Casualty Of Love
23 Capítulo 23
Notas iniciais
Mas ainda não e o fim então aproveitem cada palavra e se divirtão!
Não sei mais o que falar!
Boa leitura!
XOXO
Capítulo 23
Kamus escutou algumas batidas desesperadas na porta. No começo as ignorou. Não queria sair da cama, estava tão gostoso com seu anjo loiro em seus braços, contudo as batidas continuaram retirando todo o seu humor.
Vestindo uma calça de tecido fino, Kamus levantou da cama, e sua expressão não era agradável. Em seus pensamentos estava matando gatinhos, e pobre coitado que estiver atrás da porta.
Sem muita paciência Kamus abriu com tudo a porta do quarto e deparou-se com Dohko totalmente exasperado.
— Diga! — Kamus disse permitindo o general a falar.
Quando Kamus viu o estado de Dohko soube que algo de errado. Conhecia o homem que era seu braço direito.
— O exercito do príncipe Afrodite está à uma hora do palácio, justo no portão leste. Enviei um grupo para falar com o general deles e entender bem o que está ocorrendo, e nem todos retornaram! — Dohko disse cada palavra com calma, mostrando bem a situação crítica.
— Maldição! — O imperador deu um soco da parede ao seu lado. Seu rosto mostrava toda sua raiva. Agora o príncipe Afrodite iria saber quem era Kamus. — Junte todos do exercito! Acorde meu primo, e ordene que Kanon e Sagas fiquem aqui com Milo. Tenho certeza que Afrodite vai vir atrás dele assim que puder.
— Senhor, você vai confiar neles?!
— Claro! Eles são irmãos! Ande, faça o que mandei, estou indo para o ponto de encontro das tropas. Não demore! — Kamus falou adentrando novamente no quarto vendo Milo dormindo serenamente.
Kamus ficou com um aperto no coração. Por anos não tivera um problema como aquele, e agora que finalmente estava em paz consigo mesmo, uma guerra se formava em seu quintal.
— Meu anjo acorde! — Kamus falou dócil. Escondeu sua fúria que estava sentindo naquele momento.
— Não... Não! Mas cinco minutos! — Milo virou para o outro lado, se encolhendo na cama, totalmente inerte ao que estava acontecendo.
— Milo, ande acorde! — Kamus com calma, por mais que lhe preocupasse.
— Kamus? O que foi?! — Assim que seus olhos tomaram foco das coisas, o semblante de Kamus diferente de sua voz, mostrava toda sua preocupação.
— Estamos com uns problemas! Estávamos debaixo de um ataque. Preciso que faça algo para mim! Seus irmãos viram cuidar de você, e se algo sair ruim quero que coloque sua segurança acima de tudo. — Kamus falou pausadamente para Milo entender tudo que estava havendo ali.
— Não Kamus! Vamos fugir. Mande outro em seu lugar! Não quero te perder... Justo agora que voltamos a ficar juntos. — Milo abraçou o corpo de Kamus. Não queria que ele fosse.
Aquele ato de Milo, apesar de ser apreciado por Kamus, naquele momento não estava ajudando muito.
— Pequeno, sou o rei desse povo, se não estou lá quem vai motivá-los a lutares pelas minhas causas? Eh? Eu não posso fugir, mas meu coração o tempo inteiro vai estar aqui com você e com nosso filho. — Kamus retribuía o abraço de Milo.
— Kamus prometa voltar! Prometa voltar para seu filho. — Milo olhou nos belos olhos verdes de seu amado como se quisesse memorizar pela última vez.
— Você acha que vou perder o nascimento de meu filho? Nunca! — Kamus sorria tentando passar confiança ate para si mesmo. — Diga que não vai fazer nenhuma besteira e que vai ficar protegido! E vai obedecer aos seus irmãos!
— Agora você confia neles?!
— Se você confia neles, também confio!
— Eu te amo tanto! — Milo falou aproximando seus lábios dos de Kamus.
— Eu também meu anjo!
Kamus e Milo trocaram um beijo apaixonado, com medos e aflições e já carregado de saudade.
— Agora tenho que me arrumar quanto mais cedo eu for mais cedo voltarei!
