Closer

18 Alguém importante


Notas iniciais
BOM SÁBADO, MINHAS ESTRELINHAS ♥ ♥ ♥ Como vão??? Voltei com o 19º capítulo de Closer. Um capítulo, devo dizer, com um pouco de tensão... Espero que gostem. Tenham uma boa leitura ♥

Já fazia duas semanas desde que Sakura havia experimentado a emoção de subir num palco. Duas semanas desde que sabia que sabiam sobre o seu segredo. Duas semanas nas quais ela só conseguia se lembrar de como havia sido bom cantar pra toda aquela gente.

Por sorte, ou azar, os garotos não tinham a importunado para fazer mais apresentações. Depois do The Rock, haviam se apresentado mais três vezes pelos clubes da cidade. A popularidade crescia cada vez mais e Sakura evitava ir aos shows para que não acabassem a convidando para uma cantoria, mesmo que, no fundo, quisesse aquilo mais que qualquer coisa.

Não conseguia prestar atenção nas aulas. A voz do Sr. Trumann parecia apenas um som distante. Não estava com sono, apenas viajava enquanto olhava fixamente para o educador. E ainda era segunda-feira.

Sua mente ia longe. Lembrava-se de sua primeira apresentação no piano e tentava comparar a emoção com o show que havia protagonizado.

O que diabos havia feito? Aquele local estava completamente abarrotado de pessoas. Pessoas que a veriam pelas ruas e associariam sua imagem à banda. Muitos estudantes dali mesmo, alguns até de sua sala, já tinham a cumprimentado e parabenizado. Era um pesadelo.

Ou seria um sonho?

— Estou tão ferrada, Sakura... — Ino conversava com a amiga que ainda estava no mundo da lua. — Como digo isso pro meu pai? — virou-se para a amiga. — Sakura?

— Oi?

— A aula já acabou, Rouxinol — levantou-se e jogou a bolsa nas costas. — Conto antes do almoço e o faço perder o apetite ou depois e o faço passar mal?

— O quê?

— Não ouviu uma palavra do que eu disse antes, não é mesmo, Testuda? — bufou. — Eu não quero mais cursar medicina.

— Quê? Por quê?

— Eu nunca quis fazer essa porcaria — as duas já andavam para a saída. — Acontece que meu pai é médico e meu avô também e por aí vai... — balançou a cabeça. — Eu não nasci pra cortar e costurar pessoas.

— Ao menos sabe qual carreira quer seguir? — pararam ao lado do carro de Sakura.

— Eu... Não, mas sei qual eu não quero: a de médica — falou com propriedade.

— Você já está no segundo ano de cursinho. Seu pai vai te matar — jogou a bolsa para dentro do carro.

— Eu sei... — suspirou derrotada. — Mas não importa. Não vou seguir numa profissão que vai me deixar infeliz pra sempre.

— Saiba que tem meu apoio incondicional — sorriu.

— Você também teria o meu se abrisse os olhos — piscou.

— Como?

— Vamos lá, Sakura. Aquela apresentação no The Rock bastou para que todos vissem que você não quer ser médica — puxou o celular do bolso e começou a digitar uma mensagem.

— Ino, é diferente... — mordeu o lábio inferior. — Eu não posso apostar todo o meu futuro numa carreira duvidosa. Meu pai e eu já...

— Seu pai não sabe que foi aceita na Julliard — Sakura havia confiado o segredo sobre Julliard a ela.

— Ino! Fale baixo — sussurrou. — Não posso deixar meu pai ter mais uma decepção na vida. Ainda mais vinda de mim. Ele já está cansado de sofrer por minha causa...

— Por sua causa? — Ino se irritou. — Sakura, a culpa de toda aquela merda jogada na sua cara foi dele!

Mesmo depois de pouco tempo de amizade, as duas já se consideravam confidentes fiéis. Haviam confiado segredos do passado uma para a outra.

— Ele também passou por muita coisa, Ino. Não é justo eu só enxergar a minha... — cortada.

