Notas iniciais
Oii gente! Bom, eu to muito feliz por que vocês estão comentando bastante, e eu fico muito feliz! Bom, eu só tenho leitoras mulheres quero desejar a todas vocês um feliz dia da mulher!! Boa leitura... Nos vemos lá embaixo...

Jared faz uma curva ao lado de um Edifício de luxo e entra em uma garagem subterrânea, ele desce três andares até estacionar a Ferrari.

Ele desce do carro, e vem abrir a porta para min. Saio do carro com a sua ajuda e ele me olha intensamente, e eu fico apenas o observando. De repente ele vira a cabeça de lado de uma forma muito esquisita e me olha com curiosidade e me da um meio sorriso.

– Eu tenho a leve impressão que já te vi em algum lugar... – Ele sussurra olhando para min.

– Não, eu nunca nem te vi antes. – Digo. Ele sorri de lado para min, enrosca o seu braço no meu e vamos caminhando até o elevador.

Ele chama o elevador, e me olha de cima abaixo.

– Eu tenho certeza que já te vi antes. – Ele diz.

O elevador chega, e quando eu entro dentro dele sinto meu corpo ser empurrado com certa brutalidade. Jared me coloca de frente para a parede e me vira.

Então ele me beija, e meu Deus, que beijo...

Passo as mãos pelos braços dele, enquanto ele aperta a minha coxa, então ele a levanta e eu enrosco a minha perna direita em volta de seu quadril.

Puxo os seus cabelos, trazendo a sua oca para min, e nós fazemos uma incrível e chocante batalha de línguas. Eu fui descendo minha boca mordiscando sua mandíbula, mas quando eu estava quase no pescoço olhei por cima do ombro dele para a porta que estava se abrindo, e uma senhora com dois cachorrinhos estava entrando.

Empurrei Jared, abaixei a minha saia, e comecei a fingir que estava mexendo no celular.

Olho para a senhora que está quase dormindo em pé. Olho para Jared que está segurando a gargalhada. Eu olho para ele e dou uma piscadinha e ele não agüenta e começa a rir assustando a senhora que olha para ele como se ele fosse louco.

Ela olha para min e olha para ele com uma expressão de que ele é totalmente retardado, olho para a senhora e concordo com a cabeça.

As portas se abrem e Jared estica a sua mão para min, é pelo visto a senhora vai ver que eu estou com esse retardado.

Pego a mão dele e saímos do elevador. Vamos andando por um corredor até Jared parar em frente a uma porta dupla marrom escura. Ele abre a porta e abre espaço para eu passar.

Entro no apartamento e o meu coração salta, é tão parecido com o Loft que o Cam tinha. As paredes da sala são brancas, o sofá de encosto baixo é preto, a frente do sofá tem uma grande televisão tela plana. É tão vazio, e bonito.

– O que foi? – Jared me tira de meus devaneios.

– Não é nada. – Eu digo e me viro para ele.

– Você quer beber alguma coisa?

– Não. – Eu digo e volto a olhar para aquele sofá que é igual ao que o Cam tinha, e começo a sentir uma vontade forte de chorar. Merda, eu não vou ficar chorando na frente de estranhos. Sinto meu celular vibrar, é uma mensagem do Lian.

* Cadê você? Eu vou ligar para o Tom. *

– Jared, eu tenho que ir. – Eu digo.

– Mas já? – Ele pergunta com o rosto confuso.

– É, thau. – Eu digo indo em direção a porta.

Chamo o elevador, e me lembro daquele sofá e novamente Cam se faz presente em meus pensamentos. Pode parecer loucura minha, mas eu sei que Cam podia ter tirado à min e a Dalila daquele lugar, ele sempre podia ser o que quisesse. Fazer o que quisesse, e tudo sempre acontecia como ele queria. Ele esperou nós sofrermos, e mesmo depois de muita coisa acontecer ele não fez nada, e então a Dalila morreu, eu fugi, e voltei para casa, e ele não deu sinal de vida, não voltou, não veio se explicar, e não fez nada, e acho aquele também não vai fazer.

Entro no elevador e me lembro de Dalila, ela era sempre tão viva, a morte simplesmente não combina com ela, me lembro dos seus cabelos enroladinho, o rosto dela tinha o formato perfeito de um coração, os olhos castanhos escuros grandes, o nariz pequeno e delicado, e os lábios doces que sempre estavam temperados com gloss de cereja, a pele perfeita da cor de chocolate.

O elevador para no térreo e eu vou andando até a saída devagar, quando eu chego do lado de fora do prédio. Pego o celular e disco o número de Lian.

– Senhor Hertness. – Ele atende todo sério.

– Sou eu, Lia. Onde você está?

– Em casa. O Tom foi me buscar, você está bem?

– Estou. – Digo e avisto um táxi, faço um sinal para o táxi parar.