— Kamus, — Milo chamou o ruivo, tendo atenção dele. — Se você se ferir ou não volta para mim, juro que arranco seu coro fora. — Disse com os olhos estreitos.
O imperador deixou um sorriso surgir em sua face. Ele caminhou de volta ao loiro e inclinou para frente. Seus lábios tomaram com doçura e paixão a boca de Milo. Sua língua buscou espaço. Somente quando ambos ficaram sem ar, se separaram.
— Não quer que isso aconteça, não é? — Kamus disse com um sorriso nos lábios.
— Não! — Milo murmurou aéreo, devido ao efeito do beijo.
Um toque na porta chamou a atenção de Kamus e Milo, e ao olharem para o local, depararam com algumas figuras.
— Juram que darão suas vindas para mantê-los a salvos! — Kamus disse firme para os gêmeos.
— Com toda nossa honrar! — Saga e Kanon disseram juntos.
Kamus olhou última vez para Milo, e partiu do quarto para se preparar para a guerra. Milo com os olhos repletos de lágrimas encarou os irmãos.
Kanon foi o primeiro a se mover e abraçou o irmão casula. — Ei, seu rei ficará bem... Ele é o homem mais forte e teimoso que já vi... E ama vocês! — Disse gentil.
— Espero! Não posso viver sem ele. — Falou entre lágrimas.
— Agora enxugue as lágrimas e se vista! Aqui é meio óbvio se formos invadidos.
Milo ainda que relutante fez conforme seus irmãos pediram. Ele se arrumou com a roupa mais confortável que encontrou e por cima de tudo, colocou um dos casados de ruivo, assim sentiria o perfume dele e manteria a calmar.
Assim que achava pronto, foi guiado por seus irmãos pelos corredores do castelo, que estava em plena agitação. Tão logo chegaram aos aposentos de Kanon, encontram com Mu, Shiryu, Marin, Shun e Hyoga.
— Toda cavalaria! — Milo brincou. Ele foi abraçado por seus amigos gentilmente.
— Claro! — Mu disse.
— Fiz algumas provisões... Comida e cobertores quentes. — Shun disse tendo em mãos duas mochilas.
— Para onde iremos? — Milo indagou curioso.
— Hyoga conhece muito bem o castelo já que cresceu aqui... — Mu disse orgulho do sobrinho.
— O local é velho, assim tem várias passagens secretas, mas somente a família real e general conhecem! Estaremos seguros! — O príncipe Hyoga disse. Ele mantinha ao lado de Shun, e segurava a mão do pequeno, algo que não foi passado despercebido pelos demais.
— Vamos! Não podemos perde tempo. — Saga disse. Ele foi até Shiryu e segurou a mão do amado, de maneira alguma ia permitir que ele se machucasse.
Assim, Milo ao lado de Marin, e o restante em casais, eles seguiram sendo orientados por Hyoga. Após alguns corredores entraram no quarto destinados a jogos de tabuleiro. Saga trancou a porta e colocou um pesado móvel atrás da mesma com ajudar de Kanon. Hyoga foi até um grande quatro e o moveu, o que permitiu que do lado contrário uma porta falsa abrisse.
— Uai, tipo castelo assombrado! — Shun disse abismado, mas empolgado.
— Fique perto! — Kanon disse. Ele pegou uma das velas acesas do lugar. Assim que todos entraram, como magica, a porta falsa fechou. Saga e Kanon pegaram algumas tochas no local, e usando o fogo da vela, as acenderam permitindo iluminar o caminho.
Saga entregou a dele para Hyoga que ia à frente com Shun segurando sua mão. No centro ia Milo e Marin, e Saga com Shiryu bem perto de si. Kanon ia atrás segurando a outra tocha com Mu ao seu lado.
Todo trajeto foi feito em silêncio. A tensão e medo do momento não permitiram falar nada, cada um perdido em seus pensamentos.
Eles andaram por alguns corredores, viraram várias esquinas, e quando Milo ia dizer que estavam perdidos e morreriam ali, avistaram algumas caixas e depois dela uma verdadeira sala. Apesar da poeira, o lugar estava até bem arrumado. Havia dois sofás, uma poltrona e uma cama grande. Além de um armário, uma mesa com quatros cadeiras, livros, jogo de tabuleiro e espadas.
