Cinquenta Tons De Vermelho

5 Capítulo 5:Escritório


Notas iniciais
Oi,gente!
Dessa vez foi rápido,hein?
Minha mente pervertida,que estava em modo stand-by desde o segundo capítulo resolveu me atormentar com uma ideia no mínimo diferente.
Estou muito triste com os poucos reviews que recebi depois do capítulo 4,mas muito alegre por já termos chegado ao capítulo 5!o/
Só queria deixar bem claro uma coisa:
pensei seriamente sobre remover a parte da arma,mas acabei deixando a cargo de vocês,se acharem que eu devo, por favor mandem mensagens para mim.
Querida Nirve,
Dei uma revisada na fic,espero que esteja um pouco mais agradável de ler.Desculpem o incômodo aí,gente.Meu revisor oficial(que vem também a ser meu primo) morreu consumido pela preguiça,que cada vez mais mostra-se como sendo uma doença de família.
XOXO!

Integra deixou-se levar pelo toque de especialista de Alucard. Adentrou seu quarto quase que carregada por seu servo, que apertava os delicados seios contra seu perto musculoso. Desabotoava a camisa dele com seus dedos finos e femininos com avidez, deixando-o nu da cintura para cima em tempo recorde. Ele subiu a camisa dela junto com o sutiã, deixando sua pele delicada à mostra.

Deitou-a na cama devagar, fechando a porta atrás de si e deixando para trás o último resquício de luz que vinha do corredor. Desceu sua boca até os seios de Integra, sugando-os, mordendo-os e depois os puxando delicadamente com os dentes enquanto entrelaçava as pernas delas em seus quadris. Tirou seus sapatos devagar, aproveitando a vista que tinha do alto, enquanto deixava Integra ansiosa por mais, desceu as calças dela deixando-a só de calcinha azul-claro. Abaixou-se deixando com que ela o beijasse e tirasse seu cinto e sua calça, abaixando-a com as pernas. Trocou de posições depois de Integra reclamá-lo, subindo por cima de Alucard. Ela percorreu o corpo dele do pescoço até o quadril com os lábios e presas suavemente, fazendo com que Alucard gemesse e sentisse pequenas torrentes de prazer correndo por seu corpo.

Quando alcançou sua cueca, ela começou a retirá-la com os dentes, comendo, ou melhor, engolindo o membro com os olhos e muita gula.

Alucard acordou em seu caixão com o membro duro. Aliás, agora ele estava mais para terceira perna do que membro, pois ele realmente sentia que podia se apoiar nele. Aquele sonho tinha se tornado recorrente depois do episódio que tiveram na volta para casa depois de ir ao Moonlight Club.

“Bem feito!”, o resquício de consciência que ainda lhe restava gritava em seus ouvidos. “Que sirva de lição para aprender a se comportar com ela!” completava. Desde quando conheceu Integra tinha sonhos eróticos envolvendo-a que costumavam resultar num encontro diurno, porém secreto, entre a mão direita ensaboada e o pênis mais do que pronto para deflorar uma menina que nem tinha menstruado.

Depois que finalmente levou-a ao ápice do prazer pela primeira vez em sua vida, e disso ele não tinha dúvidas, aquele desejo insistente havia se aquietado um pouco. Mas foi só ela dar a entender que estava disposta a levar este tipo de relação a outro nível de intimidade que o desejo voltou maior do era. As fantasias agora estavam mais abrangentes, iam desde simplesmente assisti-la a se masturbar até sexo grupal, passando por felação e sexo anal. Mas as melhores, ou piores, ereções que tinha eram devido às fantasias de sexo lésbico entre Integra e Celas.

Podia até imaginar sua mestra batendo com um chicotinho em sua serva seminua presa por algemas na cabeceira da cama, fazendo-a quase espasmar de prazer. A visão quase o fez ter um orgasmo ali mesmo. Levantou-se e foi se aliviar no chuveiro durante o masturbanho.

Eram cerca de cinco e meia quando terminou, tarde demais para voltar ao minúsculo caixão que Richard lhe deu. Resolveu ir atormentar seu algoz inconsciente de sua condição.

