Casualty Of Love

24 Capítulo 24


Notas iniciais
Olá galera! Acredito que mais um ou dois capítulos finalizamos a história. Somos gratas pelos carinhos e por acompanharem. Esperamos que curtam o capítulo.
Bjs

A guerra havia chegado ao fim. Apesar de ter sido apenas algumas horas, tinha sido bastante violenta. Alguns moradores foram mortos, e algumas casas destruídas. A cidade havia saído bem intacta, contudo as tropas perderam muitos soldados.


O sol começava a se pôr quando todos os corpos foram removidos do campo de batalha. Dohko havia partido para o reino de Afrodite, que agora se tornaria uma província de Kamus. Como os dois reinos não eram tão distantes, era lucro para o grande imperador, que com mais essa guerra fazia seu nome.


Enquanto arrumavam a bagunça na cidade, Kamus finalmente teve seu momento de paz com seu amado. Primeiro Jabu, e agora Afrodite. Kamus começava a se sentir incapaz de proteger Milo, como havia prometido.


— Kamus? Porque está assim? — Milo tocou nos ombros do noivo, que estava na sacada do quarto olhando para a cidade comemorar o fim da batalha e a vitória. — A cidade está praticamente inteira, além de ter ganhado a nova província... Então porque está assim?


Milo tinha um olhar carregado de preocupação. Desde que haviam voltado para o castelo Kamus tinha entrado em uma reunião atrás da outra com Saga e Kanon. Quando anoiteceu voltou totalmente estranho para o quarto. Não encarou Milo.


— Sou um incapaz Milo! Desde que você está em meus braços tem sofrido constantemente. Não sei se sou merecedor de seu afeto e nem consigo manter minha promessa de mantê-lo seguro. — Kamus finalmente virara para encarar Milo.

— Ei! Que isso Kamus. Então quer dizer que meu amor se resume a muros? E proteção? Não é assim! Quero você... Seu coração! Ser você não consegue me proteger, então que tal nos dois juntos tentarmos? Agora pelo menos olhe nos meus olhos. — Milo falou puxando a face cansada de Kamus para si.


— Você não está entendendo Milo, talvez seja melhor que more escondido com seus irmãos, e com nosso filho...


— Não ouse termina essa ideia insana! Ser não for para criarmos juntos está criança, faço o aborto. — Milo disse sério mostrando que não estava brincando.


Milo sabia que realmente nunca ia conseguir fazer aquilo, que ameaçava Kamus. Sabia que o ruivo era teimoso feito uma mula, e que às vezes só via o que estava a sua frente sobre pressão.


— Milo, só estou pensando no melhor para você! — Kamus falou abraçando o pequeno sentindo o cheiro de seu cabelo.


— Só você é o melhor para mim! Acha mesmo que a essa altura do campeonato nos dois conseguiríamos viver longe um do outro?


Finalmente as palavras de Milo pareciam fazer algum sentido na mente de Kamus. O imperador parou de argumentar e tomou os lábios do menor para si.


Quem estava querendo enganar? Ele não conseguia mais pensar em respirar longe de Milo.


— Vamos nos divertir enquanto podemos, pois daqui a pouco essa barriga aqui vai crescer e vai ficar de seca. — Milo falou brincando e rindo abertamente, ao que Kamus o pegou no colo e guiou para cama.


Os dois eram jovens e ainda iriam aprender muito um com o outro, mas mesmo assim, naquele momento se queriam conhecer seus corpos mais uma vez.


–oo0oo-


— Mu, precisamos conversar! — Kanon falou assim que entrou no quarto.


— O que aconteceu dessa vez? — Mu tinha uma expressão cansada. Aquele dia havia lhe tirado qualquer fio de vitalidade, e tudo que queria agora era dormir ao lado Kanon.


— Calma, não é nada de ruim, mas vai mexer com as nossas vidas, e eu quero saber sua opinião. — Kanon falou sentando na cama e trazendo Mu para seu colo.


— Kanon você sabe que com “tomar decisões importantes”... E eu sou novo! — Mu falou inseguro sem nem saber do que ser tratava.


— Mas são nossas vidas! Não vou escolhe sozinho. — Kanon tocou na bochecha de Mu o encará-lo.


— Mas...


— Posso falar primeiro, depois você decide se consegue dar sua opinião? — Kanon perguntou calando o pequeno com um rápido beijo.


— Ok! Fale. — Mu respirou fundo e esperou pelo que pudesse vir.