— O que não é justo é você não enxergar nem mesmo um pedacinho da sua dor! — Sakura abaixou a cabeça e Ino se arrependeu das palavras tão duras. — Sakura, me desculpe... Eu não quis te magoar. É q eu fico nervosa ao imaginar como você...

— Tudo bem, Ino. Você não tem culpa de nada.

— Tsc, não gosto de te ver assim — tocou o ombro da amiga. — Quer ir lá pra casa?

— Não. Estou com saudade da minha caminha — abraçou a amiga. — Obrigada, Ino.

— Eu te ligo mais tarde, ok? — Sakura concordou. — Beijo — e saiu pelo estacionamento em busca de seu carro.

Ainda abatida, Sakura foi para casa.

Ao chegar ao sobrado que dividia com os rapazes, esperava ao menos encontrar algum deles na sala, ou ver três luzes acesas, visto que os cabeças de vento nem se davam ao trabalho de apagar as luzes quando saiam dos cômodos.

Sakura sempre gritava algo como “vocês são sócios da companhia de luz?” e ia apagando todo aquele amontoado de lâmpadas pela casa.

Mas não daquela vez.

Tudo estava quieto e escuro e não havia visto o carro de Gaara na garagem.

Deu de ombros. Provavelmente Naruto e Sasuke viajavam em seus mais profundos sonhos enquanto o seu estômago roncava. Tinha mais era que se preocupar com o que almoçaria.

Na geladeira, nada lhe chamava a atenção. Quando abriu o armário onde guardavam os mantimentos, viu a infinidade de macarrões instantâneos que Naruto fazia questão de manter.

— Vou comer um desses — estava exausta e sem vontade alguma de preparar qualquer coisa que exigisse mais de cinco minutos do seu tempo.

Quando sua refeição ficou pronta, jogou-se na frente da TV e foi zapeando pelos canais. Queria esvaziar a mente.

Depois de uns bons minutos que estava ali, vendo um programa qualquer sobre vestidos de noiva, ouviu as escadas rangerem.

Sasuke vinha por ela com a cara de bunda que sempre carregava. Usava calças de moletom, uma camisa ridiculamente larga e chinelos nos pés.

Sakura sorriu assim que o viu.

— Estava dormindo, Sasuke? Desculpe se te acordei — desligou a TV. Sakura era sempre muito cuidadosa com eles. — Está com fome? Comi um dos macarrões do Naruto, mas, se quiser, posso cortar uns tom... — Sasuke a interrompeu.

— Hoje não, Sakura — disse meio rude e ela franziu o cenho, engolindo a vontade de socar aquela carranca.

— Tudo bem, então — sorria forçado. — Como foi o show nesse sábado? Não pude ir, mas aposto que vocês arrasaram!

Sasuke apenas a olhou da forma mais fria que pôde. Aquele era um péssimo dia para ele.

— Entendo... — ela juntou as mãos nas pernas. — Sabe onde estão Naruto e Gaara? É que eu não vi o... — Sasuke bufou.

— Vai continuar tagarelando, garota? — foi grosso.

Sakura estava farta daquilo. Quem aquele arrogante pensava que era? Algum semideus intocável? Estava sendo gentil e já tinha aturado merda demais. Aquele comportamento digno de um pré-adolescente que Sasuke exibia mesmo depois de tudo o que haviam passado fora a gota d’água.

Eles eram sim amigos. E, como amiga, ela diria tudo o que estava entalado em sua garganta.

— Desculpe se tento ser educada contigo, Sasuke — ele a olhou. — Sinto muito se você não consegue apreciar uma companhia que só quer te oferecer uma amizade sincera. Lamento que só saiba ser um grosso insensível!

Não estava sonolenta. Não estava bêbada. Aquela merda acabaria ali.

— Qual o seu problema? — Sasuke, que tinha seus motivos para não querer conversa naquele dia, também se irritou.

