Casualty Of Love
15 Capítulo 15
Notas iniciais
— Não quero que vá. — Milo ainda estava sonolento quando o imperador levantou da cama.
O sol não havia nascido, e a noite antes combate do Imperador fora regada de paixão e sexo, Milo estava com o cabelo bagunçado e uma grande cara de sono, deixando com um ar infantil, mas totalmente adorável.
— Não posso meu anjo! — O imperador sentou na cama fazendo carinho nos cabelos de Milo que se aconchegou para mais perto de si. — Tenho que ser responsável. Essa briga é mais minha do que qualquer outra pessoa naquele exército.
— Mas... — Milo sabia que não estava sendo justo, contudo estava cansado de ser abandonado. Por mais que soubesse que seria impossível Kamus não voltar para seu reino, ainda assim, uma dor assolava coração de Milo.
— Ei, porque não dorme? Ordenarei Marin e Shun para passar o dia com você, ao anoitecer prometo estar de volta, então faremos uma grande festa com o meu primo, sei que serão grandes amigos.
— Não mate ninguém Kamus, não mate ninguém. — Milo encostou a cabeça na barriga do amado e seus braços circularam sua cintura mesmo ainda deitada na cama. — Ser Mu e como, ele não gostara de saber que mataras por causa dele. Não quero sangue em suas mãos.
— Milo!
— Prometa meu senhor, apenas prometa! — Milo apertava mais Kamus em seus braços, sabia que não estava machucando o outro.
— Prometo! Agora tenho que ir! Quando mais cedo for mais cedo voltarei. — Kamus levantou o rosto de Milo para si.
Os dois trocaram um beijo doce, no qual ambos carregavam saudades. Kamus sabia que era perigoso carregar esses sentimentos por uma pessoa, mas ele não se importava não mais, estava cansado de perder as oportunidades de ser feliz, agora era sua vez, com seu primo ao seu lado, tudo estaria completo.
Era só isso que importava. Apenas isso.
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Havia acordado cedo depois de um momento mágico com o outro. Ao despertar foi mimado com beijos e doce palavras, fazendo vale a pena tudo que acontecera. Eles tomaram um relaxante banho juntos e tomaram café.
Quando o sol nasceu tudo mudou, Saga entrou afobado falando sobre algo de invasão e rapidamente Kanon se foi lhe deixando com uma adaga na mão. Não demorou em que gritos, sons de espadas, flechas ganhassem recinto. O forte poderia se forte
O príncipe não podia mais fica parado, escondido no quarto enquanto havia probabilidade de pessoas morrerem.
— Shiryu você escolhe! Ficar aqui é esperar Saga ou vem comigo! — Mu falou entrando no quarto do amigo.
Shiryu estava andando em círculos no quarto com as mãos cruzadas apertando o próprio braço.
— E claro que vou com você, mas irei te atrasar! — Shiryu não queria ficar para trás, mas não queria ser um estorvo.
— Atrasar nada! Vamos por um sapato e prende o cabelo. Temos que ajudar! — Mu falou ajudando ao amigo a se arrumar.
Com certeza quando a confusão acabasse os dois jovens receberiam uma grande bronca, contudo os jovens não queriam pensar nisso naquele momento.
O caos estava estalado no forte. Era uma grande correria, homens portando armas, gritos e sons de espadas em todo lugar. O forte resistia bem, mas suas barreiras não iriam durar para sempre.
No caminho dos dois, encontraram um grupo de crianças, com a ajudar das mesmas, começaram a seguir o caminho para a floresta onde as pessoas estavam indo para se refugiar. Era a melhor rota de fuga em casos extremos.
Mu ajudava a todos que podiam, mas em nenhum momento soltou a mão do amigo, podiam se perder do grupo, mas iriam ficar juntos.
As pequenas crianças pareciam já treinadas para aquela situação, não choravam e nem procuravam seus pais, e sim seguiam o caminho seguro junto aos dois jovens que confiavam.