— Kamus pediu para Saga e eu ficarmos responsáveis por sua nova província que antes era o reino de Afrodite. Como eu e Saga já cuidamos de um povo, Kamus nos julga os melhores para isso, sem contar que nunca poderíamos traí-lo, por estar em família duas vezes. Você e eu, além de Milo e ele. Sem contar que todos que eram do nosso esconderijo, poderiam ir morar agora nessa província. — Kanon falou tudo pausadamente. Não que Mu fosse bobo, mas ele queria que o menor entendesse cada ponto daquela proposta.


— Contudo como não é uma vida fácil de levar, não vai ser mais aquela casinha ou a tão prometida paz. Então o que vás querer fazer?


Mu passou um longo tempo refletindo em cada palavra que Kanon disse.


— O que Saga e Shiryu vão fazer?


— Os dois aceitaram! Saga julga que será melhor para ele viver em um local maior e com tudo a disposição de Shiryu! E ele falou que fará o que Saga decidir. Mas eu quero saber de você Mu, qual é o seu desejo?


— Os dois aceitaram! Saga julga que será melhor para ele viver em um local maior e com tudo a disposição de Shiryu! E ele falou que fará o que Saga decidir. Mas eu quero saber de você Mu, qual é o seu desejo?


— Eu... Quero está ao seu lado. — Mu disse. Ele arrastou na cama até sentar no colo de Kanon, com as pernas ao redor dos quadris dele. Seus dedos longos brincaram com os fios loiros e seus olhos verdes encararam as belas safiras.


— Quero um lugar com você... Construir uma família... — Kanon disse arrastando a ponta do nariz no do pescoço de Mu.


Tão preocupados com seus pensamentos, ele não percebeu Kanon deitou na cama ao seu lado até que ele sentiu uma mão quente em seu queixo. Kanon puxou a face de Mu para enfrentá-lo e colocou um beijo carinhoso na testa.


Mu mover-se abraçando Kanon, pressionando-se o mais próximo possível de seu amado. Ele fechou os olhos e sufocou qualquer som em sua garganta.


A necessidade de agradar o seu amado sobrecarregou-o Mu sentiu que ia enlouquecer com ele. Se ele soubesse por onde começar.


― Preciso de você!― Ele disse enterrando seu rosto na curva do pescoço de Kanon e inalou profundamente.


Seu pênis pulou e sua boca ficou úmida diante o perfume inebriante de sândalo e baunilha. O cheiro delicioso de seu amado tinha torturado durante anos, fazendo-o ansiar por algo que ele não poderia ter.


― Então o que é? ― Kanon enfiou os dedos nos cabelos de Mu e começou a massagear o couro cabeludo. ― Você sabe pode me dizer o que quiser.


Sim, Mu sabia que ele podia. Até então Kanon sempre ofereceu prazer a ele, mas dessa vez, ele queria doar ao amado.


― Eu só não quero que você se decepcione. Eu quero que nós estejamos juntos, mas eu não sei como fazê-lo bom para você.


Ele sentiu um puxão em seu cabelo e levantou a cabeça para olhar seu amado nos olhos. ― Duvido que haja qualquer coisa que você possa fazer que eu não gosto ― Kanon disse sério. ― Estou mais interessado na parte juntos. O resto vem como bônus.


― Diga-me o que fazer.


― O que você quiser bebê.


― Não. ― Mu balançou a cabeça. ― Eu quero chupar seu pau. Diga-me como você gosta.


As narinas de Kanon se dilataram e um grunhido suave emanou de sua boca. Ele avançou até o colchão até que ele se encostar à cabeceira da cama. Jogando de lado os cobertores, ele gesticulou em direção a sua furiosa e dura ereção.


― Já que você quer tanto, terá que usar seus instintos, não tenho controle para explicar. Apenas guie a parte A. ― Apontou para a boca. ― Na parte B. ― Indicou seu falo.


Balançando a cabeça uma vez, Mu balançou ao redor até que ele estava deitado entre as coxas de seu amado. Suas mãos tremiam quando ele estendeu para o falo, e seus dedos passearam em torno do eixo pulsando Kanon. Ele pulou quando Kanon gemeu alto e empurrou seus quadris para cima.


Mu acariciou a carne túrgida com a mão, adicionando um pouco de força na cabeça, do jeito que ele gostava quando ele se masturbava. Da fenda o líquido perolado precipitou de maneira fascinante e ele queria prová-lo.


Olhando nos olhos de seu amante, ele disparou sua língua para fora, passando sobre a ponta do pau. O sabor salgado com pitada de doce explodiu em sua língua, puxando um gemido involuntário do peito de Mu. Kanon tinha um gosto incrível, e ele queria mais.