– Onde você está? Eu vou falar para o Tom ir te buscar.

– Não precisa eu vou pegar um táxi. – Digo, o táxi para próximo a calçada e eu entro.

– Ta thau.

– Thau Lian. – Digo e desligo.

– Onde você vai senhorita? – Eu digo o endereço de casa e ele assente.

**************

O taxista para na frente do portão, eu pago e desço do carro. Os seguranças da noite abrem o portão para eu passar. Vou andando pela pista que liga o portão a casa.

Quando vou me aproximando da casa vejo uma silhueta abaixada próxima a porta da casa, deve ser Lian.

Quando chego perto da porta fico surpresa ao ver que não é Lian e sim Tom que está sentado com uma garrafinha de cerveja nas mãos.

– Oi. – Eu digo e sento-me ao seu lado.

– Oi. – Ele diz e me entrega uma garrafinha de cerveja.

– O Lian estava preocupado. – Ele diz sem olhar para min.

– É, ele gosta de fazer isso: se preocupar. – Digo olhando para o céu.

– Sua mãe também gosta de fazer isso. Ele diz e suspira.

– Tom, você conhece a mamãe há muito tempo? – Pergunto querendo chegar a um assunto que é praticamente proibido aqui em casa.

– Desde os dez anos de idade Lia.

– Você conheceu meu pai Tom? – Eu pergunto séria. Tom olha para min de lado, e volta a olhar para o céu.

– Conheci. – Ele diz, então eu espero ele dizer mais alguma coisa mais ele não fala.

– Vocês vão me deixar morrer sem saber disso não é? – Eu digo, e meus olhos estão se enchendo de lágrimas não derramadas.

– Lia... – ele diz e passa a mão sobre a cabeça. – Seu pai, olha... Ele não é o que você espera, pelo menos não quando eu o conheci. Ele não é um homem bom, ou um homem ruim, ele é frio, e eu acho que é egoísta. Talvez o melhor para você... – Ele diz e eu já estou cansada de ouvir isso.

– O melhor para min foi não conhece-lo, por que ele iria me rejeitar, e é melhor assim...eu sem saber quem ele é, e ele sem saber da minha existência? Eu já entendi essa parte a muito tempo Tom, mas eu não entendo por que eu não posso saber quem ele é. Eu não vou atrás dele, não é como se eu tivesse algo mesmo para fazer com um pai agora, eu tenho dezoito anos, quase dezenove, não sou mais uma criança, não quero um pai para empurrar no balanço, ou para ir a minha apresentação de balé, eu já estou muito velha para isso. O tempo para isso já se passou Tom, minha mão já roubou isso de min, é sobre me conhecer, é sobre conhecer as minhas origens. – Digo nervosa.

Tom olha para min e balança a cabeça concordando, e volta a olhar para o céu.

– Você vai me dizer Tom?

– Não, isso só quem pode dizer a você é a sua mãe. – Ele diz.

Levanto-me furiosa do chão e abro a porta de casa, subo as escadas como um furacão e abro a porta do meu quarto.

Jogo-me na cama com roupa e tudo e começo a dormir.

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Acordo com o barulho do despertador. Tento levantar da cama de uma vez, mas a minha cabeça está doendo muito. Eu não devia ter bebido tanto em dia de semana.

Levanto da cama devagar, e vou tomar um banho frio. Saio da água e passo chapinha no meu cabelo. Depois de uma hora chapando o cabelo.

Coloco uma legging preta, um top preto e a gladiadora preta que eu sai ontem com o Lian. Passo batom vermelho, lápis de olho e saio do banheiro.

Pego a minha mala de mão rosa pink que está com a minha roupa de balé, e a minha bolsa grande.

Saio do quarto, desço as escadas, passo na cozinha e pego uma maçã, saio de casa e coloco as bolsas no banco de trás do meu Conversível oncinha, sento em frente ao volante e quando estou saindo de casa Lian aparece na frente do carro.

– Eu preciso de uma carona. – Ele diz ofegante.

– Ta, entra ai. – Eu digo, ele joga a mochila no banco de trás e entra no banco de carona.

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Estaciono o carro próximo a entrada principal da escola. Desço do carro e pego a bolsa e a minha mala de balé. Entro na escola e começa a procurar Kelly.

Desisto na metade do corredor, esse lugar é gigante ela pode estar em qualquer lugar aqui. Mando um SMS para ela.

* Cadê você? *

Vejo Gabriel o capitão do time e os outros garotos do time entrarem no corredor gritando e rindo. Quando eles estão quase passando por min começam a assobiar e a estalar o dedo para min como se eu fosse um cachorro.

– Lia, você está saudável em... – Diz Gabriel. Eu olho para ele e mostro o dedo do meio, ele chega perto de min pega minha mão e chupa meu dedo.