Mu esperava estar fazendo o certo. A floresta era tensa, suas árvores de troncos grossos, e lodo alojado em algumas partes e caminhos fechados, mas mesmo assim conseguiram chegar ao acampamento de refugiado.
Somente mulheres, idosos e crianças estavam ali, posto que os homens e os jovens ficaram para lutar. Claro, ainda assim seu numero era pequeno para o numeroso exército que os atacavam.
— Mu... Será que aqui é seguro? Sinto sensação de perigo! — Shiryu ditou aflito.
— Também sinto! — O príncipe sussurrou. Temia pela vida daquelas pessoas e a sua própria. Queria viver para descobrir o que realmente sentia pelo criminoso Kanon. — Pessoal! — Gritou chamando atenção de todos. Sei que sou somente um prisioneiro e um príncipe... Muitos devem me achar mimado ou mesquinho, mas peço que me escutem.
Alguns resmungaram algo, todavia no final prestaram atenção no belo jovem. Ao menos no tempo que Mu ficara nas dependências do forte, alguns puderam descobrir que o jovem podia se gentil e honesto diferente do que imaginaram de muitos nobres.
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Uma nevoa de soldados hastearam a bandeira de Astoria marchavam em seus cavalos e invadiam os domínios do forte. O antigo castelo de pedra não conseguia impedir a invasão.
Pessoas simples, lavadores, ladrões, mendigos e saqueadores se armam com espadas, escudos e lanças e com bravura iam contra os soldados fortemente armados.
Mais que treino ou força, eles tinham a devida coragem em seus corações para defende os seus lares.
— Não deixem invadirem o portão secundário! — Saga gritou para um grupo que atirava flechas contra alguns batedores.
Kanon estava na arena maior lutando. Sua lamina rugia em fúria contra os inimigos. Sua mente estava voltada para o príncipe que deixara em seu quarto. Claro que queria proteger os seus, mas estava convicto que precisava ganha tal guerra por Mu. Em hipótese alguma queria vê-lo ferido ou longe de seus braços. Duvidava seriamente que o deixaria ir de volta para sua família.
Ele moveu sua espada rapidamente defendendo-se contra o súbito ataque. Aquele não parecia um atacante qualquer, mas sim um habilidoso guerreiro.
— Malditos vermes! — Grunhiu de raiva.
— Finalmente alguém que sabe lutar, e não um saco de ossos para se fatiado. — O arrogante homem ditou.
— Falar demais... — Kanon começou desferir ataques contra seu oponente. Este defendia muito bem e contra-atacava, tornando uma árdua batalha.
O guerreiro de Astoria levava um sorriso macabro nos lábios, desafiando Kanon ao limite.
— Quando acha o príncipe irei ensinar a bunda dele o que e homem de verdade. — Máscara disse se divertindo.
— Ter mato se tocares nele! — Kanon disse empunhando a espada. Levado pela raiva cegou-se e abriu brecha para o outro.
Máscara atacou batendo a lamina contra ombro do loiro e ficando fundo por sorte não atingiu nenhum órgão vital, e rapidamente Kanon afastou.
— O amor torna as pessoas fracas! — Máscara disse vangloriando.
— Verme! — Kanon atacou, e sua fúria era tão grande que foi por pouco que Máscara escapou.
— Kanon... — Saga gritou pelo irmão. Este estava tendo dificuldades de lidar contra cinco.
Kanon deixou o macabro, Máscara para trás e foi ao auxílio de seu irmão. Os dois lutaram bravamente, mas ainda assim eram menores números.
Quando tudo parecia perdido, e que a perda dos ladrões era confirmada, a ajudar veio.
A tropa de Kamus cortava elegantemente caminho, e tão logo adentraram o domínio do forte, caíram na batalha. O imperador liderando a batalha manejou sua espada com graça e precisão, e então a luta pareceu equilibrada.
