Dor silente, amargurada

Em rios de pranto esvaída...

Dor profunda que eu sofro calada,

que é o jorro de sangue da minha ferida.

Minha dor é de alma desalentada—

é um corte que me lacera, angústia de quem te espera—

que lamenta a tristeza da Tua partida.

É um anseio tão triste, um abismo tão fundo!

É o pesar da alma que só Tu acalma,

que sofre a tragédia de estar no mundo.