Integra estava séria, concentrada em uma pilha de papeis do tamanho da metade do normal para um dia, contudo ainda era muito para um dia de inverno.

-São sobre os vampiros e ghouls de ontem à noite? –Ele perguntou.

-Sim, aparentemente eles executaram vários ataques ontem, não foi só na mansão. Atacaram uma loja no Soho que por sorte estava quase vazia e ninguém se feriu, um caixa eletrônico fazendo uma garota de dezoito anos virar vampira, um shopping que estava fechando, deixando dois ghouls para trás, e um pet shop cujo dono está desaparecido, mas acredito que tenha virado ghoul.

-Mais alguém no pet shop?

-Não, a esposa dele disse que ele estava fechando a loja e que ninguém fica lá além dele depois das seis no inverno, horário em que o ataque ocorreu.

-Não tinham um sistema de monitoramento por câmeras ou sensores de movimento?

-Estava quebrado, o técnico ia hoje consertá-las.

-Ah, que conveniente.

Pegou o mapa dos ataques em que Integra desenhou algumas linhas e observou. Via certo padrão, mas não tinha certeza de onde poderia ocorrer o próximo ataque. Colocou de volta no lugar onde estava e chegou perto de Integra.

-Pode esperar por mais uns dois ou três ataques do mesmo gênero nos próximos quatro dias, precisam reunir um efetivo maior, precisam de mais vampiros. Talvez alguns que vivam aqui perto ou alguns jovens desapareçam. Eu não tenho muita ideia de onde vão ocorrer os próximos ataques, porém talvez sejam aqui perto. Já perceberam que o “batalhão” destacado para nos atacar não voltou. Eles podem ser burros em sua maioria, mas não são todos.

Passou a mão pela nuca de sua mestra, entrelaçando os dedos em seus cabelos e levantando sua cabeça e beijando sua boca num gesto desesperado. Integra retribuiu a avidez agarrando o pescoço dele e puxando sua boca de encontro à sua. Quando terminou ela pareceu estar confusa, tanto pelo gesto dele quanto pelo próprio desejo.

Ele ofereceu a mão.

Ela se levantou e foi pega no colo, Alucard deitou-a no sofá e pôs suas pernas em seu colo. Descansou sua cabeça onde antes batia um coração, sentindo-a hesitante embaixo dele. Ela se perguntava o que ele iria fazer depois. Ah! Como era delicioso fazer com que o mundo dela virasse de ponta cabeça e depois apenas sentar e assistir. Fez uma nota mental para tenta-lo mais vezes. Estava sendo muito bonzinho, a ponto de não se reconhecer, durante a semana.

Depois de um tempo Integra percebeu que ele não faria nada e fez menção de levantar, porém ele a prendeu ali com suas mãos. Começou a abrir os botões da camisa dela com os dentes, eventualmente tocando-a com a língua.

Ela o empurrou e ficou de pé rapidamente.

-O que pensa que está fazendo, Alucard?

-Nada de mais, acredito. Apenas queria descansar minha cabeça em peito. Penso que já nos aprofundamos bastante no quesito intimidade em comparação ao nível da mesma que tínhamos antes. E eu também queria acaricia-la.

Ela bufou. Mas sabia que ele estava correto sobre isso.

-Engraçadinho. Eu tenho de voltar a trabalhar. –Ela deu as costas para o vampiro.

-Não quer que eu te conte o sonho erótico que tive com você agora há pouco? –Ela se voltou vermelha como se tivesse usado quatro quilos de blush em cada bochecha e olhou espantada para Alucard. “Droga!”, ele pensou “duplamente droga! Porque raios eu fui contar isso?”, não por causa da reação dela, pois adorava aquele olhar, mas pelo o que disse e como disse.

-C-Como?! –Ela pareceu confusa. Seus olhos estavam arregalados de pura surpresa.

-E eu posso dizer que você estava se saindo muito bem... Contudo, na melhor parte, eu acordei. Típico de ótimos sonhos.

-Não me interessa com você sonho que fazíamos: que isto sirva de lição! – Integra berrou. Retirou a Beretta 9 mm que passou a carregar junto com sua arma usual depois do ataque na sala de jantar e descarregou-a no peito e na cabeça de Alucard impiedosamente, rasgando-o quase por completo.