Claro que os gêmeos não estavam felizes por depende do imperador, mas quando a necessidade gritava, e precisava proteger quem amava, o orgulho deveria ficar de lado.
A cena era surreal. Em meio ao caos não poderia se dizer quem seria o vencedor, a única certeza era que muitas vidas seriam perdidas.
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— Vamos rápido! — Mu disse guiados os refugiados. Eles tinham abandonado o esconderijo e seguia floresta adentro para outro lugar. Algo incomodou o príncipe em fica ali, para ele simbolizava apenas perigo maior.
Quando o grupo de suas cinquenta pessoas alcançou uma planície aberta, eles pararam diante dos inimigos. Eram apenas quatros homens em cavalos, mas que simbolizava perigo para um grupo de mulheres, idosos e crianças.
— Não machucaremos ninguém, bastar entrega o príncipe de Tranaden. — Um deles gritou. O mesmo era mais belo que qualquer mulher. Sua boca era elevada por um rosado batom, e seus cabelos loiros caiam em cachos perfeitos.
Mas o que realmente aterrorizou Mu foi ver quem estava ao lado.
— Como poder trair os seus? — O príncipe disse olhando estreitamente para Shura.
— Não trair, eles que viraram as costas para mim por causa de um príncipe putinho! Se não deseja que essas pessoas morram, se entregue. — Shura disse venenoso. Seu sorriso de vitória não era escondido em momento algum.
— Mu... — Shiryu disse agarrando o braço do amigo. Queria ajudar, mas sem sua visão sentia-se apenas um incapacitado.
Antes que o príncipe pudesse se render para salvar os demais, os refugiados do forte moveram. Desde mulheres, anciãs ou crianças, colocaram ao redor de Mu. Mostrando que não o entregariam.
— Ninguém tocar no príncipe! — Alguém gritou.
— Mataremos quem tentar! — Uma criança disse.
Mu sentiu seu coração aquecer por aquelas pessoas humildes se importavam consigo. Ser aceito era por demais preciosos para si, todavia não desejava que ninguém morresse por si.
— Quanta bravura! Mate todos! — Afrodite disse em uma soberania. Para ele importava somente atingir seu objetivo, e nada mais.
Os soldados moveram para tacar, mas antes que concluísse um grupo de guerreiros em nome do imperador de Tranaden cortaram a floreta em seus cabelos e caíram na batalha.
Não demorou em que O rei Afrodite percebesse sua derrota e o risco de sua vida. Ele saiu dali com Shura e mais dois soldados em seu enlaço. Poderia ter pedido a batalha, mas não desistiria da guerra.
Quando o inimigo fugiu todos puderam respirar aliviados, ao menos por enquanto, pois o futuro dos moradores do forte ainda era imprevisto.
— Príncipe Mu! — O general disse ajoelhando-se diante do Mu. — O imperador está muito preocupado contigo, e ficara feliz em vê-lo!
— Ele está aqui? — Parecia incerto.
— Sim! Ele soube do ataque e não poderia deixar ser capturado pelo reino de Astoria.
Mu engoliu a seco. Não queria ir embora, mas seu coração enchia de alegria ao saber que Kamus estava ali. Sentia-se protegido perto dele, diferente de todos os outros ao seu redor.
— Eu vou me encontrar com ele, contudo quero proteção para essas pessoas. — Mu falou imponente. Não era porque estava a salvo que abandonaria os outros, apertou mais a mão de Shiryu.
— Príncipe...! — Dohko exclamou receoso.
— Esse é meu desejo! Não pretendo voltar atraso. Essas pessoas são crianças, mulheres e idosos não representam perigo a nenhum de vocês, só estão assustados e querem abrigo, e eu não os negarei. — Mu falou com força, embora seu corpo estivesse tremendo.
— Tudo bem! — O Dohko se dera por vencido. — Contudo depois terá que falar com seu primo. Sou apenas general e ele que é o imperador.
