Notas iniciais
Hey gente!! Como vocês estão? Sentiram saudades? Bom aqui vai mais um capitulo babys!!

Olho para a estrada a minha frente e acelero mais um pouco. Ouço um barulho de pingos, e logo a chuva forte começa a cair sobre o para brisa.

Olho para baixo e vejo que a cada momento perco mais sangue, e a chuva aumenta ao mesmo tempo em que eu perco mais sangue.

Para onde eu vou? Penso, penso e penso. O mais normal seria ir a um hospital, mas não me parece o certo a fazer nesse momento.

Eu quero ir pedir ajuda. É isso ajuda!

Mas para que? Para a Kelly? Não... Lian, Teddy, Phoebe, Heath, Kaio, talvez a mamãe, mas nenhuma das alternativas parece boa o suficiente.

Talvez eu devesse ir até a casa da Dalila! Merda, ela morreu. Começo a sentir mais lágrimas descerem dos meus olhos.

Quem? Quem? E de repente eu tenho uma idéia, talvez eu devesse ir ate Cam. Talvez ele não tenha realmente me abandonado. Talvez ele esteja em seu Loft aqui em Seattle, deitado em sua cama, ouvindo música ou bebendo Uísque.

Olho para baixo de novo e vejo que as minhas pernas estão totalmente cobertas de sangue. Estranho, eu não me lembro de ter me machucado.

Passo a mão sobre as minhas pernas tentando ver exatamente onde eu me machuquei, mas é impossível saber. Eu não sinto uma dor nas pernas maior do que a que estou sentindo no corpo todo. Tudo dói. Tudo dói muito.

Volto a minha atenção na estrada e viro a esquina me encaminhando para a ponte. É isso. Eu tenho que ficar confiante Cam vai me ajudar a achar os ferimentos e vai curá-los.

Tento enxergar melhor a estrada a minha frente, mas cada vez fica mais complicado. De repente vejo uma forte luz vir em minha direção, e quando eu tento enxergar melhor vejo que uma moto em alta velocidade está vindo em minha direção.

Giro o volante me desviando da moto. Mas quando eu tento voltar para a estrada sinto que o carro não está me obedecendo e logo eu sito o meu corpo sendo jogado para trás.

A primeira coisa que ouço é o barulho da água, merda eu cai no rio. Solto o sinto de segurança e começo a abrir a janela para sair, olho em volta e vejo que o carro já está quase cheio de água. Olho para a porta do carro, abro a porta do carro e começo a nadar rio acima.

Quando chego à margem respiro fundo e olho em volta. Eu vou ter que nadar muito, como eu cheguei aqui em cima, eu nem sei nadar.

De repente algo acima de min me chama atenção. Vejo luzes acima de min, como uma grande explosão, e logo reconheço a moto que me fez cair aqui embaixo. Ela está prestes a cair em cima de min.

Tento me mover, mas não consigo. Então antes do que eu pensava os pedaços da moto caem em cima de min, Um após o outro. Sinto uma dor forte em meu peito. Começo a ficar tonta, então eu sinto algo bater forte em minha cabeça e tudo fica escuro.

*********

– Lia...– ouço uma voz me chamar ao longe mais ainda estou muito presa ao carro, ao rio, ao acidente e a dor.

– Lia acorda. – ouço novamente e começo a me desprender de tudo, principalmente da dor.

– Lia acorda sua horrorosa... – Ouço Lian falar e abro os meus olhos devagar.

– Lian, o que você quer? – Pergunto me sentindo confusa de onde estou, e de como eu vim parar aqui.

– Ontem a noite te acharem desmaiada lá fora. O Tom disse que só podia te acordar pela manhã. E eu estou te acordando. – ele diz e volta para o meu campo de visão, olho em volta e vejo paredes azuis e uma televisão muito grande com vários aparelhos de videogame. Bom eu estou no quarto de Lian. Espera ele disse que eu estava desmaiada lá fora? Então me lembro de ter ido atrás do Lully, da caverna, do lago, o homen, as asas. Merda eu desmaiei, e o acidente de carro foi um sonho. Meu deus cadê o Lully?!