Todos olharam para Hyoga, e antes que indagasse este falou:
— Digamos que vinha muito aqui, e acabei criando meu cantinho! — Falou dando de ombros. Ajudou Shun a levar as coisas até a mesa, e começaram a desempacota as coisas. Levaram comida suficiente para dias, nunca se sabia.
Marin levou Milo até a cama. — Descanse um pouco! Precisa se cuidar por causa de seu filho! — A ruiva disse gentil. Ela deitou abraçando Milo e começou fazer caricia em seus fios loiros.
— E se eu perdê-lo... Não posso vive sem ele... — Resmungou incerto.
— Ele é forte, voltará para vocês! — Ela disse.
Todos estavam tensos, e não era para menos, mas confidentes que seriam os vencedores.
–oo0oo-
Tão logo Kamus encontrava com seu exercito. A frota era bem treinada e equipada. Não era todos os dias que Kamus colocava seu povo em uma guerra, contudo sempre esteve muito bem militarmente.
Ter tal poder militar era uma forma de proteger seu povo e ainda deixar um aviso aos outros países, pena que Afrodite resolveu ignorar.
Um som de trombeta foi tocado pelos quatro cantos da cidade, avisando a população do perigo, para que não saíssem de casa e não serem loucos de passarem pelos muros.
Naquele ponto a cidade também tinha um código para com a população. A cada toque queria dizer algo. Era uma forma rápida e eficiente de alerta a população e assim evitando perda de vidas inocentes.
O sol raiava no horizonte e as tropas de Kamus começaram a se movimenta para o portão leste. Os arqueiros já estavam posicionados, e ao longe se via os inimigos se aproximando.
O imperador olhou para o enorme grupo ao seu redor. O ruivo era, excelente estrategista de guerra. Para ele o primordial era agir de maneira que vidas fossem poupadas.
A tropa frontal começou a marchar na frente de Kamus, em poucos minutos a guerra ia começar bem na sua frente.
Quando Dohko acenou para o exercito, um grito de guerra soou. O imperador Kamus mostraria de onde vinha seu apelido. Coração de gelo. Ele deixou qualquer preocupação de lado e concentrou na batalha a sua frente, visto que vidas dependiam de sua vitória.
O tinido das espadas, as danças das flechas e gritos de dores e desesperos jaziam presentes. Os ruídos resumiam viver ou morrer, e a escolha de Kamus já havia sido feita.
Os arqueiros faziam bem seu trabalho sincronizado e acertavam uma grande quantidade de alvos. Assim que as tropas inimigas vinham para o ataque, já muitos tinham alguma lesão ou perda do cavalo.
Contudo Matteu, ou Mascara da morte, não era um general de se jogar fora. As catapultas jogavam bolas de fogo no muro da cidade, fazendo ferindo e destruindo casas.
Com número os exércitos similares. A persistência e esperteza ditariam o ganhador.
O imperador Kamus sabia que tinha homens leais e que amavam sua cidade, então podia confiar a guerra a eles.
Ele não pensou duas vezes. Tão logo encontrou com o General Mascara da Morte e levantou sua espada contra ele. O mesmo detinha um sorriso insano nos lábios e não era alguém para se descuidados.
Como se parecesse mágica o caminho dos dois ficaram praticamente livre, dando assim o começo da briga.
— Uma honrar lutar contra o rei de coração de gelo! Será que quando matarmos seu amante continuará sem emoção? — Mascara soltou risadas insanas. Com ardor, ele provocava Kamus, enquanto as espadas se chocavam.
Kamus sabia que Mascara só estava lhe provocando, mas não podia deixar de ficar irado. Ninguém falava de Milo. Só que não poderia deixar isso subir a sua mente e atrapalhar seus ataques.
–Vejo que não es precioso aquele menino, acho que pouparei a vida dele, ficaras bem em minha cama – Mascara não parava com a provocação, tentando despertar qualquer reação de Kamus.
As sobrancelhas de Kamus enrugaram mostrando seu desgosto pelas palavras de Mascara.
