Cinquenta tons de amor
14 Capítulo 14
Notas iniciais
Raiva. Ódio. Esses são os sentimentos que predominam dentro de mim nesse momento. Elena se manteve longe de minha família após o ocorrido na casa dos meus pais, será que essa maldita voltou para nós atormentar? Ela vai pagar caro por ter se medito com a pessoa que eu mais amo nesse mundo.
— Taylor, quero alguém seguindo Elena 24 horas por dia, quero saber cada vez que ela for ao banheiro, não deixe passar nada! – Ele assente.
— Eu esperava que o Senhor fosse confronta-la.
— Não sem provas. Elena não é burra, ela pode fazer com que o jogo vire a seu favor. Vamos vigia-la. E também descubra quem andou visitando Fields na prisão, não importa quanto isso custe.
Não entendo porque depois de tantos anos essa mulher maldita resolveu mexer com a minha família. Depois que terminamos nossa sociedade nunca mais nos falamos. Uma vez ou outra nos encontrávamos em eventos, mas eu evitava até mesmo olhar para ela, Ana é extremamente ciumenta em relação a ela, e hoje realmente entendo o porquê. Se qualquer pessoa fizesse o mesmo com um dos meus filhos... Eu a mataria.
Após me conversarmos um pouco sobre minha viagem até Portland, Taylor se retira, me deixando apenas com os meus pensamentos de ódio. Trabalho um pouco mais, porém, logo sou interrompido.
— Ei. – Ouço a doce voz de Ana.
Essa mulher tem um poder inimaginável sobre mim, apenas uma palavra e ela me faz relaxar.
— Entre. – Digo afastando minha cadeira da mesa.
— As crianças dormiram. Não queria ficar sozinha... – Ela diz chegando perto de mim.
Quando ela está ao meu lado, agarro seu cintura e a puxo para meu colo. Ela da um gritinho de surpresa. Passo a mão em seu rosto. Sou completamente louco por ela! Ataco sua boca. Nossas línguas estão em uma dança sensual e intensa. As pequenas mãos de Anastásia estão em meus cabelos, os puxando.
Tiro sua camiseta e jogo em qualquer lugar. Me levanto e limpo minha mesa com apenas uma passada de mão, coloco minha esposa sentada ali. Abro o botão de seu short e ela me ajuda a tira-lo, levo seu calcinha junto. Minha boca começa a salivar ao ver sua intimidade rosada é muito molhada.
Me ajoelho e começo a beijar sua coxas. Passo minha barba por fazer por elas e minha mulher geme. Continuo meus carinhos até chegar a sua bocetinha deliciosa. Primeiro lambo sua fenda, sentindo seu gostoso salgado. Subo um pouco mais e ataco seu clitóris. Lambo, chupo e mordo. Ana grita de prazer, sei que ela está perto, mas não a deixarei gozar ainda.
Controle faz parte da minha vida, sempre fez. Quando aparece algo que foge disso, preciso descontar em outra coisa, geralmente no sexo.
Me afasto, lambendo os lábios.
— Por que parou? – Ana pergunta, claramente frustrada.
A pego pelos braços e a viro de costas para mim.
— Não preciso de um quarto de jogos para exercer meu controle no sexo. – Sussurro em seu ouvido e em seguida lhe dou um sorte tampa na bunda.
Ana grita, não sei bem se é de dor ou surpresa. Espalmo uma de minhas mãos em suas costas, obrigando-a a se inclinar sobre a minha mesa. Ela é uma boa menina e obedece. Dou mais um tapa em sua bunda, do outro lado agora.
Primeiro passo minha mão por sua entrada vaginal, enfiando dois dedos.
— Não sei aonde quero te foder ainda. Aqui. – Digo mexendo meus dedos dentro dela. – Ou aqui. – Digo subindo meus dedos até seu cuzinho e o lubrificando com suas próprias secreções.
Ela geme meu nome e isso me excita ainda mais. Pressiono minha ereção contra ela, em seguida enfio dois dedos no seu ânus.
— Ah, Christian... – Ela rebola em meus dedos.
— Me diga, Anastásia. Onde você quer que eu te foda. – Falo sem parar de meter meus dedos.
Com a mão livre abro o botão e o zíper de minha calça, tirando meu pau pra fora.
— Responda. – Dou-lhe um tapa na bunda.
— Em todos os lugares, Baby. — Essa mulher é incrível!
— Boa menina. Levante e se ajoelhe em minha frente.
Ela faz o que mando. Retiro minha camiseta e a jogo no chão. Peço para Ana colocar sua mãos atrás da costas e enfio meu pau em sua boca. Segurando seus cabelos, estou fedendo gostoso sua boquinha. Sinto sua língua circular a cabeça do meu pau. Minha vontade é de me despejar em sua boca. Mas ela me pediu para fode-la em todos os lugares e eu farei isso.