Segurando a base do pênis Kanon choro e agitação em torno da coroa, a cabeça esponjosa.


A eletricidade correu o corpo de Mu ao longo de sua coluna e calor combinado em sua virilha, quando quase veio. A quente e molhado da carne em seus lábios pareciam levá-lo ao paraíso.


Os quentes lábios tomaram a ponta de sua ereção deslizaram pelo eixo até que seu nariz pressionou na base contra os cabelos encaracolados do baixo-ventre de Kanon.


Mu não perdeu tempo, empregou um ritmo constante, com os lábios e mãos. Kanon maravilhou com a cena da boca de seu amado dando as boas-vindas, o rosto do olhar feliz e Mu como ele fechou os olhos e gemia em torno de pau de Kanon.


A visão, os sons, as vibrações leves de corrida para baixo o seu eixo, empurrou Kanon mais perto da borda até que ele segurou os lençois abaixo dele, tremendo com o esforço para permanecer imóvel.


Seu amante levou para o fundo da garganta e engoliu novamente, contraindo a garganta. Kanon gritou e empurrou seus quadris, empurrando o pau mais fundo na boca de Mu. Ele não podia esperar mais.


Segurou os cabelos de Mu, ele deu um puxão forte, mas seu amado não parou.


Mu balançou a cabeça e redobrada seu empenho, sugando mais forte.


― Ah, foda-se, bebê. Eu vou... Você tem que... Oh, foda-se!

Mu enterrou o nariz contra a virilha do Kanon, ao que sua mão apertou as bolas, rolando-as delicadamente com os dedos longos.


Kanon sentiu se baixo ventre pressionar, a pressão construíu em seu saco, e a eletricidade disparou em linha reta pela espinha acima. Ele rugiu como ele segurou a cabeça do de Mu volta em ambas às mãos, empurrou seu pênis tão profundamente na garganta como podia, e estourou como um gêiser.


Uma vez que ele tinha passado a si mesmo, Kanon caiu para trás contra a cama, com seu corpo se contorcendo com tremores. ― Porra, cara. ― Ele ofegou. ― Onde diabos você aprender a fazer isso?


Mu sentou-se e limpou o canto da boca com o polegar. Ele apenas deu de ombros e sorriu. ― Instintivo, certo?


― Precisa de mim para cuidar de você? Vem cá. ― Kanon puxou Mu a ele. De maneira nenhuma ele poderia mover agora.


Mu, porém, arrastou para o seu lado da cama. Seu rosto corou, e ele balançou a cabeça. ― Eu... Foi bom para você? ― Ele murmurou.


Kanon não conseguiu conter o sorriso. ― Isso foi quente.


Colocando-se atrás de seu amado, ele rodeou Mu com seus braços e puxou contra o peito. Não podia acreditar como sua vida mudará nos últimos tempos. Nunca teria dito que se apaixonaria pelo principe que seguestrou, ou que teria uma vida ao lado dele.


Pela primeira vez em sua vida longa e miserável, Kanon sentiu em paz.


Seu corpo estava saciado e relaxado, ele finalmente tinha sua alma gêmea, e tudo estava bem no mundo.


Ele apertou Mu suavemente e beijou a pele macia no pescoço do amante e nas costas. ― Eu te amo, bebê.


― Te amo, também. ― Mu bocejou.


–oo0oo-


― Saga o que está fazendo? ― Shiryu indagou incerto. Ele sentiu o toque dos lábios de Saga descer por seu pescoço.


Por mais que o homem já tenha lhe feito diversas juras de amor, Saga nunca passou dos mais simples e amistosos toques. Shiryu às vezes se deixava pensar que o mesmo não sentia desejo por seu corpo, mas o jovem cego também não sabia como reagir, era virgem.


― Estou lhe amando! ― Saga falou mordendo levemente o pescoço do jovem de fios negros. Com as mãos agis abriu os botões do pijama do mesmo, deixando exposto um corpo magro, porém o corpo mais belo que Saga já tinha posto os olhos.


― Saga o que eu devo fazer? ― A voz de Shiryu mostrava toda sua incerteza e dúvida. Não negava nada ao outro homem. Sabia que ria ficar bem nos braços do mesmo, o único problema era que Shiryu também queria dar prazer a Saga, mas não fazia a mínima ideia de como fazer aquilo, e sua cegueira não ajudava muito.


― Nada! Apenas aproveite o momento, e descubra mais de seu próprio corpo!