Como ele adorava aquele joguinho. Os ferimentos causados pelas balas doíam um pouco, em compensação excitavam Integra. Ele percebia-a cada vez mais molhada a cada tiro. Podia senti-la quase pronta para ele agora que tinha mencionado seu sonho, aguçando a curiosidade dela e a excitando levemente por trás da fachada impassível. Ah, Integra era perfeita em todos os sentidos. Inclusive no que dizia respeito ao sexo. Aquele sadomasoquismo que ela tentava esconder por trás das lentes dos óculos era do mesmo tipo do que o corria nas veias de Alucard. Deveria mencionar o que ela fazia no final do sonho?

Talvez sim. Entretanto teve uma ideia melhor.

Deixou-a descarregar a arma até a última bala, depois se converteu numa sombra com mil olhos para então reaparecer inteiro.

-Integra ainda gosta de atirar com brinquedinhos como esse. –Tirou a Beretta da mão de mestra e observou a arma. –Eu vou lhe mostrar o que é uma arma de verdade. –Atirou o mais novo brinquedo de Integra para longe, acertando no vaso que estava substituindo o que eles quebraram da última vez que ele a visitou no escritório.

Agarrou a vampira e usou seus poderes para despedaçar as roupas dela. Integra lutava para sair de seus braços, porém era inútil. Um sorriso sádico cresceu nos finos lábios do conde. Integra tentou usar de mais força, todavia, como uma jovem vampira, mesmo sendo “filha” do Rei da Não-Vida, ela era fraca demais para conseguir escapar. Começou a se perguntar se alguém seria capaz disso. De escapar da morte, ou prazer, certo.

-Sem contar seu tataravô, ninguém nunca conseguiu escapar de meus braços. Porém, pode confiar em mim, o mais leal e fiel de todo e qualquer servo que você tem, teve ou venha ter: eu jamais faria algo para te machucar. Bem, não propositalmente; mas garanto que vai adorar o que quero fazer. Principalmente se você relaxar, porque senão dói.

Com essa frase ela se lembrou da sua primeira vez, quando transou de quatro debaixo dele. E no prazer que obteve. E no sangue. Isso a inundou com expectativa, lubrificando o faltava para que Alucard enfim pudesse preenchê-la de novo. Oh, mas não seria ele a fazê-lo, não por enquanto. Seu sorriso de gato de Cheshire alargou-se ainda mais com isso. Sentiu seu membro começar a pulsar, não que o coração dele tivesse voltado a bater.

Ele sacou a Casull, travou-a silenciosamente e encostou de leve a ponta do cano gélido na barriga pálida de sua amante. Integra gemeu por causa do encontro estimulando o vampiro a continuar explorando-a com o “brinquedo”. A arma de fogo estava mais fria do que o coração de Alucard durante as guerras contra os otomanos, quando ele não pensava em Elisabeta², mas apenas em acabar com seus inimigos. Baixou o cano em direção à umidade acumulada entre as pernas dela, observando sua reação.

Ela fechou os olhos e começou a gemer baixinho, cada vez menos inclinada a deixar os braços do servo e passou seus braços envolta do pescoço de Alucard. Se algum deles respirasse, provavelmente começariam a puxar o ar como se houvesse pouco oxigênio. Ele estava começando a ficar tão excitado quanto quando estava sonhando conforme ela gemia. Integra reprimiu um gritinho quando a arma penetrou fazendo movimentos em meia-lua, tocando-a num lugar que foi visitado apenas uma única vez. Alucard empurrou um pouco mais para dentro enquanto lágrimas de dor escorriam pelo rosto e gemidos baixinhos de prazer saíam da boca de sua mestra alimentando seu fetiche por sadismo.

Limpou as lágrimas com sua enorme língua e começou a acariciar o clitóris de Integra com o polegar enluvado enquanto sentia seus “documentos” crescerem de tamanho e tornar-se quase que outro ser. Abafou um gemido dela misto de prazer e dor que com certeza sairia muito alto cobrindo-a com sua boca, invadindo-a com sua língua do mesmo modo que a Casull fazia com a intimidade de Integra.