Quando estou perto de gozar a puxo pelos braços e a coloco novamente de bruços na mesa. Entro com tudo em sua bucetinha, que está até pingando de excitação. Depois de algumas estocadas profundas, minha mulher se contorce em um orgasmo intenso. Estímulo seus mamilos enquanto ela grita meu nome.
Seus corpo está totalmente mole, mas nem por isso eu paro. Tiro meu pau e molho bem meus dedos em sua fenda, subo e lubrifico seu cuzinho. Ela se encolhe um pouco, tentando fugir de mim.
— Você me disse para te foder em todos os lugares. Sou uma homem de palavra, Sra. Grey. – Coloco a cabeça do meu pau na sua abertura anal. – Eu amo foder fosse esse cuzinho apertado. Vou gozar muito.
Termino de enfiar meu pênis e posso sentir Ana finalmente relaxando e se entregando ao prazer. Começo a comer sem dó sua bunda. Levo minha não até seu clitóris e ela geme. Seu cuzinho é tão apertado que não demora muito pra minha libertação chegar. Seguro sua cintura enquanto meu jorro quente sai, sem parar de mexer em seu clitóris, com isso, minha doce Ana explode em mais um orgasmo.
Saio dela e me sento na cadeira, a puxando para o meu colo. Beijo seu rosto e demonstro toda a minha devoção por esse mulher. Ela retribui me enchendo de beijos.
— Eu realmente estava precisando disso. – Digo beijando seu cabelo.
— Fico feliz em ter ajudado, Sr. Grey.
(...)
Abro meus olhos ao ouvir o som do despertador. Rapidamente o desligo, para não acordar minha Ana. Dou um beijo em seus cabelos e vou para o banho. Hoje vou para Portland, tenho que visitar a Universidade para ver como anda o setor agrícola e a noite jantar com Magdalene Saunders.
Conheci a Srta. Saunders a muitos anos, ela foi uma de minhas submissas. Ela tinha grandes talentos para pintar quadros, uma verdadeira artista. Era uma mulher linda, doce, inteligente e uma perfeita submissa. Quando Ana estava esperando Phoebe ela veio atrás de mim procurando ajuda. Na época ela estava envolvida com drogas, como eu poderia negar ajuda em tal situação? Anastásia se sentiu enciumada mas acabou compreendendo.
A internei em uma clínica de reabilitação, quando saiu ela me contou a reviravolta que sua vida deu. Seus pais morreram em uma acidente de carro, o noivo a abandou, segundo ele Mag era uma vagabunda que queria ser sustentada por ele. Ajudei ela o quanto pude, comprei um lugar para ela expor seus quadros e continuei investindo nela, hoje somos sócios, tenho uma mínima parte de seus vários estúdios de exposição, ela fez questão disso. De tempos em tempos nos encontramos para discutir os negócios, geralmente Anastásia está junto, mas achei melhor não traze-la dessa vez.
Acabo de me vestir e dou um beijo na testa de minha esposa. Saio do quarto e beijo cada um dos meus filhos.
— Bom dia, Taylor.
— Sr. Grey.
— Estou indo para Portland, vou levar Sawyer comigo dessa vez. Você é o meu homem de confiança, preciso que fique com Ana e as crianças o tempo todo. Volto amanhã a noite.
Ele apenas assente, Sawyer e eu vamos pegar o Charle Tango.
(...)
Vejo Magdalene chegando em um vestido vermelho pouco acima do joelho, ela está vestida para matar. Sempre foi linda, alta, magra, cabelos escuros e olhos verdes. Mas esses olhos claros não conseguem ver através de mim, como um par azul.
— Boa noite, Christian. – Me levanto e beijo seu rosto.
— Como vai, Mag?
— Um pouco triste, soube o que houve com sua esposa. – Ela coloca sua mão sobre a minha na mesa.
— Foi difícil. Mas nosso amor é forte, vamos superar. – Digo retirando minha mão da sua.
Conversamos sobre a vida e sobre os negócios. Quero ir embora daqui, sinto como se ela estivesse dando em cima de mim, cheia de toques de mãos e sorrisos. Me mantenho o mais formal possível, sou fiel a minha amada de todas as formas possíveis.
Pago a conta e saímos juntos do restaurante, a levo até seu carro que esta próximo dali.
— Adeus, Mag. – Digo estendendo a mão, sendo bem mais formal que antes. – Me mande um e-mail quando precisarmos falar novamente sobre as galerias.
Ela me olha tentando decifrar por que eu estava agindo daquela forma. Magdalene se aproxima e toca a mão em meu peito, fico rígido na hora. Nenhuma mulher pode me tocar, apenas a minha Ana. Mag se aproxima e beija meus lábios.
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