Mulher desértica, desolada...

monja na imensa solidão das dunas...

Árida, rubra, ardente...

Núbia brônzea, abrasada!

Flor do Egito abandonada

no seco estéril da areia quente!

A sua prece é um desespero,

a angústia de um desamparo.

É uma sede d’água...

Resfolegar da alma.