— O meu? Qual é o meu problema? — riu sem humor. — Qual é o seu problema comigo? Essa é a pergunta, Sr. Sasuke Uchiha. Quando eu acho que estamos bem e que podemos ser bons amigos, você desce essa maldita escada com essa maldita cara e se comporta como um maldito ogro! Maldito!

— Tsc, o seu problema é pensar que o meu problema é com você. Eu já te disse: hoje não — rumou para a cozinha e Sakura, com raiva, foi atrás.

— Se não é comigo é com quem? Por que está sendo tão rude comigo? O que eu te fiz, Sasuke? O que eu te fiz?

— O que me fez? — explodiu. — O que fez foi chegar aqui com toda sua alegria e simpatia. Foi estar feliz 24 horas por dia. Foi esfregar essa sua felicidade forçada no meu nariz!

— O quê? — estava chocada. Era sua vivacidade que incomodava o garoto? — Então queria que eu fosse uma pessoa chata e antipática, assim como você? Queria que eu olhasse para todos de cima do meu pedestal, como se eu fosse o centro do universo?

— Eu não faço isso! Só me deixe em paz por hoje! Caralho, como você é irritante!

— Eu não sou irritante! — o rosto estava vermelho. — O que você tem hoje de tão importante que não possa nem mesmo me responder educadamente algumas perguntas?

— Hoje é o aniversário da morte do meu irmão, que droga! — Sakura se calou imediatamente. — Você consegue entender isso?

— Sasuke, eu não sabia... — levou a mão até a boca e se arrependeu amargamente pela briga que havia puxado. — Eu não fazia ideia de que...

— Você nunca sabe! Nunca faz ideia — andou até ela com toda a mágoa que estava acumulada em seu peito.

— Eu sinto muito, Sasuke... — seu coração estava apertado.

— Sente? Você sente muito? — queria gritar e chorar e se jogar ao chão. — Você não tem o direito de sentir. Você sequer sabe como é perder alguém importante!

Um tapa doeria menos.

As palavras a atingiram em cheio. Ela sabia exatamente como era perder alguém importante.

A expressão de Sakura não mudou, mas o Uchiha pode ver as lágrimas brotarem em seus olhos tristes. Imediatamente entendeu que havia dito alguma merda.

Ela sorriu sem vontade e balançou a cabeça. Suas mãos tremiam. Agarrou a chave de seu carro e foi em direção à garagem.

— Sakura... — não queria fazê-la chorar. — Sakura, espere — ela bateu a porta atrás de si; — Porra... — praguejou enquanto se sentava no sofá com a mão no rosto.

Que droga tinha feito?

Em seu carro, Sakura deixava as lágrimas inundarem seus olhos e bochechas. Sua visão se embaçava de hora em hora. Nem tinha um destino certo, só estava dirigindo pelas ruas menos movimentadas. Não seria bom sair naquele estado para algum lugar cheio.

— Idiota — passou furiosamente as costas das mãos pelo rosto. — Eu não fico mais naquele lugar nem mesmo por um dia — pegou o celular para contatar o pai, mas, assim que tomou o aparelho em mãos, ele tocou, mostrando o nome de Ino na tela. — Alô? — tentou disfarçar ao máximo a voz chorosa.

— Alô? Sakura! Acabei de falar com meu pai — Ino estava jogada em sua cama, rolando de felicidade. — Ele aceitou tão na boa que desconfiei ser um clone — riu.

— Isso é muito bom, Ino... — a amiga sorriu do outro lado.

— Sim! Ele disse que vai me dar o resto do ano para decidir o que fazer enquanto termino o cursinho. Depois, é só alegria — Sakura não conseguiu conter o soluço.

— Eu fico tão feliz por você... — fungou.

— Sakura, está chorando? — Ino se preocupou.

— Não… — e o pranto sentido simplesmente desabou.

— Onde você está? — ouviu o barulho de uma buzina.

— Na estrada, eu... — viu que estava fechando alguém. — Droga...

— Pare esse carro nesse instante e me mande a sua localização. Estou indo te buscar. Não está em condições de dirigir! — Sakura murmurou um “sim” e desligou.

Encostou o carro e levou a testa ao volante.

