedra, pareceu querer poder ver o que havia além dele.
– Do Lorde das Trevas. – respondeu.
Gina ficou em silêncio. Sua suspeita estava certa e ela entendia o porquê de terem a pego. Queriam atingir Harry com aquilo, e provavelmente conseguiriam. Uma culpa enorme invadiu a ruiva, mas no momento ela não tinha tempo para chorar, lamentar ou ficar mal. Tinha que começar a agir imediatamente.
Quando iria falar com Draco novamente sua atenção foi desviada para outra coisa, novamente passos, dessa vez vindos do lado oposto de onde Draco viera. Três pessoas no mínimo. Quando se aproximaram Gina viu dois homens vestidos de preto levando um terceiro completamente algemado e maltrapilho que ria e falava consigo mesmo baixinho.
Os homens abriram a cela da frente de onde Gina estava e jogaram o home ali dentro, ele sentou no centro e continuou conversando sozinho. Os Homens deram uma olhada feia para Draco e depois foram embora.
– Quem é ele? – perguntou ela.
– Nosso mais antigo prisioneiro, completamente louco, mas as vezes conversa com ele mesmo e consegue informações importantes, ninguém sabe bem como, já está aí a uns vinte anos acho, mora nessa casa a mais tempo que eu.
Quando terminou de falar, Draco simplesmente virou as costas e saiu caminhando. Gina tentou chama-lo de volta, mas não teve sucesso.
Sentou contra a parede novamente, tentou pensar em alguma maneira de sair dali mas nada lhe ocorreu. O homem da cela da frente ficava a chamando ou então fazendo gestos obscenos para ela. Chegou a chamar Gina de gostosa e muito mais. Passaram mais ou menos duas horas em que ela tentou ignorar ao máximo as provocações do homem que praticamente a estuprava com os olhos. Até que houve movimentação novamente.
Três elfos domésticos entraram, dois empurravam um carrinho e serviam comida aos prisioneiros o terceiro levava uma bandeja separada e muito mais caprichosa. Os elfos passaram reto pela cela de Gina parando apenas para servir o tarado a sua frente. Então o terceiro elfo colocou a bandeja na cela dela.
Ela notou que ele tinha orelhas de morcego, grandes olhos verdes esbugalhados e vestia um trapo como os demais. Gina olhou a bandeja, tinha um copo com água, bem limpa diferente da dos demais, e um prato com torradas e uma maçã, enquanto os outros ganharam algum tipo de ensopado nojento.
– Isso tudo é para mim? – ela não estava acreditando.
– Sim – respondeu o elfo com voz esganiçada – especialmente para a senhorita ruiva prisioneira do menino Malfoy.
– Ah garota! Eu até recusaria comer essa comida boa aí se pudesse comer você, sabe! – Gritou o homem da frente.
Gina teve ânsia de vômito como pensamento.
– Calado! – gritou o elfo estalando os dedos, o homem pareceu ser atingido bem no rosto por algum tipo de feitiço depois se calou – Não vai durar muito tempo mas a senhorita poderá pelo menos comer em paz.
– Muito obrigada pela comida, e por dar um jeito nele. – Gina indicou a cela da frente – Agradeço imensamente. – ao dizer isso ela viu os grandes olhos do elfo se encherem de lágrimas – O que foi?

Ele enxugou os olhos antes de responder.
– Ninguém nunca agradeceu aos serviços de Dobby. – disse e saiu da frente da cela de Gina.

Notas finais
Espero que tenham gostado! E sim, é o DOBBY!!!!!! Amo aquele baixinho!!!! Bom enfim, é isso. Bjks até mais!