Notas iniciais
Não demorei dessa vez hahaha Estou postando hoje porque não sei se vou conseguir no meio da semana. Beijos Comentem!

Christian:

No momento em que seus lábios tocaram os meus tiver apenas uma reação. Segurei em sua cintura e a afastei.

— Nunca mais pense em tentar algo comigo, eu amo minha esposa e nunca demonstrei qualquer interesse em você depois de conhecer Anastásia. — Nesse momento já estou a um braço de distância dela.

— Me desculpe, Christian... Fiquei sabendo do acidente e da perda de memória da Ana e...

— Pra você é Sra. Grey. — A corto.

— E pensei que talvez você estivesse carente, precisando de alguém.

— Ouça bem. — Digo olhando friamente em seus olhos. — Eu amo minha mulher e não pretendo jamais traí-la, independente do que aconteça na nossa vida.

— Me perdoe, Christian. Eu não deveria ter feito isso. — Diz, mas não parece arrependida.

— Até na sexta meu advogado entra em contato com você. Essa sociedade já deveria ter acabado faz tempo. Tenha uma boa noite.

Não espero sua resposta, vou para o carro onde Sawyer me espera. Como o bom funcionário que ele é, apenas abaixa a cabeça e não comenta nada do que viu.

Chego no quarto de hotel e penso em ligar para Ana, ms tenho medo de não me controlar e acabando contando o que aconteceu, eu contarei, mas não por telefone. Então resolvo apenas mandar uma mensagem após me deitar

Espero que sua segunda-feira tenha sido boa. Já estou com saudades. Volto amanhã a noite. C

Viro para o lado e durmo profundamente.

(...)

Abro meus olhos com o sol da manhã batendo em meu rosto. Droga. Esqueci de fechar a cortina noite passada. Me levanto e faço minha higiene matinal. Ligo e peço um café da manhã na recepção do Heathman. Sorrio com as lembranças que esse lugar me traz. Enquanto espero o serviço de quarto resolvo ligara para Taylor para saber como estão as coisas com Elena.

— Sr. Grey. — Ele atende no terceiro toque.

— Bom dia, Taylor. Como está minha mulher e meus filhos?

— Estão bem, Senhor. A Sra. Grey está os arrumando para a escola.

— Ótimo. Você arrumou alguém para ficar na cola de Elena?

— Sim. Michael McMurray. Ele estava nas forças armadas junto comigo, ontem ele passou o dia a vigiando. Não foi visto nada além do normal. Ela saiu de casa e foi até o salão e voltou.

— Mesmo assim quero ele na cola dela por tempo indeterminado. Até logo, Taylor.

Acabo de desligar e meu café chega. Hoje tenho que voltar até a universidade, ontem vi o setor agrícola e hoje será a reunião com o reitor.

(...)

Entro no escritório do atual reitor e o cumprimento. Ele está com a cara fechada, aparentemente preocupado.

— Antes de começarmos, acho melhor você dar uma olhadinha nisso, Sr. Grey.

Franzo minha testa, não faço ideia do que se trata. Ele me entrega um jornal, vejo que é o Seattle News, por ser uma cidade grande os jornais da minha cidade vem parar até aqui. Olho confuso para a capa, quando vejo a manchete principal.

"Problema no paraíso?"

Nossos queridinhos, Christian e Anastásia Grey sempre mostravam em eventos que são completamente apaixonados um pelo outro. Mas recentemente a Sra. Grey sofreu um acidente automobilístico, no qual perdeu sua memória.

Certamente o casal não anda mais tão apaixonado assim se o nosso lindíssimo Sr. Grey foi atrás de outra pessoa em Portland, nessa segunda feira (21/05). Fontes seguras afirmaram que a pessoa com que ele se encontrou foi Magdalene Saunders, a artista do momento. Ela possui diversas galerias no país todo, ela e o Grey são sócios.

Os dois foram vistos em um restaurante próximo ao Heathman. No jantar romântico houveram diversos toques de mãos e risadas. Mas o melhor de tudo foi o beijo de despedida. Onde o Sr. Grey dormiu esta noite? Será que na mesma cama, quente e confortável, que a Srta. Saunders? Agora é com vocês queridos leitores, tires suas conclusões.

Após acabar esse testo ridículo há três fotos em baixo. Na primeiro foi o momento que Mag pegou em minha mão para me consolar a respeito de Anastásia. Na segunda ela estava com a cabeça jogada para trás após eu ter dito alguma coisa que apenas ela achou engraçada, já que eu estava sério. A última foi a pior, o maldito fotógrafo conseguiu capturar o exato momento que coloquei minhas mãos em sua cintura para afasta-la, parecia claramente que eu estava retribuindo seu beijo. Inferno! Nós recebemos esse jornal em casa, preciso falar com a Anastásia urgentemente.