— Não passa de uma concubina do príncipe mimado! Quer falar de ter alguém em sua cama? — Kamus ironizou as palavras de Mascara mostrando toda sua superioridade.
Mascara parou de rir e seus ataques começaram a ficar mais agressivo, e menos racionais. Kamus sabia que havia acertado no ponto fraco só não sabia como tinha feito isso.
— Rei de merda! — Matteu gritou. Ele ergueu sua espada e tornou a vida de Kamus mais dura.
— Toquei em sua ferida! — Kamus disse.
Não muito distante dali, Dohko lidava com Shura. O ex-ladrão batalhava arduamente, mas jamais teria chance contra a experiência do General de Kamus, assim com mais alguns golpes, ele recebeu um ataque em sua perna o que serviu para distraí-lo e Dohko deu uma coroada em sua nuca, o nocauteando. Não o matou, mas garantiu que ficasse desacordado.
Dohko garantiu que Shura fosse amarrado e preso, deu as ordens para alguns soldados o levar preso, ao que partiu para atacar mais inimigos.
Caos era instalado. Um mar de sangue formava sobre o campo de batalha, e vidas eram ceifadas.
–oo0oo-
— Esta demorando! — Milo resmungou pela décima vez. Impaciente ele andava pelo local sem rumo definido. Horas ali, estava pronto para surta.
— E uma guerra, pode levar dia! Seria bom se acalmasse. — Hyoga disse calmo. Ele achava sentado no sofá e Shun encontrava entre suas pernas e encostado em seu corpo.
— Fácil para você falar! Não é Shun que está lá fora e correndo risco de morrer. — Milo disse áspero. Ele levou suas mãos ao ventre e acariciou. Em seu coração rezava para Kamus sair vitorioso.
— Ele ficará bem! Kamus é forte! — Mu ditou. Ele encontrava jogando uma partida de xadrez com Shiryu, o jovem poderia ser cego, mas tinha uma noção perfeita de movimentos.
Os gêmeos encontravam apostos, sempre atentos a qualquer barulho.
— Relaxe, ninguém encontrara esse lugar! — Hyoga disse confiante.
Como se fosse uma praga para sua alta confiança um som fez presentes. Todos colocaram se apostos. Os gêmeos sacaram suas espadas, e Hyoga colocou os outros cincos escondidos atrás de umas grandes caixas de madeiras.
— Achamos! — Alguém gritou. Tão logo três soldados inimigos apareceram e Kanon, Saga e Hyoga começaram a duela com eles. Como haviam descoberto o esconderijo, não faziam a mínima ideia, apenas tinha certeza que ali não era mais seguro.
— Merda! — Milo bradou. Agoniado. Ansioso por ajudar, pegou uma viga de madeira perto de si e a segurou como uma espada. Não tinha uma noção de lutar, mas na certa não deixaria ser pego.
Mais soldados surgiram, ele passou a lutar contra eles, batendo sem se segurar. Mu e Shun pegaram tudo que viam no caminho e passaram a jogar nos soldados.
Um verdadeiro caos se instalou. Gritos e pontapés se fez presente, quando as coisas finalmente pareceram acalmar, que os gêmeos e Hyoga conseguiram nocautear os invasores, o grito de Marin quebrou o lugar.
— Milo!
— O que foi? — Kanon indagou preocupado. Seus olhos varreram o lugar para conferir se todos estavam bem, e não localizou seu irmão menor. — Cadê ele?
— Um dos soldados o levou! Bateram nele na cabeça e desmaiou, e o levou! Eu tentei impedir, mas... — A ruiva entrou em total desespero.
— Hyoga, leve todos daqui! Para um lugar seguro e com guardas, vamos atrás de Milo! — Saga ordenou firme.
— Não... Não quero que vá! — Shiryu disse choroso. Ele agarrou a blusa de Saga como se sua vida dependesse disso.
— Eu ficarei bem Shiryu! — Saga disse tocando a face do moreno. Tomou seus lábios em um beijo doce e afagou seus cabelos.
— Eu te amo, e logo voltarei para você! — Disse afastando de Shiryu. Viu seu irmão despedisse igualmente do amado. Após olhar aqueles que detinham seus corações mais uma vez, os gêmeos saíram rumo ao irmão. Precisava salvar Milo de todas as maneiras.