– Eu adoraria provar dessa saúde novamente. – Olho para ele e puxo a minha mão.

– Meu amor, se estamos falando do novamente eu acho que não é você que vai me provar lembra? – Eu digo lembrando-o que ele é broxa, e adora um dedinho na área traseira dele.

Olho para ele e dou um sorrisinho de lado, viro as costas e coloco a minha mala de bale no meu armário. Meu celular vibra, é uma mensagem de Kelly.

* No banheiro feminino do primeiro andar, vem pra cá rápido, temos diversão em vista. *

Meu Deus, o que será que a Kelly esta aprontando? Vou ate o banheiro e tranco a porta atrás de min.

Kelly esta com uma calça jeans com lavagem clara, uma blusa decotada cinza, um blazer lilás e uma sandália de salto cinza. Não muito longe dela tem uma garota sentada sobre a mochila, ela é uma típica nerd, cabelos pretos grandes cobrindo parte do rosto, nenhuma maquiagem, e um óculos grande de grau. As roupas dela são simples, uma calça jeans preta, uma camiseta polo, um cardigan preto e um all star preto.

– O que aconteceu Kelly? – Digo apontando levemente para a garota que esta com o rosto vermelho e enchado, parece que estava chorando.

– Sabe o Gabriel? Ele só saiu com ela, levou ela para a cama, tirou a virgindade dela e agora esta espalhando para a escola toda que ela é ruim de cama. Alias o nome dela é Briana.

– Oi Briana. – Eu digo e aceno para ela.

– Oi Lia.

– Bom, nós obviamente odiamos esse tipo de comportamento masculino, então vamos fazer uma pequena vingança contra todos os meninos da escola, apenas os gays e os que ficam na biblioteca vão ficar ilesos. Como eu namoro o Teddy, eu não vou deixa-lo de fora, eu apenas vou dizer para ele não ficar muito tempo no vestiário masculino e longe dos banheiros. Vocês podem dar avisos semelhantes aos seus irmãos, mas se uma de nós, durante uma invasão ao espaço masculino da escola encontrarmos um dos três não iremos tratá-los com diferença dos outros. Eles vão sofrer. – Ela diz com uma expressão assustadora.

Alguém bate na porta do banheiro, e eu vou abrir.

Heath e Kaio tem um sorriso demoníaco no rosto enquanto entram no banheiro.

– Então já contou para ela a nossa vingança? – Pergunta Kaio, enquanto Heath tranca a porta do banheiro.

– Contei, então Lia, você esta dentro? – Pergunta Kelly.

– E você ainda tinha duvidas de que eu vou querer participar disso? – Pergunto, e ela da uma risada. Hum, Kelly esta muito puta, acho que isso é sinal de que ela brigou com Teddy.

O sinal toca e todos nós vamos para a sala.

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Na hora do almoço não sentamos com os garotos como sempre fizemos. Sentamos em uma mesa mais afastada, apenas eu, Kelly, Briana, Kaio, Heath e a mais nova participante da vingança Ava.

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Depois do almoço fui para a aula de balé, são poucos alunos, e fiquei surpresa ao ver que tem dois garotos a mais que garotas na turma. Fazemos alguns movimentos, e fico surpresa ao ver que a minha flexibilidade não esta muito ruim e eu ainda consigo ficar na ponta dos pés sem dificuldade.

Na aula de balé, a instrutora nos coloca para assistir o filme “ O Pianista”, para tentar aumentar o nosso amor pelo instrumento.

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Saio da escola exausta, como isso pode ser tão chato? Pior ainda como algum adolescente pode gostar desse lugar?

Entro no carro e começo a sair do estacionamento, e quando estou saindo vejo Briana parada no ponto de ônibus. Isso não e bom, os garotos do time podem passar aqui e começar a rir dela.

Paro o carro próximo ao ponto de ônibus e aceno para Briana. Ela vem até o carro, reparo que enquanto ela vinha ela estava olhando para os lados, provavelmente com medo dos garotos aparecerem novamente.

– Você quer uma carona?

– Não precisa não, obrigado. – Ela diz e já voltando para o ponto de ônibus, então eu puxo o braço dela.

– Briana, os babuínos do time de futebol podem aparecer a qualquer momento, vem comigo. – Digo, e ela me olha desconfiada. – Vem, eu vou ficar sozinha em casa mesmo, não tenho pressa alguma de chegar lá. – Eu digo e sorrio para tentar faze-la entrar no carro.

– Ta, eu vou. – Ela diz e da a volta no carro, se sentando no banco de carona.

Eu ligo o carro, e começo a andar.

– Lia, você sabe o numero de algum professor de reforço?

– Eu pensei que na escola tinha professores de reforço.

– É, mas a maioria dos garotos do time fazem aula de reforço então...