— Vamos remarcar essa reunião, Senhor. — Digo colocando o jornal em cima da mesa e saindo correndo de seu escritório.

Vejo Sawyer descer do carro rapidamente quando me vê. Ele abre a porta e eu salto para dentro, já pescando meu celular no bolso. Ligo para o celular da Ana, chama quatro vezes e ela desliga. Porra! Ligo de novo, dessa vez no segundo toque desliga. Terceira vez, caixa postal. Ela viu essa merda, inferno!

Tento ligar para Taylor. Mas ele não atende. Olho para o relógio e percebo que ele deve estar dirigindo, está na hora de levar as crianças para escola. Espero 5 minutos enquanto não chegamos ao heliporto e ligo novamente.

— Sr. Grey. – Taylor, passe o telefone para Anastásia.

Ele assente, mas logo volta a linha.

— Ela disse que a noite vocês conversam, Sr. Grey.

Porra, Anastásia! Assim você me fode.

Antes que poça ouvir qualquer coisa ouço um baque, como se o telefone tivesse caído no chão. Em seguida a voz de Taylor.

— Entre no carro com as crianças, Ana! Rápido!

Ouço tiros e gritos. Que merda é essa?

— Corre Sawyer, minha família está em perigo.

Jason Taylor:

Vejo meu celular tocar no banco do carona, mas o Sr. Grey me mataria se eu coloca-se sua família em risco enquanto dirijo. Vou retornar a sua ligação quando pararmos para deixar as crianças. Paro na frente do colégio e Ana desce para começar a soltas os filhos das cadeirinhas. Saio do carro e fico ao seu lado enquanto ela faz esse processo.

Meu telefone toca novamente e dessa vez logo atendo. O Sr. Grey queria falar com Ana.

— Christian quer falar com você, Ana. – Digo levando o celular em sua direção.

Colocando Theodore no chão e soltando Phoebe ela diz:

— Fale para ele que a noite conversamos. – Seus olhos enchem de lágrimas.

Não sei o que aconteceu entre eles, mas deve ter sido grave, nesse últimos dias meus patrões estavam como sempre. Não parecia que a Sra. Grey havia perdido a memória.

— Ela disse que a noite vocês conversam, Sr. Grey. – Ouço ele bufando.

Esperando sua resposta olho para frente e vejo uma figura nada comum no meio das outras crianças e mães. Há um homem todo vestido de preto, óculos escuros e boné no olhando de trás de uma árvore do outro lado da rua. Fico olhando atentamente para ele. Quando percebo sua intenção é tarde demais. O desconhecido aponta uma arma para nós. Nesse momento vejo Ana colocando Phoebe no chão, sem me preocupar com a ligação ou com o celular eu entro na frente de Ana.

— Entre no carro com as crianças, Ana! Rápido! – Digo colocando Theodore lá dentro, ao lado da irmã, Ana foi rápida.

Quando a mulher do meu chefe está entrando eu me viro e vou correr para o volante, infelizmente é tarde demais. Sinto meu ombro queimar, grito de dor. Há outros gritos, principalmente de mães desesperadas.

— Ah, meu Deus! – É a voz de Ana.

Ela está ao meu lado. Mesmo com dor olho em volta e percebo que o homem já não estava mais aqui. Não sei de onde Ana tirou forças, mas ela me ajudou a levantar e a sentar no banco do passageiro. Ela entrou no banco do motorista e começou a dirigir feito louca. A cidade passava como um borrão diante de meus olhos, mas o que me deixa mais preocupado é o choro das crianças e por elas não estarem na cadeirinha. Elas estão desesperadas, penso em me virar e dizer algo, mas a dor em meu ombro não para de crescer, e tudo está ficando preto...

Desconhecido

Eu sabia de todos os horários dessa maldita família, pensei que fosse o Grey que traria os filhos, na maioria das vezes é ele. Mas hoje foi a vadia da sua mulher. Pensei então, porque não machuca-la? Isso com certeza o machucaria também. Mirei, mas aquele segurança percebeu e começou toda a movimentação. Quando ele se afastou tentei atirar na vadia, mas ainda sim acabei acertando o segurança. Virou aquele alvoroço, eu não poderia dar mais um tiro e arriscar um inocente. Tenho que matar apenas essa família amaldiçoada.