— Sim senhor! Nada cairá na sua conta. Fique despreocupado. — Mu soltou um ar pesado que estiva preso em seu pulmão.
Assim o pequeno grupo seguiu de volta para o forte que estava totalmente devastado, havia guerreiros de todos os lados. A cena era perfeita pintura de uma guerra. Mortes e feridos... E os vitoriosos vivos.
— Onde está o imperador? — Dohko indagou ao passar pelas muralhas e ver o comandante mais não o Imperador.
— Está com os lideres desse local, fazendo um acordo! — O homem falou alto fazendo todos se olharem. — Chega de morte por hoje! Foi o que o imperador falou.
Mu sentiu o peso no coração voltar, pela primeira vez desde que aquela confusão toda começou, largou a mão de Shiryu, sem saber bem para onde estava indo, deixou ser guiado.
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— Então é isso que propõe? Nossas cabeças em troca da vida de nossa gente? — Saga falou olhando o ruivo a sua frente.
— -Sim! É bem simples! — Kamus falou em pé olhando os dois rostos iguais. — Sua gente não tem culpa do que escolheram fazer, contudo não deixo de lado que sequestraram o meu primo e isso é um crime muito alto. Pelo que vemos hoje já teve sangue de mais.
— Peque sua espada! — Kanon falou batendo com a mão na mesa, estava puto com aquilo tudo. — Vamos lutar o vencedor ficar com tudo e o perdedor com nada.
— Desculpe! Mais acho que isso já foi escolhido! Eu venci. Caso achem que com os poucos homens que tens vão vencer meu exército. Boa sorte! Contudo não terei piedade, tudo que se move cairá por terra hoje. Vocês escolhem! — Kamus falou encarando Kanon.
As duas figuras eram muito cabeça duras, naqueles olhos só faltavam sair faíscas um para o outro.
— Nós aceitamos! — Saga falou por fim chamando a atenção dos outros dois homens.
— Saga! — Kanon recriminou o irmão.
— O que? Já não basta o que ocorreu? Perdemos Kanon por agora, perdemos, mais não estou disposto a por a vida de Shiryu de novo em jogo. Mu vai estar a salvo, contudo Shiryu, não!
Kanon olhou para o irmão e incrivelmente o entendeu. Não poderia ser injusto por seu orgulho e colocar a vida de vários em uma bandeja de prata para o imperador.
— Deixemos enterrar os nossos, e no final da tarde partiremos com você. — Kanon falou pondo a espada encima da mesa mostrando total rendição.
A porta se abriu em um rompante e por ela passou um pequeno príncipe de olhos verdes e cabelos lilases. Naqueles olhos havia lágrimas de desespero, de amor carinho e preocupação.
Mu não sabia ao certo para quem olhar. Se era para Kamus ou Kanon, contudo ficara lá na porta desviando cada momento o olhar para um deles.
— Mu… Shiryu... — Saga foi o primeiro a se pronunciar, vendo que nem um dos outros dois ditara nada.
— A salvo... Lá embaixo. — Mu disse com a voz trêmula.
— Até o final da tarde, imperador! — Saga colocou sua espada encima da mesa e sairá da sala dando aquela reunião por encerrado.
— Mu! Nós vamos para casa! — Kamus caminhou ao que abraçou o primo.
Mu retribuiu o abraço com força. Saber que alguém de sua família lhe queria era o sonho dourado. No início se achou totalmente sozinho, pensando consigo que Kamus nada faria por si, contudo o mesmo estava ali com seu exército e isso era a maior prova que Mu poderia receber.
— Sim! — Mu sorriu para o primo.
Kamus passou a mão no rosto pálido do menor. Colhe as insistentes lágrimas que cobriam seu rosto e sorrindo para o mesmo.
— Tudo acabou! Agora só fará o que quiser!
— Sim! Obrigado por tudo, por não me abandonar! — Mu abraçou o primo mais uma vez.
— Não está mais sozinho Mu, não mais! — Kamus sorriu.