– Ta, em qual matéria você precisa de ajuda?

– Geometria. – Pelo incrível que não pareça, eu sou ótima em geometria, tenho uma facilidade incrível.

– Você pode ir para a minha casa? Eu sou ótima em geometria.

– Claro, mas nós vamos agora?

– Vamos. – Digo e pego o retorno.

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Depois de explicar toda a matéria para Briana umas vinte mil vezes ela finalmente entende. Sorrio para ela e reparo que ela é uma garota bem bonita. Pode até ser linda, provavelmente sem os óculos.

Chego mais perto dela e tiro os óculos dela, quando eu faço isso vejo ela ficar vermelha. Que gracinha.

Tiro o cabelo do rosto dela, como ela é bela. E em um momento bastante impulsivo eu encosto meus lábios aos dela. Afasto-me olhando para o rosto dela que está mais vermelho do que antes e vou me aproximando lentamente de seu rosto novamente. Olho dentro dos seus olhos lhe pedindo para beijá-la, ela assente um pouco com a cabeça.

Encosto meus lábios aos dela de novo, e vou pedindo passagem com a língua, e ela responde abrindo mais um pouco os lábios.

Vou empurrando ela devagar na direção da cama, e ela coloca as mãos no meu rosto.

Desço as mãos pelo corpo dela e aperto levemente seus seios.

Começo a levantar a sua blusa e ela levanta os braços me ajudando a tirá-la. Ela come a tirar o meu top, mas não consegue, e eu mesma o tiro.

Desabotôo a calça dela, sento-me sobre os meus pés e puxo a calça dela, ela se senta e começa a chupar o meu seio direito, e isso tem um efeito instantâneo em minha vagina. Passo os braços em volta do corpo dela e tiro o seu soutien.

Ela começa a puxar a minha legging. Eu tiro sua calcinha, e volto a beija a sua boca, e vou descendo beijo por seu pescoço, seios, barriga e dou um beijo casto em sua virilha, e então eu abro bastante as pernas dela, e ela da um gemido mais alto.

Assopro a sua vagina e coloco a língua em seu clitóris em seguida. Começo a chupar o seu clitóris e a girar a língua em volta dele, cada vez mais rápido.

Ela começa a gemer mais alto e a se contorcer, coloco um dedo dentro da vagina dela enquanto chupo com força seu clitóris. Ela da um gritinho e goza, e enquanto ela goza, e eu continuo sugando a sua vagina.

Eu levanto e vou andando sobre ela e dando pequenos beijinhos por todo o seu corpo.

Briana me empurra de costas na cama e me lança um sorriso safado, ela sobe em cima de mim e começa a me beijar. A sua mão passa no meio dos meus seios, e desce até a minha vagina que ainda esta coberta pela minha calcinha, ela vai descendo lentamente pelo meu corpo e começa a tirar a minha calcinha.

Ela coloca a boca sobre o meu clitóris e começa e chupá-lo, diferente de min ela não começa lentamente e eu sei que nçao vou demorar a gozar. Ela começa a passar a língua pela minha entrada e eu gemo em resposta.

Ela coloca um dedo dentro da minha vagina e eu quase gozo.

Ela volta a chupar meu clitóris enquanto seu dedo vai entrando e saindo de min. E então ela coloca outro dedo na minha vagina e eu não agüento mais e gozo.

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– Você tem certeza que não quer que eu te leve? – Pergunto enquanto coloco um robe preto e ela se senta na cama para colocar seu tênis.

– Não, você já me ajudou bastante me ajudando com o dever de casa. – ela diz e sorri para min. Ela pega sua mochila e se levanta.

– Tá bom, vem. – Eu digo e pego a mão dela.

Descemos as escadas, saímos de casa e eu vou deixa-la no portão, quando estamos quase lá, vejo que tem um carro vermelho parado em frente do portão. Quando chego mais perto vejo uma loira ao lado do carro. Com um vestido curto da cor da sua pele.

– Lia, você esta tão linda com esse robe. – Ela diz e eu reconheço a voz de minha prima Jéssica.

– Oi Jéssica, você está fazendo o que parada ai?

– Bom, como eu não avisei que viria, e ninguém aqui me conhece, eu iria ter que esperar a boa vontade de Tom liberar a minha entrada.

– Ah. – Eu digo e começo a rir da cara raivosa que ela faz.

– Lia, eu já vou. – Diz Briana, eu dou um selinho nela, e aceno enquanto ela esta indo embora.

– Ela é bonita. – Diz Jorge, irmão mais velho de Jéssica saindo do carro.

Reviro os olhos e falo para os seguranças abrirem as portas para eles.

Notas finais
Há, enganei vocês né! Acharam que ia ter um hot com o Jared né! Sqn. Não quero hot com Jared agora! Comentem!! Bjs!!!