– O Lully? – Pergunto devagar, Lian me olha confuso, ele vai até o final da cama e quando se vira Lully esta em seu colo. Ele me oferece o cachorro, mas eu nego com a cabeça. Ele da de ombros e se senta e me puxa para eu ficar sentada também.

– Hoje você tem um exame para fazer, então você não vai para a escola. E como você não vai a mamãe disse que eu também não preciso ir.

– Que bonito Lian, faltando no seu segundo dia de aula.

– Eu vou à clínica com você, e depois a gente pode sair, sei lá. – Ele diz e se joga na cama, meio que por cima de min.

– Ta, você vai ao salão de beleza comigo. – digo decidida a dar uma mudada no visual.

– Vai cortar essa juba ridícula que você chama de cabelo?

– É cabelo sim, e eu não vou cortar.

– Lia, corta o cabelo, ele é maior do que você. Aonde é que já se viu uma Rapunzel anã?

Levanto da cama rapidamente e irritada, saio do quarto de Lian e sigo pisando duro para o meu. Que o Lian pensa que é para vir me chamar de anã?

Entro no meu quarto e me jogo na cama. Que coisa foi aquela que apareceu pra min ontem? Será que eu vi mesmo um cara com asas? Mas que merda. Já não bastava eu ser perseguida por humanos, agora eu tenho que ser perseguida pelo sobrenatural. Reviro os olhos com o pensamento.

– Lia? – Ouço a voz da minha mãe do lado de fora do quarto.

– Entra mãe. – Ela entra no quarto, e para a minha surpresa não está pronta para ir trabalhar.

Ela se joga na cama ao meu lado e começa a passar a mão em meus cabelos.

– O que aconteceu ontem a noite? – Ela pergunta e começa e fazer cafuné em min.

– Eu não lembro direito, estava procurando o Lully pra dar banho nele, ele entrou no bosque e eu escorreguei, fiquei meio tonta. Não sei mamãe. – digo olhando para ela.

Ela continua mexer em meus cabelos e eu a abraço apertado. Ela pega o controle e coloca um jaz clássico baixinho tocando.

– Você está se sentindo bem Lia?

– To mãe, eu só devo ter desmaiado, não estou sentindo dores pelo corpo.

– Eu não estou falando apenas sobre isso borboletinha. Estou falando sobre a ligação que você recebeu ontem. – Eu olho para ela e vejo lágrimas em seus olhos. Isso é assustador, minha mãe nunca chora.

– Calma mãe, eu só fiquei assustada na hora. Eu já estou bem. Por que você está chorando?

– Lia...é culpa minha, eu sempre te dei muita liberdade, pensei que iria ser melhor assim mas... se eu não tivesse deixado você viajar você nunca teria sido traficada, e a sua ex-namorada não estaria morta, e você não estaria recebendo ameaças agora, e pior você e a Kelly, agora eu não sei o que fazer. Eu senti muito a sua falta. – Ela diz e eu a abraço, sinto meus olhos se encherem de lágrimas mas rapidamente as controlo.

– Mamãe, se você não tivesse deixado eu iria ter fugido. E se eu consegui voltar foi graças a você. Ficou um ano sem noticias minha e mesmo assim pagou pessoas para ficar lá na rua esperando que eu passasse algum dia. É um ato muito grande para min, mais do que você pode imaginar mamãe.

– Lia, você pode parecer estressada, chata e bruta, mas você é a pessoa mais doce e bela que eu conheço. Um dia você vai ser feliz meu amor, e nesse dia todo o mundo também será.

Olho para o rosto da minha mãe e me sinto corar, ela é a única pessoa que me faz corar e isso e uma merda, me faz parecer uma adolescente bobinha e angelical.

Deito a cabeça em seu ombro e fecho os olhos devagar enquanto ela vai fazendo cafuné em meus cabelos.

**********

– Lia... – ouço meu nome ser chamado.

– Lia. Acorda. –Ouço Lian me chamar, e de repente ele me senta ereta.