“Você nem ao menos sabe como é perder alguém importante!”

As palavras ecoavam em seus pensamentos. O que ele sabia dela para afirmar aquilo com tanta certeza? Como tinha a ousadia de apontar o dedo para ela e dizer algo que era mentira?

Assim que Ino chegou, encontrou a amiga completamente devastada pelo choro. Abriu a porta do carro e a abraçou, permitindo que ela chorasse tudo o que tinha direito.

— Vem, vamos te levar pra casa... — colocou-a em seu carro e pegou a chave do carro da amiga. Mais tarde arrumaria alguém para levá-lo de volta.

No caminho, Sakura estava distante. Olhava pela janela e não pronunciava uma palavra. Quando chegaram, ela deu graças por não encontrar o carro de Sasuke na garagem.

Nem mesmo tinham chegado ao quarto e ela já despejava tudo o que havia acontecido.

— Ah, Ino! Por que ele é tão cruel comigo? — lamentava enquanto a amiga afagava seus cabelos — Ainda não acredito que ele teve coragem de dizer que o problema é minha simpatia. Não tenho culpa se ele é um cavalo — Ino riu.

— Não é por isso que estava chorando, Testa. Vai, pode contar — os dedos corriam pelos fios rosados.

— Eu... Foi culpa minha. Eu puxei briga com ele — Ino quis estapeá-la.

— Pare de se culpar por coisas que claramente não são culpa sua — ralhou. — O que aconteceu?

— Não. Dessa vez eu passei mesmo dos limites. Pelo visto ele perdeu um irmão há algum tempo e hoje é o aniversário da morte dele — suspirou. — E eu, burra, fui caçar confusão com ele logo hoje.

— Sakura, o que ele disse? — perguntou pausadamente.

— Disse que eu não sabia como era a dor de perder alguém importante... Eu sei que foi na hora da raiva, mas como ele pôde, Ino? — os olhos já marejavam de novo.

— Tsc, ele não sabe de nada. Homens são ridículos. Ainda bem que me livrei dessa praga! — Sakura riu.

— Não quero mais ficar aqui — disse baixinho. — Vou procurar outro lugar pra ficar. Não quero dividir o teto com alguém que claramente me odeia.

— Que te odeia? — Ino gargalhou. — Ai, Sakura! Tudo bem você querer arrumar outro lugar pra morar, mas não venha dizer que é porque Sasuke te odeia.

— Por favor, Porca! Se ele tivesse olhos de raio laser, me explodiria sem pensar duas vezes — mais uma risada de Ino.

— Sakura, você mesma disse que ele só tem uma cara, a de bunda — Sakura ergueu seu corpo. — Pelo amor de Deus! Você é a única com quem ele faz brincadeiras. Ele pode ter aquele jeito caladão e na dele, mas com certeza não te odeia. Ouso dizer que ele gosta de você. São amigos, sim. O problema é que você é mesmo muito mexeriqueira e ele só não sabe lidar com essa amizade.

Sakura jogou-se novamente na cama.

— Ah, que nó — balançou a cabeça. — Como pode um cara mexer tanto comigo?

— Hm... — Ino sorria com malícia.

— Eu não gosto dele, Porca — jogou um travesseiro na loira. — Gostar dele seria como gostar de uma porta.

— Eu poderia me apaixonar por uma porta. Principalmente se forem portas francesas... — brincou.

— Está com fome? Podíamos ver um filme e comer pipoca.

— Pipoca doce? — perguntou Ino.

— E existe outro tipo de pipoca? — sorriram e foram aproveitar a tarde juntas.

Quando era quase cinco da tarde, Ino se despediu da amiga e desceu as escadas. Mal sua mão tocou na maçaneta, a porta se abriu.

Sasuke a olhava de cima. Os olhos inexpressivos bateram de frentes com as furiosas safiras.

— Olha quem resolveu sair pra tomar um arzinho — debochou.

— Ino — passou direto por ela, indo para as escadas.