Kanon olhava aquilo tudo e sentia raiva e inveja. O imperador tinha tudo que era seu. O forte, sua liberdade e o que era mais sagrado para si, Mu.
— Vamos? — Kamus segurou a mão de Mu para saírem da sala.
— Não! Eu e ele temos que conversar. — Mu falou se dirigindo a Kanon.
— Não tens nada a falar com ele! Se quiser falar diga em uma cela que será sua nova moradia. — Kamus fechou a expressão. Não entendia o que estava ocorrendo ali.
— Não! Tenho que falar antes disso. Vai ficar tudo bem! Ele não me fará mal. — Mu tremia com as palavras de Kamus, mas tinha que ser forte.
— Esse é seu desejo?
— Sim!
— Tudo bem! — Kamus soltou a mão de Mu seguido de um suspiro. — Não demore! Se não volto aqui com exército inteiro.
Antes de sair da sala Kamus direcionou um olhar para Kanon dando um aviso. Mas logo se pós fora da sala, deixando os dois para trás assim que fechou a porta, agora seus pensamentos estavam em certo loiro um tanto distante dali.
— E assim que as coisas serão e tem que ser! — Kanon disse tentando posar de firme ou indiferente, mas por dentro seu coração sangrava.
— Não fale assim... — Mu sussurrou. Ele deu passos para alcançar o loiro, porém este recuou. — Eu... Não foi mentira o que houve entre nós? Eu sei...
— Sim, não foi, todavia sabia desde o começo! Somos de mundos diferentes. Eis um príncipe e eu um ladrão. Desde o começo esse momento chegaria, onde voltaria para os seus. — Kanon virou a face Não podia ser firme se olhasse para aqueles olhos verdes. Seu coração pulsava ansiando para vencer a distância e tomar o outro em seus braços, reafirma a ligação entre eles, mas precisava ser firme.
Mu não pode suportar. Ele correu joga-se nos braços do outro, sendo recebido com carinho.
— Não quero que seja assim! Pela primeira vez em minha vida escolhi meu destino. Quero fica com você... O amor... Mas tudo vai contra. — Disse encarando o outro com os olhos úmidos.
Kanon tomou a face do menor com uma das mãos. Recolheu as lágrimas e inclinou para frente saboreando pela última vez os doces lábios de Mu.
— Sempre está em meu coração! Eu te amo pequeno... Mas nossos caminhos não foram feitos para seguirem juntos. — Murmurou com os lábios rentes ao do menor.
— Não faz isso! Lute... Eu vou falar com meu primo... Ele...
– Shii... Não quero que se arrisque assim! Tudo ficará bem... — Kanon disse trazendo o corpo menor para mais perto do seu, e saciando seu desejo naqueles lábios. Se houvesse tempo queria amar aquele corpo pela última vez, mas não podia arriscar a tal ponto.
Perdido no olhar azul de Kanon, rendeu-se à sua força. Quando o loiro pressionou suas bocas juntas, Mu foi assaltado por um sentimento de retidão que afastou todas as dúvidas.
Abrindo seus lábios permitindo a entrada do outro homem. Passou os braços em volta do pescoço de Kanon fundindo-se no abraço do ladrão. Como poderia resistir a isso? Como poderia viver sem ele?
Quando o osculo foi quebrado e suas respirações estavam sôfregas Mu ditou:
— Vou encontrar um meio! Juro, o salvarei.
— Não se arrisque dessa forma! O quero em segurança! — Falou docemente. Puxou o menor de voltar aos seus braços. Como último adeus... Na certa que nunca mais teria Mu em seus braços, ou sentiria o calor de seu corpo ou seus doces lábios... Era o destino dos dois, e nada poderia mudar isso.
Eles ficaram mais um período incapaz de aceitar a separação, até que os soldados de Kamus realmente vieram intervir. Kanon foi levado e devastado Mu seguiu em buscar de seu primo.
Continua...
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