Abro os olhos e vejo que ele está com uma calça jeans e uma camisa rosa bebê.

– Lia! Você já acordou para de palhaçada. – Franzo a testa confusa. – Você ainda esta com raiva de min por eu ter te chamado de anã?

– Você vai se desculpar Lian? – Pergunto fazendo um biquinho.

– Você me desculpa por ter te chamado de anã? – Ele diz revirando os olhos.

– Ta desculpado. – Digo e dou um beijo babado em sua bochecha. – Aonde você vai?

– Vou te levar para fazer um exame e depois nós os “ Irmãos Hertness” vamos voltar a ativa. – Ele diz decidido. Lembro-me da época em que vários paparazzo nos perseguiam e nos chamavam de “Irmãos Hertness”, eu e Lian nos divertíamos muito.

– Claro, os “Irmãos Hertness” vão voltar a ativa. – Digo e me levanto.

Entro no banheiro e tomo um banho rápido. Coloco uma saia longa preta com uma fenda até a coxa, uma blusa cropped preta, e uma sandália estilo gladiadora com saltos de quinze centímetros. Jogo os cabelos para os lados e passo uma maquiagem escura nos olhos e um batom vermelho sangue.

Volto para o quarto e vejo Lian brincando com Lully na minha cama. Espera o Lully? Mas eu ao estava atrás dele ontem. Chego mais perto da cama e levo um susto quando vejo que Lully está limpo, e eu me meti naquela encrenca querendo dar banho nele, mas que merda! O Lully vai ter que me explicar direitinho... Paro e me lembro de que ele é um cão e não pode me explicar nada.

– Então, vamos? Eu odeio tirar sangue e não estou nada feliz com isso. – Digo indo em direção a porta.

Descemos as escadas, e vamos para a garagem, entro em um Porsche AG. Vou em direção ao volante já que Lian ainda não fez dezesseis anos. Meus Deus! O aniversário de Lian é essa semana, como eu pude me esquecer?! Isso com certeza não vai passar em branco, ele merece uma comemoração com a família toda, vou chamar as nove irmãs da mamãe, e todos os filhos delas.

************

Entro na clínica e não demora muito para eu fazer os exames, acho que a moça que tirou o meu sangue estava dando em cima de min. Acho que vou voltar nessa clínica mais tarde. Sorrio com o pensamento e olho para o pirulito que ela me deu enquanto perguntava se eu gostava de chupar. Balanço a cabeça em descrença e entro no carro. Agora e e Lian vamos ao shopping.

************

– Lian você promete para min que não vai ficar ridículo? – Pergunto olhando para ele e para a cabeleireira.

– Lia, você usou franjinha a vida inteira. Só que o seu cabelo cresceu, você só vai cortar de novo. – Ele diz revirando os olhos e fazendo pouco caso.

– Lian, se ficar feio eu vou martelar todos os seus dedos. – Eu digo e abro um grande sorriso.

– Para de viadagem e corta Lia, deveria cortar um pouco do cabelo também, está grande demais.

Viro-me para a cabeleireira decidida.

– Vou fazer uma franjinha. E nada de corte no resto do cabelo.

*************

Olho o meu reflexo no espelho e eu tenho vontade de gritar. Eu fiquei uma gracinha com a franjinha.

– Eu não disse Lia? – Lian fala atrás de min, passando a mão em meus cabelos.

– Seus dedos estão salvos. – Digo e mando um beijo para ele através do espelho do salão.

Saímos do salão após pagar e voltamos para o carro.

– Aonde nós vamos agora Lia? – Ele pergunta colocando um Ray-Ban estilo Aviador, e me dando um meio sorriso.

– Para um estúdio de tatuagens. – Digo mordendo a ponta da língua.

– Um estúdio de tatuagem? – Ele pergunta confuso.

– Um estúdio de tatuagem. – Digo decidida e sapeca enquanto acelero o carro.

************

Olho para as costas de Lian ainda sem acreditar no que ele fez. Ele escreveu uma oração inteira em latim nas costas. E ele fez essa tatuagem se chorar, ou dar um grito.

