Notas iniciais
Mais um capítulo quentinho para vocês, meninas. Escrevi rapidinho apenas para não deixar de postar, me perdoem se tiver algum erro ortográfico. Beijos

Christian:

Minha doce Ana me olha com uma tristeza enorme, parece que ela mesma repudia a possibilidade de ter me traído. Passo as mãos em suas bochechas para secar suas lágrimas e beijo sua testa.

— Não, baby. Eu não acho que você tenha me traído, você raramente saia sozinha, estava sempre comigo ou com um dos seguranças. — Sorrio. — E você me ama demais pra isso.

Ela abre um sorriso lindo e inclina a cabeça, se aproxima e me da um selinho. Então eu continuo.

— O que realmente esta me deixando possesso é que no inquérito desse desgraçado está que ele tentou te matar após o desenrolar do suposto caso de vocês. E o detetive não achou nenhuma prova que alguém tenha mandado ele fazer isso.

— Mas você continua investigando...

— Sim, estou tentando descobrir qualquer pessoa que ele tenha contado que possa ter algo contra nós. — Seguro seu rosto. — E eu vou descobrir. — Lhe dou um selinho.

— Você acha que vou ter que depor? — Ela me pergunta preocupada.

— Sim. Apenas não sei ainda como isso vai funcionar, já que você não se lembra. — Me lembro de uma coisa. — Ei, baby! No meio de tanta merda, tenho uma boa notícia para te dar.

— Qual? — Me pergunta com os olhos brilhando.

— Amanhã você vai poder ir para casa. Conversei com Flynn e ele disse que é melhor você voltar a conviver com a crianças, elas andam tão tristinhas...

Ana pula em cima de mim para me abraçar e acabo caindo para trás, ela por cima de mim.

— Que notícia boa! Estou tão feliz — Minha Ana ri que nem uma criança.

— Teddy e Phoebe também, ontem contei para eles que a mamãe voltava na sexta, eles ficaram radiantes. — Digo abraçando sua cintura.

Anastásia esta sorrindo e eu morrendo de vontade de beija-la. Meu pau já esta acordando só de te-la em cima de mim. Vejo seu olhar mudar e se encher de malícia, ela esta pensando o mesmo que eu. Seguro sua nuca e lhe dou um beijo, logo ela da passagem para minha língua.

Eu estava morrendo de saudade dela! Minhas mãos começam a passear pelo corpo dela. De repente viro e a deixo deitada na cama, começo a beijar seu pescoço, mordo o lóbulo de sua orelha, ela geme.

— Christian... Preciso de você.

Retiro o vestido dela pela cabeça e constato que ela esta totalmente nua. Começo chupar um de seus mamilos, minha mão estimula o outro, ela começa a se contorcer.

— Quieta, amor. — Pressiono minha ereção em sua bocetinha.

Deposito beijos e mordidas por sua barriga, vou descendo até chegar em seu ponto mais sensível. Começo a beijar seu clitóris, ela geme e puxa meus cabelos, o que me da mais tesão ainda. Enfio dois dedos dentro dela, que começa a rebolar em busca de mais prazer, então, enfio o terceiro dedo e começo a fode-la com eles, ela começa a gozar.

Ela senta na cama com a respiração ainda acelerada e começa a desabotoar minha camisa.

— Agora é minha vez, amor. — Ela diz abrindo o botão da minha calça.

— Sou todo seu. — Digo levantando as mãos em rendição.

Após tirar minha calça e cueca, Ana se ajoelha na minha frente e começa a me chupar. Primeiro só a cabeça, e quando menos espero estou no fundo de sua garganta.

— Caralho, Ana! Você chupa muito gostoso. — Falo de olhos fechados, pego sua cabeça e começo a foder sua boquinha. — Se você não quiser que eu goze na sua boca, pare de chupar...

Foi como querer tirar doce de uma criança, Ana intensificou mais ainda as chupadas, me engolindo inteiro, mais um pouco me liberto em sua boca. Ela lambe até a última gota. Ainda ajoelhada ela me olha com seus grandes olhos azuis, orgulhosa do seu trabalho.

— Mereço mais um A, Sr. Grey?

— Você lembrou de mais um coisa, baby! — A puxo do chão e beijo sua boca.

Depois de mais alguns beijos intensos, a coloco de quatro na cama e entro nela de uma só vez. Ela grita de surpresa e prazer. Seguro seus cabelos e meto nela com força. Estava com saudade de foder sem dó essa bocetinha gostosa.

— Mais fundo, Christian! — Ela grita e percebo que esta perto de sua libertação.

Começo a meter mais forte e fundo, parece que minhas bolas também estão querendo entrar nela. Anastásia grita enquanto goza. Mais algumas estocadas e encontro minha libertação. Puxo Ana para o meu peito e ficamos deitados ali, esperando nossas respirações voltarem ao normal.

— Uau, isso foi...

— Incrível. — Termino sua frase e meu anjo ri.

Ana esta me olhando acusadoramente.

— O que foi, baby? — Pergunto franzindo o cenho.

— Quando você iria me falar que sábado era seu aniversário? — Ela diz estreitando os olhos, caio na risada.

— Eu não iria contar. Não estou em clima de festa.

— Não podemos deixar de comemorar! Quantos aninhos você vai fazer? — Ela pergunta apoiando as mãos e o queixo no meu peito.

— Indelicada! — Finjo repreende-la. — Vou fazer 34, baby.

— Vamos fazer um jantar para sua família então! — Ela se senta na cama, toda empolgada.

— Vamos fazer na casa dos meus pais então, baby. Eles tinham se oferecido para fazer algo e eu recusei.

— Perfeito. — Ela sorri e bati palminhas.

Esse tempo que passei com ela fez com que eu me esquecesse dos problemas, inclusive da sua perda de memória, mas infelizmente preciso ir embora. Olho no relógio em cima da cabeceira da cama e já passa das 18:00.

— Querida, preciso ir. — Dou um selinho nela e começo a me vestir.

— Pensei que você fosse dormir aqui. — Vejo decepção no seu rostinho lindo.

— Era tudo o que eu mais queria. Mas prometi ao Teddy e a Phoebe queria hoje veríamos filme comendo pipoca e chocolate. — Ela sorri imaginando a cena, eu acho.

— Espero que semana que vem tenha de novo.

— Claro, baby. — Me inclino e lhe dou um beijo. — Até amanhã a tarde. Pegue o que você quiser levar.

Saio do quarto deixando uma Anastásia toda sorridente, pego minhas pasta e vou para casa. Quando chego meus filhos vem correndo.

— Vamos ver o filme, papai! — Phoebe diz.

— Vocês já tomaram banho?

— Sim! — Eles gritam.

— Jantaram?

— Sim!

— Quem chegar por último na sala é a mulher do padre! — Os dois saem correndo, espalhando sua felicidade pela casa.

Peço para Gail preparar as coisas para comermos e vou para sala escolher o filme. Não vejo a hora que chegue amanhã para Ana estar aqui com a gente, ai sim minha felicidade estará completa, apesar de tudo.