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Afrodite estava a ponto de ter um ataque. De seu cavalo acompanhava a batalha. Mesmo naquele emaranhado de olhos e tinidos de espadas, ele podia capta que os seus soldados estavam perdendo.
Ele grunhiu em frustração. As coisas não eram para ser assim, ele deveria ser o ganhador. Estava pronto para descer e retalha a cabeça do imperador Kamus, quando seus olhos captaram um dos seus soldados, e quem ele tinha nos braços. Um sorriso malicioso surgiu, e Afrodite saiu em disparada para pegar seu pacote especial.
Logo mais adiante, enquanto Kamus lutava com Mascara, visualizou seu amado nos braços do soldado inimigo. Seu coração disparou em dor. Moveu para ir atrás, mas Mascara se colocou em seu caminho, o impedindo.
— Indo a algum lugar? — Provocou vitorioso, crente que a guerra seria deles agora.
— Saia do meu caminho! — Kamus bradou movendo sua espada contra o general. Mas não estava fácil desviar Matteu de si. Kamus vacilou um movimento, e quando a espada de Mascara vinha para si, outra entrou na batalha.
— Vá majestade! — Dohko disse.
Mascara furioso tentou impedi a fuga do imperador, mas o General Dohko mostrou que quem seria seu oponente era ele, e que não o deixaria interferir nos assuntos do imperador ruivo.
Ser via Kamus correndo com a espada de um lado e Afrodite seguia no seu cavalo de outro. O impasse era real, em quem alcançaria primeiro.
Antes que o soldado continuasse, Milo pareceu desperta. Viu-se em meio à guerra e nos ombros de um desconhecido. Ele começou a balança as pernas e braços. Acabou desequilibrado o soldado, e caiu no chão.
Milo afastou e tateando o chão. Ao encontrar um cabo de espada, ele a ergueu contra seu agressor.
— Se afaste! — Gritou. Suas duas mãos seguravam a espada como se sua vida dependesse disso, e realmente era.
— E uma putinha mesmo! Acha que conseguirá escada o rei Afrodite matará seu rei e o fará um de seus prostitutos. — O soldado disse vitorioso.
— Mentiroso! — Milo gritou levantando. Ele moveu a espada contra o soldado, mas esse desviou. O mesmo foi desferi um golpe contra o loiro, mas tudo que conseguiu como premio foi uma espada em seu coração.
— Não ouse tocar no que é meu! — Kamus disse altivo. Assim que o corpo do soldado caiu, Milo correu até ele e o abraçou.
— Kamus... Acabe com essa guerra. — Milo pediu choroso.
Afrodite finalmente os alcançou, e pulou do cavalo correndo até Kamus com sua espada em punho, mas foi impedindo no caminho por Saga. — Seu oponente serei eu! — O gêmeo disse começando a duela contra o rei Astoria.
— Saia do meu caminho! — Afrodite disse frustrado.
— O leve daqui! — Kamus disse para Kanon empurrando Milo para ele.
— Não... Vem também... — Milo choramingou agarrando-se ao ruivo e não querendo deixá-lo ir.
— Por favor, querido! Vá! Por nosso filho. — Kamus apelou para o loiro.
— Não fuja de mim! — Afrodite gritou e escapou de Saga.
Ele ergueu sua espada em sentido a Milo, mas Kamus moveu virando o amado, e colocando-se como escudo. Milo gritou, e fechou fortes seus olhos.
O sangue jogou e os olhos azuis começaram a perde o brilho. O corpo lentamente caiu no chão, até que sua alma partiu.
Um grito se fez presente, e furioso, Matteu rumou para acabar com aquele que matou seu rei e amado, mas tudo que conseguiu foi a lamina da espada de Dohko. Ela perfurou seu peito, e ceifou sua vida.
Os soldados do reino de Tranaden gritaram em glória quando o rei e general
do reino inimigo foram eliminados. Os restantes dos soldados inimigos abaixaram suas armas dando por vencidos, e a gloria brilhou sobre o reino de Tranaden.
Continua...
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