Minha alma tão pobre suplica
Por pedaço de Pão, migalha de vida.
Qual ave faminta de bico aberto,
anseio a chuva do maná secreto.
Jaz imenso, profundo
um apetite em mim do tamanho do mundo,
como um deserto ávido e sedento.
Nele Tu lanças, com alegria,
Dos céus o Pão vivo que me sacia.
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