Começou a misturar os movimentos em meia-lua com vai-e-vem conforme sua necessidade crescia, a ponto de sentir que seu pênis ganhava vida própria, quase rasgando sua calça.

Retirou a arma de repente, ato que teve como resposta um gemido de dor e as unhas de Integra cravadas em sua carne, mas sabia que era por um bom motivo. Saídas bruscas provocavam dor em quem estava sendo penetrado, sentiu isso várias vezes quando fora abusado pelos otomanos quando era apenas um menininho, além disso, o objeto em questão não era muito anatômico. Pegou-a no colo outra vez e depositou na mesa de trabalho, varrendo os papeis para o chão de uma única vez com seu braço esquerdo.

Agora ela estava completamente indefesa, parecendo um frango sendo assado numa “televisão de cachorro”. Ele agarrou firmemente os bicos dos seios dela, acariciando e puxando-os. Enquanto isso dirigiu sua boca à umidade, também pulsante, também quase ganhando vida própria, assim como seu dito cujo. Lambeu-a desde a vagina até seu clitóris, fazendo movimentos circulares nele, enquanto o corpo dela implorava por alívio.

Adentrou sua intimidade com a comprida língua com ataques massivos que a levaram ao ponto de quase espasmar. O vampiro retirou-se, não sem protestos, de lá e percorreu a virilha, a barriga e o vão entre os seios de Integra até chegar ao queixo dela, onde deu duas mordidinhas sem arrancar sangue. Beijou-a com muito desejo e voluptuosidade, escorregando suas mãos das mamas até a cintura dela.

Isso arrancou um gemido de protesto que ele tanto queria.

Interrompeu o beijo e sorriu maquiavelicamente.

-Mostre o quanto quer que eu continue. –Ele baixou as calças e a cueca de uma só vez, expondo sua ereção.

Integra encarou-o durante alguns milésimos de segundos, ponderando se faria aquilo ou não. O desejo venceu no final, e ela saiu de cima da mesa e se agachou diante dele. Tomou-o com uma das mãos suaves e começou a beijá-lo, num oscilo de vai-e-vem com a mão que o segurava. Depois de um tempinho tomou um pouco mais de coragem e começou a abocanhá-lo chupando com força, o que o fez gemer alto, mas não o suficiente para que quem estivesse de fora pudesse ouvir.

Ele estava passando por uma provação de controle.

Passou os dedos da mão direita pelas mechas do cabelo dela, incitando um movimento mais rápido e prazeroso. Depois de alguns segundos já não se aguentava mais, retirou-se da boca dela e se sentou na cadeira onde Integra costumava ficar analisando documentos madrugada a dentro. A Draculina sentou-se em seu colo, deixando-se penetrar pela rigidez do amante.

Começou um movimento de sobe-e-desce desajeitado, que logo foi substituído por um mais prazeroso, assim que encontraram um ritmo agradável para ambos, que foi se intensificando, enviando inúmeras correntes de prazer e desejo pelo corpo de ambos que agora eram um só, sem saberem onde um começava e o outro terminava. O clímax veio logo depois, Alucard derramou-se dentro dela, e Integra logo depois espasmou pela última vez.

Descansava sua cabeça no ombro de Alucard, os dois pingando suor, os dois cansados com um leve sorriso nos lábios. O dele era maior: finalmente conseguiu o que queria, mas teve a sensação de que aquilo, aquele desejo profundo que sentia pelo corpo dela, só iria piorar. Entretanto estava feliz com isso. Sim, gostava dessa relação, não só do sexo, mas de tudo aquilo. De brincar de esconde-esconde com a relação que tinha com Integra, mas logo iria se cansar. Ele sabia disso. Logo desejaria trazê-la de vez para o mundo das trevas, onde não precisariam ocultar o intenso vínculo que mantinham.

Sim, logo faria isso, ou melhor, ela mesma iria lentamente convergir-se para este lado de modo natural. Ambos os desejos, sexual e sanguinário, iriam aflorar-se em menos de cem anos, o que era pouco para ele, mas tempo o suficiente para dar jeito em todos os preparativos necessários. Ele poderia esperar. Ansioso, contudo os anos vividos o fizeram muito paciente e não havia nada a ser feito para acelerar a chegada da “adolescência” vampírica.