Fico alegre pelo tatuador não ter modificado a oração e escrito alguma gracinha no lugar.

Encaro meu pulso, e olho para a caveira que eu tatuei na parte interna do pulso direito.

– Quem a mamãe vai matar primeiro Lian?

– Sinceramente? Eu aposto que vai ser eu.

– Assim espero. Bom, mas só vamos descobrir quando a gente ver a cara dela.

Começamos a rir e entramos no carro a caminho para casa.

***********

Diferente do que eu e Lian pensávamos mamãe gostou das tatuagens. Quer dizer ela gostou da do Lian, a minha ela disse que era masculina demais.

Mamãe nunca teve problemas com o fato de eu ser bissexual, ela apenas disse para eu não me masculinizar.

Tomo um banho rápido, coloco uma saia, ema camisa transparente preta, e sandálias de salto alto. Passo um batom vermelho e deixo os olhos sem maquiagem. Jogo os cabelos para o lado e passo a mão sobre a minha franjinha. É eu vou assim mesmo.

Graças as maravilhosas ideias mirabolantes do Lian, eu vou ter que ir a uma boate em plena terça-feira.

Paro em frente a porta do quarto dele e dou duas batidinhas.

– Entra! – Ele diz e eu entro. Vejo que o quarto está mais bagunçado do que hoje de manhã, olho em volta e não vejo Lian em local algum.

– Lian ta fazendo o número dois? – Pergunto enquanto me sento sobre a escrivaninha dele.

– Lia, vai se foder. – Ele diz curto e grosso.

– Ah não Lian, se você for começar com sessão patadas eu nem saio com você.

– Lia você vai sair sim, eu vou me comportar. – Ele sai do banheiro com uma calça preta apertada, um All Star preto e uma camisa preta. Olho para o cabelo dele e entendo a demora. Esse cabelo estilo Edward Cullen dele demora demais para ficar pronto.

– Lian, daqui a pouco você vai arranjar um arque-inimigo lobo se continuar usando esse cabelo.

Ele sorri para min, passa o braço em volta do meu ombro, e vamos para a garagem.

************

Descemos do carro quando vamos entrar na fila da boate Candy Shop, os seguranças perguntan se somos os Hertness e nos da passagem livre. Isso com certeza é coisa do Stevie, pai do Lian.

Entramos na boate que tem desenhos de doces e garçonetes com roupas rosas e um chapeuzinho de mashmalow na cabeça.

– Lia o que você vai beber? – Lian pergunta, me levando em direção ao bar.

– Eu quero um Martini, e você quer refrigerante né? – Pergunto o olhando desconfiada.

– Ah não Lia, eu já tenho quase dezesseis, e você bebia muito quando tinha a minha idade.

– Você pode beber vodka com refrigerante, mas é pouca entendeu?

– Você e a melhor irmã do mundo Lia.

Paro em frente ao bar e faço os pedidos, não demora muito para os nossos pedidos chegarem. Eu e Lian começamos a conversar sobre coisas banais enquanto bebemos.

Estou no meu quarto Martini quando começa a tocar I Could By The One- Avicil, e eu simplesmente amo essa musica.

Eu e Lian vamos para a pista de dança e começamos a dançar, não juntos, mas também não muito longe um do outro.

Quando a musica esta quase acabando vejo uma mulher se aproximar de Lian, ele olha para min e eu apenas assinto, confirmando que ele pode me deixar sozinha por um tempinho.

Vou ate o bar novamente e peço uma dose de Tequila. Olho para o lado e sentada a uns três bancos de min esta uma loira muito bonita. Levanto levemente o meu copo cumprimentando-a e ela faz esse gesto de volta e lança um sorriso pequeno na minha direção.

Peço outra dose de Tequila, e essa eu viro de uma vez. Olho para a loira novamente e percebo que ela esta me encarando comum olhar cheio de segundas intenções.

Algo ao lado dela me chama a atenção. Ele é alto e forte, aparenta estar na casa dos vinte e tem os cabelos negros grandes. O cavanhaque curto e grandes olhos azuis acesos.