Saga desceu seus lábios para um dos botões rosa de Shiryu, mordendo de leve o mesmo, vendo-o ficar eriçado, só divertindo o mais velho.


Tanto Saga quanto Shiryu já tinham os membros para lá de despertos.


― Saga eu não sei o que está acontecendo comigo! ― Shiryu era tão puro quanto Mu e todas as sensações que estavam passando em seu corpo lhe davam certo medo.


― Fique tranquilo, isso e só a prova que nossos corpos combinam. ― Saga falou indo brincar com o outro mamilo de Shiryu.


― Mas... Ahh... ― O pequeno não detinha mais os seus gemidos, e cada doce som que saia da voz era como o afrodisíaco mais poderoso para Saga. Este lutava contra sua própria vontade, para não avançar no menor.


As mãos de Saga desceram até o cós da calça de Shiryu começando a baixá-las, por um momento o menor colocou mão, como se quisesse deter Saga, contudo depois a removera, sem falar nada.


― Shi! Se não tiver pronto e só me falar que espero! ― Saga tinha um tom de preocupação na voz, não queria forçar o menor a nada.


― Não! Eu quero... E só... Tudo tão novo! ― Shiryu tinha as bochechas coradas. ― Por favor!


Shiryu nem sabia ao certo o que estava falando, mas não queria que o mais velho parece ou que o mundo estivesse acabando a sua volta. Seu corpo estava exigindo por toques do bandido, que salvara sua vida.


Saga sorriu para o menor. Pena que Shiryu não podia ver sua própria beleza. Seus cabelos negros bagunçados, com a pele branca e bochechas coradas, realmente era uma tentação.


Saga jogou a calça do menor em algum canto do quarto, O que não importava naquele momento, enquanto se alojava no meio das pernas do mesmo.


Saga se curvou ficando de cara com o belo buraco do menor. O casulo que, o gritava pelo falo de Saga.


Saga pegou a garrafa de óleo na cabeceira. E começou a molhar os dedos com o líquido viscoso, ao que intercalava em morde o ombro de Shiryu. Que naquela altura gemia por qualquer toque.


O loiro levou uma de suas mãos para a entrada do menor, porém antes de começar a penetração, começou uma leve masturbação no falo retirando qualquer gota de sanidade do moreno.


Sentindo o membro em suas mãos, Saga começou a pressionar seus dedos na entrada do menor, que aos poucos fora cedendo a suas investidas.


Shiryu podia dizer que naquele momento sua mente já não estava mais naquele mundo, seus gemidos só aumentaram quando o mesmo sentira o segundo e o terceiro dedo dentro de si.


― Saga! ―Shiryu quase xingou o homem quando sentiu os dedos saírem de si e os movimentos pararem.


― Calma! O melhor vem agora. ― Saga sorria. Shiryu era uma graça estressado, na verdade Saga não conseguia ver o outro feio.


O ex-bandido levou as perna do jovem cego para a sua cintura, e lentamente começou a penetração. Vendo que no rosto de Shiryu começava a ter umas rugas de dor, contudo o mesmo ainda gemia de prazer.


Quando Saga se vira totalmente dentro do menor, deu um tempo para os dois respirarem. Sabia que Shiryu era virgem e não queria machucá-lo em nem um momento.


Vendo que o mesmo logo pedira mais de si começando a rebolar, Saga começou a movimentar. Adorava saber que Shiryu estava aproveitando e tomando suas iniciativas.


Logo os dois corpos estavam sincronizados. Saga voltou novamente para uma das suas mãos para o falo do menor, começou a massagear. As vozes dos dois poderiam ser escutadas através das paredes grossas do quarto, mas eles não se importavam.


― Sa... Ga! ― Não demorou muito tempo para as costas de Shiryu envergassem, e seu sêmen pular na mão de Saga, guando o mesmo tocara em seu ponto doce.


Com o aperto do menor no pênis de Saga, ele seguiu o jovem no orgasmo que quase fora junto.


Os dois caíram com tudo no colchão que já estava pedindo por clemencia, mas ambos só tinham sorrisos no rosto.


― Gostou? ― Saga perguntou puxando o menor para si.


― Sim! Vamos repetir? ― Shiryu perguntou virando o rosto para frente de Saga!


― Tinha que ser meu companheiro! ― Saga beijara Shiryu enquanto uma gostosa risada saia de sua garganta.


Shiryu não entendeu bem o porquê da risada de Saga, mas se o outro estava feliz, ele não se importava nem um pouco.


Continua...