Todavia, uma vez que ela chegasse seria impossível lidar com ela e com a Organização, e Integra deveria passar para frente o comando até que a fase passasse, lá pelos seus 170, 200 anos de idade. Deveria avisar isso agora? Não, era muito cedo para atormentá-la com isso, porém ele dedicar-se-ia a achar o substituto temporário perfeito para ela. Mas quem? Celas? Talvez, com muito esforço e treinamento poderia ser uma substituta perfeita, mas só o tempo ratificaria ou retificaria essa afirmação.

Se pelo menos tivessem tido um filho ou uma filha não teriam essa preocupação... “Ela morreria e você jamais poderia evita-lo” lembrou-se. O pré-requisito “ser virgem” com certeza era o que mais detestava se não houvesse isso poderia engravidá-la, ter o bebê e depois transformá-la tranquilamente. Sempre se perguntou como seria uma criança fruto do relacionamento. Olhou para a amada. Ela cochilava suavemente. Que horas eram? Seis?

Ela tinha ido dormir muito tarde na noite anterior, e provavelmente ficou um tempo se revirando na cama antes de pegar no sono por causa do horário. Deveria lembra-la de que seus horários estavam trocados e que nenhum corpo, por mais forte que fosse, aguentaria aquela troca deliberada por muito tempo. Até trabalhadores noturnos humanos tinham sua noite de descanso.

Pegou-a no colo, vestiu a roupa íntima nela e subiu as calças com o poder mental. Transformando-se em névoa levou-a para seu quarto e a depositou no caixão florido, cobrindo-a com um edredom e fechando a tampa. Depois de se limpar apropriadamente voltou ao escritório e passou as horas seguintes analisando os papéis sobre os ataques.



Notas finais
Notas:
1-Então,né?Aqui Van Helsing,que normalmente é citado como avô de Integra é colocado como tataravô dela.O motivo?Cada geração engloba cerca de três gerações,e tanto no livro quanto no filme Van Helsing é descrito como alguém que já passou dos cinquenta e a história se passa em 1897 e "Hellsing" em 1999,portanto me é muito estranho que as pessoas digam que ele é avô dela(excesso do filme com o Hugh Jackman,onde o Van Helsing é todo fodão,com seus trinta e poucos anos,com o perdão da palavra).Além disso é dito no livro que ele teve um filho,mas que morreu.Contudo nesta fic vamos fingir que isso não aconteceu.
2-Eu sei que muita gente adota o nome Doamnei(é assim mesmo que se escreve?) como sendo o nome da primeira esposa de Vlad III.Venho-lhes avisar que estão corretos quanto à informação de que o verdadeiro nome dela é desconhecido,mas o filme(porque o livro não tem essa pegada romântica) adota o nome de Elisabeta,então é esse que irei utilizar daqui por diante.
Como fiquei muito triste com os poucos reviews que recebi do capítulo 4,vou lhe rogar uma praga "malígrina" (pro pessoal que não comenta):
Caso não comente nessa fic,você vai ganhar todos os DVD's com todos os episódios do seu anime favorito.
Mas no mesmo dia,algum parente extremamente religioso vai aparecer na sua casa bem na hora em que você estiver abrindo o pacote,gritar que é coisa do capeta e dizer que você tá possuído(a),jogar água benta em cima dos DVD's,derretê-los no fogo e atirar pela janela.
E depois vai ficar procurando o telefone do padre/pastor/bispo/pai-de-santo/médium/ou qualquer outra coisa para fazer uma sessão de exorcismo com você espumando de raiva e querendo matar todo mundo,gritando feito louco(a) e falando quase que em uma língua oculta.O filho funkeiro V1D4 L0K4 desse parente vai filmar e jogar no youtube,e no dia seguinte você vai passar a ser conhecido(a) pelo mundo todo como o caso mais famoso de possessão.
"Não creu neu, se ferrou. E pra quem ri de mim, minha vingança será malígrina!"