Ele se senta ao lado da loira e coloca o braço sobre o balcão.

– O que você gosta de beber? – Ele pergunta para loira, que o olha com desprezo.

– O que eu estou bebendo. – Ela responde curta e grossa.

– Eu gostaria de pagar uma bebida para você. – O homen diz e lança um sorrisinho safado para ela.

– Olha, eu não estou querendo ser grosseira. Mas eu só quero ficar aqui sentada e sozinha, muito obrigada por se oferecer para pagar a minha bebida mais não precisa. – E antes que o homen possa dizer alguma coisa ela levanta e sai do bar.

O homen coloca os cotovelos em cima do balcão e enterra o rosto nas mãos. Ele inclina um pouco a cabeça na minha direção e olha para min.

– Qual é o problema com as mulheres? – Ele pergunta para min, como se realmente quisesse saber.

– O problema é que os homens nunca querem saber dos problemas das mulheres. – Eu digo e peço outro Martini. Meu Deus eu estou ficando bêbada.

– Você fala como se estivesse do lado delas. – Ele diz confuso.

– E por que eu não iria estar? – Pergunto e me aproximo um pouco dele enquanto eu o olho com intensidade.

– Você é lésbica, não é? – Ele pergunta curioso, enquanto se aproxima um pouco de min.

– Eu não sou lésbia. – Respondo e arqueio uma sobrancelha. Sem querer olho para os lábios dele, e agora que ele esta perto de min posso sentir seu cheiro e é maravilhoso. Respiro fundo tentando eliminar isso da minha mente, ele provavelmente não passa de um galinha bonitão.

– Você tem muito jeito de sapatão. – Ele diz e passa o nariz dele no meu. Respiro fundo e olho dentro do olhos dele, enquanto ele olha para os meus lábios com muito desejo.

– E você não passa de um galinha. Tomara que você seja corno. – Mal termino de pronunciar as palavras e ele me beija. Sem ao menos pedir passagem coloca a língua na minha boca, não me dando tempo para revidar, para negar, para pensar ou respirar. E esse beijo esta me trazendo lembranças. Eu já fui beijada assim. Cam me beijava assim, sem medo e com confiança.

Separo-me do homen de olhos azuis para encará-lo melhor enquanto estou a procura de ar.

– Você quer ir para o meu apartamento? – Ele diz com cara de que não e para tomar chá, penso por um instante e acho que não pode ser tão ruim assim se eu for.

– Só se não for longe daqui. – Digo e coloco a pontinha da língua para fora da boca e a aperto com os dentes em seguida.

– É aqui perto, nada longe. – Ele diz e começa a me encaminhar para a porta da Candy Shop.

– Qual é seu nome? – Pergunto curiosa.

– Jared e o seu? – ele pergunta.

– Diane.– Eu minto e saímos de mãos dadas da Candy Shop.

Assim que colocamos os pés para fora da boate sou atingida por uma claridade terrível. Olho para baixo e de relance vejo que são fotógrafos. Olho para Jared se é que esse é o nome dele está acenando para os paparazzi e respondendo alguma pergunta. Nesse momento eu me lembro que estamos de mãos dadas, tiro as minhas mãos das suas rapidamente, mas penso que já e tarde demais para isso.

Mas a pergunta que não quer calar é: Quem é esse Jared e por que os paparazzi estão em cima dele? Depois eu descubro.

E quando eu penso em sair de fininho Jared me segura pelo braço e abre a porta de uma Ferrari para min. Eu entro dentro dela para fugir de todos aqueles flashes, Jared da a volta no carro e senta no banco do motorista. E começa a dirigir em direção ao apartamento dele.

Mas nesse momento eu não me importo de estar a caminho de transar com um estranho, eu estou preocupada e curiosa em relação aos paparazzi.

Continua...

Notas finais
Iai o que acharam? Gente comenta!! Estou tao carente de comentários... Feliz carnaval pra vocês! E um feliz carnaval extra para aqueles que vão desfilar na " Unidos do meu edredom", aqueles que não sairiam de casa nem se tivesse algum lugar para ir... Bjs!