— Ela sabe muito bem como é perder alguém importante, Sasuke — a voz altiva da garota o fez estancar no lugar. — Sakura se importa e muito com você. Ficou realmente magoada. Um pedido de desculpas não vai fazer o cu cair da sua bunda. — falou grossa e saiu.

Ficou saboreando o gosto amargo das palavras de Ino. Então Sakura sabia como era perder alguém, afinal.

Burro. Burro. Mil vezes burro!

Rosnou e subiu as escadas. Parou de frente para a porta de seu quarto e refletiu.

— Droga... — andou até o quarto de Sakura e bateu na porta.

— Sasuke? — admirou os olhos verdes da garota. — O que foi? — deu passagem para ele. Não tinha mais o que esconder.

— Nada — foi o máximo que conseguiu dizer.

— Nada? — ela riu baixo. — Então por que veio aqui? — sentou-se em sua cama e viu o rapaz andar uns passos em sua direção.

Devia explicar seus motivos? Elaborar uma historinha? Não queria deixá-la mais magoada caso escolhesse as palavras erradas.

— Naruto e Gaara não estão em casa. Gaara saiu com uma garota ontem à noite e Naruto foi dormir na casa do Neji — tentou responder uma das perguntas de horas atrás de Sakura e ela imaginou o motivo pelo qual o amigo loiro havia pernoitado na casa dos Hyuuga.

— Ah, sim. Na casa do Neji, hm? — lançou um sorriso malicioso e Sasuke sentiu que tudo estava bem entre eles — Aposto que a Hina deve...

— Desculpe — ele despejou.

— O quê? — Sakura chocou-se.

— Fui grosso com você e estou pedindo desculpas. Não deveria ter gritado aquelas coisas ruins.

— E lá vem a Madalena arrependida… — ele bufou e se virou. — Ei, Sasuke! Espere, eu estava brincando. Voltei aqui — ele se voltou novamente pra ela que tinha um lindo sorriso no rosto. — Também te devo desculpas. Eu não sabia o que se passava com você. Foi egoísmo meu.

Sasuke enfiou as mãos no bolso e soltou um pequeno sorriso. Pelo que conhecia de Sakura, ela desataria a falar alguma coisa.

E ele estava torcendo para isso.

— Quando eu digo que sinto muito, eu realmente sinto — olhou para os pés. — Também já perdi alguém muito especial, Sasuke. Perdi minha mãe — ele sentiu um baque e um arrepio correu pelo seu corpo.

Ah, se arrependimento matasse...

— Ela era meu mundo e eu a perdi sem nem mesmo poder me despedir — o semblante triste fazia o coração de Sasuke se apertar.

— Eu sinto muito, Sakura — ela o olhou e sorriu.

— Eu sei que sente — então, num pulo, levantou-se e o abraçou, aconchegando-se nele.

De primeira, Sasuke não soube o que fazer. Sentiu os braços dela o cingirem e parou de raciocinar por alguns segundos. Devia afastá-la? Deixá-la ali?

Quando deu por si, estava a abraçando de volta. O cheiro de Sakura era reconfortante, macio. Seus olhos se fecharam sem que percebesse e aproveitou aquele momento.

— Sakura, obrigado.

Sakura sorriu e ele pôde ver as bochechas ficarem mais coradinhas.

— O que acha daqueles tomates agora, hein? — ele retribuiu o sorriso. Um sorriso puro que a deixou boba.

— Leu minha mente — e ela foi toda feliz para a cozinha com o rapaz em seu encalço.

Sakura já até tinha se esquecido da ideia de se mudar. Não sairia dali tão cedo.

Notas finais
E então? O que acharam??? Ah, que ferida foi essa que o casalzão resolveu cutucar, hein? MAAAAS, TUDO BEM. TUDO ACABOU BEM. MUITAS LÁGRIMAS E ABRAÇOS ♥ Nada melhor pra estreitar os laços que uma picuinha seguida de desculpas bem melosas. Espero que tenham gostado. Vejo vocês no próximo sábado! Mil beijos e até o próximo ♥